Appleton Podcast

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By Appleton Associação CulturalArtsPerforming ArtsVisual Arts
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Appleton Podcast episodes

  • Episódio 29 - "After Life" - Conversa com Diana Policarpo e João Timóteo

    Diana Policarpo (n. 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres. É artista visual e compositora atualmente a desenvolver a sua actividade artística entre as artes visuais e a música electroacústica, incluindo som, desenho, vídeo e escultura. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e relações interespécie justapondo a estruturação rítmica do som como um material tátil dentro da construção social da ideologia esotérica. 

    Exposições e performances recentes incluem Kunsthall Trondheim (NO), Galeria Municipal do Porto (PT), MAAT (PT), CAV - Centro de Artes Visuais (PT), Kunsthall Oslo (NO), Kunstverein Leipzig (DE), Whitechapel Gallery (UK) e LUX Moving Image (UK).

    Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019.

    --

    João Timóteo nasceu em Lisboa em 1992. Licenciou-se em Design Industrial na ESAD.CR e concluiu o curso de intervenção em película 16mm no ANIM (Arquivo Nacional de Imagem em Movimento). Faz parte do coletivo artístico POGO.

    Colaborou como responsável técnico e editor vídeo em inúmeras exposições artísticas.

    O percurso de João Timóteo é predominado pela exploração de meios digitais (vídeo, animação digital, live-streaming etc.), numa prática equidistante entre o cinema, a pintura e mesmo a literatura, assumindo nenhuma, antes a sua singularidade híbrida.

    Tem apresentado o seu trabalho ao público com alguma regularidade, em instalações e performances onde os meios e suportes utilizados, sobretudo digitais, são submetidos a processos idiossincráticos e de carácter intimo.


    Links:

    https://dianapolicarpo.blogspot.com/


    https://www.lehmannsilva.com/artist/diana-policarpo/


    https://www.youtube.com/watch?v=mTdgSFdjXXY


    https://www.publico.pt/2021/01/12/culturaipsilon/noticia/diana-policarpo-percurso-feminista-psicadelico-saude-inclusiva-1945878


    https://www.fundacaoedp.pt/en/news/diana-policarpo-winner-edp-foundations-new-artists-award


    https://www.instagram.com/joao__timoteo/


    http://www.pogo.pt/


    Episódio gravado dia 01 de Junho 2021


    http://www.appleton.pt


    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral


    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes


    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa


    21 min
  • Episódio 28 - "Pai Appleton" - Conversa entre Susana Mendes Silva, João Appleton e Vera Appleton

    A artista plástica Susana Mendes Silva foi desafiada para organizar e moderar uma conversa entre o João e a Vera Appleton, pai e filha.

    A conversa é sobre a Appleton Associação Cultural e sobre a relação do João Appleton com este projecto desde a criação da Appleton Square em 2007, altura em que chegou a ser sócio, até aos dias de hoje.


    Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora. O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.


    João Appleton é licenciado em Engenharia Civil pelo IST. Investigador Coordenador em reabilitação de edifícios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e foi Conselheiro do Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes de 1997 a Dezembro de 2007. Foi Professor catedrático convidado da Universidade Católica Portuguesa entre 2007 e 2013 e Professor convidado da Universidade de Évora de 1994 a 2005. É sócio fundador do A2P - Estudos e Projectos desde 1990.


    Vera Appleton é licenciada em Comunicação e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social do IPL, pós graduada em Marketing Management pelo ISEG. Mestre em Arte Contemporânea na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa na qual é docente convidada desde 2015. Em 2007 dá início ao projecto Appleton Square como sócia fundadora, que em 2018 muda o estatuto jurídico para associação sem fins lucrativos. A partir desse ano é directora executiva da Appleton Associação Cultural. Presta serviços de consultoria e aconselhamento nas áreas da programação artística.


    Episódio gravado dia 12 de Maio 2021


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    República Portuguesa - Cultura / DGArtes


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    Câmara Municipal de Lisboa

    1 hr 7 min
  • Episódio 27 - "Pesponto" - Conversa com Von Calhau!

