Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Brexit leva à falência da British Steel e a despedimentos
    Na Grã-Bretanha, o grupo British Steel, ligado à metalurgia, vai entrar em falência. A notícia é avançada pelo jornal Libération na sua edição de hoje.O Libération escreve que 5 mil empregos directos e 20 mil indirectos, na Grã-Bretanha, estão ameaçados. Tudo por causa do Brexit.
    A empresa metalúrgica britânica, que comprou a empresa francesa Ascoval, é também destaque no Le Figaro. O Jornal diz que a eventual falência da empresa não terá impacto na Ascoval, em França. A garantia é dada pelo ministério francês da economia.A mesma garantia é avançada pelo Le Parisien, sublinhando que Bercy assegura que a Ascoval não está preocupada com a eventual falência da British Steel.O Brexit agita também a campanha das europeias no Reino Unido onde, segundo o Libération, os candidatos de extrema-direita estão a ser atacados com batidos. Titula o Libération: é a “lactose contra a intolerância”.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Estados Unidos e China:guerra fria pela 5G
    Guerra fria entre os Estados Unidos e a China em redor do Huawei, a entrada em campanha de Emmanuel Macron a cinco dias do escrutínio para as eleições europeias, a extrema-direita europeia após o sismo entre direita e a extrema-direita na Áustria, o futuro do euro na Europa,a India de Narendra Modi e a juventude argelina em tempos de contestatação, são alguns dos focos de actualidade nos jornais de terça-feira
    4 min
  • Revista de Imprensa - Populistas e extrema-direita metem medo à Europa
    A campanha para as eleições europeias que decorrem este fim-de-semana, continua a dominar as primeiras páginas dos jornais franceses. 
    Europa: extrema-direita no coração da campanha, titula, LE MONDE. Os partidos nacionalistas e xenófobos estão no centro dos debates e muitas vezes à frente nas sondagens antes do escrutínio europeu. Reunidos em Milão, os principais líderes da extrema direita do continente tentaram pôr de lado os seus diferendos e afirmar a sua maturidade para governar.
    Mas na Áustria, um video mostra o chefe da FPO e vice-chanceler Strache a negociar um pacto de corrupção com alguém que acreditava ser um intermediário russo. O chanceler, Kurz, da direita, que tinha feito uma aliança com a FPO, que queria que fosse um laboratório europeu, reclamou eleições legislativas antecipadas, nota LE MONDE.
    Extremas-direitas na Europa, o revelador austríacos, replica, L'HUMANITÉ. A demissão por escândalo do aliado de Le Pen, estragou o grande encontro dos nacionais-populistas reunidos em Milão por Salvini. Os nacionalistas austríacos foram abatidos em pleno voo, com o escândalo de corrupção que provocou a queda do líder da extrema direita, Heinz-Christan Strache.
    Em Milão, os nacionais liberais tentaram mostrar os seus músculos. Uma milanesa está a ser investigada por difamação, porque empunhava um cartaz onde se podia ler "Salvini, amigo dos mafiosos, inimigo dos pobres", nota, L'HUMANITÉ.
    Por seu lado, LIBÉRATION,  titula, Esquerdas, operação de sobrevivência. Poderiam ficar todas abaixo dos 10% ou mesmo dos 5%... assinando colectivamente um fracasso histórico. Os cabeças de lista dispersos como nunca, tentam a menos duma semana, seduzir os eleitores desamparados de esquerda. Defendem uma união mas não, conjuntamente, acrescenta, LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, LE FIGARO, titula sobre emoção antes de suspender o tratamento médico de Vincent Lambert. Ultimos recursos, declarações políticas, manifestação: a tensão aumenta quando a suspensão da alimentação e da hidratação deste doente tetraplégico em estado de consciência mínima está programada para esta semana. 
    Quarentão, o doente Lambert, está nesse estado há 10 anos pelo que médicos defendem que já não tem sentido estar a mantê-lo em vida artificialmente. Mas os seus pais, com opinião diferente, pedem a intervençao do Presidente Macron e prometem apresentar hoje 3 novos recursos a diferentes instâncias judiciais contra a decisão do hospital universitário de Reims, nota, LE FIGARO.
    Ciber-assédio, vidas destruídas, titula, LA CROIX. Assédio on-line não cessa de aumentar, mas os magistrados têm dificuldades em sancionar aqueles que insultam sob anonimato. 25 mil tuítes em 48 horas duma violência extrema, diz ter recebido um ex-refém de Daesh, Nicolas Hénin, especialista da luta contra o terrorismo. A gente acaba por pensar que merecemos esta violência reage Anne-Lise, insultada nas redes sociais, apenas porque é uma boa aluna do seu Liceu, acrescenta, LA CROIX. 
