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Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola
Miguel von Hafe Pérez (Porto, 1967) é curador e ensaísta. Foi responsável pela área de Artes Plásticas, Arquitectura e Cidade do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Entre 2002 e 2005 fez parte da mesa curatorial do Centre d’Art Santa Mónica em Barcelona. Diretor do Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) de Santiago de Compostela (2009-2015). De 2013 a 2018 foi assessor da Colección Fundación Arco, Madrid.
Recentemente comissariou, entre outras, as exposições a sul de hoje – arte portuguesa contemporânea (sem Portugal) para a Fondation Gulbenkian, Paris; Álvaro Lapa. No Tempo Todo, no Museu de Serralves, Porto; Intersticial – diálogos no espaço entre acontecimentos, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira; Criteria. Obras da Fundación Arco no Torreão Nascente da Cordoaria de Lisboa, Pedro Tudela, AWDIˈTƆRJU, Maat, Lisboa, Ilhéstico na galeria Porta 33 na cidade do Funchal, Miguel Palma (Ainda) o desconforto moderno, no Museu Coleção Berardo, Lisboa.
Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora.
O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória das/os participantes e espectadores. A artista estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo". É professora auxiliar na Universidade de Évora na licenciatura de Artes Visuais e Multimedia e no mestrado de Arquitectura Paisagista. É também investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.
Links:
https://www.artecapital.net/entrevista-9-miguel-von-hafe-perez
http://www.susanamendessilva.com/
Episódio gravado a 21.06.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - numa parceria com a Colecção António Cachola
A Coleção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990 e reflete os últimos 30 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A coleção propõe uma cartografia dinâmica do sistema da arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do colecionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de colecionar, foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à coleção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da Unesco, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Coleção António Cachola. A coleção foi desenvolvendo uma estratégia mista de aquisições, quer alargando o espetro de artistas que a integram, quer acompanhando o percurso de alguns artistas de forma intensiva, assumindo, assim, uma composição intergeracional e interdisciplinar. Sem limites técnicos ou temáticos, a Coleção António Cachola está em contínuo crescimento e é composta por mais de novecentas obras de mais de uma centena de artistas. A Coleção António Cachola recebeu o Prémio “A“ ao Colecionismo Privado da Fundación ARCO, em 2016.
Links:
https://col-antoniocachola.com/?lang=en
https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/
https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2017/dez-anos-dez-comissoes-coleccionar-e-conhecer
Episódio gravado a 23.06.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Pedro Cabrita Reis nasceu em 1956 em Lisboa, a cidade onde vive e trabalha actualmente. O seu trabalho tem recebido constantemente reconhecimento internacional, tornando-se assim crucial e decisivo para a compreensão da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra pode ser caracterizada por um discurso filosófico e poético idiossincrático, abrangendo uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho, e instalações compostas por materiais industriais e encontrados e objectos manufacturados. Ao utilizar materiais simples que são submetidos a processos construtivos, Cabrita recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidas na vida quotidiana.
A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Cabrita procede de uma reflexão antropológica, o que é contrário ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que o trabalho de Cabrita se baseia e se constrói.
Pedro Cabrita Reis participou em importantes exposições internacionais, tais como Documenta 9 e 14 em Kassel em 1992 e 2017, as 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respectivamente em 1994 e 1998, na secção “Aperto” da Bienal de Veneza em 1997.
Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza, em 2013 apresentou "A Remote Whisper", na 55ª Bienal de Veneza e participou na 10ª Bienal de Lyon, "The Spectacle of the Everyday" em 2009. Em 2022 Cabrita apresentou no Jardim das Tui-le-ries "Les Trois Grâces" encomendada pelo Museu do Louvre, e por ocasião da 59ª Bienal de Veneza Cabrita Reis apresenta "Campo" na Chiesa di San Fantin.
