Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - ONU:biodiversidade ameaçada de extinção
    Entre os destaques nas edições de terça-feira estão a sobrevivência da biodiversidade, a África do Sul vai às urnas no dia 8 de Maio com muitas interrogações sobre o seu futuro 25 anos depois do fim do regime de apartheid, a cooperação entre a União Europeia e a Líbia para impedir a passagem de imigrantes para a Europa, a campanha para as eleições europeias em França e a escalada do preço da gasolina motivada pelo aumento do barril de petróleo.
    5 min
  • Revista de Imprensa - A extinção de espécies vivas em destaque
    Em destaque hoje na imprensa francesa estiveram a divulgação esta Segunda-feira do relatório da ONU sobre a aceleração da extinção de espécies vivas, os dois anos amanhã de Macron no poder aqui em França, o recrudescimento da violência no Médio Oriente, o alastramento da instabilidade crónica da África do Oeste para o Benim e ainda a onda de detenções de altos responsáveis do antigo regime na Argélia.
    6 min
  • Revista de Imprensa - França: Castaner criticado
    Os sindicatos franceses perante a reforma da função pública, o ministro do interior francês bombardeado com críticas depois de acusar os coletes amarelos de terem invadido um hospital parisiense, o Brexit de Londres e as eleições europeias, o problema da jurisdição extra-territorial americana, na Venezuela prossegue o braço de ferro entre os chavistas e a oposição. Eis alguns focos de actualidade nas edições de sexta- feira.
    4 min
  • Revista de Imprensa - 1° de maio dia do trabalhador sob alta tensão em França
    Como habitualmente no 1° de maio, dia do trabalhador, não há jornais diários impressos nas bancas em França. Em contrapartida temos as versões online, que destacam precisamente o 1° de maio.
    LE MONDE, destaca sindicalistas, coletes amarelos, ecologistas, numerosas organizações online apelaram à mobilização por ocasião do 1° de maio, em Paris e em várias cidades de França, num contexto tenso por mais de 6 meses de crise social e 24 sábados seguidos de manifestação dos coletes amarelos.
    Por outro lado, o mesmo vespertino, refere-se à presença de militantes radicais Black blocs, num 1° de maio sob alta tensão social para o governo. O executivo receia que coletes amarelos e radicais dos Black Blocs afluam aos desfiles sindicais por ocasião da Festa dos trabalhadores. 
    Também la CROIX, destaca as manifestações do 1° de maio reúnem coletes amarelos e sindicatos, como CGT, CFDT, Força Operária, este ano durante a festa do trabalho sob alta tensão. Em Paris houve confrontos entre os Black blocs e forças da ordem. CGT denunciou uma repressão sem precedentes e sem discernimento, ao mesmo tempo que condenava cenas de violência em Paris.
    L'HUMANITÉ, titula, um 1° de maio e muita mobilização. Sindicatos, coletes amarelos, defensores do clima, partidos políticos e cidadãos vão estar hoje em treino de aquecimento antes de 2 meses de manifestações non-stop.
    Não haverá clima de paz social e os desfiles deste 1° de maio anunciam o primeiro encontro de mobilização depois da conferência de imprensa do Presidente da República. Os coletes amarelos devem inaugurar uma nova fase de contestação social, a de retaliação à pseudo mudança de imagem da política de Macron. Não há nada nos anúncios de Macron, sublinha, CGT ao jornal, L'HUMANITÉ. 
    LIBÉRATION, por seu lado, escreve que esta festa dos trabalhadores é potencialmente explosiva, com manifestações sindicais e dos coletes amarelos em toda a França. Segundo o ministro do Interior, Christopher Castaner, eram esperados 1000 a 2000 activistas radicais em Paris, onde foram igualmente mobilizados 7400 forças da polícia e da segurança.  
    Por seu lado, LE FIGARO, pergunta, se se pode proíbir manifestações dos Black Blocs? É uma questão recorrente. Numa altura em que o clima social nunca foi tão explosivo em França, o deputado dos Republicanos, Éric Ciotti, lamentou, numa entrevista na televisão France 2, que grupúsculos de extrema esquerda, nomeadamente, os Black Blocs, não sejam proíbidos de manifestar.
     
    Mudando de assunto, na actualidade internacional, LE FIGARO, dá relevo à Venezuela, com a Maduro a dizer neutralizou um golpe, enquanto Guaidó, apela a manifestações. O presidente venezuelano, Maduro, afirmou que escaramuças golpistas de soldados que se aliaram a Juan Guaidó foram controladas e eliminadas anunciando que os responsáveis vão ser incriminados penalmente, nota LE FIGARO. 
     
    Também LE MONDE, se refere a Venezuela, onde decorre um 1° de maio sob tensão um dia depois duma tentativa de golpe de Estado. O opositor Juan Guaidó, que tinha anunciado ontem ter recebido apoio de militares, apelou a manifestações neste 1° de maio para forçar o Presidente Maduro a abandonar o poder. 