    Enfim, sobre a África, LE MONDE dá destaque ao Mali, Barkhane e o desafio de minas artesanais. Minas que são a principal ameaça contra o exército francês numa guerra assimétrica que ganha terreno na zona fronteiriça com o Níger e Burkina faso, onde operam grupos armados. 
    É ainda o mesmo vespertino, que faz referência ao Egipto, onde pelo menos 17  turistas sul-africanos e egípcios foram visados e feridos por um atentado perto das pirâmides de Gizé.
    5 min
  • Revista de Imprensa - União Europeia da razão, ressentimentos e desilusões
    As eleições europeias e os seus cenários políticos, o impasse do Brexit e as suas consequências para os europeus residentes no Reino Unido e para os britânicos que desejam permanecer europeus, o lado escuro do milagre portugês, nos Estados Unidos a fé dos evangélicos dita a lei e na Eurovisão os destinos cruzados de Bilal Hassani e Mahmood. Eis alguns focos de actualidade nos jornais de sexta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Alemanha quer retirar Parlamento europeu de Estrasburgo francês
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa apresentam-se diversificadas, com temas que vão do nacionalismo na India, passando pelas eleições europeias, até à marginalização de mulheres na diplomacia francesa.
    Febre nacionalista, na India, titula, LA CROIX. No país do primeiro-ministro, Narendra Modi, minorias cristãs e muçulmanas sofrem ataques violentos repetidos de extremistas hindus. É o medo de minorias que a India está a viver. Todo o tipo de discriminações entre no campo de batalha do nacionalismo, afirma um especialista, ao jornal LA CROIX. 
    Acolhimento e não rejeição, titula, L'HUMANITÉ, sobre a União Europeia e os migrantes. O aumento xenófobo e nacionalista em diferentes países não é alimentado pelos exilados mas por escolhas indignas de dirigentes liberais da União Europeia, acrescenta, o jornal comunista. 
    A batalha de Estrasburgo, atiça diferendos franco-alemães, é o título principal do jornal LE FIGARO. Enquanto Merkel evoca confrontos com Macron, a vontade de Berlim suprimir a sede do Parlamento europeu em Estrasburgo corre o risco de agravar as tensões. Tema de campanha europeia na Alemanha, a futura chanceler Annegret Kramp-Karrenbauer, lançou os dados para cima da mesa reclamando uma transferência da sede do Parlamento europeu para Bruxelas. 
    Do seu lado, o presidente Macron, disse assumir o confronto fecundo com a chanceler Merkel para construir um compromisso, nota, LE FIGARO. 
    LE MONDE, titula, sobre as derivas orçamentais do Parlamento europeu, orçamento que atinge os 2 mil milhões de euros em 2020, o equivalente de 2,5 milhões de euros por deputado. 
    Mudando de assunto, na diplomacia francesa, LIBÉRATION, titula, brincando com um trocadilho, ilustrado com as pernas duma mulher, que as mulheres ficam no Cais, que em francês é Quai, nome por que é conhecido a sede do ministério dos negócios estrangeiros.
    Objectos actualmente de um gigantesco jogo de cadeiras, as embaixadas de França continuam a ser dominada por homens, sobretudo as embaixadas de prestígio. 
    No ministério ainda as mulheres não conseguiram partir o tecto de vidro que as impedem de progredir na carreira. Segundo o investigador, Lequesne, o ministério dos negócios estrangeiros patina com a fraca diversidade dos formados que saem da Escola Nacional de Administração. As mulheres têm uma relação menos obsessiva com o poder, sublinha o investigador. 
    O mesmo vespertino, destaca ainda que a França não está preparada para o choque climático. Segundo um relatório senatorial, a França deve anticipar ainda mais os efeitos do aquecimento global esperados para o ano 2050. Os territórios mais vulneráveis são os ultramarinos e as zonas litorais e montanhosas. 
    Enfim, sobre a África, livros sobre história colonial em Argélia e Senegal, com LE MONDE, descrevendo colonizados nas entrelinhas dos arquivos. Em junho vai haver um dia de conferências sobre os arquivos nacionais ultramarinos com o objectivos de desconstruir os arquivos coloniais.  
    Uma vontade de ultrapassar uma leitura imediata, política e jurídica da montanha de documentos dos séculos XIX e XX para sondar como foram produzidos, o que não é dito e as ambiguidades. A antiga ministra do Mali, Aminata Traoré, defende, que o trabalho forçado colonial seja reconhecido como crime contra a humanidade, acrescenta, LE MONDE.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Franceses em campanha para eleições europeias sem entusiasmo
    As eleições europeias de 25 de maio em França, continuam a dominar as primeiras páginas dos jornais diários franceses.
    Europeia, a batalha das classes médias, titula, LE MONDE. A crise dos coletes amarelos pôs a nu as dificuldades das classes médias. Esta categoria da população está a a atrair as atenções da maioria dos eleitores. A República em Marcha e os Republicanos disputam particularmente a atenção desta França do trabalho, atenta ao poder de compra. 
