Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • França: Emmanuel Macron relança debate sobre aquecimento climático
    Nas  edições desta  terça-feira,"One Planet Summit",organizada  em  Paris  pelo ,Presidente Macron, para efectuar o balançol da COP 21, dois anos  depois, a  estratégia  da Rússia no Médio-Oriente, a tensão  entre o governo  espanhol e  os  independentistas  da Catalunha, a crise  no seio de Les Républicains,maior partido da direita francesa confrontado com deserções de membros  importantes, o receio de uma nova vaga de antisemitismo na Europa motivada pelo reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel, bem como a possível recandidatura do Presidente Maduro na Venezuela,são alguns dos destaques.
    4 min
  • França: nacionalistas corsos vencem territoriais
    Nas edições desta segunda-feira, a política francesa está em destaques com a eleição do novo líder da direita Laurent Wauquiez ,a vitória dos nacionalistas corsos nas eleições regionais, e a reconstrução do Partido Socialista,cujo congresso está previsto para a Primavera de 2018. Nas páginas internacionais, a viagem do israelita Benyamin Netanyahu à Europa após a decisão tomada pelos Estados Unidos de reconhecer Jerusalém como capital de Israel é um dos focos. Quanto a França do rock'n'roll, disse adeus à Johnny Halliday, que vai ser enterrado na ilha caraíba francesa de Saint-Barthélémy .
    5 min
  • Imprensa francesa critica Trump por causa de Jerusalém
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por reacções ao reconhecimento de Jerusalém, como capital de Israel, pelo presidente americano, Donald Trump. 
    Jerusalém: Trump provoca indignação em todo o mundo, titula LE FIGARO. A decisão unilateral e potencialmente explosiva do presidente americano de reconhecer Jerusalém como capital de Israel continua a suscitar condenações um pouco por todo o lado. A União europeia, a russia, ou a China exprimiram a sua preocupação, antes da reunião de hoje do conselho de segurança da ONU. Hamas, apoiado por Hisbolá, apelou a uma nova Intifada e pelo menos cerca de trinta manifestantes palestinianos foram feridos nos territórios por ocasião de confrontos com soldados israelitas.
    Um jogo perigoso, continua LE FIGARO, no seu editorial, para sublinhar que a curto prazo, a decisão sobre Jerusalém, de Donald Trump, não mudará grande coisa porque a transferência da embaixada americana é para mais tarde. Mas o acto é sobretudo simbólico e tinha que ser Trump a fazer isso não vendo a carga religiosa e política da cidade três vezes santa.
    Jerusalém à beira do abismo, replica LIBÉRATION. A decisão de Trump, de impor a cidade santa como capital do estado de Israel muda a geopolítica na região e poderá provocar violência. Trata-se de uma prenda simbólica de Trump à sua base eleitoral evangélica, acrescenta LIBÉRATION, citando Célia Belin, especialista da direita radical e de movimentos fundamentalistas.
    Médio oriente, a paz em questão, é o principal título do jornal católico, la CROIX. Após o anúncio de Trump sobre Jerusalém, os palestinianos não sabem que plano abraçar. O processo de paz, já moribundo, está enterrado?
    A decisão de Trump já empurrou os mais radicais do mundo muçulmano a reafirmar a sua posição e pelo caminho o ministério dos negócios estrangeiros do Irão fustigou o regime sionista e a milícia xiita Nujaba, iraquiana e pró-iraniana, declarou que a decisão de Trump legitima ataques contra forças americanas no Iraque, nota LA CROIX.
    Jerusalém: um presidente vadio, desafia o mundo, titula L’HUMANITÉ. Trump está debaixo do fogo de críticas após a sua decisão, desprezando o direito internacional e as resoluções da ONU sobre Israel. O conselho de segurança reúne-se a pedido dos países preocupados com a sua decisão que destabiliza o Médio oriente, acrescenta L’HUMNAITÉ.
    Por seu lado, LE MONDE, escreve como segundo título, Jerusalém à prova da rua, com riscos de violência de regresso. A autoridade palestiniana frente à cólera da rua, depois da posição de Trump, que fragiliza Mahmmud Abas, acrescenta LE MONDE.
