Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Trump com olhos postos em 2020
    O lançamento da campanha de Donald Trump para uma reeleição em 2020, as razões do declínio da direita francesa, o fiasco da tentativa de fusão entre as firmas automóveis Renault e Fiat,a campanha de assinaturas contra a privatização da sociedade dos aeroportos de Paris, a corrupção no desporto mundial e as suspeitas que recaiem sobre o francês Michel Platini,assim como a diplomacia desportiva dos petrodólares levada a cabo pelo Qatar, são alguns dos destaques nas edições de hoje.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Governo Francês prepara reforma do fundo de desemprego
    Na imprensa francesa desta Terça-feira, o grande destaque vai para o plano de reforma governamental do fundo de desemprego aqui em França, os jornais focando igualmente o seu olhar sobre o anúncio do lançamento em breve da moeda virtual da rede social Facebook ou ainda a morte ontem em plena audiência judicial do antigo Presidente do Egipto Mohamed Morsi que se encontrava preso havia 6 anos.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Hong Kong desafia Pequim
    As manifestações contra a chamada lei da extradição em Hong Kong, a pressão americana sobre Teerão que contribui para o endurecimento da República Islâmica, a Libra de Mark Zuckerberg,o Salão Internacional da Aeronáutica do Bourget, o declínio da Itália, o Brexit e a discórdia política no seio da classe política britânica, aliança contra-natureza entre o capitalismo e a ecologia, estão entre os destaques nas edições de segunda-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Estados Unidos e Irão: escalada da tensão
    A guerrra dos petroleiros, a manutenção da ordem pública em França e os ditreitos humanos, a ultra-direita francesa e a tentação terrorista,o Afeganistão e a eventual retirada das tropas americanas,no Uganda o braço de ferro entre o cantor Bobi Wine e o presidente Yoweri Museveni prossegue,a publicação dos novos álbuns de Madonna e Bruce Springsteen, estão entre os destaques nas edições de sexta-feira.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Mais ecologia e justiça social no programa do governo francês
    Política governamental francesa domina as primeiras páginas dos jornais nacionais, após a intervenção de ontem do primeiro-ministro na Assembleia nacional.
    Lições do discurso de Philippe, titula, LE MONDE. O primeiro-ministro obteve ontem um amplo voto de confiança na Assembleia nacional. Os próximos 12 meses serão os da aceleração ecológica, afirmou Edouard Philippe. Recebemos a mensagem de desespero fiscal, declarou o chefe do governo clarificando as reduções de impostos previstas. O governo vai pedir aos franceses para trabalharem mais anos sem modificar a idade legal da reforma, acrescenta, LE MONDE.
    Acto 1 bis, replica, em título, LIBÉRATION. O Acto II deste mandato de 5 anos que Edouard Philippe devia lançar no seu discurso de política geral apresenta-se mais como uma continuação do primeiro. Lei de bioética, baixas de impostos, urgência ecológica, o primeiro-ministro anunciou medidas numa lógica de união, sem grandes mudanças.
    A proposta de lei bioética que inclui a extensão da procriação medicamente assistida a todas as mulheres será analisada na Assembleia nacional em fins de setembro, anunciou ontem Edouard Philippe. Um anúncio que lhe valeu ovação duma parte da Assembleia e com razão porque era esperado há quase um ano. A questão tem sido adiada com muitos temendo que seja enterrada, quando a procriação medicamente assistida fazia parte do programa do candidato Macron, acrescenta, LIBÉRATION.
    Philippe dá um tom verde mas mantém orientação da sua política, titula, LE FIGARO. Após o seu discurso de política geral, o primeiro-ministro obteve uma larga confiança dos deputados. A direita deplora a ausência de economias orçamentais. Edouard Philippe exibe uma aceleração ecológica e promete o encerramento de centrais de carvão e anuncia simbolicamente o banimento de produtos de plástico que chegam ao fim do prazo de validade nas administrações, a partir do próximo, nota, LE FIGARO.
