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Nesta semana, Ricardo discute o uso de "Squads" dentro de projetos e dá dicas sobre como construir e sustentar equipes eficazes.
O uso moderno do termo "Squad" ou esquadrão, no contexto de gerenciamento de projetos remonta a um conceito militar em que uma equipe multifuncional atua de forma independente para completar uma série de missões.
Essa ideia de uma equipe multifuncional e autônoma tornou-se o suporte central dos modelos ágeis que se originaram no desenvolvimento de software e, desde então, foram estendidos a outros tipos de projetos. Hoje os Squads são usados em várias outras abordagens.
Ricardo destaca a importância do trabalho em equipe, fuso horário e comunicação aberta para o sucesso do Squad.
Escute o #5minpodcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre a conexão entre os Sistemas Caóticos e o comportamento dos riscos no projeto.
Sistemas caóticos são altamente desordenados e imprevisíveis, onde pequenas mudanças em alguns parâmetros iniciais podem causar mudanças radicais no futuro. Vejam a crise do transporte marítimo. O COVID-19 fazendo com que alguns portos do mundo ficassem fechados na pandemia fizeram com que containers faltassem de um lado do planeta e sobrassem do outro. Corrigir essa falta de sintonia pode levar meses e, alguns especialistas até falam em anos.
Mas nem todo sistema caótico é igual. Existem os sistemas que são caóticos, mas você tem pouca condição de interferir, como por exemplo o clima daqui a 2 ou 3 dias. Esses são sistemas caóticos do nível 1. Já os sistemas do nível 2 são o ápice do caos. Eles mudam pelo simples fato de você medi-lo. Vejam a bolsa de valores. Se existisse um algoritmo perfeito para prever que o preço de uma ação iria subir amanhã, o evento disso nas pessoas faria com que o preço subisse hoje devido ao excesso de demanda. Vejam o exemplo da demanda por papel higiênico durante os primeiros dias da pandemia. Um sistema caótico de nível 2. E ninguém sabe onde começou.
O nosso desafio é que praticamente tudo que fazemos hoje está no nível 2 de caos e isso requer uma habilidade e uma capacidade de adaptação diferente.
Escute o #5minpodcast para saber mais.
Nesta semana Ricardo discute o impacto da inflação nos riscos do projeto.
No passado, países com economias mais fracas eram mais propensos a sofrer inflação; porém, hoje, países com economias mais fortes, como os da Europa, sofrem impactos relevantes da inflação.
A capacidade de concluir projetos pode ser fortemente impactada pela inflação, o que representa um problema significativo para os gerentes de projeto.
Dependendo do ponto em que o projeto está, pode até ser necessário considerar se é viável avançar.
Sobre este cenário, Ricardo oferece três sugestões de mitigação de riscos que podem ser aplicadas em fases iniciais do projeto e outras três sugestões para serem aplicadas em fases posteriores.
Escute o #5minpodcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre o desafio para as pessoas que são excessivamente qualificadas para um determinado trabalho.
Se a empresa abre uma oportunidade de iniciante para membro de equipe e recebe um currículo com qualificações muito superior ao que foi pedido, este currículo na maioria das vezes, não será selecionado.
Sob o ponto de vista da empresa, uma pessoa muito qualificada para a vaga, pode estar com uma motivação financeira e irá usar a empresa como um trampolim ou tende a perder rapidamente a motivação no trabalho.
Considerando os altos custos de treinamento do profissional, a empresa não irá investir em uma pessoa que aparentemente não ficará muito tempo nela.
Ricardo dá três dicas sobre como agir nesta situação.
Escute o #5minpodcast para saber mais.
#team, #resource-management, #overqualification
No episódio desta semana, Ricardo aborda a Economia da Paixão. Existe uma "economia da paixão" quando você ganha dinheiro fazendo algo que gosta.
A maior referência dessa percepção é o influenciador digital, que pode compartilhar informações, conhecimentos e insights sobre um tema que ache fascinante e monetizar o conteúdo por meio de um canal do YouTube ou TikTok, por exemplo.
No entanto, o processo não é tão simples como a maioria das pessoas acredita. A maioria dos "rockstars" da economia da paixão representa uma parcela minúscula do mercado. E transformar a paixão em resultados leva tempo e muito esforço.
Como o livro de Adam Davidson The Passion Economy examina em profundidade, seus esforços para criar dinheiro a partir de uma paixão podem nem sempre fornecer os resultados esperados.
Para entender mais e relacioná-lo ao seu projeto e esforços de inovação, ouça o #5minpodcast desta semana.
No episódio desta semana, Ricardo aborda os riscos do Efeito Diderot.
