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Episódio 12 e último da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Armando Cabral
Coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa, com 49 anos, é casado e tem dois filhos. Engenheiro
de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.
O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010. O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve uma grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona. É fundador juntamente com a sua mulher Maria
João Santos do espaço Rialto 6 em Lisboa.
Igor Jesus
33 anos, vive e trabalha em Lisboa. Em Berlim fez a residência na Künstlerhaus Bethanien em 2017, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2013, o 1º Lugar no concurso do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual) para a realização de uma curta-metragem.As suas exposições individuais incluem Chessari (2016), Galeria Solar, Vila do Conde, A última carta ao Pai Natal (2015), Galeria Filomena Soares e Debaixo do Sol (2015), Appleton Square, ambas em Lisboa. Em 2014 apresentou a exposição Old School #32, Lisboa, e em 2013 Peso Morto, Espaço Zero, Tomar.Entre as mais recentes exposições colectivas contam-se HangarOut - EntreLinhas, Palácio Marquês de Abrantes (2017), em 2016 Artists' Film International (no MAAT, Lisboa, Whitechapel Gallery, Londres, Istanbul Modern, Turquia, GAMeC – Galleria d'Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo, Itália, e Project 88, Bombaim, India); Topología del Aura, Galeria Bacelos, Madrid (2016), Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as artes - Diálogo entre o design e obras da coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas e Pátio da Galé em Lisboa (2016) e The lynx knows no boundaries, Fondation d’Entrepise Ricard, Paris. As mais recentes exposições são “Banho Maria”, na Sala de Exposições da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com curadoria de Nuno Crespo e “Clavier à
Lumières” no espaço Rialto 6.
Links:
https://rialto6.org/
https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus
Episódio gravado a
08.07.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
António Neves Nobre (1993, Lisbon) vive e trabalha em Lisboa. Neves Nobre é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi nomeado para Arte Jovem, Prémio Nacional Para alunos de Artes Visuais, Arte e Pesquisa, 2016. Apresentou
recentemente a exposição individual Testemunhas, Travessa da Amorosa, Lisboa (2017). Participou também nas seguintes exposições colectivas: Água, Vinho, Coroa de Flores, Uppercut, Lisboa (2019); Murro no Estômago, Galeria da Boavista, Lisboa (2019); A Guerra como Modo de Ver – Obras da Colecção António
Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2018); Tudo o que é profundo ama a máscara, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Alguns Desenhos, Rua Actriz Virgínia, Lisboa (2016); Casa Ocupada, Casa da Dona Laura, Lisboa (2016); Finalistas Pintura Belas- Artes 14'15, Sociedade Nacional de Belas
Artes, Lisboa (2016); Arte Jovem, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2016); Ciclo Corda Bamba, Casa Ferreira, Lisboa (2016);Cast a Cold Eye, Museu Condes de Castro Guimarães, Cascais (2015); Ninguém diz Nada, Quinta da Alagoa,
Carcavelos (2013); 96 Horas, Espaço Porta 6, Lisboa (2012). Starting 2019. É co-fundador do espaço Uppercut, em Lisboa. O seu trabalho faz parte da Colecção António Cachola em Portugal, e de outras colecções privadas em Portugal e no Mexico.
Inês Moura (1984, Coimbra, Portugal)
Inês Moura desenvolve o seu trabalho artístico, maioritariamente, nas áreas da fotografia, desenho e instalação. Coimbra, Lisboa e São Paulo, são cidades às quais está profundamente ligada e que fazem parte da sua identidade fragmentada, tatuada de viajante. A
imagem, a palavra, o espaço como matéria, aparecem muitas vezes nos seus trabalhos como forma de expressão de uma profunda ligação à Natureza, aos lugares que habita, a uma arqueologia da memória e do tempo.