    Verde e rosa, replica em título, LA CROIX. O primeiro-ministro mantém a sua política imprimindo às reformas uma tonalidade mais ecológica e mais social. No seu editorial, o jornal, sublinha que há que ver nisso a consequência tanto do movimento dos coletes amarelos como do resultado das eleições europeias. Como resposta ao protesto popular há que notar uma insistência na justiça social anunciando, contra o abuso de contratos a prazo, redução da carga fiscal à classe média ou garantia de pensões alimentares, acrescenta, LA CROIX, no seu editorial.
    Por seu lado, ainda no nacional, L'HUMANITÉ, preferiu titular sobre Aeroportos de Paris, objectivo 4,7 milhões assinaturas. Uma campanha para obter a organização do referendo de iniciativa partilhada. Um abaixo-assinado que necessita de 5 milhões de assinaturas para a consulta cidadã sobre a privatização de Aeroportos de Paris, com slogans de comunistas segundo os quais privatização é roubo. Os argumentos para convencer os cidadãos serão determinantes para realizar o referendo, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, no internacional, LE MONDE, destaca, a revolta da juventude em Hong Kong, onde a polícia reprimiu violentamente manifestantes contra o projecto de extradições para China continental. Para lá do controverso projecto de lei, a mobilização dos jovens de Hong Kong ilustra bem o medo de ter de renunciar à sua democracia e autonomia. São sinais duma crise existencial sob o jugo de Pequim, acrescenta, o vespertino.
    Por seu lado, LE FIGARO, dá relevo a Trump e Biden que tentam impor o seu duelo para 2020. Ontem o presidente republicano e o ex-vice-presidente democrata estiveram em Iowa e lançaram picardias um ao outro. Trump, começou mesmo no Twitter escrevendo preferir defrontar nas próximas eleições, Joe Biden, porque ele é fraco mentalmente e alguém que nunca conseguiu obter mais do que 1% nas eleições.
    Consciente de que o insulto é a marca de Trump, Joe Biden, previu os ataques do presidente e publicou extractos de um dos seus discursos qualificando Trump de presidente que representa uma ameaça para a América, que ameaça os nossos valores e é uma real ameaça para a democracia americana, sublinha LE FIGARO.
    Enfim, sobre a África, LE MONDE, destaca Argélia, onde o antigo primeiro ministro, Ahmed Ouyahia foi detido por corrupção. Convocado ontem por um juiz do Supremo Tribunal, Ouyahia, o homem forte das políticas de austeridade de Bouteflika saiu numa camioneta da polícia directamente para a prisão de El-Harrach, onde estão presos vários homens de negócios acusados de corrupção. É a primeira vez que um antigo primeiro-ministro é suspeito de acusações de corrupção e incorre penas que vão até aos 20 de prisão, acrescenta, LE MONDE.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Primeiro-ministro francês relança reformas sociais em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por assuntos de política interna, com excepção do jornal Le Monde que volta à questão do Huawei e espionagem. 
    LE MONDE, titula, 5G preocupa serviços europeus de segurança. Os riscos de espionagem denunciados pelos Estados Unidos para isolar o grupo chinês Huawei, não são os únicos perigos da futura rede sem fios. O 5G poderia tornar muito complicadas as escutas, identificações e localizações praticadas pelos serviços de informações e polícia.
    Um relatório de Gilles Kerchove, coordenador da política anti-terrorista da União europeia, a que teve acesso o vespertino, passa a pente fino esta situação. A Europa vai ter de debruçar-se sobre o papel das forças da ordem na futura sociedade do 5G em que 20 mil milhões telefones e componentes diversas das telecomunicações vão estar conectados.
    Com a nova tecnologia, o debate sobre o equilíbrio entre a protecção de dados e exigências de segurança fica mais agudo do que nunca, sublinha, LE MONDE.
