Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Israel-Eleições: Netanyahu na corrida a quinto mandato
    As eleições em Israel e a quinta candidatura de Benyamin Netanyahu, a conclusão do grande debate nacional em França apresentada pelo Primeiro-ministro Edouard Philippe, a ofensiva de Khalifa Haftar contra Tripoli na Líbia, a bomba lançada pelo whistleblower português Rui Pinto sobre o futebol e os negócios, as eleições europeias e a extrema-direita, estão entre os focos de actualidade nesta terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Eleições em Israel, França e Brexit ou Ruanda e o genocídio
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas em relação a assuntos de política interna e internacional.
    LE MONDE, titula, Israel, promessas extravagantes de Netanyahou. Na véspera das eleições legislativas, Benjamim Netanyahou anunciou que se ganhar anexará os territórios palestinianos na Cisjordânia. O primeiro-ministro pretende assim unir toda a direita tendo em conta que está taco-a-taco nas sondagens com o antigo chefe de estado maior, Benny Gantz.
    Netanyahou está a concorrer para um quinto mandato e parece dominar o debate apesar de estar a ser acusado de escândalos de corrupção. No deserto de Néguev os israelitas sentem-se marginalizados e votam em massa, por Bibi, como é conhecido Netanyahou, acrescenta, LE MONDE.
    Matteo Salvini, extrema direita forte, titula LIBÉRATION. Após ter imposto a sua Liga nova geração em Roma, o homem forte da Itália sonha com uma aliança dos populistas europeus reunidos hoje em Milão. A irresistível ascenção do Capitão, como é chamado Matteo Salvini, que de jovem militante separatista da esquerda passou para a extrema direita, com um discurso anti-imigração e anti-União europeia, determinado, acessível e popular, acalenta esperanças em unir os populistas europeus, nota, LIBÉRATION.
    Libertem Lula !, titula, L’HUMANITÉ. Numa carta enviada à redacção deste jornal, o antigo presidente brasileiro agradece todo o apoio que tem tido e apela à continuação da mobilização pela sua saída da prisão e pela democracia do Brasil. A procura do diálogo foi substituída pelo discurso do ódio e o Brasil chora, escreve Lula da Silva, nas páginas do jornal L’HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, LE FIGARO, titula, empresas francesas preparam-se para um Brexit duro. Na perspectiva duma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo, os grandes grupos, as pequenas e médias empresas organizam-se para evitar a paralisia.
    Tudo pode acontecer esta semana. Se o acordo de divórcio negociado entre Bruxelas e Londres não for aprovado pela Câmara dos comuns na sexta-feira, o Reino Unido sairá imediatamente da União Europeia. Logo no dia seguinte ficará adstrita às mesmas regras que os Estados que não fazem parte da União europeia.
    As empresas francesas estarão assim confrontadas com uma situação inédita para importar e exportar de e para o Reino Unido. Para já as alfândegas francesas adoptaram as precauções necessárias para que não sejam apanhadas desprevenidas, nota LE FIGARO.
    Divorciados casados como a igreja evolui, titula, LA CROIX. Voltamos a ter direito à comunhão 12 anos depois, diz um casal que voltou a casar depois do divórcio, sublinhando que a emoção foi muito forte. Por seu lado outro casal, Isabelle e Philippe, nas mesmas condições, exprimem um sentimento de afastamento, não se sentindo integrados na Igreja, acrescenta, a reportagem do jornal LA CROIX.
    Enfim, em relação à África, LE MONDE, destaca Ruanda, em Kibuye, a Igreja de S. João, lugar de massacre, foi esquecida por Deus. Há 25 anos, altura do genocídio, a pequena igreja viveu um autêntico inferno. Catana numa mão e terço noutra, as milícias mataram em nome de Deus, acrescenta, LE MONDE.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Ruanda: 25 anos depois do genocídio
    Vinte e cinco anos depois do genocídi,o o Ruanda continua o processo de reconciliação nacional. A França perante o genocídio ruandez . A ONU vai tentar impôr regras no que toca ao mar alto.A lei anti-vandalismo francesa censurada pelo Conselho Constitucional . A questão do regresso dos jiadistas franceses do Curdistão sírio e a hestitação do executivo. Os democratas americanos em campanha para 2020.Eis algumas das questões em foco, nos jornais de sexta-feira.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Tensões entre clã de Bouteflika, exército e secreta na Argélia
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por reacções à demissão do presidente da Argélia, Bouteflika e por questões sociais em França. 