Links:
https://uppercut.pt/
https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&lang=en
https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA
Episódio gravado a
06.07.2022
http://www.appleton.pt
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HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
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República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
José Carlos Santana Pinto
Coleção com carácter de enfoque, onde a palavra sobressai e convida ao questionamento, nela convivem artistas portugueses (entre outros, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, António Sena, Joaquim Rodrigo), dispostos paredes meias com autores
internacionais (Carl Andre, On Kawara, Josef Kosuth, Lawrence Weiner, Daniel Buren, Christian Boltanski, Niele Noroni, Haim Steinback, Allan MacCollum, Alfredo Jarr, Antoní Muntadas, Hans-Peter Feldmann...). Também a produção mais recente tem despertado a sua atenção, incorporando, por exemplo, obras de
Detanico e Lain, Jonathan Monk, Haris Epaminonda, João Onofre, Carla Filipe, Leonor Antunes, Délio Jasse, Carlos Bunga, João Louro, André Guedes, Filipa César.
Uma característica singular da coleção reside no sentido criterioso com que o colecionador estuda e escolhe as suas obras.
Fernando Figueiredo Ribeiro
Trabalha no setor financeiro há 28 anos, dos quais cerca de 11 passados em Londres. Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa. Adquiriu a sua primeira obra de arte aos 21 anos. Da arte, diz que é uma paixão pelo que fica.
A colecção de arte contemporânea portuguesa de Fernando Figueiredo Ribeiro passa da esfera privada para a fruição pública. Em Junho de 2016, na inauguração de uma exposição com obras da colecção, assinou um contrato de comodato de dez anos, para que o acervo, que inclui muitos dos nomes mais relevantes da arte
portuguesa das últimas décadas (José Pedro Croft, Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Ana Hatherly, Ana Jotta, António Júlio Duarte, Helena Almeida) e muitos artistas em início de carreira, possa ser instalado no Quartel, antiga sede dos bombeiros locais que passa a acrescentar ao seu nome Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes/Colecção Figueiredo Ribeiro. No final deste ano fecha
para obras de ampliação. Passará a ter 1100 metros quadrados de área útil e deverá reabrir no final de 2018. São cerca de 1800 obras que ficarão à guarda do Quartel em Abrantes.
Links:
https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto
https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995
https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html
Episódio gravado a
04.07.2022
http://www.appleton.pt
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HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
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Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Filipa Correia de Sousa (Lisboa, 1992) é curadora, investigadora, ensaísta e co-directora do espaço UPPERCUT, em Lisboa. Mestre em Filosofia-Estética pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa, pós-graduada em Filosofia Geral pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa e licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
Natxo Checa (Barcelona, 1968) Vive e trabalha em Lisboa. É director da Galeria Zé dos Bois (ZDB) de Lisboa desde 1994 e exerce as actividades de gestão, produção, programação e comissariado deste espaço independente dedicado à criação, produção e difusão artística. Enquanto agente cultural, a sua actividade tem incluído a direcção do Festival Atlântico em 1995, 1997 e 1999 e a viabilização de numerosas intervenções, colaborando com estruturas nas áreas das artes visuais, do multimédia, das novas músicas, da dança e do teatro. No âmbito da pesquisa desenvolvida nos estudos curatoriais, foi-lhe concedida a bolsa Fund for Art Research, em 2007/2008, pelo American Center Fundation. A partir de 2001, iniciou uma relação mais profunda com alguns artistas nacionais e internacionais, envolvendo a curadoria, a produção de obras de raíz e exposições individuais. De entre as mais recentes exposições destacam-se um conjunto de projectos artísticos de João Maria Gusmão e Pedro Paiva: DeParamnésia (2002), Eflú- vio Magnético (2004/2006) e Abissologia (2007/2008) são os projectos mais ambiciosos do percurso expositivo desta dupla de artistas; Swim again / Nada de Novo, de Rigo (2006), em co-curadoria com ManRay Hsu; G (2007), de João Tabarra; Transitioners (2007), de Société Réaliste; Portobello (2008), de Patrícia Almeida; e Ontem (2008), de André Cepeda. No âmbito das actividades da ZDB e com parcerias institucionais, organizou em 2009, um centro de residências internacionais em Lisboa.