    Mudando de assunto, LE MONDE, tem como principal título,Brexit: acordo prelúdio antes do divórcio. Após uma noite de negociações, Bruxelas e Londres chegaram a acordo sobre as grandes linhas da separação entre o Reino Unido e a Europa.
    Não se mexe nos direitos dos expatriados, depois do Brexit, afirmou Juncker. Mas os 27 tiveram de ceder sobre a preeminência do Tribunal de justiça europeia. Os britânicos tiveram, por sua vez, de aceitar pagar 50 mil milhões de euros aos seus parceiros europeus para terem a sua liberdade.
    Não haverá fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda. As discussões sobre a relação futura entre Londres e os 27, vão assim começar, a 16 meses da data prevista para o divórcio, sublinha LE MONDE.
    Enfim, sobre o continente africano, LIBÉRATION, dá destaque ao Zimbabué numa reportagem sobre este país, com o novo presidente, Emerson Mnangagwa, a herdar uma economia destruída. Os primeiros sinais positivos apostam mais nos investidores estrangeiros do que nos habitantes que perderam tudo. “Trabalhei duramente mas Mugabé, destruiu tudo”, diz um agricultor de tabaco, à reportagem do LIBÉRATION.
    5 min
  • Johnny Hallyday o mito francês
    Com a morte do rocker Johnny Hallyday,os jornais franceses estão de luto. A vida e carreira de Hallyday é passada em revista na maioria das edições. A decisão tomada pelo Presidente Donald Trump de reconhecer a ciade de Jerusalém como capital de Israel provoca também uma profusão de reacções e comentários. As peças de arte africana que foram levadas para a Europa e Américas nos séculos XIX e XX, nomeadamente durante a época colonial, segundo o Presidente Macron , devem voltar aos museus do grande continente,uma ideia que inquieta os especialistas das artes africanas em França. Estes são alguns dos focos desta quinta-feira, dia em que Hallyday, é homenageado em suplementos especiais.
    5 min
  • França: Jean d'Ormessou e a obsoleta elegância
    No dia do falecimento do rocker francês Johnny Halliday, a maioria dos jornais homenageiam Jean D'Ormesson, grande figura da literatura francesa e membro da Academia de Letras morto na segunda-feira com 92 anos. A decisão de Donald Trump de transferir a embaixada americana de Israel para a cidade de Jerusalém, desencadeia reacções no seio da comunidade internacional. A União Europeia divulga a sua lista dos paraísos fiscais.O CIO decide que a Rússia não participará nos Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul, por ter organizado um doping à nível de Estado. Estes, são alguns dos focos nas edições de quarta-feira.
    5 min
  • Brexit:espinhosa questão da Irlanda o Norte
    A Europa está em foco no maioria dos jornais nomeadmente, com o impasse nas negociações sobre o Brexit, as eleições regionais na Catalunha e os seus dirigentes presos, a eleição do portugês Mário Centeno ao Eurogrupo e as territoriais na ilha francesa de Córsega com a progressão dos partidos autonomistas. Paralelamente destaque é dado também à morte no Iémen do antigo presidente, Ali Abdullalh Saleh ,bem como à situação no Médio-Oriente.
    5 min
  • França: triunfo do nacionalismo na Córsega
    A primeira volta da eleição regional na Córsega este domingo ditou a vitória com 45,3% dos nacionalistas aliados aos independentistas, no proximo domingo será eleito o novo patrão do partido conservador Les Republicains, cujo favorito é Laurent Waquiez, o impacto sanitário das alterações climáticas discutido em Nairobi ou ainda a ofensiva anti-corrupção na Arábia Saudita, são temas em destaque nos diários desta segunda-feira.
    6 min
  • Alemanha: última oportunidade para Angela Merkel
    Entre os focos de actualidade ,as edições de sexta-feira, estão a pressão da Comissão Europeia de Bruxelas sobre Paris, para reduzir o déficit público francês, as dificuldades de Angela Merkel para formar um governo na Alemanha, o Mundial de futebol de 2018 e a Rússia, a reconciliação entre os palestinianos do Fatah e do Hamas, bem como a viagem do Presidente Emmanuel Macron à África e o périplo do Papa Francisco na Ásia.
