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  • Macron começa a ter dificuldades com críticas da oposição
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa estão dominadas por assuntos económicos e sociais  em França e  no internacional,  pela crise na Alemanha ou a tensão entre Israel e a Síria. 
    LE MONDE, titula, a  direita tentada pelo proteccionismo. O novo presidente dos Republicanos, Laurent Wauquiez,  contestou a doutrina liberal do seu partido, num discurso perante o conselho nacional. Afirmando querer controlar os efeitos do comércio livre, o chefe da oposição vira-se para o proteccionismo e o conservadorismo social.
    Ele denuncia Emmanuel Macron, como o presidente dos "golden boys" da globalização. Wauquiez, apresenta-se como porta voz dos que sofrem. Sem o eleitorado liberal que passou para o campo de Macron, o líder dos Republicanos, tenta assim recuperar, recorrendo a temas económicos, o voto popular da Frente nacional, sublinha LE MONDE.
    Reformas: Macron não quer abrandar o ritmo , titula, LE FIGARO. 12° ano dos liceus, ensino superior, aprendizagem de um ofício, função pública, enfim, multiplicando planos de reforma, o executivo corre o risco de embate com uma oposição cada vez mais forte, nota LE FIGARO.
    Por seu lado, L’HUMANITÉ, destaca, Patronato ao assalto da aprendizagem de um ofício. Esta reforma do governo é decalcada da lei do mercado. Até agora, uma prerrogativa das Regiões, passará a ser regulada pelo mercado, uma exigência do patronato que decidirá se esta ou aquela formação pode ser feita pelos centros que formam aprendizes de um ofício, sublinha L’HUMANITÉ.
    Companhia nacional dos caminhos de ferro à procura da sua via, relança, LA CROIX. Com a abertura à concorrência, o sistema ferroviário francês poderá ser a mudança mais importante da sua história. O Estado parece determinado a criar um pequeno sistema ferroviário, nota LA CROIX.
    Em relação à actualidade internacional, LIBÉRATION, titula, Israel, Síria e Irão, a queda-teste  de um avião. A penetração em território de Israel, de um drone atribuído ao Irão, seguido da destruição de um F16 do exército israelita pela Síria, quando Israel retaliava, bombardeando vários objectivos militares, provocaram no útimo fim-de-semana, uma forte subida da tensão na região.
    O primeiro-ministro israelita, Benjamim Netanyahu, declarou, a propósito do Planalto Golã,  que o seu país está preparado para todos os cenários possíveis, pelo que não aconselharia a ninguém meter-se com Israel, nota LIBÉRATION.
    Na Alemanha, a juventude do SPD, desafia Angela Merkel. Kevin Kühnert, líder dos jovens do SPD, faz campanha contra uma aliança governamental do seu partido com o da chanceler. Os militantes do SPD, hesitam assim validar o acordo assinado pela sua direcção com Angela Merkel.
    “Não prometemos governar a qualquer preço”, lança o jovem Kühnert, à cara de Martin Schultz, que devido à revolta no seu partido teve de anunciar a sua demissão de líder do SPD e a sua não entrada no governo, onde ia ser ministro dos negócios estrangeiros, sublinha LE MONDE.
    Enfim, sobre a África, LIBÉRATION, destaca a Líbia e a desminagem de Bengazi, com a nossa experiência e a ajuda de Deus, afirma um dos elementos da operação.
    Desde que o estado islâmico foi escorraçado de Bengazi, em novembro, os civis estão a regressar e mesmo com meios irrisórios a equipa de desminagem tenta neutralizar ratoeiras de explosivos montadas pelos jiadistas antes de abandonarem Bengazi, nota LIBÉRATION.
    5 min
  • Jogos de Inverno reaproximam Coreias
    Em destaque nas edições desta sexta-feira temos os jogos olímpicos de Inverno em Pyeongchang e a reaproximação entre as duas Coreias, UniãoEuropeia tenciona rever mecanismos de atribuição de fundos estruturais,a Itália em campanha para as legislativas com em pano de fundo o racismo depois de ataque um ataque à imigrantes africanos e os Estados Unidos que entram em confronto directo com a Síria..