Links:
https://uppercut.pt/
https://zedosbois.org/en/
Episódio gravado a 07.07.2022
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Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.
É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.
Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.
Em 2021 foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte.
Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.
Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.
José Lima
A Coleção Norlinda e José Lima é uma das maiores coleções de arte privadas do país: compreende aproximadamente mil e duzentas obras de arte onde estão representados cerca de duzentos e cinquenta artistas portugueses e duzentos e trinta artistas internacionais. Iniciada pelos colecionadores em 1980, é um projeto de rara continuidade em Portugal. A coleção abrange um período de quase cem anos balizado entre 1926 e 2019, com maior concentração na produção artística dos últimos quarenta anos. A uma amplitude cronológica invulgar nas coleções particulares, somam-se a diversidade disciplinar, de suportes e processos artísticos: pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filme e vídeo. É também de salientar a diversidade geográfica dos artistas: Portugal e Espanha, com extensa representação no acervo, a que se reúnem nomes de artistas dos centros artísticos históricos como Alemanha e Estados Unidos da América, mas também da América Latina, África, Ásia e Leste da Europa, nos quais se incluem artistas emergentes a par de consagrados. A incorporação de várias obras de um mesmo artista, coletivo ou período denota a constituição de núcleos autorais, temáticos e formais que dão uma coerência e um desenvolvimento à coleção, geralmente mais característicos de coleções institucionais do que de particulares. A coleção está em depósito de longo prazo na Câmara Municipal de S. João da Madeira desde 2009, estando na base da criação do Centro de Arte Oliva; desde a abertura em 2013 tem sido apresentada num programa regular de exposições temporárias.
Links:
http://www.luisacunha.com/
https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/
Episódio gravado a 04.07.2022
http://www.appleton.pt
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Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Salomé Lamas (Lisboa) Estudou cinema em Lisboa e Praga, artes visuais em Amesterdão e é candidato a doutoramento em estudos de arte contemporânea em Coimbra.
O seu trabalho tem sido exibido tanto em locais de arte como em festivais de cinema como Berlinale, Locarno, BAFICI, Museo Arte Reina Sofia, FIAC, MNAC - Museu do Chiado, DocLisboa, Cinema du Réel, Visions du Réel, MoMA - Museu de Arte Moderna, Museo Guggenheim Bilbao, Harvard Film Archive, Museum of Moving Images NY, Jewish Museum NY, Fid Marseille, Arsenal Institut fur film und videokunst, Viennale, Culturgest, CCB - Centro Cultural de Belém, Hong Kong FF, Museu Serralves, Tate Modern, CPH: DOX, Centre d'Art Contemporain de Genève, Bozar, Louvre, Tabakalera, ICA London, Fundação TBA 21, CAC Vilnius, MALBA, Haus der Kulturen der Welt, FAEMA, SESC São Paulo, MAAT, La Biennale di Venezia Architettura, entre outros.
Lamas recebeu várias bolsas de estudo como a Gardner Film Study Center Fellowship - Universidade de Harvard, Film Study Center-Harvard Fellowship, The Rockefeller Foundation - Bellagio Center, Brown Foundation - Dora Maar House, Fundación Botín, Fundação Calouste Gulbenkian, Sundance, Bogliasco Foundation, Luso-American Development Foundation - FLAD, MacDowell, Yaddo, CNAP - Centre National des Arts Plastiques, Camargo Foundation, Berliner Künstlerprogramm des DAAD.
É professora na ESAD.CR School of Arts and Design e colabora com a Universidade Católica Portuguesa, e Elias Querejeta Zine Eskola. Colabora com a empresa produtora O Som e a Fúria e Primeira Idade e é representada pela Kubikgallery e Galeria Miguel Nabinho.
