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Bruno Lopes (Lisboa, 1976)
Completou o Curso Avançado de Fotografia do IPF (Instituto Português de Fotografia) em 1997. É licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2004), com pós-graduações em Estudos de Fotografia (IADE, 2005) e História da Arte (Universidade Nova de Lisboa, 2009).
Desde 2008, trabalha como fotógrafo especializado em exposições e reprodução de obras de arte. Neste contexto, colabora com artistas, galerias de arte, museus e outros espaços expositivos, destacando-se, entre vários outros, a Appleton – Associação Cultural, Culturgest, Fidelidade Arte, Fórum da Fundação Eugénio de Almeida, Galeria 3+1, Galerias Municipais de Lisboa, Galeria Balcony, Galeria Bruno Múrias, Galeria Cristina Guerra, Galeria Madragoa, Galeria Monitor, Galeria Pedro Cera, Galeria Underdogs, Galeria Vera Cortês, Museu Coleção Berardo e o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.
Links:
https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991
Episódio gravado a 19.10.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Edgar Massul
Nasceu em Sintra em 1963. Vive e trabalha entre Lisboa e Porto.
Estudou na Escola António Arroio / Atelier livre, na Sociedade Nacional de Belas Artes e na Ar.Co. Foi colaborador de José Nuno da Câmara Pereira, da Universidade do Algarve, CIAC - Artes Visuais, de Pedro Cabrita Reis. Realiza exposições individuais desde 1986 - a sua produção engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo, instalações e projectos site-specific. Entre a impermanência da matéria orgânica e a permanência da memória das coisas, o seu trabalho dialoga com a arte mais contemporânea e com a natureza ancestral. Recentemente o seu trabalho tem sido mostrado em diversos espaços, dos quais se destacam: Arte em São Bento 2020, Lisboa; Galeria Diferença, Lisboa; Wadden Tide, Dinamarca; Parque da Devesa, Vila Nova de Famalicão; 289, Faro; Electricidade Estética, Caldas da Rainha, British Bar, Lisboa; Casa da Cerca, Almada; Armazém 22, Vila Nova de Gaia; Fundação D. Luís, Pisão Cascais; Anozero, Bienal de Coimbra; Giefarte/Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Galeria Trem, Faro, Whitechapel Gallery, Londres.
Links:
https://www.edgarmassularchive.org/
https://www.youtube.com/watch?v=RAGAWS1VZ5E
https://makingarthappen.com/2014/07/21/edgar-massul-other-free-works/
http://2015.anozero-bienaldecoimbra.pt/authors/350/
https://www.artlimited.net/1048492/art/image-shadow-2017/en/11779149
http://www.projectomap.com/artistas/edgar-massul/
Episódio gravado a 23.11.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Jorge Viegas, fundador da Galeria 3+1 em 2007. Exerce também consultoria nas áreas de gestão e tecnologias de informação. É desde Outubro 2020 presidente da Exhibitio - Associação Lusa de Galeristas.
James Steele, Director Artístico na Galeria 3+1 desde 2011. Exerceu funções em diversas galerias internacionais como Helva de Alvear (Madrid) 2007-2010 e GRANTPIRRIE (Sidney) entre 2003 e 2007.
Links:
http://www.3m1arte.com/
https://www.redcollectors.com/galeria-3mas1
https://oestadodaarte.com/tag/galeria-31/
Episódio gravado a 21.10.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Sobre o Sandbox:
As sandboxes [caixas de areia] são locais públicos onde as crianças podem jogar e experimentar. Assentes na ideia de liberdade criativa, estes locais têm também como premissa a autonomia de quem joga – as caixas de areia não apresentam por si só um jogo, mas um espaço onde o jogo pode existir. São por isso palcos onde a criatividade pode ser exercitada e exibida.
O termo sandbox foi entretanto apropriado pela linguagem informática segundo uma filosofia semelhante: torna-se um local virtual onde os programas podem ser testados sem receio de potenciais danos no sistema. O mesmo acontece com o subgénero de videojogos sandbox: espaços virtuais onde quem joga tem ao seu dispor um conjunto de ferramentas para criar situações e tomar decisões autónomas, escolhendo os seus próprios percursos, ações e aventuras.