    Enquanto Emmanuel Macron prometeu uma redução de 5 mil milhões de euros do imposto IRS, Laurent Wauquiez, líder dos Republicanos propõe 10% de redução do mesmo imposto.
    A 10 dias do escrutínio europeu, o partido do Presidente, no poder, que nas intenções de voto, pretende conservar a sua distância em relação aos Republicanos, leva a cabo paralelamente um outro duelo renhido com a União Nacional de Marine Le Pen, líder em todas as sondagens. Numa entrevista ao mesmo vespertino, Nathalie Loiseau, candidata do partido no poder, alerta os eleitores para o facto do perigo duma chegada em força da União Nacional ao parlamento europeu.
    Franceses e Europa uma adesão sem paixão, replica, LA CROIX. Segundo uma sondagem Kantar/La Croix, os franceses colocam a União Nacional à frente nas intenções de voto, com 23% dos votos, enquanto vem em segundo lugar o partido de Macron, República em Marcha, com 20%. Apenas 33% dos franceses pensam que as eleições europeias terão impacto sobre a situação em França, ao passo que a nível europeu a percentagem, é ainda maior, apenas 27%, são dessa opinião.
    66% dos franceses pensam que o escrutínio não passa de um duelo entre pró-europeus e eurocépticos e 58% vêm nele um braço de ferro entre progressistas e nacionalistas, acrescenta, LA CROIX.
    Salário mínimo, uma exigência que ganha força na Europa, titula, L'HUMANITÉ. Defendido pelos sindicatos, apoiados por numerosas forças de esquerda, a recusa duma concorrência entre os salários ganha terreno em todo o continente. Um salário mínimo decente, um combate do futuro na Europa, e, L'HUMANITÉ, defende num primeiro tempo 60% do salário mediano e num segundo tempo, 60% do salário mínimo.
    Para tal, o jornal, apresenta uma tabela dos salários mínimos na Europa que oscilam entre o máximo de 2.072 euros no Luxemburgo e o mínimo de 430 euros na Estónia. Entre os grandes, como Alemanha, é de 1.557 euros, Reino Unido 1.454 euros ou a França de 1.522 euros. Portugal, tem um salário mínimo de 700 euros, ou seja de salários brutos, o que quer dizer, que o salário mínimo líquido que vai para os bolsos do europeu é um pouco menos do que estes números, nota, L'HUMANITÉ.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, sobre a Catedral Notre-Dame, um mês depois do incêndio subsiste a incógnita da renovação. A União sagrada marcou os dias seguintes ao incêndio, mas passada a emoção, a restauração da Catedral tornou-se fonte de debates e de polémicas. A lei de excepção que devia favorecer uma reconstrução rápida de Notre-Dame, encontra uma oposição dos senadores. E por seu lado, o arcebispo de Paris está os anúncios da Fundação do Património que considera ter recebido donativos suficientes para a restauração da catedral.
    Mudando de assunto, LE MONDE, destaca, no internacional, o Golfo e os falcões de Washington que apostam no aumento da tensão. A sabotagem de navios e ataques de um oleoduto encorajam os defensores duma linha dura contra o Irão, como John Bolton. Os ataques hutistas, aliados do Irão, contra a Arábia saudita, encorajam os falcões de Washington. É difícil de imaginar que os rebeldes hutis no Iémen tenham adquirido drones sem o apoio do Irão e do Hisbolah, diz a linha dura dos americanos que quer castigar o Irão.
    Em relação à África, o mesmo vespertino, dá relevo ao acordo entre civis e militares sobre a transição no Sudão. O exército cederá o poder a um governo nomeado por três anos que deverá organizar eleições no país. Uma assembleia legislativa será criada e deverá ser composta por 67% de membros da aliança que conduziu o escrutínio.
    Enfim, ainda LE MONDE, destaca os franceses do Burkina Faso que estão preocupados com a ameaça terrorista. A maioria dos 3000 membros da comunidade adaptam os seus comportamentos aos riscos de raptos e atentados.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Europa em todos os estados
    A União Europeia, as suas eleições, os seus candidatos. A homenagem da França aos dois militares mortos em combate com terroristas no Burkina Faso. A questão do terrorismo na África do Sahel. A catedral de Notre Dame de Paris um mês depois do incêndio do seu telhado. As relações tensas entre a polícia e os jovens da cidade de Mantes-la-jolie, no oeste da região parisiense. A Primeira-ministra neo-zelandesa, Jacinda Ardern preconiza uma reacção mundial contra a internacional do ódio. Eis os focos de actualidade nos jornais de terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Eleições europeias dominadas por questões nacionais
    A setagésima segunda edição da Festival de Cinema de Cannes que tem início na terça-feira, a campanha para as eleições europeias,a onda de emoção e as interrogações em França após a morte de dois militares no Burkina Faso, durante a libertação de reféns franceses, os dois anos de Edouard Philippe como Primeiro-ministro de França. Estes são os principais focos de actualidade nos jornais de segunda-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Referendo sobre privatização dos Aeroportos de Paris
    As primeira páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de política interna e europeias no quadro das eleições para o parlamento europeu. 
