15 Minutos | Gazeta do Povo

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15 Minutos | Gazeta do Povo episodes

  • Eleições 2020: brasileiro começa a indicar quem quer como prefeito
    1) A um ano das eleições 2020, que vão escolher os novos prefeitos, o cenário político nas principais capitais é o de viabilizar candidaturas. Ao longo dos últimos meses, o Paraná Pesquisas questionou moradores em oito capitais do país sobre possíveis candidatos: Salvador, Vitória, Porto Alegre, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Maceió e Fortaleza. Na pesquisa espontânea, o instituto perguntou em quem o eleitor votaria se as eleições para prefeito(a) fossem hoje, sem apresentar nomes de possíveis candidatos. Ao contrário do que acontece na versão estimulada da pesquisa, em que são citados nomes de possíveis candidatos. É importante ressaltar que nas pesquisas espontâneas, em todas as capitais, a maioria dos entrevistados declarou não saber em quem vai votar nas eleições de 2020. A repórter Camila Abrão comenta a preferência do eleitorado.
    2) A queixa do procurador mineiro Leonardo Azeredo dos Santos – que chamou seu salário mensal de R$ 24 mil de “miserê” – fez ressurgir o debate sobre a remuneração do funcionalismo público no Brasil. Em julho, o ministro-chefe do GSI, Augusto Heleno, também havia definido uma “vergonha” seu salário líquido de general de R$ 19 mil. A lamentação sobre os supostos baixos salários dos servidores públicos, contudo, vai de encontro à realidade revelada por várias pesquisas. Os funcionários brasileiros não só ganham, em média, mais que os empregados do setor privado, como estão entre os mais bem pagos do mundo, recebendo inclusive mais que seus análogos em países desenvolvidos, segundo o estudo do Banco Mundial “Um Ajuste Justo - Análise da Eficiência e Equidade do Gasto Público no Brasil”. O Brasil gasta um alto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) com os salários públicos. O repórter Andrea Torrente comenta o assunto.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    17 min
  • Um jogo de R$ 52 milhões e a nova ordem de grandeza do futebol brasileiro
    Athletico e Inter decidem nesta quarta-feira (18), 21h30, no Beira-Rio, a final da Copa do Brasil 2019. Além do troféu, a disputa é marcada pela premiação fora do padrão: quem vencer o torneio mata-mata, pega R$ 52 milhões pela façanha. E dinheiro é um assunto que norteia o confronto sulista. Se dentro de campo as equipes prometem duelo equilibrado em busca do título, fora das quatro linhas, o Colorado se demonstra superior ao Furacão. Os gaúchos arrecadam mais e devem menos. Neste período, o Inter somou R$ 282 milhões em receitas (7.ª maior receita do país), contra R$ 160 milhões conseguidos pelo Athletico (13.ª maior do país). Em relação ao time paranaense, o clube gaúcho angariou mais em receitas de televisão, publicidade e com bilheteria e associados. Apenas nas vendas de jogadores ambos os clubes habitam o mesmo patamar [confira os valores abaixo]. O comparativo deixa duas perguntas a ser respondidas: seria o Athletico um modelo? O time paranaense muda as relações de grandeza do futebol brasileiro? Os repórteres Daniel Malucelli e Julio Filho, enviados especiais da Gazeta do Povo para final, debatem.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • Assassinatos em queda e o discurso otimista de Sergio Moro
    *** 1) O Brasil registrou 57.341 homicídios ao longo de 2018, o equivalente a 157 casos por dia, de acordo com dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O número representa uma queda de 10,4% em relação aos assassinatos registrados em 2017 – ano em que a briga entre facções fez a violência no país bater recorde. Dados revelam o otimismo do ministro Sergio Moro com a segurança pública. A repórter Kelli Kadanus explica os números.
    *** 2) Um grupo de deputados conseguiu colher as assinaturas necessárias para protocolar um pedido de abertura de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a Operação Lava Jato. O pedido, que conta com mais de 171 assinaturas necessárias, já foi protocolado e a Secretaria Geral da Mesa da Câmara dos Deputados está conferindo as assinaturas. Caberá ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), instalar a comissão. Kelli Kadanus também explica essa polêmica.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    17 min
  • O perdão de Bolsonaro para policiais que matam em serviço
    *** 1) O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostrou um crescimento de 181% no número de mortes causadas por intervenções policiais no Brasil entre 2013 e 2018. No ano passado, foram 6.220 vítimas – 17 pessoas por dia. Do outro lado, 343 policiais civis e militares morreram em 2018 - 256 (75%) fora de serviço. O número caiu 8% em relação ao ano anterior. A divulgação destes dados, no início deste mês, ocorre num momento em que o governo fala em ampliar salvaguardas jurídicas para policiais que matam em serviço, o chamado excludente de ilicitude, e perdoar agentes de segurança presos por violência policial. A repórter Kelli Kadanus, de Brasília, explica o impacto do discurso de Bolsonaro na segurança pública.