    5 min
  • França relança despesas militares reforçando dissuasão nuclear
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por vários temas que vão desde questões militares, passando pela informática, governo de coligação na Alemanha, até ao Quénia, de Uhuru Kenyatta e Raila Odinga. 
    LE MONDE, titula, a França relança as suas despesas militares. A lei de programação militar 2019/2025, que devia ser hoje apresentada em conselho de ministros, prevê um reforço oraçamentale de 295 mil milhões de euros. Após uma dezena anos de restrições orçamentais, este aumento servirá para modernizar os armamentos e melhorar a preparação dos exércitos.
    O governo prevê recrutar 3 mil  soldados e quer melhorar as condições de vida e equimamento dos soldados. Le MONDE, acrescenta ainda que a França entende reforçar a sua dissuasão nuclear, com um novo submarino lança mísseis e desenvolvimento de mísseis aéreo-guiados, enquanto os serviços de informações terão meios suplementares, no quadro de um orçamento da defesa que representará 2% do PIB em 2025.
    Armas nucleares, o debate proíbido, é o principal título do LIBÉRATION. Na continuidade da lógica de dissuasão que prevalece há meio século, Macron conta renovar o arsenal atómico francês.
    Despesa pública: o tribunal de contas mostra cartão amarelo a Macron. A instituição considera que o governo não lançou um programa de economias necessárias à redução do défice nos próximos tempos, preferindo fazer uma aposta arriscada no crescimento, sublinha LE FIGARO.
    Pro seu lado, LA CROIX, titula, Informática, dificuldades de recrutar. O recrutamento no sector é muito difícil. A penúria obriga a repensar as formações. A França tem um défice de informáticos. Assim, desenvolvedores, especialistas da ciberseguraça ou administração de dados e redes, são alguns dos perfis raros e considerados reis do mercado do trabalho.
    A França poderia virar-se para a India, campeã mundial de prestação de serviço de informática. A India forma anualmente 400 mil informáticos, enquanto em França há uma penúria de informáticos com situações caricatas, do tipo, de o que recruta um desenvolvedor, ter quase que passar exame frente ao recrutado, por não perceber grande coisa da disciplina, observa LA CROIX.
    8 de fevereiro de 2021:  um dia de bagunça, um exemplo do privatizado nos caminhos de ferro. A abertura à concorrência selvagem dentro de 3 anos deixará muita gente nas plataformas vazias de comboios.
    É verdade que os preços baixam mas é no início e depois disparam como aconteceu no Reino Unido, afirma o sindicalista do sector, Cédric Robert, nota L’HUMANITÉ.
    Em relação à actualidade internacional LE MONDE, destaca Alemanha, após o acordo para um governo de coligação, a chanceler Merkel é criticada no seio do seu partido, CDU, enquanto na oposição, Schultz que queria entrar no governo como ministro dos negócios estrangeiros, criticado pelo SPD, teve de anunciar que vai passar a liderança a Andrea Nahles, de 47 anos, dizendo que não está em condições de gerir o processo de renovação do partido.
    Merkel pagou caro para poder conseguir a sua grande coligação, replica LE FIGARO, já que teve de dar postos chave ao SPD, como negócios estrangeiros, finanças, trabalho e justiça.
    Enfim sobre a África, no Quénia, continua o embate entre o presidente e o seu principal rival, escreve LA CROIX. 3 meses depois da tomada de posse de Uhuru Kenyatta para um novo mandato, a crise política continua. Raila Odinga, seu principal opositor, acaba de se autoproclamar presidente do povo.
    5 min
  • Défice comercial francês e queda da Bolsa de Paris
    As primeiras páginas dos jornais  franceses apresentam-se diversificadas entre temas de sociedade, comércio, finanças ou a guerra no Afeganistão e os problemas do presidente sul-africano, Jacob Zuma.