    LE FIGARO, titula, a batalha do pós-Bouteflika. Um dia depois da demissão do presidente argelino, as tensões entre o seu clã, o exército e os serviços secretos tornam a transição ainda muito incerta. Na hora da mudança, o jornal nota, no seu editorial, que em Argel, a luta de clãs não terminou. É por esta razão que os manifestantes apelam a uma limpeza de todo o sistema. Durante vários anos de o peso do poder autoritário e mafioso não favorece a mudança política. A oposição é fraca e está dividida, acrescenta LE FIGARO, no seu editorial.
    Os argelinos querem ser os autores do livro do seu futuro, replica, L’HUMANITÉ. Vale a pena lutar, é o editorial deste jornal a sublinhar que depois de muitas tergiversações que subentendem negociatas entre as diversas facções dum poder obscuro, Abdelaziz Bouteflika, acabou por se demitir.
    Desde 22 de Fevereiro, centenas de milhares ou milhões consoante os dias, os argelinos desceram às ruas para denunciar a candidatura de Bouteflika a um quinto mandato presidencial. Num país com 40% da população com menos de 25 anos, uma candidatura de Bouteflika de 82 anos e doente de um acidente vascular cerebral, parece ser algo de inadmissível, nota, L’HUMANITÉ.
    Ainda sobre a África, LE MONDE destaca, Etiópia, o fim do estado de graça ao primeiro ministro Abiy Ahmed, após um ano no poder. De visionário e reformista, começa a ser atacado devido à anarquia, justiça popular e proliferação de armas e instabilidade por causa de acções armadas da Frente de libertação do povo oromo, nota o vespertino.
    Mudando de assunto, em França, LA CROIX, titula sobre a reforma das pensões na armadilha da idade. 73,  58 ou 60 anos?   Se a idade legal da reforma é de 60 anos, na prática, tem aumentado, progressivamente, para uma média de 64 anos, até 2030.
    O debate actual depois duma autêntica cacofonia no governo com cada ministro a avançar o que pensa ser a idade para se ir para a reforma é puramente uma questão orçamental, na medida em que Macron, prometeu durante a sua campanha reduzir as despesas públicas até 2022. Para o filósofo Patrick Savidan, não é com discursos bonitos que a confiança estará de volta ao país, nota, LA CROIX.
    Levothyrox: um estudo dá razão aos doentes sobre este medicamento, titula, LE MONDE. Dois anos após os alertas sobre os efeitos indesejáveis do medicamento nos doentes, um estudo científico, vem dar-lhes razão. Cerca de 60% dos pacientes reagem de modo diferente ao medicamento relançando assim o debate em torno da comercialização de produtos farmacêuticos e o controlo da sua segurança em França, acrescenta, LE MONDE.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, sou transsexual e depois?, com a foto de Julia, agredida no domingo em Paris, agressão violenta que foi filmada e posta a circular nas redes sociais. Isto vem revelar de forma crua uma discriminação muitas vezes esquecida. Insultada e agredida no domingo na Praça da República em pleno Paris, a rapariga transsexual afirma que não vai recuar face à ignorância e o ódio pelo outro.
    “Sairei de cabeça erguida desta experiência.” É uma violência quotidiana e a todos os níveis contra transsexuais, como a Júlia, mas, uma discriminação que atinge, praticamente, todo o grupo LGBT, lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais, escreve, LIBÉRATION, que faz um apanhado da situação em vários países do mundo.
    Enfim, LE MONDE, dá relevo à nova prisão de Ghosn no Japão. O antigo PCA da Renault-Nissan está sob custódia da polícia desde ontem à noite em Tóquio. Por cá o conselho de administração da Renault, recusa-lhe uma pensão de reforma de ouro, depois de ter circulado notícias de que pediu 756 milhões de euros por ano. A Renault condena ainda as práticas de Ghosn, acrescenta, LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Exército força Presidente argelino Bouteflika a demitir-se
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas, entre assuntos de política internacional e africana.
    Argélia: exército afasta o clã Bouteflika, titula, LE MONDE. Abdelaziz Bouteflika demitiu-se ontem, uma hora depois dum severo solavanco do chefe do estado maior das forças armadas, general Ahmed Gaïd Salah. O irmão, Saïd Bouteflika, tinha proposto ontem de manhã que Abdelaziz Bouteflika fosse substituído pelo antigo chefe de Estado, Liamine Zéroual, para assegurar a transição.
