As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre assuntos de política francesa e actualidade internacional.
LE MONDE, titula, Alerta sobre segurança informática mundial. Investigadores conceberam dois ciberataques eficazes contra um grande número de modelos de processadores nomeadamente dois fabricados pela Intel, Meldown e Spectre, assim baptizados, por cientistas, e que permitem copiar dados tratados por chips e supostos inacessíveis.
Por seu lado L'HUMANITÉ, titula, Entre duas purgas, Erdogan faz escala em Paris. Ao receber hoje oficialmente o presidente turco Erdogan, o chefe de estado francês Macron pretende abordar a questão dos direitos humanos mas também evocar as crises síria e palestiniana.
Também LE FIGARO, refere-se a Erdogan em Paris, numa visita para acalmar as tensões com a Europa. Resfriado com a União europeia desde as purgas desencadeadas pelo golpe de estado falhado de julho de 2016, o presidente turco foi recebido no eliseu para almoçar com o presidente macron.
Num artigo de opinião no FIGARO, Erdogan, manifesta a sua vontade de reatar relações com a França e a Europa.
LA CROIX titutla, Notícas falsas, uma verdadeira batalha. Emmanuel Macron quer lutar contra a manipulação de informações nas redes sociais, um combate que certos mídias já levam a cabo.
Na sua mensagem de Ano novo, à imprensa, o presidente francês, falou das "fake news", que traduziu, por baboseiras, uma feliz tradução, afirma LA CROIX, no seu editorial, intitulado, Contra baboseiras.
O chefe de estado quer uma nova lei de imprensa visando essas baboseiras, que segundo LA CROIX, contribuíram para a vitória do Brexit ou a eleição de Donald Trump. Razao pela qual essa lei que Macron quer, será aplicada em período eleitoral, quando notícias falsas podem ter consequências gravíssimas para qualquer país, nota o editorial do LA CROIX.
Por seu lado, LIBÉRATION, titula, Editar, manual de instruões. Paul Otchakovsky, editor de Perec, Duras ou Carrère , faleceu num acidente de viação aos 73 anos. Com o desaparecimento de Otchakovsky, fundador da Editora POL, a paisagem literária francesa fica brutalmente modificada, sublinha LIBÉRATION.