Revista de Imprensa

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  • Revista de Imprensa - Ciclone Idai destacado no diário francês "L'Humanité"
    O diário comunista "L'Humanité" destaca os efeitos do ciclone Idai em Moçambique, a pior catástrofe do país, escreve o jornal. A situação política na RDC, a homofobia nos estádios franceses são outros temas em foco. A imprensa comenta ainda os 30 anos da pirâmide do Museu parisiense do Louvre ou o celibato dos padres católicos, sem descurar o desempenho da França e de Portugal nos jogos das respectivas selecções de futebol.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Trump branqueado pelo relatório Mueller sobre colusão com Moscovo
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa apresentam-se diversificadas, mas o relatório Mueller sobre uma eventual incursão russa nas últimas eleições presidenciais, figura em dois jornais franceses, branqueando Trump. 
    Trump triunfa após as primeiras conclusões do inquérito russo, titula, LE MONDE. O secretário para a justiça divulgou ontem um resumo da investigação levada a cabo pelo procurador especial, Robert Mueller sobre eventuais interferências da Rússia,  durante a campanha eleitoral americana de 2016. 
    O documento exonera o presidente americano de qualquer tipo de colusão com Moscovo. O documento deita abaixo as esperanças dos críticos de Trump que acalentavam esperanças de uma destituição.
    Donald Trump sai reforçado após as conclusões do relatório Mueller e segundo o ministro da Justiça, William Barr, o procurador especial não pôs em relevo elementos provando um conluio entre o então candidato presidencial, Trump e a Rússia, por ocasião da campanha.
    O relatório de Mueller,  sublinha, que “responsáveis da campanha Trump, nem qualquer outra pessoa associada à campanha, conspiraram ou estiveram em contacto com o governo russo, apesar de múltiplas ofertas de indivíduos ligados à Rússia para os ajudar”, acrescenta, nesta citação, LE MONDE.
    Por seu lado, LE FIGARO, escreve, mas como seu terceiro título de primeira página, relatório Muller: não há provas de colusão entre Trump e Moscovo. Após uma investigação de dois anos, o procurador especial, Robert Mueller, concluiu não haver elementos provando um entendimento entre a equipa de campanha de Trump e Moscovo, por ocasião das presidenciais de 2016.
    Divulgadas ontem estas conclusões constituem uma vitória para o presidente americano que reagiu dizendo estar totalmente ilibado e  LE FIGARO cita o tuíte de Trump:” Não houve colusão, não houve obstrução. Inocência total e completa."
    Mudando de assunto, LA CROIX pergunta sobre as europeias: Novos rostos, novas ideias? Em França vários partidos políticos colocam novícios como cabeça de listas às eleições de 26 de maio. Os principais partidos escolheram novas caras para liderar a batalha das europeias.
    Após o Big Bang da eleição presidencial de 2017, acentua-se a tendência à renovação. Mas, segundo o analista político, Alain Duhamel, paradoxalmente, vê nisso um desinteresse das elites pela vida política, acrescenta, LA CROIX.
    Esgotamento mental e físico em catadupa na inspecção de trabalho, titula, L’HUMANITÉ. Desde o ano passado uma dúzia de funcionários tentaram suicidar-se. Em causa, métodos de gestão onde prima o privado desde a formação. É que inspectores são alunos  em escolas do patronato. Funcionários denunciam as condições de estágio orbigatório nos serviços dos recursos humanos de empresas privadas, nota, L’HUMANITÉ.
    Por seu lado, L’HUMANITÉ, titula, Hidalgo, retoma a situação nas mãos. Depois de ter sido criticada e de ter encaixado golpes baixos, a presidente da câmara municipal de Paris, candidata à sua reeleição, apresenta-se como favorita às municipais dentro de um ano.
    A socialista, Hidalgo está de pés fincados no chão à espera dos seus adversários, 2 secretários de Estado do governo, Grivaux e Mahjoubi poderiam abandonar a equipa governamental para concorrem também às municipais, defendendo as cores do partido presidencial no poder, Em Marcha, nota, LIBÉRATION.