Maria Torrada
Licenciada em Arquitectura, a bio da Maria Torrada é o link para o seu site e o conhecimento do seu trabalho. A Maria Torrada trabalha com as maiores instituições culturais em Portugal e inúmeras galerias e espaços independentes. Foi responsável pela montagem de exposições icónicas e que já fazem parte da história da arte contemporânea portuguesa. Foi convidada para ser a Directora Técnica dos 15 anos do MACE. Segundo a curadora Ana Cristina Cachola “A Maria não é só uma técnica, a Maria ajuda-nos a reflectir sobre aquilo que queremos apresentar e qual a melhor maneira de o fazer”. A própria, quando lhe foi pedida uma nota biográfica respondeu com a simplicidade que a caracteriza e de que todos tanto gostamos: “Sou só a Maria”.
Links:
https://salomelamas.info/
https://mariatorrada.com/
https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y=
Episódio gravado a 07.07.2022
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Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Isabel Cordovil
bio/manifesto
Nascida em Lisboa em 1994 e criada entre freiras, padres e as maravilhas da internet pré-verificada, o foco principal da minha prática tem sido uma exploração contínua da palavra escrita, objectividade e cartografia autobiográfica através da criação ou transformação de matéria independente. Assumindo que a própria vida é performativa, este corpo de trabalho pode ser entendido como documentação daquela peça de performance de longa duração. Desde que recebi o meu AMF na HEAD Genève e instalei o meu estúdio em Lisboa, o meu trabalho tem-se concentrado em desafios projecto a projecto que com o tempo revelam o que é sólido e coerente entre todos eles: uma verdadeira paixão pela metamorfose poética do banal. Como membro original do colectivo Rabbit Hole queer (regularmente presente na Galeria Zé dos Bois) o interesse por encontros e gestos performativos levou-me a procurar matéria parada e volumes no espaço, por vezes chamados escultura, outras vezes chamados companheiros.
David Revés (Lisboa, 1992), curador independente, escritor, e investigador. Actualmente a frequentar o Mestrado em Ciências da Comunicação - Culturas Contemporâneas e Novas Tecnologias (FCSH - UNL). Mestrado em Estudos Artísticos (FBAUP). Como curador, tem desenvolvido vários projectos, tais como: Carlos Nogueira, "sombras do vento. entre águas", Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa; "um corpo, um rio", exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, "Espelhos Sussurrantes", Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; "Um Tempo Caçado", exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa [co-curado com Nicolai Sarbib]; entre outros. Foi curador e programador no Painel da Galeria, Porto (2016-2018), curador em residência na Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e fez parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, seminários, etc.
Links:
https://isabelcordovil.com/
https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts
Episódio gravado a 05.07.2022
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República Portuguesa - Cultura / DGArtes
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Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Rui Chafes nasceu em 1966 em Lisboa, onde vive e trabalha actualmente. Em 1989 formou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1990 e 1992 estudou com Gerhard Merz na Kunstakademie Düsseldorf na Alemanha. Durante esta estadia, traduziu os Fragmentos Novalis do alemão para o português.
Desde meados da década de 1980, tem exposto o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza em 1995 (com José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis) e na 26ª Bienal de São Paulo em 2004 (num projecto conjunto com Vera Mantero). Em 2013 foi um dos artistas internacionais convidados a expor no pavilhão da República de Cuba na 55ª Bienal de Veneza.
Em Portugal, realizou exposições individuais em várias instituições-chave, incluindo o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; Museu de Serralves (com Pedro Costa); Centro Cultural de Belém; Sintra Museu de Arte Moderna; Palácio Nacional da Pena; Museu Colecção Berardo (com Orla Barry) e Quetzal Art Centre (com Orla Barry).
No estrangeiro, realizou exposições individuais em instituições como a S.M.A.K. (Gand, Bélgica); Museu Folkwang (Essen, Alemanha); Esbjerg Kunstmuseum (Dinamarca); Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center (Copenhaga, Dinamarca); Fondazione Volume! (Roma, Itália); Fundação Eva Klabin (Rio de Janeiro, Brasil); Fundación Luis Seoane (A Coruña, Espanha); Museu Hara, com Pedro Costa (Tóquio, Japão); Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, Brasil), e Museu Ilmin, com Pedro Costa, (Seul, Coreia).