    LE MONDE, titula, porque é que o défice comercial francês dispara. Segundo números publicados, ontem, o défice comercial atingiu 62 mil e 300 milhões de euros o ano passado, uma subida de 28,9% em relação a 2016.
    A subida dos preços do petróleo fez disparar a factura energética em 2017. A recuperação económica explica também a degradação do saldo de comércio externo. A França continua a perder espaço de mercado tendo feito 3% de exportações mundiais em 2016, contra 4,7% em 2016, sublinha LE MONDE.
    Há que recear uma nova crise financeira?, pergunta por sua vez, em título, LE FIGARO. A maioria dos especialistas quer ver na queda dos mercados bolsistas uma correcção dos excessos destes últimos meses, mas certas vozes alertam para a iminência duma crise.
    À imagem das praças financeiras europeias e asiáticas, a Bolsa de Paris perdeu 2,35% na terça-feira, a seguir a queda de Wall Street na véspera. Este movimento brutal foi desencadeado pelo receio de uma alta mais rápida e mais importante que previsto das taxas de juro nos Estados Unidos, devido a um relançamento da inflação.
    Tendo em conta o nervosismo dos mercados , a paragem progressiva pelos bancos centrais da sua política monetária muito cómoda torna-se um verdadeiro quebra cabeça para as referidas instituições bancárias, sublinha, LE FIGARO.
    Educação, o mito do pai perfeito, titula, LIBÉRATION. Escutar as suas crianças e negociar com elas inscrevem-se na tendência de parentalidade positiva que inclui organização de estágios para os pais ultrapassados pela gestão de problemas e caprichos dos filhos. Progresso ou ilusão? A resposta à pergunta do LIBÉRATION, vem no seu editorial: impossível determinar com precisão pelo que há que confiar nos pais.
    Cultivemos a utopia, é o principal título do L’HUMANITÉ, que faz um historial desde Thomes More até às utopias realistas e as suas teses de que a felicidade não tem métricas ou existem fossbilidades de formas económicas não capitalistas.
    Em relação à actualidade internacional,  no Afeganistão, a guerra quotidiana, é o principal título do jornal LA CROIX. 4 anos após a retirada do essencial das forças da NATO, o país está mergulhado na violência terrorista. Em Cabul, a capital, as pessoas sobrevivem debaixo da ameaça, enquanto a violência se generaliza pelo país inteiro, nota LA CROIX.
    Por seu lado, LE MONDE, refere-se ao acordo de coligação entre Merkel e Schultz na Alemanha. Após uma última noite de negociações Angela Merkel e Martin Schultz conseguiram chegar a um acordo que detalhado da politica governamental que querem para os próximos 4 anos. Mas o acordo de coligação deve ser agora submetido aos militantes do SPD, um voto, que ainda não está garantido, nota LE MONDE.
    Enfim em relação à África, LE MONDE, destaca o fim do reinado caótico de Jacob Zuma. O presidente sul africano, fez fracassar a nova tentativa duma facção do ANC que quer a sua demissão. Jacob Zuma é mais temível quando está em situação de perigo.
    O presidente sul-africano, em 48 horas, neutralizou uma nova tentativa para o obriugar a demitir-se, quando o seu poder é cada vez mais frágil por causa nomeadamente de numerosos escândalos que o ameaçam e que podem desembocar no tribunal.
    A África do sul, acreditou ver chegar a hora da queda de Zuma, com uma reunião de urgência do ANC, onde devia ser encostado à parede antes do seu discurso à nação no parlamento, mas nem uma coisa nem outra.
    Zuma não foi destituído, mas o discurso à nação foi adiado 'sine die' com receio de violência entre a ala Zuma e a ala Ramaphosa. Aliás houve disparos entre os dois campos em frente à sede do partido em Joanesburgo, por ocasião da reunião do ANC, nota LE MONDE.
    5 min
  • França: Emmanuel Macron perante Córsega
    O Chavismo frente a contra-revolução na Venezuela, a França perde a vocação em matéria de dirigentes locais, o teólogo suiço Tariq Ramadan foi indiciado e detido pela justiça francesa acusado de violação sexual, o estatuto da ilha francesa de Córsega continua na actualidade, o crime racista contra seis requerentes de asilo africanos na Itália . Estes são alguns dos focos de actualidade nos jornais desta segunda-feira.