    ADP: entrada em fanfarra do referendo cidadão, titula, LE MONDE.  O Conselho constitucional validou ontem o processo de referendo de  iniciativa partilhada sobre a privatização do grupo Aeroportos de Paris. A decisão é histórica. É  a primeira vez desde a instauração em 2008 que um tal procedimento é lançado pelos parlamentares. 
    Se um longo caminho resta a percorrer para que uma tal acção desemboque num referendo, esta grande novidade é um revés para o executivo. Ontem, o governo foi forçado a anunciar o adiamento da privatização, que já tinha sido votado pelo Parlamento, à espera do desfecho do processo. Sobre esta questão, o presidente Macron, encontra-se numa situação melindrosa devido à oposição da aliança inédita da esquerda e da direita. 
    Por seu lado, LIBÉRATION, Educação nacional, a guerra de baboseiras. Há meses que o ministro Jean-Michel Blanquer e os professores se rivalizam numa corrida de intoxicação em torno da reforma do liceu e da escola.
    O jornal destaca 7 mentiras de uns e outros, nomeadamente, quando o Ministro afirma que não haveria lei na matéria, o que é falso. Ou então quando o sindicato dos professores SNES, afirma que o artigo 1° da lei serviria para amordaçar os professores na sua expressão cidadã e profissional, o que é tambem falso.
    No seu editorial, intitulado, Pinoquiologia, LIBÉRATION, qualifica isto tudo como as guerrinhas de crianças durante o recreio acusando-se umas às outras, com todas a mentir.
    Mudando de assunto, em relação às eleições europeias, LA CROIX, titula, Europeias, peçam os programas. Os eleitores franceses deverão escolher entre um recorde de 33 listas nacionais, umas com um projecto global, outras com um programa mais focado numa temática com protecção animal.
    E para haver deputados no parlamento uma lista tem de obter pelo 5% dos votos expressos. As listas que lideram nas intenções de voto excluem soluções extremas como uma saída da França da União europeia, nota, LA CROIX.
    Europeias: grandes manobras dos populistas, relança, LE FIGARO. Projectados por uma onda de oposição à imigração, os partidos nacionalistas europeus estão para entrar em força no Parlamento europeus e sonham em pesar na sua balança. A menos que haja uma surpresa, os nacionalistas estão assegurados de que vão subir nas suas posições em Estrasburgo nas eleições de 26 de maio. 
    Parlamento europeu, balanço dos pseudo-progressistas, operação verdade, replica, em título, L'HUMANITÉ. Longe do lirismo de Macron, as suas tropas e seus aliados votam sistematicamente contra todos os avanços em matéria fiscal ou social.
    O que quer que aconteça, os macronistas vão ter que fazer alianças com os chamados progressistas como os espanhóis dos Ciudadanos que provocaram escândalo ao apoiarem a formação da extrema direita Vox para governar com os conservadores do PP na Andaluzia.
    Por seu lado, LE MONDE, dá relevo ao Vaticano, a bula do Papa contra abusos sexuais. Um decreto pontifício  que afirma que qualquer violência sexual cometida no seio da Igreja passa a ser encaminhada para as autoridades eclesiásticas.
    Em relação à África, o mesmo vespertino,  destaca, África do sul: vitória ambígua de Ramaphosa. O presidente conseguiu limitar a queda do seu partido, ANC, que só obteve menos de 60% dos votos, quando desde 1994 vinha obtendo resultados entre os 62% e 69% por centos dos votos. É a usura do poder que começa a atingir o partido de Nelson Mandela. Aliás o eleitorado genuíno de Mandela jão não renova automaticamente entre os jovens, nota, LE MONDE.
    Por fim, L'HUMANITÉ,  afirma que o ANC sai maioritário mas enfraquecido das eleições legislativas. A participação esteve em queda  e contados mais de metade dos votos, o congresso nacional adfricano, totalisaria 57% contra os 62% dos votos de há 5 anos.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França: greve de funcionários contra reforma
    A greve dos funcionários em defesa do serviço público na França, a campanha para as europeias e o envolvimento cada vez mais perceptível do Presidente Macron, milagre ou miragem económica interrogam-se os especialistas sobre a "boa saúde" da economia americana, os desafios que esperam por Cyril Ramaphosa na África do Sul,o começo do fim do acordo nuclear com o Irão.Eis alguns focos de actualidade nos jornais de hoje.
    4 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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