    4 min
  • Coreia do Norte e Cimeira UA/UE dominam imprensa francesa
    Com o último míssil de longo alcance disparado pela Coreia do Norte, Kim Jong-Un reivindica o estatuto de potência nuclear, enquanto em Abidjan termina a cimeira União Africana/União Europeia dominada pela crise migratória, são os dois temas que dominam os diários franceses desta quinta-feira.
    5 min
  • Macron e sua nova parceria para África
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas pela visita do presidente francês, Emmanuel Macron, à Africa.
    LIBÉRATION, titula, África, o Show de Macron, ilustrado por uma fotografia entre jovens fazendo selfies com o presidente francês. Macron passou o seu exame oral ontem na Universidade Uagadugu, Burkina Faso, exortando a África e a França a fundarem um novo pacto.
    São seis as prioridades do Eliseu para África: educação, prioridade absoluta da nova parceria, demografia, imigração, terrorismo, economia e cultura. Macron, repetiu em Burkina Faso, pertencer a uma outra geração, insistindo na sua vontade de ruptura.
    Não há política africana da França, disse Macron, acrescentando, não ter ido a Burkina Faso para dizer aos africanos o que devem fazer, sublinha, LIBÉRATION, no seu editorial, citando o presidente francês.
    Macron em África, a aposta da juventude, replica LA CROIX, que no seu editorial, olhar o passado para construir o futuro, sublinha que num discurso simbolicamente fundador, o presidente, afirmou que os crimes da colonização europeia são incontestáveis.
    O jornal católico, observa, mais à frente, que basta lembrar-se do exame de consciência  histórica de João Paulo II por ocasião do Jubilado de 2000 para se constatar que um tal exercício pode abrir as portas do futuro e não fechar-se no passado.
    Emmanuel Macron ou a nova máscara da Françáfrica , titula por sua vez, o jornal comunista, L’HUMANITÉ. Antes de falar de negócios hoje em Abidjan, o chefe de Estado armou-se ontem em professor de estudantes da Universidade de Uagadugu. O presidente convidou os africanos a ultrapassarem crispações ligadas à História e tentou seduzir uma juventude que vê a França sob o prisma de intervenções militares e corrupção , nota L’HUMANITÉ.
    Macron, quer uma Europa mais interventiva em África, é o título do jornal, LE FIGARO. Na capital do Burkina Faso, o presidente francês, propôs uma visão renovada das relações entre a França e a África, com uma parceria aberta sobre a Europa e centrada na juventude.
    No seu editorial, Euroáfrica, LE FIGARO, nota que para Macron, a política africana da França terminou. A França, vê-se como mediadora entre a Europa e a África, observa LE FIGARO, no seu editorial.
    Macron sem tabú sobre a África, relança, LE MONDE, que no seu editorial, as promessas de um discurso, nota: o método do presidente francês instaura uma ruptura. Resta passar das palavras aos actos, caso contrário é a desilusão franco-africana será muito mais profunda.
    Em relação a à actualidade mais internacional, LE MONDE, destaca a Coreia do Norte, um novo míssil lançado ontem à noite, num desafio claro a Washington. Pyongyang, anunciou estar, doravante, em condições de atacar a totalidade do território americano.
    Tóquio, Seul e Washington, apelaram para uma reunião urgente do conselho de segurança da ONU, como aconteceu quando do precedente míssil, em meados de setembro.
    Na sua página de Economia empresarial, LE MONDE, dá relevo igualmente a Portugal, onde a recuperação económica está de volta, mas continuam as desigualdades. A economia do país deve terminar o ano com um crescimento de 2,6%, superior à média europeia calculada para os 2,2%.
    Mas, Portugal, continua a ter uma taxa de disparidade de rendimentos das mais elevadas da Europa e há ainda mais de 19% da população a viver abaixo do limiar da pobreza, sem falar na desigualdade face à educação, apenas 33% % da sua população, com menos de 32 anos , têm um diploma superior, nota LE MONDE.
    Enfim, LE FIGARO, destaca Francisco face aos rohingyas. Na Birmânia, o Papa invoca o respeito de qualquer grupo étnico e da sua identidade, sem nomear a minoria.
    O Papa insistiu na prioridade política e espiritual, dizendo que é tempo de sarar as feridas, encorajando o compromisso a favor da justiça e o respeito dos direitos humanos, cita o jornal LE FIGARO.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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