    O episódio brutal coloca em pratos limpos o peso do exército que quer ser visto como um aliado dos manifestantes que têm estado nas ruas das cidades do país e pretende continuar a controlar as rédeas do regime. Em Argel, milhares de manifestantes, rejubilam-se com a primeira vitória que é a demissão de Bouteflika, mas dizem que vão continuar com as manifestações, nota LE MONDE.
    Bouteflika: o fim, replica, em título, LE FIGARO. Após 20 anos no poder, o presidente argelino demitiu-se ontem sob pressão da rua e do exército. Uma saída sem glória de um Presidente que queria encarnar o orgulho argelino.
    Cego pelo desprezo e o autoritarismo, o clã presidencial não viu que o povo argelino já está farto desse regime. Uma parte do povo deitou abaixo o muro do medo descendo às ruas galvanizando a maioria dos manifestantes que têm estado a pedir a queda do regime, nota, LE FIGARO.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, escreve que a justiça começou a debruçar-se sobre os diferentes apoios do clã no poder. Mesmo com a demissão do chefe de Estado, a ira popular não se extingue e alguns oligarcas cairam no desmoronamento da casa Bouteflika. 
    Mudando de assunto, na actualidade internacional, LA CROIX, titula, Brexit, o plano das empresas francesas. Mergulhados, numa incerteza, cada vez maior, transportadores, industriais e exportadores, preparam-se para qualquer tipo de eventualidades. O sector dos camionistas já está preparado para o caso de os britânicos reclamarem certificações específicas sobre os produtos.
    Mas certificações que poderão pôr problemas a outros que não estão habituados a exportar fora da União Europeia, afirma Roland Gibert, patrão duma empresa de camiões de 100 empregados, nota, LA CROIX. 
    Por seu lado, LE MONDE, refere-se à reviravolta de Theresa May, primeira-ministra britânica que propos a Jeremy Corbyn, líder da oposição, uma plataforma de entendimento, corrrendo o risco de provocar uma explosão do seu governo e mesmo do seu Partido conservador. Assim, May, anunciou ir pedir à União europeia, um novo e curto adiamento do Brexit, previsto para 12 de abril.
    O chefe da oposição trabalhista, Corbyn, favorável a um Reino Unido numa União alfandegária com os 27 países da União europeia, devia encontrar-se hoje com Theresa May, o que suscita furor entre os conservadores que denunciam traição da primeira-ministra britânica, nota LE MONDE.
    Por seu lado, LIBÉRATION, pergunta, em título, a propósito do clima, e se parássemos de viajar de avião? Transportes, consumo... certas pessoas já o fazem. Mas para que tal seja verdadeiramente eficaz tem de haver responsabilização a constrangimentos. Sacrificar as nossas liberdades para salvar o planeta? Sensibilizar os cidadãos?
    O método não basta, pelo que se levantam vozes reclamando medidas duras face às alterações climáticas, como uma ditadura verde como única resposta eficaz a uma urgência climática que põe em perigo a humanidade, escreve, LIBÉRATION.
    Enfim, L’HUMANITÉ, titula, sobre a sublevação da escola contra a reforma do ministro da educação Blanquer. Pais contra a lei Blanquer é um dos slogans de manifestações de pais e professores denunciando o carácter desigual e ideológico dos projectos do ministro da Educação nacional.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Argélia: Abdelaziz parte e Salah fica
    Na Argélia, Abdelaziz Bouteflika retira-se mas o seu círculo permanece. A venda de armas a Arábia Saudita pela França. Indícios de um novo Krach com em pano de fundo a especulação e o nacionalismo. O Brexit dos conservadores britânicos permanece no impasse. Em França o governo tenta concluir o grande debate nacional e o Presidente Macron é alvo de críticas por parte da oposição. Na Turquia, o protegido do Presidente Erdogan perde as municipais de Istambul.Eis alguns focos de actualidade, nas edições de terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Esquerda francesa desunida antes de europeias
    A desunião da esquerda francesa antes das eleições europeias de Maio, a Igreja e a questão das migrações, a comemoração do golpe civil-militar de 1964 pelo presidente Bolsonaro, reabre as feridas do Brasil, Emmanuel Macron criticado após a hospitalização de uma militante do movimento altermondialista Attac, ferida pelas forças da ordem durante uma manifestação dos coletes amarelo, o Reino Unido à procura de uma porta de saída da União Europeia, na Turquia a oposição ganha as autárquicas em Ancara, e na Ucrânia, o cómico Volodymyr Zelensky lidera a primeira volta das eleições presidenciais.Eis alguns dos focos de actualidade, nas edições de hoje.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Indústria farmacêutica alemã multada pela justiça americana
    As primeiras páginas dos jornais francesas apresentam-se diversificadas entre assuntos da actualidade nacional e internacional. 