    5 min
  • França quer avançar com reformas antecipadas de funcionários
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões relacionadas com a reforma da administração publica, em França, e o debate sobre a educação, em África.
    LE MONDE, titula, Função pública: uma reforma de alto risco. O primeiro ministro anunciou ontem as grandes linhas do seu projecto a favor duma transformação da acção pública. Renovação do estatuto da função pública, plano de refoma antecipada ou salários com base no mérito, acrescenta LE MONDE.
    Função pública, saiam, estamos a fechar as portas!, titula L’HUMANITÉ. Um plano voluntário  de reformas antecipadas na função pública: a fórmula é explosiva e a deflagração surge numa altura em que começa uma grande reflexão para a transformação da acção pública.
    O plano do governo vai suprimir 120 mil postos de trabalho , e recrutar com base no mérito o que é uma provocação, uma semana depois de 8 organizações sindicais de funcionários terem reclamado a abertura duma concertação com vista a um novo plano de titularização de agentes  sob contratos pontuais, sublinha L’HUMANITÉ.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula, Funcionários: o projecto sem tabú do governo. Na sua reflexão sobre a reforma do estado, o executivo quer lançar um plano de reformas antecipadas para os interessados e rever o estatuto dos agentes da administração pública.
    Após a reforma do trabalho e da fiscalidade do capital, o governo avança com uma nova obra de alto risco, a da reforma do estado. Apesar das negociações não terem começado certos sindicatos denunciam um ataque insuportável e inaceitável, acrescenta, LE FIGARO.
    Mudando de assunto, dm relação ao continente africano, LA CROIX, titula, Em África ensinar  a qualquer preço. Na companhia do seu homólogo senegalês Macky Sall, o chefe de estado francês, Emmanuel Macron, co-preside em Dacar a terceira conferência de reconstituição de fundos da parceria mundIal para a educação.
    Os fundos prometidos andam à volta dos 3 mil milhões de euros para um período de 3 anos, são destinados a reduzir o número de crianças não escolarizadas, estimadas em 264 milhões em 65 países do mundo.
    “Quero ver as crianças irem mais longe”, afirma um professor duma escola primária privada de Cotonu, no Benim. “Trabalhar aqui é mais que ensinar”, replica do seu lado Mary Lihanda ,  duma escola primária da periferia pobre de Nairobi, no Quénia, acrescenta LA CROIX.
    África, o regresso da corrida Macron. Advogado da luta contra os estragos climáticos, arauto da educação. De Tunes a Dacar, o presidente multiplica discursos messiânicos fundadores.
    Palavras que chateiam uns e seduzem outros. Em Tunes, Macron convocou a história, falando da grande nação desse grande povo, palavras que agradaram deputados tunisinos, mas mesmo assim um deles disse que preferia que a França anulasse a totalidade da dívida da Tunísia que é de 800 milhões de euros.
    Em Dacar, Macron, participa na terceira conferência de parceria mundial da educação. Ocasião para se debruçar sobre os progressos, os mitos e os desafios da educação no continente que ainda continua à procura do seu desenvolvimento, nota LIBÉRATION.
    No internacional, o mesmo LIBÉRATION, escreve, sobre a Espanha, Carles Puigdemont abandonado pelo campo independentista. Em mensagens privadas reveladas pela imprensa, o líder dos catalães no exílio reconheceu que os seus problemas com a justiça fizeram-no abandonar a vida política.
    Os separatistas preparam a sua substituição. Puigdemont tornou-se um problema. Ele é fonte de divisões no seio da sua família política, escreve o cronista Fernando Onega, citado por LIBÉRATION.
    Enfim, LE MONDE, destaca os Estados Unidos, para se referir à guerra declarada enter Trump e o FBI, sobre um controverso memorando denunciando os métodos do FBI no inquérito russo.