    Ainda no internacional, LIBÉRATION destaca por seu lado, Hong Kong, Pequim tem na mira opositores . O executivo pró-chinês da ex-colónia britânica decidiu autorizar extradições para a China. Após uma mobilização de 1 milhão de pessoas, no domingo, o governo começou esta quarta-feira a debater a proposta de lei a ser votada no dia 20 de junho, acrescenta. LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, reforçado, o primeiro-ministro, Edouard Philippe quer relançar as reformas. Depois, de Macron, omnipresente na cena nacional desde a crise dos coletes amarelos até à campanha das eleições europeias, temos agora, o primeiro-ministro, que apresentou hoje o seu programa de política geral, perante a Assembleia, nesta segunda metade o mandato presidencial.
    Edouard Philippe, vai precisar da agenda parlamentar para relançar a máquina de reformar as pensar, seguro de desemprego, revisão constitucional, mas adoptará um método menos brutal e mais horizontal, nota, LE FIGARO.
    Serviço de Urgências nos hospitais, uma greve vital, titula, L'HUMANITÉ. A revolta social do pessoal hospitalar alimenta um movimento histórico, que manifestou ontem em frente ao Senado onde era discutida a lei Buzyn. A ministra da Saúde Buzyn não se dignou receber uma delegação de urgentistas e auxiliares de enfermagem vindos de todas as partes da França para o dia de greve, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    Mélenchon, França indecisa, titula, LIBÉRATION. Destabilizado pelo fracasso nas europeias, o chefe dos insubmissos vê o seu partido em fanicos. Contestado, permanece em silêncio e parece hesitar sobre a estratégia a adoptar. Mélenchon, rei do silêncio.
    Toda a gente se interroga e quase todos os jornalistas querem ouvir as primeiras palavras de Mélenchon sobre o descalabro do seu partido que apenas conseguiu 6,3% nas europeias. Divisões e debandadas do partido, mas o chefe supremo, continua mudo digerindo a derrota, nota LIBÉRATION.
    Acabar com o plástico é o título do do jornal LA CROIX. Em 2050 haverá mais plástico que peixes nos oceanos, afirma o relatório da Fundação Ellen-MacArthur. Há que estancar urgentemente o uso do plástico. E se a gente proíbisse o plástico? Mas LA CROIX, nota, ser difícil para a indústria deixar de recorrer ao plástico. Este material ligeiro, robusto e adaptável impos-se largamente nas embalagens e veículos com um impacto ambiental que é preciso reduzir.
    Enfim, sobre a África, LE FIGARO, destaca o Sudão, a repressão aumenta e a crise internacionaliza-se. Enquanto a violenta repressão do movimento de protesto fez 120 mortos, o país é palco de rivalidades regionais e mesmo mundiais entre actores no Médio oriente, na Rússia ou na China.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Brasil:ex-juiz conspirou contra Lula da Silva?
    Em destaque nas edições de terça-feira as tribulações de Sergio Moro, um ex-juiz brasileiro acusado de forjar provas para condenar o antigo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Edouard Philippe, Primeiro-ministro de França antes do seu discurso de política geral durante o qual ele deverá defender a segunda fase do programa de Emmanuel Macron, a greve dos serviços de urgência hospitalares e a reforma do campeãoTony Parker, maior basquetebolista francês de todos os tempos.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Argélia:que futuro para mudança política?
    Sem todos os jornais nas bancas nesta segunda-feira de feriado, destaque é dado a reforma do ensino em França,as manifestações em Hong-Kong contra a extradição para a China, a reconstrução da direita em França, os Gafa processados pelo governo americano, assim como a situação política no Sudão.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França vive um mês de mundial de futebol feminino
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas porque questões socio-económicas e desportivas como mundial de futebol feminino.
    Luta contra paraísos fiscais dá os seus frutos, titula, LE MONDE. O montante das contas bancárias offshore caiu 34% em 10 anos, segundo um relatório da OCDE, tornado público esta sexta-feira, 7 de junho. Esta baixa atinge a soma de 489 mil milhões de euros e é o primeiro efeito das medidas de cooperação dos Estados para combater a evasão fiscal. 