O projeto educativo Sandbox pretende unir as caixas de areia físicas com as virtuais. Ao estabelecer um espaço de experimentação , procura pensar o processo de mediação e educação como um jogo autónomo em constante construção, propondo ferramentas para expandir as suas possibilidades em cada interação, exposição ou momento.
Em 2021 e 2022 o trabalho desenvolve-se fundamentalmente em parceria com duas instituições: Colégio Valsassina, do ensino básico ao secundário e IST – Faculdade de Arquitectura.
Joana Patrão
Nascida em 1992, Barcelos, artista plástica e educadora, vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2014 e em 2016 obteve o Mestrado em Pintura na mesma instituição, após um período de Erasmus na Aalto University em Helsínquia. Expõe regularmente desde 2013, destacando-se as exposições individuais mais recentes: A brisa do maremoto (2021) na Appleton [Box]; Céu de sal, sal da terra (2020), com curadoria de Luísa Santos no Lab Box, Art Curator Grid, Lisboa e a exposição online Becoming: meditations (2020), com curadoria de Maria Eduarda Duarte para o 4Cs - From Conflict to Conviviality through Creativity and Culture.
Paralelamente, dedica-se à educação e mediação artística. Entre 2016 e 2020, foi monitora da Universidade Júnior, um evento sazonal da Universidade do Porto, e em 2019 concebeu e orientou Unidades de Formação Contínua, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2020, integrou a equipa do Serviço Educativo da Fundação de Serralves e desde o início de 2021 que é responsável pelas visitas orientadas à galeria INL, no gnration, no âmbito do programa Circuito - o Serviço Educativo da Braga Media Arts, que integra a rede de cidades criativas da UNESCO.
Durante o ano de 2021, dedicou-se ao desenvolvimento de um novo projecto de Serviço Educativo - o Sandbox, em parceria com José Costa, para a Appleton - Associação Cultural.
José Costa
Nasceu em 1991, em Barcelos. Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde se licenciou em Artes Plásticas (2009-2014) e tirou o mestrado em Pintura (2014-2016).
Como artista desenvolve projetos multidisciplinares que incluem vídeo, pintura e instalação, assentes em narrativas especulativas de ficção científica. Expõe desde 2014 destacando-se as exposições: fora inverno, já era primavera (...) no Espaço Mira, Porto, 2020; a releitura do mundo no Espaço Mira, Porto, 2020; fora com dentro dentro na Mupi Gallery, Porto, 2017; , (vírgula) na Painel, Porto, 2016; E como estrelas/ duplas/ (...) (com Joana Gomes) na Casa do Vinho de Barcelos, 2016; CUBICULUM MIRABILIA (com Tiago Madaleno) no Museu Geológico de Lisboa, 2016; Complexion I no Laboratório das Artes, Guimarães, 2016.
Entre 2015-2016 integrou a equipa de curadoria do Projecto Galeria Painel com Catarina Real, Luís Ramos e Tiago Madaleno.
Como educador colabora com o Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde 2017. Faz parte da equipa do projecto Janelas Para o Mundo desde 2019, um projecto de workshops mensais nos Estabelecimentos Prisionais de Custóias e Santa Cruz do Bispo.
Desde 2021 que co coordena com Joana Patrão o projecto Educativo Sandbox na Appleton Associação Cultural.
Links:
https://appleton.pt/incubadora/?lang=pt-pt
https://cargocollective.com/joanapatrao
https://www.facebook.com/bienaldecoruche/videos/entrevista-a-joana-patr%C3%A3o/302342754051644/
https://www.gnration.pt/event/adriana-romero-e-joana-patrao-6/
https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=Is0w8EmUVZc
http://5md.belasartes.ulisboa.pt/2020/11/30/joana-patrao/
https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/post/the-fold-s-joana-patrao
https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/
https://www.viralagenda.com/pt/events/456165/em-montagem-com-jose-costa
http://www.artecapital.net/preview-199-artecapital-ciclo-de-conversas-i-em-montagem-i-jose-costa-19-jan-21h30-appleton-square
https://www.serralves.pt/institucional-serralves/18.09.01.02.05-sole-servicoeducativo-atividadesonline-atividadesartes-artistas-de-ganga/
https://www.maushabitos.com/events/170311-jose-costa-um-fora-com-um-dentro-dentro/
Episódio gravado a 15.10.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
A Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar de criação, fundado em 2011, com o intuito de criar espetáculos de teatro. Trabalhando em regime de colaboração criativa, a companhia desenvolveu quinze criações. O seu trabalho distingue-se pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original, assente na procura da não teatralidade e de novas linguagens criativas. Pretende-se um trabalho autoral, a procura da intertextualidade, a construção de "realidades" habitadas por actores (não por personagens). Trabalha com uma rede alargada de colaboradores e artistas associados.