As exposições colectivas em que participou incluem Inklusion / Exklusion, Steirischer Herbst, Graz; En la piel de toro, Museo Reina Sofia, Madrid; Sonsbeek 9, Arnhem; 7. Triennale der Kleinplastik, Stuttgart; Milano Europa 2000, Milano; Scultura Internazionale a la Mandria, Torino; Cardinales, MARCO-Museu de Arte Contemporânea de Vigo; Himmelschwer-Transformationen der Schwerkraft, Landesmuseum Joanneum, Graz; Ad Absurdum (Energien des Absurden-von der Klassischen Moderne zur Gegenwart), Museum MARTA, Herford; e Colossal! Osnabrücker Land.
A sua obra faz parte de muitas colecções europeias (tais como S.M.A.K.., Bélgica; Esbjerg Kunstmuseum, Dinamarca; Museum Folkwang Essen, Alemanha; Sammlung Würth, Alemanha; Museo Nacional Reina Sofia, Espanha; Centro Gallego de Arte Contemporaneo, Espanha; Colección Helga de Alvear, Espanha; Colección Caja de Madrid, Espanha; Fundacion Caixa Galicia, Espanha; Fundación Caja de Ahorros del Mediterraneo, Espanha; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal; Fundação de Serralves, Portugal; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Portugal; Museu Colecção Berardo, Portugal; MAM - Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil; Colecção Cachola, Portugal; Fundação PLMJ, Portugal; Centro de Artes Visuais de Coimbra, Portugal; Colecção De Bruin - Heijin, Holanda. MACRO - Museo d'Arte Contemporanea di Roma, Itália, Centre Pompidou- musée nationale d'art moderne, Paris, França, Fondation Giacometti, Paris, França).
Em 2011 realizou uma solo-exposição no Sassi di Matera, Itália. Em 2018 expôs várias esculturas de grande escala na cidade de Bamberg, Alemanha, e fez uma exposição-diálogo com Alberto Giacometti na Fondation Gulbenkian a Paris, França. Além disso, várias das suas esculturas estão em exposição permanente em espaços públicos em Portugal e no estrangeiro. Em 2020 fez uma escultura permanente em grande escala para a Fondazione Centro Giacometti, em Stampa, Suíça. Em 2004 recebeu o Prémio Robert-Jacobsen de Escultura pela Stiftung Würth, na Alemanha. Em 2015 recebeu o Prémio Pessoa, atribuído pelo Jornal Expresso. Parte da sua actividade é dedicada à escrita e tradução, assim como à organização e publicação dos livros que acompanham a sua obra escultórica.
Sara Antónia Matos é Curadora (Lisboa, 1978) e Diretora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde janeiro de 2017 a março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela conceção e projeto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projeto artístico e executivo, um serviço educativo e um projeto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projeto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitetónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projeto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das atividades e exposições. Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projeto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa. É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade. É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da coleção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.