    *** 2) A Câmara dos Deputados aprovou novas regras para as eleições. O projeto segue agora para ser analisado pelo Senado. Para que entre vigor antes das eleições municipais de 2020, precisa ser aprovado pelo menos ano antes – ou seja, até o início de outubro. As novas regras alteram a Lei Eleitoral 9.504/97 e a Lei dos Partidos 9.096/95. As alterações feitas dão mais liberdade para os partidos usarem as verbas do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral (abastecidos com dinheiro público), trazem de volta a propaganda partidária semestral e amenizam, de certa forma, a punição para os candidatos quando a Justiça Eleitoral encontra irregularidades nas contas. Ano passado foram distribuídos R$ 1,7 bilhão pelo Fundo eleitoral, o valor para 2020 ainda não foi definido. A repórter Camila Abrão comenta as medidas.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • Embolse R$ 500 do FGTS: conheça seu direito
    *** 1) O pagamento de até R$ 500 do saldo do FGTS começa a ser feito sexta-feira (13) pela Caixa Econômica. O depósito automático ocorre para quem tem conta poupança no banco, seguindo calendário de mês de nascimento. Quem nasceu entre janeiro e abril recebe primeiro. Na sequência, no dia 27 de setembro, recebe o benefício aqueles que nasceram entre maio e agosto. No dia 9 de outubro, o pagamento para aniversariantes de setembro a dezembro. Já aqueles que não têm conta poupança na Caixa o calendário começa no dia 18 de outubro, para os nascidos em janeiro, e vai até 6 de março de 2020, para os nascidos em dezembro. A repórter Giulia Fontes tira dúvidas sobre esse seu direito.
    *** 2) A caneta da marca Bic, que já foi símbolo de austeridade e simplicidade do governo Bolsonaro, agora virou tema de brincadeiras e trocadilhos do presidente. Bolsonaro enfatizou que vai assinar o documento com uma caneta Compactor e não uma Bic. "É Compactor agora, porque Bic é francesa", disse o presidente em tom de ironia, durante transmissão pelo Facebook. Bolsonaro decidiu "boicotar" a caneta da marca europeia depois da troca de farpas entre ele e o presidente francês Emmanuel Macron, por conta da atuação do Brasil no combate aos incêndios na Amazônia. A Compactor é uma marca brasileira, de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Mas será possível essa retaliação e o nacionalismo esferográfico do presidente? O editor Paulo Polzonoff Jr. comenta.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • Prepare o bolso: entenda como a nova CPMF vai consumir a sua renda
    *** 1) Se aprovada, a nova CPMF gera uma espiral nada animadora. O governo fala em uma alíquota de 0,4% para saques e depósitos em dinheiro, e 0,2% para transações financeiras (créditos e débitos sem uso de dinheiro). A proposta parece tentar penalizar o uso de dinheiro para evitar o efeito da desbancarização - na prática uma operação que precisa ser feita em dinheiro tem alíquota de 0,8%, enquanto no sistema financeiro o custo é de 0,4%. Uma conta alta que seria paga por todos e usufruída por poucos. A equipe econômica tenta vender a versão de que a troca geraria empregos. Isso é possível em setores exportadores, nos quais variações marginais no custo da mão de obra podem melhorar a competitividade. Mas estudos sobre o assunto mostram que os efeitos mais prováveis são um aumento da margem e de salários, em parte para compensar a maior carga tributária em outras frentes. O editor Guido Orgis explica o impacto da nova CPMF na vida dos brasileiros.
    *** 2) O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência, Augusto Heleno, disse ser uma vergonha receber um salário líquido de R$ 19 mil como general do Exército, indicando que os salários dos militares é baixo. A frase repercutiu mal, pois R$ 19 mil é um valor alto se comparado com a média salarial do trabalhador brasileiro. Porém, em relação a alguns altos cargos do funcionalismo público, que chegam a ganhar R$ 39,2 mil, o salário dos generais (o segundo cargo mais alto na hierarquia militar) é apenas mediano. Mas, afinal, os militares ganham muito ou pouco? A repórter Camila Abrão esclarece a insatisfação na categoria.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    17 min
  • O projeto de Paulo Guedes: vender tudo!