Cecília Henriques
Tirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo/Chapitô, estudando com Ávila Costa, Jorge Silva Melo, Francisco Salgado, Bernardo Gama, entre outros. Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou os workshops Estágio II de Robert Castle (em 2009 e em 2011). Trabalhou regularmente com a Companhia de Teatro Artistas Unidos, entre 2006 e 2009, participando como atriz em vários espetáculos. Em teatro, trabalhou ainda com Franzisca Aarflot, Solveig Nordlund, John Romão, Vasco Araújo, André Godinho e André Teodósio. Trabalha regularmente com o coletivo Cão Solteiro como atriz e cocriadora em diversos espetáculos. Fundou, em 2011, a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como diretora e atriz. Em Cinema, trabalhou com Alberto Seixas Santos, Gonçalo Luz, Solveig Nordlund, André Pardal e Cácá Dieugues. Nos últimos anos tem também trabalhado em diversos projetos de televisão e em dobragens.
Raimundo Cosme
Licenciado em Teatro pela ESAD.CR no ano Lectivo 2008/09, frequenta atualmente o Doutoramento em Artes da Faculdade de Belas Artes (IPLisboa). É, desde 2009, colaborador da Companhias de Teatro Cão Solteiro, trabalhando regularmente como ator e cocriador. Em teatro trabalhou ainda com Rui Mendes, Diogo Dória, Carlota Lagido, André e. Teodósio, Vasco Araújo, André Godinho, Teatro do Vestido, José Eduardo Rocha, Marco Martins e José Carlos Plaza. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2011, 2012, 2014 e 2015 (através dos programas Língua e Cultura Portuguesas e Apoio à Criação). Em 2011 fundou a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico. Como encenador criou ainda o projeto infantil “Parece um Pássaro”, a convite do serviço educativo do Teatro Maria Matos e criou para o mesmo teatro o espectáculo “The Institute Of Global Solitude”, em colaboração com a companhia grega de teatro Blitz Theatre. Trabalhou em algumas produções de televisão. Em cinema trabalhou com André Godinho, Manuel Pureza, Luciano Sazo, Gonçalo Galvão Telles, Jorge Paixão da Costa, Bruno Gascon, Marguerite de Hillerin, Félix Dutilloy-Liégeois e Ben von Grafenstein.
Links:
http://plataforma285.com
http://plataforma285.com/10anosluz/
https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/
https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo
https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM
https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8
https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques
https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao
https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424
https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/
Episódio gravado a 02.11.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Teresa Heitor nasceu em Lisboa, em 1959. É professora catedrática do curso de Arquitectura do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.
Formou-se em Arquitectura em 1982, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, obteve o grau de Mestre em Desenho Urbano em 1984, pela Joint Centre for Urban Design, Oxford Brooks University; doutorou-se em Engenharia do Território em 1997, pelo Instituto Superior Técnico e obteve a sua agregação em Arquitectura em 2007, pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior Técnico.
Nos últimos 20 anos tem lecionado disciplinas de licenciatura, mestrado e pós-graduação em Arquitectura, no IST. Ao longo deste tempo foi também responsável pelos programas do Mestrado Integrado em Arquitectura e Doutoramento em Arquitectura, tendo orientado vários alunos de Doutoramento e dissertações de Mestrado. Tem sido nomeada para vários júris de Doutoramento e de Agregação nacionais e internacionais.
