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A SAGA DO JORNALISMO NA POLÍTICA.
UMA REPORTAGEM EM PODCAST DE LUÍS COSTA PINTO E GABRIEL PRIOLLI COM PRODUÇÃO DA TÍMPANO
A GUERRA DOS COLLOR é a 1ª temporada. Nela, trazemos os bastidores da mídia e da política nos cinco meses de 1992 transcorridos entre a decisão de Pedro Collor de Mello de dar ao jornalista Luís costa Pinto a entrevista e documentos que embasariam o início das investigações contra o governo do irmão, o presidente Fernando Collor de Mello, e a notificação do início do processo de impeachment. Fernando Collor foi o 1º presidente da História a deixar o poder impedido constitucionalmente por um processo de impeachment.
TERCEIRO EPISÓDIO: A GRAVAÇÃO.
"TRAPAÇA - A GUERRA DOS COLLOR" É UMA REALIZAÇÃO DA PLATAFORMA BRASÍLIA, COM PRODUÇÃO TÍMPANO ÁUDIO DESIGN.
NARRAÇÃO — LUIS COSTA PINTO
ADAPTAÇÃO E ROTEIRO — GABRIEL PRIOLLI
DESENHO DE SOM — KLEBER ARAÚJO.
Trilha Sonora Original — LUÍS SANTIAGO MÁLAGA
ESTE EPISÓDIO USOU ÁUDIOS DA TV GLOBO, TRANSBRASIL, PACTO AUDIOVISUAL E CANAL TATIANY LEITE.
AS TRILHAS CITADAS FORAM: DA NOVELA “ARAPONGA” DA SÉRIE “ALÉM DA IMAGINAÇÃO”
Trilha Sonora Complementar - Artlist
EDIÇÃO — KLEBER ARAÚJO
ARTE FINAL: ANDRÉ CARDOSO
LOCUÇÃO COMPLEMENTAR - MAIARA BASTIANELLO
PRODUÇÃO DE LICENCIAMENTO - CARLA FIGLIA
[email protected] - este é o e-mail da nossa produção
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A SAGA DO JORNALISMO NA POLÍTICA.
UMA REPORTAGEM EM PODCAST DE LUÍS COSTA PINTO E GABRIEL PRIOLLI COM PRODUÇÃO DA TÍMPANO
A GUERRA DOS COLLOR é a 1ª temporada. Nela, trazemos os bastidores da mídia e da política nos cinco meses de 1992 transcorridos entre a decisão de Pedro Collor de Mello de dar ao jornalista Luís costa Pinto a entrevista e documentos que embasariam o início das investigações contra o governo do irmão, o presidente Fernando Collor de Mello, e a notificação do início do processo de impeachment. Fernando Collor foi o 1º presidente da História a deixar o poder impedido constitucionalmente por um processo de impeachment.
SEGUNDO EPISÓDIO: O SIGILO.
"TRAPAÇA - A GUERRA DOS COLLOR" É UMA REALIZAÇÃO DA PLATAFORMA BRASÍLIA, COM PRODUÇÃO TÍMPANO ÁUDIO DESIGN.
NARRAÇÃO — LUIS COSTA PINTO
ADAPTAÇÃO E ROTEIRO — GABRIEL PRIOLLI
DESENHO DE SOM — KLEBER ARAÚJO.
Trilha Sonora Original — LUÍS SANTIAGO MÁLAGA
Trilha Sonora Complementar - Artlist
EDIÇÃO — KLEBER ARAÚJO
ARTE FINAL: ANDRÉ CARDOSO
LOCUÇÃO COMPLEMENTAR - MAIARA BASTIANELLO
PRODUÇÃO DE LICENCIAMENTO - CARLA FIGLIA
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A SAGA DO JORNALISMO NA POLÍTICA.
UMA REPORTAGEM EM PODCAST DE LUÍS COSTA PINTO E GABRIEL PRIOLLI COM PRODUÇÃO DA TÍMPANO
A GUERRA DOS COLLOR é a 1ª temporada. Nela, trazemos os bastidores da mídia e da política nos cinco meses de 1992 transcorridos entre a decisão de Pedro Collor de Mello de dar ao jornalista Luís costa Pinto a entrevista e documentos que embasariam o início das investigações contra o governo do irmão, o presidente Fernando Collor de Mello, e a notificação do início do processo de impeachment. Fernando Collor foi o 1º presidente da História a deixar o poder impedido constitucionalmente por um processo de impeachment.
PRIMEIRO EPISÓDIO: A DENÚNCIA.
"TRAPAÇA - A GUERRA DOS COLLOR" É UMA REALIZAÇÃO DA PLATAFORMA BRASÍLIA, COM PRODUÇÃO TÍMPANO ÁUDIO DESIGN.
NARRAÇÃO — LUIS COSTA PINTO
ADAPTAÇÃO E ROTEIRO — GABRIEL PRIOLLI
DESENHO DE SOM — KLEBER ARAÚJO.
Trilha Sonora Original — LUÍS SANTIAGO MÁLAGA
Trilha Sonora Complementar - Artlist
EDIÇÃO — KLEBER ARAÚJO
ARTE FINAL: ANDRÉ CARDOSO
LOCUÇÃO COMPLEMENTAR - MAIARA BASTIANELLO
PRODUÇÃO DE LICENCIAMENTO - CARLA FIGLIA
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Uma reportagem em podcast sobre a guerra dos irmãos Collor de Mello, em 1992, que desaguou no 1° impeachment da História das repúblicas. Siga, escute e descubra bastidores da mídia e do Parlamento naqueles anos turbulentos do governo de Fernando Collor.