Links:
https://pedrocabritareis.com/
https://www.publico.pt/2022/04/21/culturaipsilon/noticia/cabrita-reis-trouxe-caos-dentro-igreja-veneza-2003340
https://www.sprovieri.com/exhibitions/pedro-cabrita-reis
https://www.artforum.com/picks/pedro-cabrita-reis-12158
https://appleton.pt/pedro-cabrita-reis/
https://www.miguelnabinho.com/pedro-cabrita-reis?gclid=CjwKCAjw-8qVBhANEiwAfjXLrvwojN8L3ohPPOnP98CqwBe8DsHDhlemQXAysFEc-IzGCaKt2VKReRoCk8oQAvD_BwE
https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/32481/2/ULFBA_TES_1029.pdf
https://cnnportugal.iol.pt/videos/nada-vem-do-nada-as-tres-gracas-de-cabrita-reis-no-louvre/6203f69d0cf2cc58e7e1f486
https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/1910-cabrita-reis---a-roving-gaze/
https://pt.museuberardo.pt/colecao/artistas/82
Episódio gravado a 26.05.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Tiago Alexandre nasceu em Lisboa, em 1988.
É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa desde 2012.
No mesmo ano, foi o autor da residência artística Pé de Cabra: Não é Basileia mas poderia ser, em Lisboa.
Como artista multidisciplinar, utiliza no seu trabalho vários recursos formais e vários meios, tais como vídeo, pintura, desenho, escultura, entre outros.
As suas exposições individuais incluem:
"Entre o Boné e os Ténis", na Galeria Graça Brandão, Lisboa (2015); "O Filho do Carro Preto", em Bregas, Lisboa em (2016); "Words don't come easy", na Galeria Balcony, Lisboa (2018) e "Triunfante", em Lisboa (2019). Participou também emdiversas colectivas das quais se destacam: "Nella Cohorte di De Chirico" comissariada por Hugo Barata e António Olaio, Colégio das Artes, Coimbra (2021), "Flora" comissariada por Pedro Faro e Sara Antónia Matos, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2021), "Trabalho Capital - ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS", comissariado por Paulo Mendes, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira (2019), "Do Tirar Polo Natural, comissariado por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (2018); "Tawapayera", comissariado por Alexandre Melo, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2017); "THEM OU US!" comissariado por Paulo Mendes, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); "Portugal, Portugueses", comissariado por Emanoel Araujo, Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil (2016). Actualmente, a obra de Tiago Alexandre está representada em numerosas colecções Públicas e Privadas.
Links:
https://tiagoalexandre.pt
https://umbigomagazine.com
https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/
https://www.rtp.pt/play/p1991/e208449/contentor-13
Playlist Tiago Alexandre
https://open.spotify.com/playlist/3edQPHSVigugC22AZmwDud
Episódio gravado a 14.06.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
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Câmara Municipal de Lisboa
Manuel Costa Cabral
Formou-se em Pintura em 1963, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1965 e 1969, integrou o ateliê do artista Manuel Lapa, tendo trabalhado no design e montagem de exposições temáticas, nomeadamente no Pavilhão de Portugal na exposição do Rio de Janeiro, em 1965; "Turismo em Portugal", em Moçambique (1966) e Lisboa (1968); "Iconografia do Rei D. Miguel", no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1971 e 1972, foi bolseiro (durante seis meses) nos Estados Unidos, pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Rudolf Arnheim, da Harvard University. Entre 1974 e 1977, integrou a equipa para a formação de professores primários, projeto do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral (CIDAC), na República da Guiné-Bissau. Em 1973, foi cofundador da escola Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, e seu diretor-executivo durante vinte e um anos. Nessa qualidade, programou e promoveu exposições anuais de professores e alunos e, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, várias exposições, como "Simpósio Internacional de Cerâmica, Alcobaça '87", "Thomas Gentille", "Minoru Niizuma" e "Bolseiros Portugueses no Royal College of Art". Em 1991, recebeu em Londres o título de Honorary Fellow do Royal College of Art. Em 1993, como curador independente, organizou a exposição de arte portuguesa "Orientations", na Fundação Akemi, em Amagasaki, Japão. De 1994 a 2011, foi diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, no qual foi responsável pelo programa das exposições temáticas bianuais na Sede, pelas exposições individuais de Jorge Martins, Gabriela Albergaria, Leonor Antunes e Ricardo Jacinto no Centre Culturel Portugais, em Paris, e ainda em colaboração com o Centro de Arte Moderna, pelas exposições dos artistas internacionais Betty Woodman e Richard Serra, em Lisboa. Em 1982, retomou a atividade de pintor e tem participado em exposições individuais e coletivas. Desde 2015, é curador de exposições e conferências no âmbito da colaboração com a Fundação Carmona e Costa, nomeadamente das exposições individuais dos artistas Jorge Martins, na Sede, Maria José Oliveira, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), e Graça Costa Cabral, na SNBA e no Arquipélago dos Açores, em São Miguel. Este ano foi co-curador com o artista Pedro Tropa da exposição "Arquivo" de Maria José Palla na Appleton Square.