    Enfim, LE MONDE, dedica uma página inteira em Moçambique, escrevendo, o ciclone Idai atingiu um "país maldito". À catástrofe natural que já fez perto de 500 mortos, juntam-se sequelas da guerra civil e o surgimento de grupos armados islâmicos radicais.
    É como se Moçambique estivesse a viver as 7 pragas do Egipto, a começar pela crise político-militar, com uma guerra civil de 1975 a 1992 que provocou 1 milhão de mortos e 4 milhões de deslocados. Moçambique recompunha-se quando a Renamo, voltou a pegar nas armas em 2012 até uma trégua em fins de 2016, provocando dezenas de mortos e paralizando a região centro do país e um radicalismo do partido Frelimo no poder.
    E, mais recentemente, grupos radicais islâmicos tomaram conta do norte do país, apanhando de surpresas as forças de segurança, um grupo que semeia terror, decapita homens e rapta mulheres.
    Agora, sabendo que ciclones são frequentes em Moçambique, mais um, veio, há dias, fustigar aquele país, que para o desespero do povo, está a ser preparado pelo  governo e as ONG’s humanitárias, para a propagação de epidemias e uma crise alimentar, com 100 mil pessoas vivendo em centros de urgência essencialmente escolas e 800 mil pessoas estão sinistradas, acrescenta LE MONDE.
    O mesmo vespertino, titula ainda sobre o massacre de pelo menos 134 pessoas ontem no Mali em conflitos étnicos entre os peules e dogons.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França:batalha política entre Executivo e Senado
    O "caso Benalla" agora transformado em ajuste de contas político entre o executivo de Macron e a oposição de direita volta as páginas dos diários franceses. O governo francês decide enviar as forças armadas para ajudar a manter a ordem durante as manifestações dos coletes amarelos. A Uniao Europeia aguarda a decisão de Londres sobre o Brexit. Donald Trump reconhece a anexação do Golão sírio por Israel. Na Argélia o FLN, partido histórico vacila perante o movimento contestário.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Terrorista difundiu 17 minutos do massacre na Nova Zelândia sem reacção do Facebook
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre temas da actualidade nacional e internacional. 
    Christchurch: redes sociais no banco dos réus. O vídeo do assassínio transmitido em directo de 50 pessoas na Nova Zelandia  durante 29 minutos no Facebook, no dia 15 de março, foi descarregado 4000 vezes antes da sua supressão, quando um internauta, que via em directo a carnificina, avisou a rede social.
    Um terrorista pode assim difundir um massacre de 17 minutos sem qualquer reacção do Facebook. 300 mil cópias foram publicadas nesse dia. Facebook e Youtube suprimiram posteriormente 1,5 milhões de vídeos e bloquearam 1 milhão e 200 mil pessoas que queriam descarregar o vídeo, acrescenta, LE MONDE.
    Europa, os marginalizados do digital saem da sombra, replica, L’HUMANITÉ. Sindicatos à frente dos trabalhadores das plataformas. A nível europeu, os precários do digital crescem exponencialmente e precisam do apoio de organizações de trabalhadores para conquistar novos direitos.
    Ocupar o terreno para federar independentes isolados, na Dinamarca, Alemanha, França ou Bélgica, os sindicatos investem-se este novo mundo digital para lutar contra a precariedade, sublinha, L’HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, LE FIGARO, titula, Idade de partir para a reforma, executivo levanta o tabu. Quando o presidente Macron tinha excluído durante a campanha das presidenciais aumentar a idade de partida para a reforma, o governo evoca abertamente a eventualidade de termos que trabalhar mais uns anitos.
     A reforma das pensões tornou-se uma autêntica cacofonia. Segundo Macron a idade da reforma que ficou fixada nos 62 anos em 2017, não seria aumentada. Mas eis que Agnès Buzyn, ministra da solidariedade e da saúde, declarou a título pessoal ser favorável a que os franceses partam mais tarde para a reforma. As suas declarações provocaram reacções diversas e contraditórias.
    Na Assembleia, o primeiro ministro Edouard Philippe considerou que num contexto em que a sociedade tem cada vez mais  pessoas idosas, há que pôr a questão de saber  se se tem que trabalhar mais anos de serviço, uma questão perfeitamente pertinente.