    Von Calhau! é o nome de uma dupla de artistas, Marta Baptista e João Alves, que se conheceu em 2006 num workshop que envolvia “curto-circuito electronico. Von Calhau! tem desenvolvido, nos últimos quinzes anos, um fecundo trabalho de colaboração nas áreas da música e das artes visuais, com múltiplas ramificações e cruzamentos vários, que se vai manifestando em concertos e performances, na edição de discos, na realização de filmes e vídeos, numa profusa produção de desenhos e obra gráfica, ou em publicações. Com recurso a esses diferentes meios, e explorando constantemente a miscigenação de referências e elementos das mais diferentes extrações, os Von Calhau! têm vindo a construir um imaginário e uma cosmogonia muito próprios, esotéricos e escatológicos, a partir dos quais interrogam a sua e a nossa condição no mundo.

    Em 2010 fundaram a Oficina Arara, no Porto, com outros artistas.

    O seu percurso desde então inclui projectos performativos e expositivos: Galeria ZDB, Atelier MTK (Grenoble), Instituto Araújo Porto/Fundação de Serralves, 10ª edição do Prémio União Latina, MUSAC (León) ou Mackintosh Museum (Glasgow) e participaram em diversos festivais, tais como Netmage (Bolonha), Kraak (Bruxelas) ou Les Urbaines (Lausanne). Integraram a exposição “12 Contemporâneos: Estados Presentes” da Fundação de Serralves, com curadoria de Suzanne Cotter e Bruno Marchand. Em 2015 apresentaram “oximoroboro”, exposição individual na Culturgest, com curadoria de Miguel Wandschneider. Em dezembro de 2015 apresentaram uma performance no Palais Tokyo (Paris), no quadro da exposição de artistas portugueses Au sud d’aujourd’hui. Art contemporain portugais [sans le Portugal] com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, em 2020 apresentam a individual Unharias Ratóricas no MAAT com curadoria de DOXAMITRAX (um pseudónimo adoptado pelos artistas), e no CAV a exposição “Gaz Giz e Zig Zag”, com curadoria de Ana Anacleto.(esta parte não se lê na gravação mas vai para a descrição). Fizeram a residência Unlimited em Nova Iorque pelo prémio Atelier Julio Pomar.


    Links:


    http://www.einsteinvoncalhau.com/


    https://www.maat.pt/en/exhibition/von-calhau-nailed-rathorics


    https://contemporanea.pt/edicoes/02-2018/entrevista-von-calhau


    http://www.bocabienal.org/en/von-calhau/


    https://www.youtube.com/watch?v=cT3DZC6wmEU


    https://www.youtube.com/watch?v=kzQQCFFqDXw


    https://www.youtube.com/watch?v=-r4JpwOLrG8


    https://www.youtube.com/watch?v=dCGtyZQOI5o


    Episódio gravado dia 30 de Abril 2021


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    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

    50 min
  • Episódio 26 - "Ernesto de Sousa, 100 anos, 18 abril 2021" - Conversa com Isabel Alves e David Maranha

    Ernesto de Sousa (Lisboa, 1921–1988) foi uma das figuras mais complexas e activas do seu tempo, um prolífico artista multidisciplinar e um ávido promotor de sinergias entre gerações de artistas da primeira e da segunda metade do século XX. Defensor de uma expressão artística experimental e livre, dedicou-se ao estudo, divulgação e prática das artes, como à curadoria, crítica e ensaística, à fotografia, ao cinema e ao teatro.

    Na década de sessenta, entrou em contacto com o movimento Fluxus e as neo-vanguardas europeias, travando amizade com Robert Filliou e Wolf Vostell. Este contacto foi uma influência determinante para a reformulação da arte como "obra aberta", experimental e participativa, são disto exemplos o exercício teatral Nós Não Estamos Algures (1969), o filme expandido Almada, Um Nome de Guerra (1969-1972) e o mixed-media Luíz Vaz 73, obras colaborativas da sua autoria.

    Durante esta década, e até aos anos oitenta, organizou cursos, conferências e exposições sobre filme experimental, vídeo-arte, performance e happening, promovendo pontos de contacto entre as neo-vanguardas internacionais e o contexto português.

    Ao propor a celebração do Aniversário da Arte de Robert Filliou (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, 1974), Ernesto de Sousa antecipou a Revolução dos Cravos e contrariou a posição periférica de Portugal na Europa. A exposição "Alternativa Zero" (Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa, 1977) sintetiza o seu projecto de criação de uma vanguarda portuguesa em diálogo estético e ideológico com as suas congéneres internacionais.