     
    Enfim, sobre a África, o mesmo vespetino, dá relevo a Marrocos, país mais desigualitário do norte do continente africano. Educação, saúde, mercado de trabalho... a ONG, OXFAM, traça um quadro implacável das desigualdades de riqueza no seio do Reino e defende uma fiscalidade mais justa, mas saúda a sua taxa de crescimento e a sua abertura ao turismo e a investidores estrangeiros.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Medidas de Emmanuel Macron custam 17 mil milhões de euros
    Os jornais franceses dão destaque a África, Espanha e França.
    Na vertente francesa:
    No vespertino "Le Monde", o título é: “As medidas de Macron vão custar 17 mil milhões de euros”. Após os anúncios do presidente francês, Emmanuel Macron, a 25 de abril para responder à crise dos coletes amarelos, o primeiro-ministro, Edouard Philippe apresentou o calendário das reformas. Um plano de acções levado a cabo nos próximos seis meses.
    O diário revela também o custo total de todas as medidas do presidente. As primeiras tomadas em finais de 2018 custarão 10 mil milhões de euros, enquanto estas últimas anunciadas vão custar à volta de 7 mil milhões de euros. Apesar dos custos elevados, o Ministro das contas públicas, Gérald Darmanin, afirmou que a redução do défice a 2% do PIB, previsto no programa de estabilidade orçamental, será respeitada.
    O título do "Le Figaro" é "Calendário, Financiamento: os desafios do Plano Macron”. O diário tenta dar as grandes linhas do possível financiamento das medidas do Presidente. No entanto, políticos admitem que não será apenas necessários 17 mil milhões para esses desafios: Albéric de Montgolfier, Relator do Partido dos Republicanos da Comissão das Finanças do Senado, afirmou que a não supressão dos 120 mil cargos na função pública vai custar 3 mil milhões de euros ao Governo.
    A questão acaba por ser: onde ir buscar 20 mil milhões de euros? Por enquanto duas respostas: a aplicação de uma taxa de 3% de impostos sobre as receitas - e não sobre os lucros - das empresas digitais designadas pelas iniciais GAFAM - Google, Apple, Facebook, Amazon e Microsoft - e de outras plataformas digitais com um volume de negócios de 750 milhões de euros a nível mundial e de mais de 25 milhões de euros em França. As receitas deverão rondar os 400 milhões de euros.
    Outra medida, adiar a redução dos impostos para as empresas, que deverá permitir poupar cerca de 1,5 mil milhões de euros. Estaríamos em 2 mil milhões de euros de receitas, mais 1,5 mil milhões de euros cujo Governo não divulgou de onde viria.
    Outras receitas poderão vir a acrescentar-se, mas o jornal acredita sobretudo que o método será como de costume, aumentar o défice e a dívida pública.
    No resto do mundo eis os outros temas em destaque:
    O diário “Libération” titula: “A Remontada”, fazendo referência à esquerda espanhola que venceu as eleições legislativas. Menos de um ano após a chegada ao poder do Primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez, a aposta foi ganha. No entanto terá de formar uma coligação. Esse aspecto é deverás mais complicado. O Partido Socialista espanhol tem 123 deputados, no entanto para governar, tem de chegar aos 176. Uma dor de cabeça para Pedro Sánchez. Entre os centristas de Ciudadanos, uma extrema esquerda com o Podemos, ou ainda com nacionalistas como os bascos ou os catalães, as possibilidades são múltiplas mas complexas. A grande surpresa destas eleições foi o partido de extrema direita Vox que arrecadou 24 deputados.
    O jornal comunista "L'Humanité" aborda o assunto espanhol com o título: “O dilema de Pedro Sánchez”. Os socialistas venceram as eleições gerais, no entanto sem maioria, alianças serão obrigatórias. Para o diário o ponto positivo para o Partido Socialista é ter triunfado após um ciclo de 11 anos a acumular derrotas. No entanto depois da euforia, Pedro Sánchez vai ter de criar alianças, a parte mais complicada. O jornal francês lembra também que o Partido Popular, na direita, que venceu as eleições em 2016, acabou por sair derrotado e começa a ser pressionado, à direita, pelo partido Ciudadanos. É o pior resultado do PP, que passou de 137 deputados para 66 (!), sendo que Ciudadanos tem 57.
    Para fechar uma vertente africana,
    No diário católico “La Croix”, o destaque é o Burkina Faso que está a sofrer ataques jihadistas. Dois homens mataram seis pessoas no domingo, sendo que os católicos e os professores têm sido alvo dos extremistas.O jornal lembra que matar católicos durante um acto religioso, como aconteceu no domingo, é inédito no Burkina Faso desde o início da insurreição jihadista em 2015. O ataque do passado domingo ocorreu apenas dois dias depois de uma escola ter sido atacada , tirando a vida a seis pessoas, entre as quais cinco professores.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Espanha:socialistas vencem eleições,mas terão dificuldades para governar
    A vitória dos socialistas, sem maioria, assim como a ascensão da extrema-direita nas eleições legislativas espanholas, a campanha para as eleições europeias, em França, após as medidas anunciadas no passado dia 25 de Abril por Emmanuel Macron, o governo examina a implementação das mesmas,a cimeira franco-alemã em Berlim e as divergências entre Macron e Merkel, Naruhito novo imperador do Japão. Eis alguns destaques nas edições de segunda-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Macron em conferência de imprensa sobre crise em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se dominadas por reacções à conferência de imprensa do presidente Macron sobre as suas propostas à crise social e política em França.