    Exceptuando o Patronato Medef, os sindicatos que participam há vários meses na concertaçao social posta de pé pelo governo mostram-se firmemente contra qualquer aumento da idade de partida para a reforma, acrescenta, LE FIGARO.
    É bom para a E.saúde, titula, LIBÉRATION. O crescimento fulgurante da Doctolib, que faz um levantamento de fundos de 150 milhões de euros é revelador da transformação digital do sector médico. Uma revolução para os doentes e os médicos. Doctolib é uma plataforma digital de serviço, que marca consultas médicas dos seus clientes. Mas deu  agora o salto  para consultas à distância.
    O médico passa a dar consultas à distância aos seus pacientes que já conhece, recorrendo às novas tecnologias, videoconferências e mesmo telefones, quer dizer cada vez mais telemóveis, que como se sabe estão equipados com ecrã para vídeos e som. Este novo sector da medicina chamada e.saúde está em plena ebulição.
    Trissomia , um novo olhar, titula, LA CROIX. As iniciativas multiplicam-se para melhor  integrar aas pessoas atingidas com a doença cromossómica. Mas é só o começo, resta muito caminho a percorerrr.
    Enfim, em relação à Africa, LE MONDE, destaca a Argélia e os estados de alma dos partidos no poder. O coordenador da FLN, depois de ter defendido Bouteflika, afirmou ontem, que apoiava plenamente o movimento popular e como ele multiplicam-se declarações nesse sentido. A verdade é que os partidos que apoiam o chefe de estado multiplicam sinais contraditórios, sublinha LE MONDE.
    2 min
  • Revista de Imprensa - Ciclone catástrofico faz mortos e destrói Beira em Moçambique
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre  temas da actualidade africana, nacional e internacional. 
    Abrimos com LE MONDE, que dedica quase toda uma página a Moçambique, depois do ciclone que inundou o centro daquele país. É como se um Oceano tivesse sido criado em Moçambique, provocanndo inundações catastróficas.
    Segundo um último balanço há 202 vítimas e mais de 1300 feridos, desde quinta-feira. Mas o presidente Nyusi, que organizou terça-feira um conselho de ministros na Beira, teme que o número de mortos seja maior e decretou 3 dias de luto nacional.
    A passagem do ciclone tropical que fustigou a cidade da Beira com os seus 130 mil habitantes  na noite de 14 para 15 de março,  com ventos atingindo os 200 km por hora provocou uma série de inundações mortíferas na sub-região da Africa austral, sobretudo uma parte do Zimbabué e de Madagáscar.
    O primeiro desastre foi a destruição de 90% da cidade portuária, transformando-se depois em catástrofe  generalizada, a pior da história recente de Moçambique, um dos países menos avançados segundo a ONU, acrescenta o enviado especial a Beira, Adrien Barbier, do jornal LE MONDE.
    Mudando de assunto, o mesmo vespertino, puxa para título de primeira página, União europeia à procura duma resposta para a ofensiva da China. O presidente chinês Xi Jinping começa amanhã um périplo europeu que o levará a Mónaco e depois França de  24  a 26 deste mês. Xi Jinping, deverá mostrar-se aberto à Italia, primeiro pais do G7 que em princípio assinará um acordo com Pequim sobre a novas Rotas da Seda.
    A União europeia começa a pesar a medida do desafio chinês. A Comissão deve pois apresentar um plano de acção durante o conselho europeu de 21 e 22 do corrente.
    Pela primeira vez, a China é descrita como um rival sistémico e um concorrente económico à pocura de liderança tecnológica. A União europeia deixou de acreditar nas promessas de abertura, mas teima em não seguiur o exemplo de sanções dos Estados Unidos, nota LE MONDE.
    O expansionismo económico da China destabiliza a Europa, replica, LE FIGARO. Xi Jinping, está amanhã na Itália para assinar importantes acordos comerciais, maneira de dividir os europeus que de modo desordenado vão adoptando medidas para contrabalançar as ambições de Pequim.
    No seu editorial, intitulado cegueira, LE FIGARO, sublinha que a Europa não tem política para defender os seus interesses, frente ao determinado, Xi Jinping, que multiplica Rotas da seda.
    LA CROIX, titula, por seu lado, sobre a decisão surpresa do Papa. O Sumo Pontífice, Francisco, recusou em nome da presunção de inocência a demissão do cardeal Philippe Barbarin, arcebispo de Lyon.
