5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

By Ricardo Viana VargasBusinessCareers
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5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas episodes

  • Gerenciamento de Projetos é uma Habilidade de Vida

    Nesta semana Ricardo compartilha uma experiência pessoal onde ele pode ver o gerenciamento de projetos acontecendo de forma natural, como parte da vida. Ele fez no fim de semana um almoço para comemorar o aniversário de um amigo. Sem nem se deparar com o fato, Ricardo preparou a lista de ingredientes, fez todo o plano mentalmente qual recursos iria precisar, quanto tempo cada item iria passar no forno etc. Importante ressaltar que o almoço não era para 2 pessoas. Era para mais de 20 pessoas. E ele fez tudo sozinho.

    Sem querer ou perceber, ele está praticando as habilidades de projetos que tanto queremos. E ele fez isso naturalmente. Como parte do pensamento estruturado. E é isso que esse episódio quer falar. Você não precisa implantar uma usina nuclear, um aeroporto gigantesco ou uma transformação digital nas empresas mais relevantes do mundo para praticar e aprender a gerenciar projetos. Você pode fazer isso na próxima vez que pensar em arrumar seu armário, no seu próximo churrasco, na sua próxima visita ao seu sítio ou nas suas férias.

    Projetos (ou qualquer nome que queira chamar), nada mais é do que lógica e bom senso para conectar ideias com resultados. Simples assim!

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    6 min
  • O que Podemos Aprender com Elizabeth Holmes (Theranos), Sam Bankman-Fried (FTX) e Elon Musk (Twitter)

    Nesta semana, Ricardo discute três proeminentes empresários cujas ações incoerentes feriram aqueles que colocaram sua fé em suas ideias: Elizabeth Homes da Theranos, Sam Bankman-Fried da FTX e Elon Musk do Twitter.

    Essas pessoas compartilham muitas características, incluindo um carisma notável que lhes rendeu ampla adulação e a impressão de que possuem habilidades sobre-humanas.

    No entanto, a linguagem e o carisma revolucionários acabaram sendo questionados, revelando falta de governança, sistemas de controle e conformidade.

    Ricardo compara essas pessoas ao gerente de projeto carismático e seguro de si que decide seguir em frente sem primeiro fazer um estudo aprofundado da situação, planejar, estabelecer uma governança eficaz ou implementar controles rigorosos.

    Por trás do desenvolvimento de um projeto, existem pessoas que investem e apostam nos resultados desse projeto. O carisma e a falta de governança não vão entregar o que se espera, é preciso muito trabalho, governança, planejamento e controle.

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    7 min
  • Utilizando Technology Readiness Level (TRL) para Avaliar os Riscos de Novas Tecnologias

    Nesta semana, Ricardo fala sobre TRL, ou Technology Readiness Level, um método desenvolvido pela NASA na década de 1970 para garantir a confiabilidade e a segurança da tecnologia utilizada em seus projetos.

    Em termos de segurança, quanto maior o número TRL, mais desenvolvida é a tecnologia.

    Todas as coisas que surgem no início do estudo de uma nova tecnologia – pesquisa empírica, um conceito científico, um artigo, uma ideia etc. – estão relacionadas aos 3 primeiros estágios.

    Nos estágios 4, 5 e 6, você trabalha para desenvolver e investir na nova tecnologia, validá-la em laboratório e desenvolver protótipos. Os riscos associados ao uso dessa tecnologia, que antes eram restritos ao escopo da pesquisa e extremamente altos ao uso, agora se tornaram reais e altos.

    Nos estágios 7, 8 e 9, o protótipo é exibido em um ambiente de trabalho. A organização possui as licenças necessárias e um sistema totalmente funcional e certificado. Atingir o estágio 9 significa que a tecnologia está totalmente desenvolvida e pronta para uso generalizado.

    Hoje, o TRL é um padrão internacional e uma ferramenta útil para integrar novas tecnologias nos projetos.

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    Assista o vídeo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=uwdx7UFHWP0&t=2s

    6 min
  • Compreendendo Fatores Externos e Tendências Usando a Análise PESTLE

    Nesta semana, Ricardo discute a técnica PESTLE, que é utilizada para avaliar os fatores externos: políticos, econômicos, sociais, tecnológicos, legais e ambientais (environmental) que podem impactar o seu projeto ou negócio.