    Publicou, desde a década de quarenta, intensamente em revistas e jornais, sendo a sua crítica instrumental para a divulgar em Portugal práticas artísticas experimentais. O seu forte envolvimento no movimento cineclubista, do qual foi fundador em Portugal, foi um contributo para a eclosão do "Novo Cinema" anunciado pela sua única longa-metragem Dom Roberto (1962), distinguida com dois prémios no Festival da Cannes em 1963. Importa ainda referir o estudo que desenvolveu acerca da arte popular portuguesa e a sua teorização no âmbito da arte contemporânea bem como a revisão da obra de Almada Negreiros, o "ingénuo voluntário" cuja obra anticipava as ideias que Ernesto defendia.

    Foi comissário da representação portuguesa na Bienal de Veneza em 1980, 1982 e 1984.

    Foram-lhe dedicadas as exposições retrospectivas Itinerários, em 1987, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura (comissariada por José Luís Porfírio, Leonel Moura e Fernando Pernes) e Revolution My Body, em 1998, na Fundação Calouste Gulbenkian (comissariada por Helena de Freitas e Miguel Wandschneider).

    A Fundação de Serralves apresentou, em 1997, uma reposição da "Alternativa Zero" na celebração dos vinte anos desta exposição e, em 2012, uma reinterpretação dos mixed-media Almada, Um Nome de Guerra e Nós Não Estamos Algures.

    O Centro Internacional de Artes José de Guimarães organizou, em 2014, a exposição "Ernesto de Sousa e a Arte Popular – Em torno da exposição 'Barristas e Imaginários'".

    Criada em 1992 a Bolsa Ernesto de Sousa apoiou, até 2013, vinte jovens artistas na realização de projectos intermedia durante um estágio na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque.


    Links:


    https://www.ernestodesousa.com/biografia


    https://www.dn.pt/artes/o-ernesto-ainda-nao-e-aceite-de-forma-aberta-8791041.html


    http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/133/artists


    e-cultura.pt/evento/20837


    https://www.sabado.pt/gps/arte/detalhe/ernesto-de-sousa-um-artista-revolucionario


    https://www.publico.pt/2021/04/08/culturaipsilon/noticia/ernesto-sousa-energia-accao-pensamento-nao-desapareceu-1957615


    https://www.rtp.pt/play/p2813/e537957/dominio-publico-rubrica


    https://www.rimasebatidas.pt/pedro-sousa-e-rafael-toral-actuam-na-appleton-associacao-cultural-em-abril/


    Episódio gravado dia 18 de Abril 2021


    http://www.appleton.pt


    Mecenas Appleton: HCI / Colecção

    Maria e Armando Cabral


    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura

    dgArtes

    49 min
  • Episódio 25 - "Appleton Recess" - Conversa com Ana Anacleto e Bruno Marchand

    Bruno Marchand (Évora, 1978) é Mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado

    8 – Arte Contemporânea, entre 2017 e 2019 integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois e é, desde Fevereiro de 2020, programador de Artes Visuais na Culturgest.


    Ana Anacleto (Lisboa, 1975). Bolseira na HdK (Berlin – 1999). Licenciada em Escultura (2000) e pós-graduada em Estudos Curatoriais (2005) na FBAUL. Doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Univ. Coimbra (2020).

    Técnica especializada em Arte Contemporânea no IAC/ MC (2001-2003); assistente e coordenadora do estúdio de Julião Sarmento (2003-2015); curadora e coordenadora curatorial no MAAT (2015-2018).

    Desde 2003 tem trabalhado como curadora independente, desenvolvido projectos curatoriais, expositivos e editoriais com várias instituições, museus, centros de arte, espaços independentes e galerias em Portugal e no estrangeiro. Publicou ensaios, textos e artigos; realizou comunicações públicas em conferências, seminários e eventos académicos; realizou visitas guiadas temáticas em colaboração com várias instituições museológicas; foi membro de júris de premiação e selecção para Prémios, Bolsas de Estudo e Residências Artísticas; e realizou diversas conversas públicas com artistas no âmbito de projectos expositivos. Desde 2020 lecciona “Práticas de Curadoria” na Pós-graduação em Curadoria, na FCSH – Universidade Nova de Lisboa.