Links:
https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/
https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en
http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/
http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#
https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/
https://expresso.pt/revista/culturas/2022-04-14-Maria-Jose-Palla-o-rosto-como-paisagem.-Quando-me-fotografo-torno-me-um-objeto-duplo-uma-imagem-do-que-e-e-do-que-ja-foi-2bf8bd5f
https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/05/03/maria-jose-palla-arquivo-na-appleton-square/
Episódio gravado a
06.05.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e
Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa -
Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Rui Toscano
Nasceu em 1970, em Lisboa cidade onde vive e trabalha. Frequentou os cursos de pintura e escultura do Ar.Co e da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe regularmente desde 1993, participando em iniciativas organizadas por si e por outros artistas da sua geração como “Zapping Ecstasy”, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996) ou “X-Rated”, na ZDB, em Lisboa (1997). Desenvolveu várias colaborações com outros artistas, investindo em projectos paralelos à sua actividade plástica.
Foi vencedor, ex.aequo com João Onofre, do Prémio União Latina, em 2000. Expôs em instituições e galerias como o Museu de Serralves, no Porto; Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa; Culturgest, Lisboa; MEIAC, Badajoz, MNAC Chiado em Lisboa. Em 2009, projectou a exposição “The Great Curve”, para o espaço Chiado 8. As suas obras estão representadas nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, PLMJ, entre outras.
Links:
https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/
https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos
http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458
https://appleton.pt/rui-toscano/
https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html
https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf
https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/
Playlist Rui Toscano
https://open.spotify.com/playlist/6fr1N2XILu5kQ1kEXPprHD
Episódio gravado a
11.04.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e
Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa -
Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Francisco Soares, Lisboa 1974.
Frequentou os cursos de escultura e design de equipamento nas FBA-UP e FBA-UL entre 1993 e 2000. Iniciou a actividade profissional em 1995 por áreas tão diversas como design de equipamento, design gráfico, assistente de imagem em publicidade e cinema, aderecista e assistente de cenografia em teatro e publicidade, assistente de artistas, vídeo, fotografia, maquetista, etc.
Em 2003 entra para a Galeria Cristina Guerra como assistente de produção. Em 2005 entra para Preforma, empresa de construção e montagem de exposições. Em 2007 colabora com várias agencias elaborando relatórios vídeo de campanhas publicitarias. Em 2008 volta à Galeria Cristina Guerra como coordenador de produção.
Em 2011 abre a Setup juntamente com Sérgio Gato. Neste projeto colaboraram com diversas instituições e galerias na produção e montagem de vários projetos, dos quais se destacam: Fundação EDP, Museu Berardo, F C Gulbenkian, MNAC, MACE, Appleton Square, e várias galerias comerciais.
Em 2018 é convidado para a direção de produção da área de exposições e eventos da National Geographic Portugal.