Para muitos, esse efeito é diretamente relacionado com o viés de consumo. No entanto ele é perfeitamente aplicado também quando adicionamos algo no nosso projeto e esse algo desencadeia uma série de novas funcionalidades fazendo com que o controle seja completamente perdido. Isso impacta orçamento, prazos, time, dentre inúmeros outros fatores.
É como no consumo, quando compramos uma roupa, às vezes ela acaba destacando que o sapato não é tão novo. Com isso acabamos comprando um vestuário inteiro devido ao gatilho da primeira compra.
Escute o #5minpodcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre Gerenciamento de Projetos no Agronegócio.
Ele explica como podemos aplicar o gerenciamento de projetos neste segmento que é tão diferente para muitos de nós.
Ricardo comenta que o agronegócio está passando por uma transformação tão poderosa quanto a área de tecnologia, usando digitalização, georreferenciamento e tecnologia, e projeto para fazer seleção de crops (mudas) que serão usadas no agronegócio.
A safra de um produto agrícola por exemplo, pode ser considerada um projeto, pois ela é temporária e única devido as condições ambientais, de solo e local.
E a gestão de projetos irá identificar por exemplo os riscos mercadológicos, ambientais e de volatilidade de preço que podem ocorrer dependendo do tipo de colheita.
O gerenciamento de projetos no agronegócio também pode ser usado na logística para distribuição dos produtos e grãos. Ricardo dá exemplos do impacto global desta logística, como a distribuição dos grãos na Ucrânia, que estão contidos no porto de Odessa, devido à guerra.
Outro exemplo é o próprio Brasil que é um produtor de produtos agrícolas extremamente importante, com uma dimensão continental onde a logística para fazer os produtos chegarem ao porto é um grande desafio.
Ricardo fala também das abordagens ágeis que são usadas pelos negócios que nascem ao redor do agronegócio.
Por fim, Ricardo comenta sobre um projeto para escoamento de grãos usando a rede fluvial que é tese de doutorado de um amigo em Portugal e de um projeto para apoiar o plantio sustentável de oliveiras para azeite no Marrocos que foi realizado no período em que ele liderou a área de projetos na UNOPS (Nações Unidas)
Escute o #5minpodcast para saber mais.
No episódio desta semana, Ricardo fala sobre a Lei dos Retornos Decrescentes aplicada ao esforço que fazemos para gerenciar projetos.
Muitas vezes ficamos na dúvida sobre até que ponto vale a pena gerenciar, e procuramos simplificar a gestão ao máximo para evitar a burocracia quando passamos grande parte do tempo em reuniões ou preenchendo documentos e modelos sem chegar a nenhum resultado.
Ricardo explica que de acordo com a lei do retorno decrescente, o resultado do projeto irá melhorar com o aumento da capacidade de gestão. Porém temos que encontrar um nível de gestão ótimo que maximize os resultados, e não a produção de papel.
Muitas vezes criamos um processo de controle mais burocrático com mais esforço devido a uma paranoia que temos com os riscos e uma percepção de que tudo precisa ser controlado. Com isto, chegamos a um ponto de retorno decrescente, onde gastamos mais para ter menos.
Escute o #5minpodcast para saber mais!
No podcast desta semana Ricardo fala sobre liderança e seguidores e a paranoia da sociedade atual em formar exclusivamente líderes.
Ser líder é realmente a única formação importante para uma empresa?
Como ficam os folowerships nesta equação?
Não temos nós todos de desenvolver habilidades de liderar e de sermos liderados também? Um trabalho pede ser feito somente com líderes?
Dentro de uma estrutura ou de um projeto que vai ser liderado, quem vai executar o trabalho?
Quais as características dos seguidores, daqueles que são a fundação da sua empresa?
Ricardo discute sobre todas estas questões e reflete sobre esse tema que é fundamental na formação de nossas equipes de trabalho.
Escute o #5minpodcast dessa semana para saber mais.
#liderença, #gerenciamentodeprojetos, #comunicação, #gerentedeprojeto, #governança
No podcast desta semana Ricardo fala sobre negociação e como ela está inserida no nosso dia a dia muito além das relações de compra e venda.
Ele fala sobre etapas de negociação e de como muitas vezes erramos ao pular fases importantes deste processo.
A troca de informações inicial, a oferta, a contraoferta, as técnicas de barganha são todas fases importantes que não devem ser desconsideradas e devemos fazer sempre melhor uso de cada uma delas.
Ricardo discute a importância principalmente da fase de troca de informações que muitas vezes é a fase determinante para o sucesso final da negociação.
Escute o #5minpodcast dessa semana para saber mais.
#negociação, #gerenciamentodeprojetos, #comunicação, #risco, #governança
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