Links:
https://ruichafes.net/about.html
https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/
http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/
Episódio gravado a 23.06.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Gisela Casimiro é uma escritora, artista e activista portuguesa, nascida na Guiné-Bissau em 1984. Estudou Línguas, Literaturas e Culturas (Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É autora de Erosão (Urutau, 2018) e alguns dos seus poemas integram antologias como Rio das Pérolas (Ipsis Verbis, 2020). Foi ainda uma das tradutoras para português do livro Venceremos! (Falas Afrikanas, 2020), que reúne discursos escolhidos de Thomas Sankara. Nos últimos anos, tem colaborado como cronista em publicações como Hoje Macau, Buala e Contemporânea. Além disso, tem participado em diversos festivais literários, como o International Young Writers Meeting (Turquia), Rota das Letras (Macau), Festival Resiliência (Moçambique), FOLIO e Waking Life (Portugal). Também tem marcado presença em exposições. A sua obra fotográfica Museu Pessoal integrou mostras colectivas organizadas pela DJASS (2018) e pela Associação Portuguesa de Antropologia (Museu Nacional de Etnologia, 2019). Em 2020, realizou a exposição de poesia visual O que perdi em estômago, ganhei em coração, no Armário (Lisboa), com curadoria de Ana Cristina Cachola, do projecto quéréla. No mesmo ano, participou ainda na exposição colectiva Four Flags, organizada pela Taffimai e pela Galeria Zé dos Bois (Lisboa); na exposição Fazer de Casa Labirinto, na Balcony Gallery (Lisboa); e na exposição Retrospectiva Retroescavadora, na Casa do Capitão (Lisboa). Gisela Casimiro sempre se interessou por fotografia, colagens e arte. Não considera haver uma relação directa entre as suas criações visuais e a poesia. Mais com as crónicas, talvez. De momento, dirige o departamento de Cultura do INMUNE - Instituto da Mulher Negra em Portugal, uma associação feminista interseccional e anti-racista criada por Joacine Katar Moreira, deputada na Assembleia da República Portuguesa. O seu trabalho social e activismo, em particular o trabalho que desenvolve no INMUNE, tem-lhe permitido integrar um projecto de empoderamento social e comunitário pelo qual têm passado mulheres como a jornalista Paula Cardoso, a poeta Raquel Lima, a cineasta Loló Arziki ou a activista Alessa Herrero. Destaque para o trabalho realizado pelo INMUNE em parceria com a Escola Azevedo Neves, na Amadora, e a professora Catarina Coutinho, bem como colaborações com o Teatro do Bairro Alto ou o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.
Pedro Barateiro (Almada, 1979) vive e trabalha em Lisboa.
Exposições individuais em Netwerk, (Aalst); Basement Roma (Roma); Néon (Lyon); REDCAT (Los Angeles); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Kettle's Yard (Cambridge); Parkour (Lisboa); Kunsthalle Lissabon (Lisboa); Kunsthalle Basel; Lumiar Cité (Lisboa); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); MARCO - Museo de Arte Contemporánea de Vigo; Pavilhão Branco - Museu da Cidade (Lisboa); Spike Island (Bristol).
O seu trabalho foi incluído em exposições como a Bienal de Sharjah 13, 29ª Bienal de São Paulo; 16ª Bienal de Sydney; 5ª Bienal de Berlim; Palais de Tokyo (Paris); Fondazione Guiliani (Roma); Firstsite (Colchester); ngbk (Berlim); M HKA (Antuérpia); SESC Pompeia e Videobrasil (São Paulo); Crac Alsace (Altkirch); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); ar/ge Kunst (Bolzano); Le Plateaux - Frac Île-de-France (Paris); Centro Galego de Arte Contemporânea (Santiago de Compostela).
As suas actuações foram apresentadas no TNDMII (Lisboa); Centre Pompidou (Paris); Teatro Rivoli (Porto); ZHdK (Zurique); 98Weeks (Beirute); Théâtre de la Ville (Paris), L'école nationale supérieure des beaux-arts -ENSBA (Paris), Fondation Ricard (Paris); M HKA/ Cinema Zuid (Antuérpia); Centro Cultural São Paulo (São Paulo) Galeria Vermelho (São Paulo); Teatro São Luiz (Lisboa) e Teatro Praga (Lisboa), entre outros locais.
Barateiro dirige o espaço Spirit Shop (https://spirit-shop.weebly.com/), e foi um dos membros do Parkour (https://parkour-lisboa.tumblr.com/), um artista que geriu o espaço iniciado com outros 7 artistas como parte da Avenida 211 em Lisboa, e que correu de 2012 a 2014. Entre as suas muitas colaborações editou, com Ricardo Valentim, os livros Colaborações Temporárias e ACTIVIDADE.