    Links


    https://www.facebook.com/Appleton-Recess-242577252810/


    http://lazer.publico.pt/exposicoes/310178_appleton-recess-3


    https://www.publico.pt/2012/09/23/jornal/dialogo-de-geracoes-na-appleton-25248546


    https://artecapital.net/recomendacoes.php?ref=369


    https://makingarthappen.com/2012/09/21/appleton-recess-3/


    http://www.missdove.org/2012/10/appleton-recess-3-at-appleton-square.html


    https://www.youtube.com/watch?v=uxEhlU0vNMs


    https://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/posts


    https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/


    https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeiro


    https://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017


    https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/


    https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930


    https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autor


    https://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.html


    http://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/


    https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdf


    https://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733


    https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/



    Episódio gravado dia 13 de Novembro 2020


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    Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura

    46 min
  • Episódio 24 - "Life goes on" - Conversa com Albano da Silva Pereira

    Albano Silva Pereira

    (biografia retirada de uma entrevista com Anabela Mota Ribeiro)

    Albano, o excêntrico, é o coração dos Encontros de Fotografia de Coimbra. É o director do CAV, Centro de Artes Visuais, instalado no Pátio da Inquisição em Coimbra. É fotógrafo e viajante apaixonado. Planta orquídeas, conhece todos os bons vinhos, fascina-se com o vagar da existência Dogon (uma tribo do Mali que visita amiúde). Na casa onde vive respira entre obras de arte africanas, cadeiras de Charles Eames, fotografias dos maiores vultos da cena mundial. Guia com perícia extrema entre Lisboa e Coimbra. A sua proveniência é o cinema, onde foi assistente de Manoel de Oliveira e António-Pedro Vasconcelos. É razoavelmente louco e tem um tom desconcertante. É um agente cultural como poucos num país pouco dado ao fazer. É o pai do Sebastião.


    Links


    https://sol.sapo.pt/artigo/705475/coimbra-capital-da-fotografia


    https://arquivos.rtp.pt/conteudos/exposicao-de-fotografia-de-albano-silva-pereira/


    https://www.mixcloud.com/CulturaRUC/conversa-com-albano-da-silva-pereira-22-12/


    https://www.photodocumenta.pt/albanosilvapereira-lifegoeson/


    https://divisare.com/projects/379310-jorge-teixeira-dias-daniel-malhao-besphoto-2013-albano-da-silva-pereira


    https://anabelamotaribeiro.pt/albano-silva-pereira-178544


    http://capc.com.pt/site/index.php/pt/albano-silva-pereira-2/


    https://hojemacau.com.mo/2019/09/24/albano-silva-pereira-fotografo-curador-e-director-do-centro-de-artes-visuais/



    Episódio gravado dia 24 de Setembro 2020


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    Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura



    

    43 min
  • Episódio 23 - "Falésia" - Conversa com Sara Antónia Matos e António Bolota

    António Bolota

    Benguela, Angola, 1962. Vive e trabalha em Lisboa.

    António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.

    Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Travessa da Ermida, Lisboa (2020), Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019), Galeria Quadrum, Lisboa (2019), Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010). 

    Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Black Box: Potlatch, curadoria de Julião Sarmento, Museu do Caramulo, Portugal (2019), Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.

    É representado pela Galeria Vera Cortês em Lisboa


    Sara Antónia Matos

    Nasceu em Lisboa (1978), cidade onde vive e trabalha. 

    Directora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direcção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde Janeiro de 2017 a Março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela concepção e projecto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projecto artístico e executivo, um serviço educativo e um projecto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projecto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitectónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projecto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das actividades e exposições.

    Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projecto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa.

    É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade.

    É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da colecção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.