    Bayer, a aquisição de Monsanto, torna-se num pesadelo, titula, LE MONDE. O grupo farmacêutico volta a ter um trambolhão na Bolsa. Depois de ter pesado 136 mil milhões de euros em 2015, Bayer vale hoje 52 mil milhões ou seja menos que o valor da compra de Monsanto.
    O grupo foi de novo condenado pela justiça a pagar 71 milhões de eeuros a uma vítima por causa do glifosato. Uma segunda derrota perante a justiça americana quando os tribunais devem ainda julgar 11 mil e 20 queixas-crime. Bayer tenta encaixar o murro no estômago, mas a sua próxima assembleia geral de fins de abril vai ser certamente muito agitada, nota LE MONDE.
    O mesmo vespertino, faz ainda referência à Ucrânia e ao balanço de Petro Porochenko, candidato à sua reeleição na primeira volta das eleições presidenciais de domingo. Porochenko, tenta desesperadamente reconquistar um eleitorado que lhe virou as costas, acrescenta, LE MONDE.
    Ucrânia, uma eleição na defensiva, titula, LA CROIX. Submetida a um conflito separatista a Ucrânia vota no domingo para eleger o seu presidente, depois de 5 anos de guerra que empobreceu a maioria da população.  Quem quer que seja o vencedor da presidencial deverá obter uma maioria na assembleia nas próximas eleições legislativas de outubro.
    Numerosos analistas políticos temem uma fragmentação do voto eleitoral sem uma maioria clara  dando lugar a uma coabitação difícil para o pais, nota LA CROIX.
    Mudando de assunto, em relação à actualidade nacional, Igrejas, vítimas de um preocupante vandalismo, titula, LE FIGARO. Roubos, profanações… os lugares de culto católicos são assaltados em todo o território, com cerca de 3 actos de vandalismo por dia.
    Eleitos dos Republicanos, principal partido da oposição questiona as autoridades e reclamam uma missão de informação parlamentar antes do Verão para medir a dimensão do fenómeno e definir uma política de prevenção e de luta contra as profanações em todos os lugares de culto, nota, LE FIGARO.
    Por seu lado, L’HUMANITÉ, titula sobre o encerramento de maternidade, uma política de parto, porta fora do hospital. Em 3 anos,  6 700 mulheres foram forçadas a  dar à luz nos seus próprios carros, em camiões ou carros de bombeiros, ou seja 6 crianças por dia que nascem nestas condições, num país rico como a França, nota, L’HUMANITÉ.
    Enfim, LIBÉRATION, titula, sobre a Argélia dos rappers, cineastas, escritores ou desenhadores. Eles participam no movimento popular que  também querem alimentar. Os argelinos  começaram hoje a sexta semana de manifestações rclamando a demissão de Bouteflika e toda a sua casta que tornaram refém a Argélia.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Igreja:interrogações sobre o futuro
    Em destaque nas edições desta quinta-feira, "a Igreja o seu futuro, as críticas a decisão tomada pelos Estados Unidos de reconhecer o Golão sírio como território israelita, o debate sobre o franco CFA, novamente na actualidade, assédio sexual e discriminações no conhecido Liceu militar francês de Saynt-Cyr, as eleições europeias de Maio e o vigésimo quinto aniversário do genocídio do Ruanda.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Argélia: militares árbitros do futuro
    Na Argélia, o Exército considera Abdelaziz Bouteflika incapaz de exercer o poder. Paris opta por reforçar os laços comerciais com Pequim. As eleições Argéliaeuropeias em França. Na região parisiense, rumores sobre alegados raptos por membros das comunidades ciganas desencadeiam actos de racismo contra estes últimos.No Museu d'Orsay em Paris, uma exposição pioneira estuda a representação dos negros na arte. Eis alguns dos focos de actualidade nas edições de quarta-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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