    O resultado de uma eleição, a situação da economia, o grau de enriquecimento ou empobrecimento da sociedade, a aprovação de uma nova legislação, a introdução de tecnologias inovadoras e até mesmo a percepção de seu projeto sobre o meio ambiente podem ter um impacto significativo na a trajetória do projeto.

    Ricardo demonstra como ele avalia esses cenários, utilizando post-its e identificando tendências a partir da visão de incertezas.

    Usando esse método, a equipe pode avaliar metodicamente os acontecimentos e criar cenários para antecipar os possíveis desafios que podem enfrentar durante o projeto.

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    8 min
  • A Relevância da Governança Correta do Projeto

    Nesta semana, Ricardo discute os processos de tomada de decisão no contexto de projetos, o componente "governança" da sigla ambiental, social e governança (ESG).

    Ele explica que o conhecimento da governança, a estrutura organizacional usada para supervisionar os projetos, é crucial para a tomada de decisão eficaz. Essa estrutura e processos são usados ​​para tomar decisões sobre aprovação de mudanças e planejamento das próximas etapas com base nos resultados do projeto.

    Devido ao tamanho e complexidade do projeto, nem todos os projetos exigem uma configuração grande e burocrática para ter um nível adequado de governança.

    Se o projeto for pequeno e usar uma abordagem ágil, o comitê do projeto pode ser menor e mais direto, como o SDWT (self-direct work team).

    Por outro lado, um megaprojeto pode e provavelmente exigirá um processo decisório mais intrincado, pois o que está em risco envolve investimentos significativos e geralmente acontece em operações reguladas como infraestrutura, geração de energia e finanças.

    Independentemente do tipo e tamanho do projeto, o comitê precisa ter autonomia para tomar as decisões que considerar melhores para o projeto. Se o órgão de governança não puder controlar o projeto, até mesmo sua existência se torna inútil.

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    6 min
  • Porque o Medo de Ficar de Fora (FOMO) é Tão Perigoso para Você e Seus projetos

    Nesta semana, Ricardo fala sobre o FOMO, ou "Fear of missing out (Medo de Perder)", que é a ansiedade que temos quando não nos sentimos incluídos em um determinado cenário, fazendo com que nos sintamos desmotivados e com baixa autoestima.

    Novas tecnologias, criptomoedas, metaverso e inteligência artificial são apenas alguns exemplos que podem nos fazer sentir desatualizados e trazer a sensação de que estamos ficando para trás.

    O medo de perder (FOMO) é uma reação normal à percepção de que os outros têm informações que nos faltam.

    O que não é normal é a intensidade do que estamos enfrentando agora. Vejam especialmente as mídias sociais.

    É possível que aprendamos sobre uma tecnologia inovadora ou uma nova abordagem de gerenciamento de projetos enquanto trabalhamos no projeto.

    O desafio é o pensamento de que temos que devemos obrigatoriamente investir em tudo de novo que sai, nos impedindo de focar nos resultados do projeto.

    Nosso julgamento é prejudicado e, como resultado, fazemos escolhas que podem não ser ótimas.

    Uma saída pode estar em um outro acrônimo, JOMO, ou “Joy of Missing out (alegria por estar perdendo)” que explica que deixar algo novo passar pode ser bom para o projeto, por mais contraintuitivo que seja.

    É preciso que nos concentremos no que precisa ser feito, porque se tentarmos sempre usar as melhores tecnologias e métodos, podemos deixar de entregar os resultados básicos esperados.

    Além de destruir a moral do time, gerar um nível de ansiedade fora do normal e disparar o gatilho do que estamos vendo como a “Grande Renúncia.”

    Ouça o #5minpodcast desta semana para saber mais.

    7 min
  • As Pessoas Não Querem Trabalhar em Home Office. As pessoas Querem Flexibilidade!

    No episódio desta semana, Ricardo fala sobre a flexibilidade que as pessoas buscam hoje para trabalhar de casa ou no escritório.

    Após a pandemia, a relação entre empregadores e trabalhadores mudou, e os funcionários agora exigem mais liberdade em suas vidas diárias de trabalho. Ter a opção de trabalhar de onde você quiser pode ajudar algumas pessoas a encontrar um melhor equilíbrio entre suas vidas profissional e pessoal, o que, por sua vez, pode aumentar a produtividade.

    Para competir pelos melhores talentos, muitas empresas modernas oferecem maiores liberdades para o local de trabalho para funcionários em potencial.