    Macron corrige a sua política para se relançar, titula, LE MONDE. O chefe de Estado traçou ontem as grandes orientações depois do grandes debate. Na sua conferência de imprensa Macron mantém que não tomou um rumo errado desde o início mas admite que a crise dos coletes amarelos testemunha um profundo sentimento de injustiça social. 
    Macron anunciou uma série de medidas nomeadamente uma redução dos impostos e uma pensão de reforma mínima de 1000 euros. Mas afastou a eliminação do imposto sobre as fortunas ou referendo de iniciativa cidadã, nota, LE MONDE.
    "Não errei no rumo traçado desde o começo", titula, L'HUMANITÉ, citando, Macron. O presidente sai do grande debate pela porta entreaberta.
    Ele propõe medidas sem qualquer desvio do seu programa inicial, confirmando, ataques sobre as pensões de reforma, subsídios de desemprego e horário semanal de trabalho. Macron deu luz verde a uma penalidade financeira sobre as pensões obrigando os franceses a trabalhar mais tempo, prolongando a idade de reforma de 62 anos para 64 anos, sublinha, L'HUMANITÉ.
    "Onde está o Uaoo?", pergunta, em título, LIBÉRATION, para dizer que Macron, não marca nenhum desvio na sua política, após 3 meses de debate nacional sobre a crise social. O presidente anunciou várias medidas sociais e institucionais, mas preferindo guardar as linhas mestras da sua estratégia de começo de mandato.
    O método muda, mas não o rumo", replica, LA CROIX. Ele fez poucos anúncios mas tentar dar respostas à exigência de justiça social expressa durante a crise dos coletes amarelos. Os franceses terão  de trabalhar mais para financiar uma redução dos impostos e a esperança de vida, em crescendo, nota, LA CROIX.
    Macron, traça os contornos da sua "nova ambição", relança, LE FIGARO. Descentralização, fiscalidade, instituições, meio ambiente.... o presidente da República detalhou frente aos jornalistas as grandes orientações do novo acto que ele deseja abrir em conclusão do grande debate nacional. 
    Macron mantém a idade de reforma nos 62 anos, mas preconiza trabalhar mais ao longo da vida aumentando o número de anos de cotização de segurança social para poder partir para a reforma.
    Logo, nota, LE FIGARO, no seu editorial, tudo por fazer. Macron devia responder à ira dos coletes amarelos mas também ao desespero de milhões de franceses que nunca andaram por aí a partir estabelecimentos comerciais ou escolas da República. As sondagens depois da conferência de imprensa dizem que o Presidente foi pouco convincente. 
    Mudando de assunto no internacional, o mesmo jornal, LE FIGARO, dá relevo ao discurso da extrema direita do partido Vox que reinterpreta, em vésperas das eleições legislativas de 28 de abril, em Espanha, recuperando códigos da linguagem franquista. Vox apela aos mitos da nação tais como eram ensinados durante a ditatura.
    Espanha rumo a uma  grande patranha política, replica, LA CROIX. A incerteza domina antes das legislativas, com os socialistas a liderar as sondagens, mas o governo dependerá de alianças e a extrema direita vai ter direito à voz pela primeira vez.
    Por seu lado, LE MONDE destaca a China, com Xi Jinping a prometer Rotas da Seda mais transparentes. O vespertino cita o académico português, Bruno Maçães, a dizer que qualquer que seja o resultado final durante o forum a decorrer em Pequim a "China já atingiu o seu principal objectivo: há 5 anos que domina a narrativa mundial e quer oferecer uma alternativa ao Ocidente."
    4 min
  • Revista de Imprensa - França: respostas de Emmanuel Macron ao grande debate
    O espectro da guerra civil na Líbia, a Rússsia e o novo presidente ucraniano, as eleições europeias, a Alemanha perante os problemas sociais, a ENA, escola das elites franceses perante a reforma ou o fim, os jiadistas do Estado Islâmico tentam integrar-se nos conflitos africanos, os primeiros meses do brasileiro Bolsonaro, as igrejas francesas em estado de degradação.
    5 min
  • Revista de Imprensa - "Macron face ao cepticismo dos franceses"
    Os diários desta quarta-feira dão destaque à progressão da contrafacção de medicamentos em França e ao discurso do presidente francês. Depois do debate nacional, Emmanuel Macron deve apresentar amanhã as medidas para lançar o seu quinquénio, porém os franceses não acreditam em grandes mudanças.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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