Em 2020 ingressa na equipa do Maat como coordenador de produção.
Episódio gravado a 04.03.2022
http://www.appleton.pt
Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Carla Cabanas (Lisboa, 1979) concluiu a Licenciatura em Artes Visuais em 2003 pela Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha. Em 2004 terminou o Curso Avançado da Maumaus - Escola de Artes Visuais, em Lisboa. Em 2008 frequentou o Curso de Fotografia - Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística e Em 2009 concluiu uma especialização em Produção e Criação em Artes Tecnológicas pela Universidade Lusófona de Lisboa.
Carla tem apresentado o seu trabalho em numerosas exposições individuais e colectivas em vários países, das quais se destacam: MAAT Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2020); Balcony Contemporary Art Gallery, Lisboa (2020); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2020); Aa Collections Gallery, Vienna (2019); Sternstudio Gallery, Vienna (2019); Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande, Açores (2019); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2019); Biennale de l’Image Tangible, Paris (2018); Grimmmuseum, Berlim (2018); Centre D'art Contemporain, Meymac, França (2018); GlogauAIR, Berlim (2018); Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2017); Gallery Carlos Carvalho - Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Castello Visconteo Di Legnano, Milão, Itália (2017); Panal 361, Buenos Aires, Argentina (2017); Ox Warehouse, Macau, China (2016); Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2015); Arquivo Municipal Fotográfico, Lisboa (2014); Museu da Cidade, Lisboa (2014); 7ª Bienal São Tomé e Príncipe (2013); Museu Nacional de Ciência e História Natural, Lisboa (2012); Círculo de Bellas Artes, Madrid (2012) e CCCB - Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (2009). O seu trabalho recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia, em 2012, e o terceiro lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010/2011, Carla recebeu uma bolsa de estágio no âmbito do programa INOV-Art, atribuída pelo Ministério da Cultura de Portugal, para viver em Antuérpia onde estagiou como assistente do artista David Claerbout.
Em 2012, recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia e o 3º lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010-2011, estagiou em Antuérpia pelo programa INOV-Art (Ministério da Cultura de Portugal).
Realizou residências artísticas em Lisboa (2012); São Tomé e Príncipe (2013); Lisboa (2013/2015); Alvito (2015); Viena, com Patrícia J. Reis (2016); S.Miguel, Açores (2016); S.Miguel, Açores (2017); Viena, com Patrícia J. Reis (2017), Berlim (2018) e Vienna (2019).
O trabalho de Carla Cabanas está representado em várias colecções destacando-se: National Gallery of Art (Washington, DC); LPS Collection (Stanislas y Leticia Poniatowski), Colección Kells, Banco Privado Edmond de Rothschild, Fundação Luso-Americana; Colecção da Fundação PLMJ, Colecção de arte Novo Banco, Câmara Municipal de Lisboa, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção Marín Gaspar, Colecção José Carlos Santana Pinto entre outras colecções privadas.
Links:
https://carlacabanas.com/
https://www.carloscarvalho-ac.com/artistas/carla-cabanas_7
https://contemporanea.pt/edicoes/08-2017/os-paraisos-nunca-perdidos-de-carla-cabanas
https://www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidade
https://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/
https://vimeo.com/36541930
Playlist Carla Cabanas
https://open.spotify.com/playlist/5xjUU86X8uBHDOMore8AGY?si=40e2c69802eb4a85
Episódio gravado a 18.04.2022
http://www.appleton.pt
Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Rui Calçada Bastos (Lisboa, Portugal, 1971) estudou Pintura na Escolas de Belas-Artes do Porto e de Lisboa, assim como Artes Visuais no Centro de Arte e Comunicação Visual – Ar.Co, em Lisboa. Após uma estada em Paris, na Cité international des Arts, mudou-se para Berlim em 2002 para efectuar uma residência artística na Kunstlerhaus Bethanien. Em 2004, Calçada Bastos recebeu a Bolsa do Senado para a Ciência, Investigação e Cultura em Berlim. Em 2005, em colaboração com os artistas Sergio Belinchón, Santiago Ydañez, Paul Ekaitz e Antonio Mesones, Noé Sendas fundou a galeria Invaliden1, um espaço gerido por artistas em Berlim. Até 2015, Invaliden1 apresentou e expôs obras de cerca de cem artistas contemporâneos de todo o mundo.