A formação de Barateiro em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada pela sua formação com um mestrado na Academia de Arte de Malmö, Universidade de Lund (Suécia) e no Programa de Estudo Independente em Artes Visuais na Maumaus - Escola de Artes Visuais (Lisboa). Desenvolveu ainda a sua prática em residências na Air Antwerpen (Antuérpia), Pavillon - Palais de Tokyo (Paris), ISCP (Nova Iorque), Sítio das Artes, CAM - Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Spike Island (Bristol) e Galeria Zé dos Bois (Lisboa).
Links:
https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro
https://pedrobarateiro.tumblr.com/
Episódio gravado a 29.06.2022
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Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
João Pinharanda Vive e trabalha em Lisboa. Em 2022 assume a direcção artística do MAAT.
Foi professor auxiliar convidado do Departamento de Arquitectura, na Universidade Autónoma de Lisboa; trabalhou como professor auxiliar convidado do Mestrado de Gestão de Mercados de Arte (ISCTE, Lisboa); foi presidente da Secção Portuguesa da Associação International dos Críticos de Arte (AICA); director de programação do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2007-2010) – Colecção António Cachola, que tinha organizado em 1999; participou em numerosos júris de exposições e Prémios de Arte em Portugal, Espanha e Brasil; em numerosas conferências em Portugal, Espanha, México, Brasil, Rússia e França; colaborou na imprensa como crítico de arte entre 1984 e 2001 (no jornal Público foi responsável pela secção de artes plásticas entre 1990-2000); tem também colaboração em revistas especializadas portuguesas e internacionais (Arte Ibérica, Flash Art, Neue Kunst in Europa, Spazio Umano, Arena...). É consultor artístico e responsável pela programação de exposições da Fundação EDP, desde 2000, onde organizou mais de uma centena de exposições e catálogos; organizador dos Prémios de Arte da Fundação EDP (Prémio EDP – Novos Artistas e Grande Prémio EDP); responsável pela Colecção de Arte da Fundação EDP; comissário e coordenador do Programa da Fundation EDP «Arte e Arquitectura em Barragens»; comissário e coordenador do Programa de Arte Pública do Parque de Escultura Contemporânea do Parque Almourol (Vila Nova da Barquinha); projecto de intervenção na paisagem na zona da Barragem do Alqueva (Aldeia da Luz/Museu da Luz); é comissário de numerosas exposições individuais e colectivas em museus nacionais e internationais (Espanha, França, Rússia, México, Brasil).
António Albertino
Albertino dos Santos, mandou construir um armazém e escritórios para as suas empresas de produtos de pintura e reparação automóvel, e antes de o ocupar com o necessário para as suas funções industriais, apresentou nesse espaço a sua colecção de arte contemporânea, durante uns dias, em Maio de 2015, na exposição “Primeira Pessoa Plural”.
A colecção de arte contemporânea de Ana Cristina e Albertino dos Santos é composta por obras de artistas portugueses e estrangeiros, escolhidas pessoalmente pelos colecionadores, junto dos artistas. Os colecionadores anunciam a intenção de criar um museu, que «terá de ser desagarrado do mainstream da lógica do funcionamento público, estatal, de tudo o que isso transportaria de ”dificuldades, constrangimentos de horários, incompetência nos lugares de destaque, burocracia…”» afirma Ana Cristina dos Santos. Será um «museu particular, permanentemente aberto às instituições, comunidade artística, escolas e amigos». Em 2021 a Colecção AA é a escolhida para a 4ª edição de “Arte em São Bento” apresentando um total de 41 peças.
Links:
https://expresso.pt/cultura/2022-01-27-faltam-nos-milionarios-cultos-que-apostem-em-arte.-grande-entrevista-a-joao-pinharanda
https://rr.sapo.pt/noticia/politica/2021/10/05/costa-diz-que-vira-do-porto-a-proxima-arte-em-sao-bento-um-investimento-para-continuar/255737/
Episódio gravado a 22.06.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
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