É especializada em análise espaço-funcional no contexto teórico e analítico conhecido como “sintaxe espacial”, estudando a relação entre o utilizador e ambiente construído. A sua investigação foca-se na relação entre espaço, forma e função e no desenvolvimento de modelos que permitam simular o impacto de novas exigências sociais, bem como ferramentas de análise no âmbito da análise pós-ocupação. A sua investigação actual, pretende compreender os aspectos sócio-espaciais associados aos espaços de aprendizagem em ambientes urbanos, i.e., de espaços onde ocorram modelos de aprendizagem estruturada e não estruturada, interacções sociais e re-actuação do conhecimento. É dada particular atenção à aprendizagem assistida por tecnologias e ambientes de investigação.
O seu interesse investigação foca-se também em modelos inovadores de aprendizagem aplicados a problemas reais e actuais sobre os quais tem publicado vários artigos.
No âmbito do programa Doutoral em Arquitectura coordena o modulo de Estudos Espaço-Funcionais, onde se examinam a interface entre o ambiente construído e os resultados sociais e o seu impacto do desenho urbano nos utilizadores e nos seus comportamentos em edifícios complexos como escolas, universidades e espaços de trabalho.
Está envolvida com o Directory of Education da OCDE, através do Centre for Effective Learning Environments (CELE), em diferentes actividades de investigação e consultoria no domínio do desempenho e qualidade dos edifícios escolares. Desde 2005, integra o Group of National Experts on Evaluation of Education Facilities (GNEEEF) e coordena o International Pilot Study no Evaluation of Quality in Educational Spaces (EQES) (2007-2010). Entre 2010 e 2012 foi delegada Portuguesa na OCDE-CELE.
Integra o comité científico do grupo Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial e presidiu o comité de organização do 11º Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial.
Além da sua actividade como docente e investigadora é regularmente convidada para promoção de conhecimento junto dos agentes políticos e público em geral.
Desenvolve com regularidade avaliações estratégicas de ensino superior e avaliação de pares em comissões e conselhos científicos nacionais e europeus.
Links:
http://www.civil.ist.utl.pt/~teresa/
https://lisboa.academia.edu/heitor
https://www.90segundosdeciencia.pt/episodes/ep-224-teresa-heitor/
https://www.cienciaviva.pt/mulheresnaciencia/home/index.asp?id=391
https://pt.unesco.org/sites/default/files/2020_art-week-technote_por_final.pdf
Episódio gravado a 13.10.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Nasceu em Lisboa no ano de 1953, cidade onde vive e trabalha.
Iniciou os estudos em engenharia civil, transferindo-se em 1976 para a Escola de Belas Artes de Lisboa. Posteriormente frequentou o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes. Enquanto aluno na Faculdade de Belas Artes, trabalhou como fotógrafo profissional, tendo-se dedicado mais intensamente à pintura a partir de 1985. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar.Co. em Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura. Começou a participar em exposições ainda nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.
No contexto nacional, Pedro Calapez é um dos nomes mais reconhecidos, tendo surgido na chamada década do «regresso à pintura», os anos 80, junto com os artistas Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Rui Sanches, Rosa Carvalho e Ana Léon.
Desde 2019 que é membro da Direcção da SPA, Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa; Em 2012 recebeu o Grau de Comendador da Ordem do Infante D.Henrique.
O seu trabalho tem sido alvo de mostras em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais na Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); no Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); no CAM- Fundação C. Gulbenkian, Lisboa (2004); no CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela. Destaca-se ainda a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991). Encontra-se representado em importantes coleccções nacionais e internacionais Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Chase Manhattan Bank N.A, Nova Iorque; Coleção António Cachola, Elvas; European Investment Bank, Luxemburgo; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fundació Pilar i Joan Miró, Maiorca; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP, Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; MEIAC- Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte ReinaSofia, Madrid; Museu de Serralves, Porto e outras coleções públicas e privadas.