    Links


    https://antoniobolota.com/


    https://www.veracortes.com/artists/antonio-bolota/works


    http://www.missdove.org/2016/05/antonio-bolota-at-appleton-square.html


    https://www.sabado.pt/gps/detalhe/um-poema-ao-espaco-branco-na-galeria-appleton-square


    https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-bolota-assentamento


    https://www.photodocumenta.pt/antoniobolota-marcopires/


    https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/sara-antonia-matos/


    https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/html/textos/textos/pdfs/Entrevista_JoseMarmeleira_a_SAM.pdf


    https://observador.pt/2018/05/23/sara-antonia-matos-julio-pomar-olhava-para-a-frente-e-nunca-para-o-passado/


    https://www.youtube.com/watch?v=s2SFd9zIi1A


    https://www.facebook.com/watch/?v=631993464094004


    https://www.youtube.com/watch?v=f1WiObVFHrs



    Episódio gravado dia 09 de Dezembro 2020


    http://www.appleton.pt


    Mecenas Appleton: HCI / Colecção

    Maria e Armando Cabral


    Com o apoio da Câmara Municipal de

    Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura

    1 hr 1 min
  • Episódio 22 - "A Banda" - Conversa com Teresa Santos, Pedro Tropa e João Pimenta Gomes

    Pedro Tropa, Santarém, 1973. Vive e trabalha em Lisboa.

    Pedro Tropa é artista e fotógrafo. Fez a sua formação em Desenho e Fotografia no Ar.Co e foi bolseiro da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento na School of The Art Institute of Chicago, EUA. Há cerca de uma década que o seu trabalho em fotografia, desenho, texto, som está fortemente ligado à sua prática enquanto montanhista. Pertence desde 2009 ao grupo de artistas da Galeria Quadrado Azul.

    É professor desde 2007 e actualmente é o responsável do departamento de Fotografia do Ar.Co - Centro de Arte de Comunicação Visual. Desde 2019 tem vindo a colaborar com João Pimenta Gomes e Teresa Santos num projecto colectivo criando um trabalho de ligação entre as artes sonoras e as artes visuais.


    Teresa Santos nasceu e vive em Lisboa. Fez a sua formação em Fotografia no Arco, completando o Curso Avançado em 1994, continuando os seus estudos no Royal College of Art, Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi bolseira da Fundação Oriente para projectos de pesquisa e fotografia nos anos de 1997, 1998 e 2004.

    Entre 2000 e 2005 lecionou na ESAD workshops de fotografia. Em 2003/2004 em colaboração com Tânia Nunes e Pedro Tropa, orienta um projecto educativo financiado pela C.M Cascais/ADEC. Em 2011/2012 desenha e coordena um projecto educativo a convite da Culturgest para as exposições itinerantes das obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos.

    De 2013 a 2017 é Coordenadora do Serviço Educativo do Atelier-Museu Júlio Pomar. 

    Trabalha como fotógrafa para Artes Plásticas desde 2000, na documentação de obras e exposições, colaborando com artistas, galerias de arte e museus.


    João Pimenta Gomes vive e trabalha em Lisboa.

    Desenvolve o seu trabalho em torno da música e do som através de sintetizadores modulares. Frequentou o curso de Desenho e Fotografia no ArCo.

    Trabalha há muitos anos como músico e produtor na mesma área.


    Sonorização, por ordem de entrada:

    Excerto de “Obelisco para as Estrelas”, Pedro Tropa 2020

    “Insectos, Árvores, Animais Marinhos e Flores”, Pedro Tropa e Teresa Santos 2020 (lido por Teresa Santos, Vera Appleton, João Pimenta Gomes e Pedro Tropa)

    Excerto de “Micro Ressonâncias”, João Pimenta Gomes 2020


    Links


    https://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/


    https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/


    http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/


    http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124


    https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.html


    http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatro


    https://vimeo.com/20658812


    https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748


    https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUs


    https://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/


    Episódio gravado dia 30 de Novembro 2020


    http://www.appleton.pt


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    Com o apoio da Câmara Municipal de

    Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura

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  • Episódio 21 - "2002" - Conversa com Rita Gaspar Vieira e Nuno Sousa Vieira

    Rita Gaspar Vieira (Leiria, 1976) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa.

    Operando no campo do desenho e da tridimensionalidade, a obra de Rita Gaspar Vieira tem vindo a problematizar relações entre a memória privada e a comum coletiva de lugares habitados, destacando a relação entre as práticas quotidianas e os procedimentos artísticos que essas práticas constituem no seu trabalho, ao considerar a diferença criativa alcançada face à espectativa com que estas ações são desempenhadas. No conjunto dessas práticas o uso da água é determinante. Além disso, na sua práxis, é recorrente a produção de papel de algodão artesanal, que se constitui como génese do desenho e das suas instalações.