    A troca automática de dados bancários instalados por uma centena de países permite seguir a traçabilidade das contas abertas por contribuintes no estrangeiro. Resta uma grande incógnita: os Estados Unidos. Esse país recusa participar numa troca de informações e poderia recuperar uma parte do dinheiro evaporado, acrescenta, LE MONDE. 
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, fracasso do casamento com Fiat mergulha Renault na escuridão. Enquanto o grupo italiano retirou a sua oferta de fusão, a Renault esforçar-se para salvar a sua aliança com a Nissan.
    O grupo automóvel Fiat Chrysler interrompeu brutalmente as negociações com vista a uma aproximação da Renault, depois que o Estado pediu um prazo de alguns dias. Numa entrevista ao jornal LE FIGARO, o ministro francês da Economia, Bruno Le Maire, justifica a sua posição e afirma que uma tal operação não podia ser decidida sem o acordo da Nissan. O fracasso desta fusão fragiliza o grupo Renault e o seu novo presidente, Dominique Senard.
    Gigante de papel, é o editorial do FIGARO, a sublinhar que era difícil sonhar melhor. A fusão entre os grupos Renault e Fiat Chrysler devia dar, no papel, ao nascimento de um gigante mundial de automóvel, com ramificações em Ásia e América. Um mastodonte industrial dotado duma forte pujança financeira preparada para a revolução do carro eléctrico e do veículo autónomo.
    Este projecto ambicioso caiu por terra. Há que lamentar? Agora, o grande desafio é garantir um futuro à Renault, acrescenta, LE FIGARO, no seu editorial.
    Mudando de assunto no internacional, o segundo título do FIGARO, vai para as praias de desambarque da Normandia que uniram Macron e Trump. Reunidos no cemitério americano de Colveille-sur-Mer, por ocasião do 75° aniversário do desembarque, os presidentes francês e americano puseram entre parêntesis as suas divergências e sublinharam os valores comuns que unem os Estados Unidos e a França. 
    "A América é grande quando combate pela liberdade dos outros", declarou o presidente Macron, apelando o presidente Donald Trump a não pôr fim à aliança dos povos livres e a permanecer fiel à promessa de Normandia. 
    "Hoje, a América é mais forte do que nunca" disse por seu lado, Donald Trump, para mais tarde elogiar a sua relação excepcional com Macron, nota, LE FIGARO.
    Ainda em França, LIBÉRATION, titula, mundial 2019 de futebol, o toque feminino. O campeonato do mundo começou hoje com o jogo de inauguração entre a selecção feminina da França e a sua congénere da Coreia do Sul, ocasião para fazer brilhar mediaticamente um desporto que até agora é monopolizado por homens.
    Encimando uma foto da selecção azul francesa, o título, Novos rostos do futebol, do jornal L'HUMANITÉ. França recebe o 8° mundial feminino. Um evento que pode contribuir para a mudança de mentalidades.
    Futebol feminino, ponta pé de saída, titula, LA CROIX. É a primeira vez que França acolhe a Copa do mundo de futebol feminino, permitindo as azuis sairem da sombra. São futebolistas em vias de profissionalização, uma evolução feminina que deixa de ser atípica, nota, LA CROIX.
    Enfim, sobre o continente africano, LE FIGARO, dá relevo ao Sudão, para se referir à revolução massacrada em Cartum. Após o massacre de 108 manifestantes pacíficos, na segunda-feira, Sudão foi suspenso da União Africana. Havia meses que manifestantes ocupavam as ruas na esperança duma revolução refrescante, mas a força brutal via o desfecho duma outra maneira.
    Videos difundidos nas redes sociais, apesar do bloqueio da Net, mostram soldados armados com canas de bambu açoitando manifestantes, enquanto militares disparavam de modo indiscriminado contra manifestantes na esplanada do quartel geral do exército, acrescenta, LE FIGARO. 
    Para L'HUMANITÉ é Corno de África, um silêncio de morte abana o Sudão, onde após 108 mortos, fica rompido o diálogo entre a junta e os revolucionários.
    6 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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