    *** 1) O Brasil tem, de acordo com o relatório do ministério da economia, 133 estatais federais. E a previsão é que elas custem aos cofres públicos 21,6 bilhões em 2019. Uma conta salgada para você, contribuinte… As empresas etatais são divididas entre controle direto e indireto. No caso das estatais de controle direto, 46 no total, 18 são dependentes do tesouro nacional. Ou seja: ficam no vermelho. Precisam de aportes do tesouro para pagar salários de seus funcionários e as despesas corriqueiras de custeio. Já os grupos de empresas de controle indireto, 87 ao todo, não dependem do dinheiro da união para se manter e são as jóias da coroa do estado. A lista tem petrobras, eletrobras, banco do brasil, bndes, caixa e correios. Juntas, as companhias que geram receitas ou prejuízo, impõem um desafio à gestão pública. Indicação política, má governança e falta de metas claras destas empresas reforçam a tese das privatizações. O tema é polêmico, não? O editor Fernando Jasper explica os planos do governo.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • Como Che Guevara e Lava Jato pressionam novo chefe do Ministério Público
    *** 1) O presidente Jair Bolsonaro escolheu o nome do subprocurador Augusto Aras para o cargo de procurador-geral da República (PGR). Ele agora será sabatinado pelos senadores antes de ser oficializado no comando do Ministério Público Federal (MPF) pelos próximos dois anos. Doutor em Direito Constitucional pela PUC-SP, Augusto Aras é membro do MPF desde 1987. Ele substituirá a atual PGR Raquel Dodge, cujo mandato termina em 17 de setembro. Embora não integre a lista tríplice de preferência dos membros do MPF, o subprocurador-geral Augusto Aras ganhou pontos nas últimas semanas e se tornou um dos candidatos mais fortes a comandar a Procuradoria-Geral da República (PGR) diante da aproximação que conseguiu com o presidente, segundo interlocutores de Bolsonaro. O ex-deputado Alberto Fraga (DEM–DF), amigo e aliado de longa data do presidente, avalizou a indicação. Juliano Pedrozo comenta o impacto dessa decisão no meio político e jurídico.
    *** 2) O Diário Oficial da União divulgou nesta quinta-feira (5), em edição extra, a lista com os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei de abuso de autoridade aprovado pelo Congresso. Foram feitos vetos em 19 artigos, num total de 36 pontos barrados pelo Planalto. O Congresso Nacional ainda vai avaliar a extensão dos vetos do presidente ao texto. Os parlamentares podem manter ou derrubá-los. O editor Sérgio de Deus explica os desdobramentos dessa decisão do presidente.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • Congresso investiga mentiras na eleição: mais uma fake news?
    *** 1) A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News (notícias falsas) foi instalada. A comissão terá 180 dias para investigar a veiculação de notícias falsas, o uso de perfis falsos usados para influenciar a eleição de 2018 e o ciberbullying. Além dela, os senadores tentam emplacar, pela terceira vez, a CPI da Lava Toga, que pretende investigar possíveis irregularidades cometidas por membros do Judiciário. Mas, enfim, as CPIs funcionam ou são apenas palco para políticos aparecerem sem resultados práticos? A repórter Camila Abrão comenta o tema.
    *** 2) O governo federal lançou oficialmente a Semana do Brasil, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto com a presença do presidente Jair Bolsonaro. A ação, que tem por objetivo estimular o comércio e, consequentemente, a economia brasileira, será realizada entre os próximos dias 6 e 15 de setembro. Neste período, estabelecimentos de diferentes segmentos irão ofertar produtos e serviços com preços e condições especiais de negociação, no que tem tudo para ser a nova "Black Friday" brasileira. Vai funcionar? A repórter Sharon Abdalla, de Economia, analisa a estratégia.
    ***Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    16 min
  • A facada em Bolsonaro um ano depois: histórias, teorias e fatos
    *** 1) Sexta-feira, 6 de setembro de 2018... O então candidato à presidência da República, Jair Bolsonaro, era carregado por apoiadores no centro de Juiz de Fora, Minas Gerais, quando foi surpreendido por uma facada frontal. Uma cena forte, repetida a exaustão, distribuída pelo WhatsApp, pontuando uma centena de reportagens jornalísticas. O atentado completa um ano e ainda atormenta o presidente, traz dúvidas e alimenta teses conspiratórias. Neste domingo (8), Bolsonaro vai fazer uma nova cirurgia para corrigir sequelas do ocorrido. O ataque mexeu consideravelmente com o rumo das eleições em 2018? Existem mandantes? O editor de política Giorgio Dal Molin explica essa história. Um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados quer instituir o dia 6 de setembro como o Dia Nacional de Combate à Intolerância Ideológica no Brasil.
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    Ficha técnica: o ‘15 minutos’, podcast de notícias, é gravado no estúdio da Gazeta do Povo, em Curitiba # Apresentação e roteiro: Márcio Miranda; direção de conteúdo: Rodrigo Fernandes; equipe de produção: Fernando Rudnick, Vivaldo de Sousa Neto e Jenifer Ribeiro; montagem: Leonardo Bechtloff; identidade visual: Gabriela Salazar; estratégia de distribuição: Gladson Angeli e Marcus Ayres.
    18 min

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O podcast 15 minutos é um espaço para discussão de assuntos importantes, com apresentação de Rossana Bittencourt e comentários de Frederico Junkert. De segunda a sexta, de forma leve e dinâmica, com a…

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