No Sudão, os combates prosseguem apesar do cessar-fogo e das ameaças norte-americanas. Os trabalhadores humanitários no Sudão têm pressa em socorrer as vítimas deste conflito, que opõe os dois generais. Pelo menos 700 pessoas perderam a vida e mais de 5.000 ficaram feridas, de acordo com um relatório provisório. Esta semana fica marcada pelo regresso dos estudantes lusófonos a Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.