    O gerente de projetos deve perceber o que mais estimula a equipe e que agregará mais valor ao projeto. As equipes que trabalham no desenvolvimento de produtos ou na transformação digital desejam autonomia, responsabilidade e participação no contexto estratégico mais amplo da empresa.

    Trabalhar em casa não significa que as pessoas trabalharão menos; pessoas comprometidas terão o mesmo nível de dedicação, independentemente de onde estejam desenvolvendo seu trabalho. Na mesma nota, e infelizmente, quem não quiser trabalhar não vai trabalhar a despeito de ficar em casa ou usar terno no escritório.

    Escute o #5minpodcast para entender melhor.

    5 min
  • O Futuro do Gerenciamento de Projetos Usando DAO (Organização Autônoma Descentralizada)

    No podcast desta semana, Ricardo fala sobre DAO (abreviação de Decentralized Autonomous Organization ou Organização Autônoma Descentralizada).

    As plataformas DAO funcionam como uma cooperativa na web, onde todas as decisões são discutidas por todos os integrantes, isto é, a tomada de decisão é coletiva.

    Ricardo comenta que com o DAO, possivelmente não precisaremos de um Gerente de Projeto, Scrum Master ou Product Owner para supervisionar nossos projetos. Tudo correria bem graças às decisões tomadas pelo grupo que trabalha no projeto como um todo, como um Project Board.

    Da mesma forma, os governos poderiam funcionar usando o DAO sem a necessidade de um congresso, presidente ou mesmo um espaço físico.

    Todas as informações sobre as tomadas de decisões de um determinado assunto,

    estão publicamente disponíveis através do Blockchain.

    Embora o DAO nos ajude a tomar decisões com mais rapidez e eficiência, ele não pode substituir a supervisão humana de fatores como motivação dos funcionários, níveis de estresse e dinâmica da equipe.

    Escute o #5minpodcast para entender melhor.

    6 min
  • Seu Projeto Dentro do Furacão da Economia da Atenção

    No podcast desta semana, Ricardo aborda o tema “Economia da Atenção”. Ele diz que um produto é feito para suprir uma necessidade do mercado, e que quanto maior a demanda, maior o preço do produto.

    No entanto, as grandes quantidades de dados e ações que devemos gerenciar hoje tornam a atenção concentrada uma mercadoria inestimável. Há muitas coisas disputando nosso foco a qualquer momento, incluindo trabalho, obrigações familiares, redes sociais e aparelhos eletrônicos.

    Da mesma forma, no ambiente de projetos, nossa necessidade mais premente para concluir nossas entregas é ter atenção da equipe, do gestor, do cliente, do fornecedor, entre outros.

    Para impulsionar e entregar os resultados esperados aos nossos stakeholders, devemos nos posicionar no contexto dessa economia da atenção.

    Além disso, Ricardo fala de duas inferências sobre como a economia da atenção afeta nosso projeto.

    Escute o #5minpodcast para entender melhor.

    7 min
  • BANI Não É a Evolução do VUCA!

    No episódio desta semana, Ricardo fala sobre a relação entre os conceitos de BANI e VUCA.

    O acrônimo VUCA para “volátil”, “incerto” (“uncertainly”), “complexo” e “ambíguo”, tem sua origem no exército americano durante a guerra fria e buscava explicar as constantes mudanças e a complexidade das entidades contemporâneas, que alteram a nossa percepção sobre o que é certo e o que é errado.

    O acrônimo BANI é mais recente e foi criado pelo antropólogo Jamais Cascio em 2018. O termo significa “frágil” (“brittle”), “ansioso”, “não-linear” e “incompreensível” e se tornou muito popular com a pandemia.

    Para Ricardo, apesar dos acrônimos BANI e VUCA terem formatos diferentes e muitos falarem que BANI é uma evolução do VUCA, ele mostra evidencias de que os dois termos reproduzem praticamente da mesma forma (mesmo que usem outros nomes) o funcionamento da nossa sociedade marcada pela instabilidade, transformação e incapacidade de prever. Instabilidade essa que causa uma sensação de incerteza, descontrole e ansiedade nas pessoas.

    Escute o #5minpodcast para entender melhor.

    7 min

About 5 Minutes Podcast com Ricardo Vargas

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Desde 2007, Ricardo Vargas publica o 5 Minutes Podcast, onde aborda, de uma forma rápida e prática, os principais temas da área de gerenciamento de projetos, portfólio e riscos.

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