    Esta decisão não vai com a coerência da Igreja nem mesmo com o Evangelho e demonstra o que temos  dito há 4 anos, afirma o fundador de Palavra Livre, François Devaux, sublinhando: o problema não é a pedofilia mas a sacralização do poder na Igreja, acrescenta, LA CROIX.
    L’HUMANITE, titula, Macron privatiza as conclusões do grande debate. Ao receber no Eliseu um grupo de intelectuais, o presidente da República afastou qualquer ideia que ponha em causa as suas reformas. 
    Havia apenas 18 mulheres de um total de 64 intelectuais convidados ao Eliseu. Macron, uma vez mais, provou que tem uma compreensão muito limitada do que é o movimento dos coletes amarelos.
    E deitou as culpas para os outros, ao reconhecer que desde que chegou ao poder é verdade que não conseguiu dar  perspectivas de vida a uma certa categoria da população, mas concluindo, que tal não foi possível, por causa de erros de pedagogia e bloqueios da administração, acrescneeta, L’HUMANITÉ.
    Por seu lado LIBÉRATION, titula, Amianto, veneno na escola. Vários estabelecimentos escolares ainda contêm este material cancerígeno proíbido em França desde 1997. Com a usura das habitações aumenta a ameaça. Pais e professores sentem-se desmoralizados frente à falta de acção dos poderes públicos.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Executivo francês reforça medidas anti-vandalismo
    Após a vaga de violência registada no sábado último nos Campos Elísios(Champs Elysées) em Paris durante a manifestação dos coletes amarelos o executivo decreta novas medidas contra o vandalismo, Emmanuel Macron defende a sua política diante de um grupo de intelectuais,a valorização dos terrenos por detrás da privatização dos aeroportos de Parisn a corrupção na Ucrânia quatro anos depois da chegada ao poder de Petro Porochenko,o Presidente do Brasil avista-se com o seu homólogo americano tendo como pano de fundo, o fim do seu estado de graça. Estes são alguns focos de actualidade nas edições desta terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França: violência e saque em Paris
    Nas edições de segunda-feira , "o executivo francês perante as cenas de violência ocorridas sábado último na avenida dos Campos Elísios(Champs Elysées) em Paris, no decurso das manifestações dos coletes amarelos, a batalha de Baguouz e o derradeiro reduto dos jiadistas na Síria, a situação na Argélia, o furacão Idai que devastou a cidade da Beira em Moçambique,o rescaldo do massacre de ChristChurch eis alguns focos de actualidade.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Extrema-direita ataca e mata muçulmanos em mesquitas na Nova Zelândia
    As primeira páginas dos jornais franceses estão dominadas pelo fim do debate nacional sobre a crise em França, mas também pelo atentado de um extremista contra duas mesquitas na Nova Zelândia.
    LE MONDE, titula, terrorismo da extrema direita atinge muçulmanos na Nova Zelândia. Pelos menos 49 mortos, hoje, durante um ataque terrorista contra duas mesquitas de Christchurch. Vários suspeitos com ligações com a extrema direita foram interpelados para interrogatório policial logo a seguir ao atentado. O ataque que parece  ter sido bem planeado, segundo a primeira-ministra, Jacinda Ardern, ocorreu no momento da oração das sextas-feiras dos muçulmanos.
    Um supremacista australiano reivindica o ataque e disse chamar-se Brenton Tarrant e ter 28 anos. Ele filmou em directo no Facebook Live, o ataque e o tiroteio com a polícia na mesquita Al –Noor.
    Ele publicou também um manifesto de 73 páginas,  dizendo ser um homem branco normal duma família operária pobre e qualificou o seu ataque como anti-imigraçao afirmando que decidiu levantar-se pelo futuro do seu povo. Os invasores estão em todos os países, mesmo em terras mais longínquas, escreve o principal suspeito no manifesto de 73 páginas, sublinha, LE MONDE.