    Na mesma linha, LE FIGARO, refere-se a um memorando explosivo que Trump quer tornar público para desacreditar a missão do procurador especial Robert Mueller que investiga sobre a intervenção russo nas eleições americanas.
    5 min
  • Emmanuel Macron e as promessas africanas
    Emmanuel Macron na Tunísia e as promessas da França ao desenvolvimento. Antes da visita do Presidente Macron à ilha francesa do Mediterrânio, os corsos estão divididos entre os que reivindicam a autonomia e os que desejam uma mudança de estatuto no seio da República Francesa.  A britânica Theresa May desloca-se à China na esperança de reforçar os laços comerciais de Londres com Pequim, logo a seguir ao Brexit. As perspectivas de autonomia para os curdos que lutaram contra os jiadistas do Daech, são cada vez mais remotas. Em França,o presidente de Radio France, grupo público de comunicação, foi afastado depois de ter sido condenado a uma pena suspensa por favoritismo.Os  Estados Unidos  perante  a  velha guerra do Afeganistão.Eis  alguns focos nos jornais ,desta quinta-feira.
    4 min
  • Economia em manchete hoje nos jornais franceses
    Nos jornais franceses hoje, os temas dominantes giraram em torno de problemáticas económicas mas igualmente a visita do Presidente francês à Tunísia, a investidura ontem do chefe da oposição queniana como "Presidente do povo" e o fim da Cimeira da União Africana tendo sido igualmente mencionados.
    5 min
  • França:Presidente Macron poderia tormentar
    O Presidente Macron vai enfrentar uma vaga de reivindicações sociais. Os franceses sofrem com a falta de alojamento decente.As FARC, agora um partido com o nome de Força Alternativa Revolucionária Comum,vão defender a voz dos sem voz na eleição presidencial colomobiana.A Venezuela prepara a sua presidencial. O Afeganistão perante a espiral dos atentados. A viragem de Donald Trump em matéria de imigração que divide a classe política americana.Estes são alguns dos focos de actualidade,nos jornais de terça-feira.
    5 min
  • Política deficiente de apoio a idosos em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de política social e de sociedade em França, enquanto ao nível internacional, destaca-se a operação militar francesa, no Mali. 
    LE MONDE, titula assistência médica no banco de réus. 7 sindicatos apelam à greve, amanhã, nos estabelecimentos  de habitação para pessoas idosas dependentes. 
    Este movimento de protesto é apoiado pela associação de directores desses estabecimentos, que também reclamam mais meios.
    Quadros da saúde, enfermeiras e enfermeiras auxiliares, denunciam uma degradação das suas condições de trabalho no privado e no público, nota LE MONDE
    Por seu lado LIBÉRATION, pergunta quem se vai ocupar dos pais? Empregados de habitações para pessoas de terceira idade fazem greve amanhã reclamando mais meios.
    "Eu quero ficar aqui, mas ao mesmo tempo, quero sair daqui", declara uma idosa, sublinha LIBÉRATION.
    Mártires por amor, pertence ao LA CROIX. O Papa Francisco reconheceu o mátir de 19 religiosos assassinados em Argélia, um reconhecimento que abre vias para a beatificação.
    Em relação à África, LE FIGARO, titula, 5 anos depois de Serval, Al Qaeda gangrena o Mali. Apesar da intervenção militar francesa em 2013 no norte do Mali, a insegurança e o terrorismo jiadistas não cessam de se propagar, ameaçando a unidade de um estado em decomposição.
    Por seu lado, LIBÉRATION, destaca a trigésima cimeira dos dirigentes da União africana. Em Addis Abeba, a África, quer abandonar o estádio de blá-blá. O novo lídeer da instituição Paul Kagame, deseja insuflar um vento de reformas, mas , depara-se com uma rebeldia de Pretória.  
    Enfim, sobre a actualidade mundial, LE MONDE, destaca Cabul, o insuportável quotidiano dos atentados, para se referir a 4 ataques em 4 dias, que só no sábado, fez 103 mortos, na explosão de uma ambulância perto da embaixada da França.
    6 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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