#Trapaça #ImpeachmentDeCollor
#Política
#ReportagemEmPodcast
Atenção para a chegada da nova minissérie em áudio de Luis Costa Pinto.
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva fazem a análise da cena política à luz das reações do mundi político nacional, dos juristas e de governos estrangeiros à presepada golpista de Jair Bolsonaro
Os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva põe os pingos iis (os verdadeiros, os lúcidos) na análise da mais recente crise e teste de resiliência imposto por Jair Bolsonaro à Democracia brasileira. Presidente da República converteu Palácio do Planalto em bunker da extrema-direita golpista e miliciana e esculhambou as instituições republicanas diante de embaixadores que se submeteram ao papel de ridículo de serem tamborete para um palhaço macaquear e afrontar o Estado Democrático de Direito.
Arthur Lira sabe que, se votar a PEC da Derrama, a PEC Kamikaze, a PEC do Desespero de Bolsonaro, do ponto em que parou na noite de ontem, ela será derrubada no Supremo Tribunal Federal por inconstitucionalidade flagrante: interromper sessão de votação por mais de uma hora é vedado pelo Regimento da Câmara dos Deputados. Não importa o motivo da interrupção. Votação terá de voltar de onde parou.
“A luta faz a lei”, diz José Dirceu ao convocar: “às ruas, sábado, para dizer Fora, Bolsonaro”.
O ex-deputado José Dirceu, ministro da Casa Civil no 1º mandato de Lula na Presidência da República, crê que as ruas de todo o País demonstrarão sábado, nos atos de protesto contra Bolsonaro convocados por diversos movimentos da sociedade, força e vigor ainda maiores do que aqueles ocorridos em 29 de maio. “A luta faz a lei”, diz ele. E segue explicando o que pensa: “as ruas de sábado, para o Fora, Bolsonaro, vão mostrar que há hoje uma maioria que não suporta mais a ausência de governo, que não suporta a divisão social, a exclusão. E elas têm de começar a preparar o pós-Bolsonaro também”. Ele fez essa convocação ao participar do programa Sua Excelência, O Fato esta manhã, com os jornalistas Luís Costa Pinto e Eumano Silva. A íntegra do programa está no link abaixo, nesta página.
Para Dirceu, o maior desafio do ex-presidente Lula num eventual terceiro mandato na Presidência é trabalhar institucionalmente o regresso do Brasil ao pacto social e político que foi estabelecido a partir da Constituição de 1988. “A Constituição nos deu um pacto social, político, institucional que foi quebrado a partir do período do Temer”, analisa. “E isso se agravou muito com Bolsonaro. Destruíram o pacto político, o pacto social, o pacto democrático que traçamos com os militares. Devolver os militares para os quarteis, remontar a rede de bem-estar social, devolver as conquistas trabalhistas aos trabalhadores... há muito a ser feito no pós-Bolsonaro”. Para ele, além de tudo isso, será fundamental reposicionar o País na cena internacional. “O Brasil virou uma Nação periférica. Bolsonaro fez isso. E Lula é quem tem o maior preparo e a maior experiência para refazer os caminhos e restaurar a imagem brasileira no mundo”, crê o ex-ministro da Casa Civil.
Em sua participação no Sua Excelência, O Fato José Dirceu dedicou bastante tempo a ressaltar a importância que a esquerda brasileira tem de dar à reconstrução de pontes com as alas democráticas das Forças Armadas. “Sempre houve democratas entre os oficiais do Exército, da Marinha, da Aeronáutica”, disse ele. “Depois do golpe de 1964 a ditadura precisou cassar mais de 1.000 oficiais. Eram militares que não concordavam com o golpe. O general Lott e o brigadeiro Eduardo Gomes, por exemplo, não eram golpistas. Há oficiais que não vão baixar a cabeça para ordens antidemocráticas e golpistas do Bolsonaro que virão depois da inevitável derrota dele nas urnas”, diz Dirceu. “Precisamos trazê-los para cá, deixar claro que o Brasil precisa sim de Forçar Armadas – mas, de Forçar Armadas equipadas, profissionalizadas, que defendam o Estado e o território. Não é concebível imaginar o Brasil sem Forças Armadas, nós não queremos isso”, alerta. E, para ele, o grande desafio da esquerda é apartar a adesão de militares a falanges e milícias das polícias militares e de algumas guardas municipais que são mais permeáveis ao discurso de ódio do bolsonarismo. “Fundamental estar atentos a esses movimentos das PMs, das polícias civis”, diz.
O racionamento de energia no 2º semestre não só é inevitável como será maior do que o ocorrido em 2001. Sete usinas hidrelétricas do Sudeste e do Centro-Oeste secarão totalmente. Almirante de Esquadra, e incompetente na gestão dessa crise energética como o general Pazuello o foi na crise sanitária da pandemia, sintetizando a incompetência dos militares para a gestão pública, o ministro das Minas e Energia Bento Albuquerque está perdido em meio a lobbies e ignorâncias estúpidas (e corruptas) em Brasília. Ele se concentra na privatização da Eletrobras, tocada por meio de um lobby que tem por trás o notório empresário baiano Carlos Suarez. Eis a análise política em fast-track.
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