Esta semana a actualidade africana em Moçambique fica marcada por novos ataques atribuídos à Renamo, nenhum causou vítimas mortais. Filipe Nyusi, chefe de estado moçambicano, reagiu aos ataques e sem citar a Renamo, afirmou que os autores são conhecidos. Filipe Nyusi que respondeu à carta enviada pela Renamo, que exigiu a retirada do exército da Gorongosa como condição para o cessar-fogo, sublinhando que as forças governamentais vão manter o cerco à Serra da Gorongosa onde esta refugiado Afonso Dhlakama.
Em Angola as demolições de casas na zona do Zango, em Luanda, voltaram a abalar o país. Depois da morte de um adolescente de quatorze anos, durante uma manifestação pacífica contra as demolições, alguma imprensa avançou uma segunda vítima, um bebé de quatorze meses. As Forças Armadas que anunciaram a abertura de um inquérito para averiguar a morte do adolescente, vieram dizer que encontraram armas no local das demolições. Os moradores e os actvistas da SOS HABITAT desmentem as acusações e pedem a demissão do tenente-General, Simão Carlitos Wala.
Em São Tomé e Príncipe os olhos estiveram voltados para os resultados da segunda volta das presidenciais. Os resultados provisórios da Comissão Eleitoral Nacional indicam que Evaristo de Carvalho, candidato único e que contou com o apoio da ADI, partido no poder, obteve 42 mil e 58 votos. Este escrutínio que fica marcada pela desistência do segundo candidato mais votado, o Presidente cessante, Manuel Pinto da Costa, e pela taxa de abstenção que alcançou os 54%.
Na Guiné-Bissau foi suspensa a greve de 3 dias dos trabalhadores da Orange Bissau, principal operador telefónico do país, que reivindicam aumentos salariais. Um compromisso com a direcção o sindicato e o ministério de tutela esteve na origem desta decisão.
Em Cabo Verde arrancou ontem à noite a trigésima segunda edição do Festival Internacional de Música da Baía das Gatas, na ilha de São Vicente. O evento que todos os anos reúne os melhores da música e atrai milhares de pessoas.