    Rita Gaspar Vieira estudou Artes Visuais na F.B.A.U.L. (Lisboa), onde também fez o Mestrado em Teorias da Arte e o Doutoramento em Belas Artes – Desenho. É artista visual, investigadora e docente no I.P.T, em Tomar e no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.

     

    Nuno Sousa Vieira (Leiria, 1971) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Doutorado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, com a tese intitulada: O Ateliê – Do Mundo Para o Lugar. Sala de Exposição (1971/2015). Nuno Sousa Vieira tem vindo a desenvolver uma extensa prática em torno do espaço do seu ateliê, antiga fábrica de Plásticos SIMALA. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho. Nuno Souva Vieira é docente no Instituto Politécnico Tomar e na Universidade de Belas Artes, Lisboa

     

    Links:


    http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/

     

    http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira

     

    https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1

     

    https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/

     

    https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/

     

    http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt

     

     

    http://www.nunosousavieira.com/

     

    http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&expoinfo=87&imagens

     

     

    http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira

     

    http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx

     

    https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/

     

    https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda

     

    https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419

     

    http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/

     

    Episódio gravado dia 22 Outubro 2020


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  • Episódio 20 - "Lago" - Conversa com Luísa Salvador e Catarina Vasconcelos

    Luísa Salvador (Lisboa, 1988) é artista visual e investigadora. É doutoranda em História da Arte Contemporânea na FCSH-UNL, tendo sido bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2015-2019). Tem Mestrado em História da Arte Contemporânea da FCSH-UNL (2012) e Licenciatura em Escultura da FBAUL (2009). Expõe regularmente desde 2012, destacando-se: Fool's Gold (Exposição individual, Museu Geológico, Lisboa, 2018), Eco (Da Ideia à Obra) (Galeria Liminare, Lisboa, 2018), Endless Space (Galeria Vertical, Porto, 2017), C-02 (Galeria Foco, Lisboa, 2017), Overlayerd (Sá da Costa, Lisboa, 2016), Sandbox (Exposição individual, Pavilhão Kairos, Lisboa, 2014). Participa actualmente no programa de residências artísticas do festival Walk&Talk em São Miguel (2018-2021) e fez uma residência de investigação no Carpe Diem Arte e Pesquisa (2016-2017). Foi vencedora do Prémio Jovens Criadores 2018 na categoria de Artes Plásticas. A par da sua prática artística desenvolve também uma actividade escrita, entre textos teóricos e crónicas. Sob o pseudónimo Luísa Montanha e Vale, fundou em 2018 a publicação trimestral Almanaque - Reportório de Arte e Esoterismo da qual é editora. Vive e trabalha em Lisboa.



    Catarina Vasconcelos nasceu em Lisboa em 1986. Licenciou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, após a qual faz uma pós-graduação em Antropologia Visual no ISCTE-IUL. Fez o mestrado no Royal College of Art, Londres, Reino Unido, onde o seu projecto final foi a sua primeira curta metragem “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” (2014) . O filme teve a sua estreia no festival Cinema du Réel, em Paris, onde lhe foi atribuído o prémio de melhor curta metragem. “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” esteve em vários festivais, entre os quais RIDM - Montreal InternationalDocumentary Festival (Best international mediumlength award), DokLeipzig, Moscow InternationalFilm Festival e Doclisboa. A sua primeira longa documental, “A Metamorfose dos Pássaros” teve a sua estreia mundial na nova secção competitiva, Encounters, da 70ª Berlinale, em Fevereiro de 2020 onde ganhou o prémio FIPRESCI da Federação Internacional de Críticos de Cinema. Após a sua estreia o filme tem vindo a integrar as secções competitivas de vários festivais e recebeu, entre outros, o prémio para melhor filme da seccção Zabaltegi-Tabakalera no Festival de Cinema de San Sebastian-Donostia ou o prémio para melhor filme no Kino pavasaris, Lituânia. Neste momento Catarina Vasconcelos prepara a sua primeira longa metragem de ficção, “Pintura Inacabada”.



    Links:


    https://luisasalvador.com/


    https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadores


    https://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020


    https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/

    https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/


    https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/


    https://vimeo.com/394164139



    https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935


    https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/


    https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/


    https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/


    Episódio gravado dia 17.11.2020


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    1 hr 31 min

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No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

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