Dos diversos prémios ganhos destacam-se: Em 2005 – o “Premio Nacional de Arte Gráfico”, pela Calcografia Nacional da Real Academia de Bellas Artes, Madrid e ganhou o “Prémio AICA” (Associação Internacional de Críticos de Arte -secção portuguesa). Em 2001 – “Prémio de Pintura EDP”, em Lisboa. 1999 – “Premi Ciutat de Palma de Pintura”, Palma de Mallorca. 1998 – “Prémio “El Brocense”, Deputación Provincial de Cáceres. 1994 – “Prémio de Desenho”, Fundació Pilar i Joan Miró em Mallorca. E em 1990 a primeira edição do “Prémio União Latina”, Lisboa. 1987 – “Pémio Amadeo de Sousa Cardoso”, Museu de Serralves, Porto. 1986 – “Arte dos Anos Oitenta”, V Bienal de V.N.de Cerveira. 1984 – “Lagos 84”, Lagos.
Links:
https://www.calapez.com/
https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez
http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195
http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/
https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809
https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742
https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/
https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapez
Episódio gravado a 21.09.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
João Cristóvão Leitão é licenciado em Teatro – Dramaturgia (ESTC), mestre em Arte Multimédia – Audiovisuais (FBAUL) e pós-graduado em Curadoria de Arte (FCSH). Actualmente, é doutorando na FBAUL.
Enquanto criador, funda o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e colabora, desde 2012, com o colectivo SillySeason. Desenvolve projectos instalativos e de vídeo arte, os quais foram exibidos a nível internacional (Áustria, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Peru, Portugal e Sérvia) e premiados (Menção Especial VIDEOFORMES; Prémio do Público – FUSO: Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa; Prémio do Júri/Aquisição FUSO – Fundação EDP; Prémio Jovem Realizador – Fundação INATEL; Grande Prémio LOOPS.LISBOA/TDI/Museu Nacional de Arte Contemporânea). É representado pela plataforma Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo. Colabora com: Rabbit Hole (2014), Magma Collective (2014), Marta Ribeiro/VIDEOLOTION (2015-2017), Elmano Sancho (2015), Ana Jezabel e António Torres (2017), Daniel Gorjão/Teatro do Vão (2017), João Pedro Fonseca (2017), Rodrigo Pereira (2018), Diego Bragà (2020) e Rodrigo Teixeira (2021).
É professor assistente convidado de Interpretação IV (oficina: Media) da licenciatura em Teatro (Actores) da ESTC (2014-215), orientador de um workshop sobre live-image (FBAUL, 2016), professor da disciplina de Gestão das Artes na Escola Artística António Arroio (2016-2018) e, desde 2019, professor assistente convidado de Técnicas de Palco I (seminário: Vídeo em Contextos Performativos) da licenciatura em Teatro (Produção) da ESTC.
Links:
https://joaocristovaoleitao.com/
https://gerador.eu/joao-cristovao-leitao-a-nossa-memoria-e-muito-falaciosa/
https://culturadeborla.blogs.sapo.pt/video-instalacao-em-busca-de-7791524
https://www.tempsdimages-portugal.com/2015/loops/loops.html
http://sillyseason.pt/testamento-em-tres-atos
https://proyector.info/profile/joao-cristovao-leitao-o-retrato-de-ulisses/
https://fusovideoarte.com/2018wp/en/profile/joao-cristovao-leitao-en/
Episódio gravado a 27.09.2021
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HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Daniel Blaufuks utiliza no seu trabalho a fotografia e o vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Os seus temas de predilecção são a ligação entre o tempo e o espaço e a representação da memória privada e pública. O artista apresentou o seu trabalho em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Itália, México, EUA e Brasil. Está representado em diversas colecções como a Byrd Hoffman Foundation, Nova Iorque, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Novo Banco Photo, Lisboa, MEIAC, Badajoz, Berardo Collection, Lisboa, Palazzo delle Papesse, Siena, Sagamore Art, Miami, The Progressive Collection, Ohio. Entre vários prémios recebidos, o artistas foi nomeado para o Deutsche Börse Photography Prize (2007, 2015), finalista para o Prémio Pilar Citoller Award, 2007 e o European Photography Award, 1996. Em 2007 ganhou o BES Photo Award, em 1990 o Kodak National Award e em 2016 o prémio AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte.
Links:
https://www.danielblaufuks.com/
http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks
https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/
https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html
https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/
https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13
https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/
https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks
https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/
https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954
https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30
https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU
Episódio gravado a 06.07.2021
http://www.appleton.pt
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Câmara Municipal de Lisboa
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