    Outro destaque ainda do mesmo vespertino, na actualidade internacional, é o Brexit, que viu votado o seu adiamento  em Londres, pondo a União europeia numa má situação. Os euroepeus colocam as suas condições ao adiamento solicitado pelos britânicos para evitar uma saída do Reino Unido da União a 29 de março. O pesadelo de Bruxelas seria o de um Brexit sem fim com extenções curtas renovadas, acrescenta, LE MONDE. 
    Mudando de assunto por cá, os restantes jornais franceses concentram-se no debate nacional sobre a crise política e social em França, que hoje terminou.
    Grande debate: o que que querem verdadeiramente os franceses, titula, LE FIGARO. No momento em que termina a consulta nacional uma sondagem ODOXA DENTSU CONSULTING para este jornal e a Rádio France Info, indica que o poder de compra continua a ser a prioridade dos franceses.
    A primeira etapa do debate terminou hoje. A síntese dos trabalhos será entregue ao presidente na segunda semana de abril. Mas, ninguém sabe realmente como é que o executivo se vai sair desta consulta inédita.
    Mas se o Presidente continua a bater com a cabeça na parede, os franceses pelo contrário sabem muito bem o que querem e o que têm de mudar nas suas vidas. Para além do aumento do poder de compra querem também aumento das pensões de reforma,  baixa do IVA de certas categorias de produtos  e ainda o aumento do salário, são as prioridades de uma dezena de reivindicaçoes, nota LE FIGARO. 
    Do Grande debate ao grande embaraço, replica, em titulo, LIBÉRATION. Imaginado para sair da crise dos coletes amerelos o dispositivo lançado pelo executivo que terminou hoje oficialmente, procura agora a sua tradução concreta.
    E agora que fazer? Para já passa-se à fase de arbitragem, mas para Macron, que no começo era o único a acreditar no grande debate para solucionar a crise, agora afirma que a reconexão não está garantida e quer prolongamento depois do fim do tempo regulamentar do  jogo, nota, LIBERATION.
    Grande debate, leitores exprimem-se, titula, LA CROIX. Desde o começo da crise dos coletes amarelos numerosos leitores do jornal escreveram para expor os seus pontos de vista.
    Por exemplo, Jacques imagina um novo Senado de eleitos e cidadãos voluntários sorteados e formados. André, reclama um referendo de inciativa popular sobre grandes questões da sociedade. Até agora só o presidente da República, um quinto dos parlamentares e um décimo dos eleitores, cerca de 4 milhoes e 700 mil eleitores, têm a prerrogativa de referendo de iniciativa popular, acrescenta, LA CROIX.
    L’HUMANITÉ, por seu lado, titula 4 meses que mudaram a vida dos coletes amarelos. Samuel Hayat diz por exemplo que a duração do movimento não tem equivalente  na história recente dos movimentos sociais em França.  Nicolas é mais duro dizendo ser inadmissível que Macron esteja em campanha para as eleições euroepias com o nosso dinheiro.
    Enfim, sobre a África, é o mesmo L’HUMANITÉ, que dá relevo, à Argélia, escrevendo que a rua quer ter a última palavra. A luta pela República atravessa em profundadidade toda a sociedade argleina. Esta sexta-feira é marcada por novas manifestações gigantescas reclamando a demissão de Bouteflika e o fim do seu clã na Argélia.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Estudantes mobilizam-se contra aquecimento climático
    Em França estudantes e ONGs mobilizam-se contra o aquecimento climático, a privatização dos aeroportos de Paris desencadeia uma polémica e embaraça o executivo de Macron, Theresa May entre os rebeldes conservadores e o adiamento do Brexit, no Quénia, Emmanuel Macron empenha-se em vender o Made in France a África oriental, os Estados Unidos pressionados acabaram por imobilizar os Boeing 737 Max. Estes são alguns de actualidade nos jornais de quinta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Brexit:estaca zero
    Impasse no Brexit após a rejeição da nova proposta de acordo de Theresa May, o húngaro Viktor Orban tenta evitar a sua exclusão do grupo das direitas europeu, no Brasil dois polícias implicados no assassínio da vereadora Marielle Franco há um ano foram detidos pelas autoridades, os problemas do Boeing 737 Max, os bancos teriam financiado indirectamente o genocídio ruandês há 25 anos,a situação na Argélia e a polémica privatização dos aeroportos de Paris, estão em destaque nas edições de quarta-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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