A obra de Rui Calçada Bastos debruça-se sobre paisagens, objetos, formas e situações urbanas que num primeiro olhar poderiam passar despercebidas. Trabalhando com e nas cidades por onde tem passado ou vivido, o artista explora detalhes, memórias, gestos e narrativas urbanas enquanto possíveis vislumbres sublimes. Através da fotografia, vídeo, escultura, pintura e instalação, desenvolve os seus temas de forma poética, confrontando o espetador com uma perspetiva autorreferencial.
Rui Calçada Bastos já expôs em diferentes lugares, entre ele estão: Museu de Arte Contemporânea de Elvas; Centro de Artes Visuais de Coimbra; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Kunstlerhaus Bethanien, Berlim; Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela; MARCO, Museo de Arte Conteporânea de Vigo, Espanha; Art World Museum de Pequim; Singapore History Museum; Museu de Arte Moderna, Rio de janeiro; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro; Caixa Cultural do Rio de Janeiro; Círculo de Bellas Artes, Madrid; Fundación Botín, Córdoba;; Museu Patio Herreriano; Valladolid, Espanha; Museu Nacional de Arte. Arquitectura e design de Oslo; Bergen Kunsthalle, Noruega; Yerba Buena Center for the Arts, São Francisco; Gagosian, Los Angeles, entre outros.
E seu trabalho encontra-se representado em relevantes colecções nacionais e internacionais.
Links:
https://www.ruicalcadabastos.com/
https://www.brunomurias.com/artists/rui-calcada-bastos/
https://www.youtube.com/watch?v=ofP81djUUcI
https://gulbenkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/
https://www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distance
https://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos
Playlist Rui Calçada Bastos
https://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450
Episódio gravado a 15.02.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Pedro Oliveira
Nasceu em 1950 no Porto.
No ano de 1975 viveu em Londres.
Entre 1981 e 1983 frequentou o Curso Superior de Desenho da Cooperativa de Ensino Superior Artístico – Árvore – Porto.
Em 1985 assume a direção da Galeria Roma & Pavia no Porto
Em 1990 abre um novo espaço galerístico na cidade do Porto, Galeria Pedro Oliveira, local onde manteve a sua atividade profissional de galerista até aos dias de hoje.
Paralelamente abre em 1998 um pequeno espaço de exposição para artistas emergentes, na Rua Miguel Bombarda, Porto, intitulado Sala Poste-ite que se manteve em atividade durante cerca de 10 anos.
Recebe em 23 de Junho de 2001 a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro – da Câmara Municipal de Porto, pelo papel relevante na cultura da cidade.
Foi diretor da APGA – Associação Portuguesa de Galerias de Arte entre 1998 – 2006 e depois membro do Conselho Fiscal da mesma.
Foi membro do Comité Internacional da Feira Arco de Madrid entre 1998 e 2006.
Tem desde há vários anos paralelamente à sua atividade galerística, atividade aberta como consultor e perito de arte.
Links:
http://www.galeriapedrooliveira.com/
https://www.timeout.pt/porto/pt/arte/galeria-pedro-oliveira
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-31/
https://sigarra.up.pt/fbaup/en/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=168
https://observador.pt/2019/11/21/depois-de-fazer-tudo-o-que-tinha-a-fazer-na-criacao-artistica-pedro-cabrita-reis-decidiu-mudar-de-nome/
Playlist Pedro Oliveira
https://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQ
Episódio gravado a 10.02.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
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