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Or


Elsa Garcia
Nascida em 1976, é jornalista desde 1994. Ao longo dos anos tem feito vários cursos de jornalismo, bem como vários cursos de arte contemporânea, entre os quais “Temas da História da Arte do Século XX” (Fundação Serralves), workshop de Curadoria na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, “Estética”(Ar.Co) e “História da Fotografia” na mesma Instituição. Mais recentemente terminou uma Pós-Graduação em Curadoria na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa.
É membro fundador e diretora da revista Umbigo, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais, entre eles a exposição Entre Limite e a Audácia de Miguel Palma na galeria Fábulas, The Difference de Andrea Splisgar no Palácio de Santa Catarina e a exposição Pieces and Parts na Plataforma Revólver, Lisboa.
Foi júri e curadora da Exposição de Joalharia Contemporânea On the Other Hand, comemorativa do 5º aniversário da PIN (Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea), na Galeria Reverso (Lisboa), Galeria Adorna Corações (Porto) e no Simpósio Gray Area na Galeria Medellein (Cidade do México).
Também para a revista Umbigo realizou a edição do livro Coordenadas do Corpo na Arte
Contemporânea, uma coleção que reúne um ensaio de Bárbara Coutinho e diversos trabalhos artísticos, muitos deles desenvolvidos propositadamente para o livro, num conjunto de trabalhos que representam uma pequena amostra das preocupações filosóficas e estéticas de um grupo de artistas.
Mais recentemente e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede social para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).
Links
https://umbigomagazine.com/en/
https://www.umbigolab.com/en/
https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinarias
https://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/
https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952
http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocv
https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/
Episódio gravado dia 28.10.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
A Balaclava Noir nasceu para trabalhar com a arte e com os artistas.
A partir de uma fusão entre o bazar do Vídeo, fundado em 1985 e dedicado ao comércio de material audiovisual e a OPTEC (Sociedade Optica Técnica), nasce para expandir o ramo de actuação para a produção cinematográfica, aluguer de equipamento, formação, produção de eventos.
A Balaclava Noir conta com uma equipa especializada, dinâmica e sensível às necessidades do artista e aos requisitos técnicos de uma peça ou instalação, liderada por um director técnico extremamente dedicado, com formação técnica e artística.
Tem desenvolvido trabalho com artistas nacionais quer na montagem das suas peças, bem como no desenvolvimento dos seus projectos expositivos, tais como Pedro Costa, Vasco Araújo, Julião Sarmento, Musa Paradisiaca, Pedro Barateiro, Ângela Ferreira ou Filipa César, bem como artistas internacionais como Stan Douglas, Gary Hill, John Akomfrah, Bill Fontana, Chantal Akerman, Nan Goldin, Hito Steyerl, Nam June Paik, Apichatpong Weerasethakul entre outros.
A Balaclava Noir trabalha frequentemente com instituições de referência nacionais e internacionais como o Museu Coleção Berardo, MAAT, Fundação Calouste Gulbenkian ou a Fundação Serralves, MNAC, Bienal de Arquitetura de Veneza, Bienal de Arte Contemporânea de Veneza, Bienal de Arte de São Paulo e MUDAM do Luxemburgo, tal como projectos independentes com a Dig Dig, Plataforma Revolver ou os Pogo.
A Balaclava Noir procura que o seu trabalho seja cada dia mais multidisciplinar e multifacetado de forma a que possa estar presente e acompanhar todas as fases de cada projecto.
Links
http://www.balaclavanoir.pt/
https://christiedigitallatam.com/pt/projetores-a-laser-christie-no-museu-de-arte-popular-em-lisboa/
Episódio gravado dia 09.10.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
Jorge Queiroz (1966) vive e trabalha em Lisboa.
O universo pós-simbólico de Jorge Queiroz atravessa o desenho e a pintura num diálogo diacrónico em que ambas as práticas artísticas se contaminam e influenciam mutuamente.
Os seus cenários autoficcionados não são habitados por qualquer organização ou hierarquia, subvertendo a relação figura-fundo ou interior-exterior num imaginário íntimo e pessoal. É uma constante na sua obra a ausência de uma linguística e de uma linearidade narrativa. Queiroz tem vindo a desenvolver ao longo da sua prática um universo próprio, enigmático, extravagante e até mesmo um tanto alquímico.
Frequentou o Ar.Co, o Royal College of Arts em Londres e ingressou em 1997 na School of Visual Arts em Nova Iorque, tendo aí residido nos seis anos seguintes. Em 2004, estabeleceu-se em Berlim.
Importa destacar a sua presença nas Bienais de Veneza em 2003 e São Paulo em 2004 (a convite dos comissários Francesco Bonami e Alfons Hug, respectivamente). Em 2006 participou na 4ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (Alemanha) e em 2016 na Bienal de Rennes (França).
Expôs em instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), o MUDAM (Musée d’Art Moderne-Duc Jean, Luxemburgo), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FRAC Île-de-France Le Plateau (Paris, França), o Museu Walhof (Bielefeld, Alemanha), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Museum Boijmans Van Beuningen (Roterdão, Países Baixos), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), o Pavilhão Branco do Museu de Lisboa e a Galeria Zé dos Bois (Lisboa).
Queiroz tem uma vasta presença em coleções particulares e institucionais, tais como o MoMA (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA), Centre Georges Pompidou (Paris, França), a Coleção MAAT/EDP (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa), o SFMOMA (Museu de Arte Moderna de São Francisco, São Francisco, EUA), a Fundação de Serralves (Porto), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FNAC (Fonds National d’Art Cotemporain, Paris, França), a FLAD (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento), a Coleção Caixa-Geral de Depósitos, o Deutsche Bank (Alemanha), a Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Carré d’Art Musée d’Art Contemporain, (Nîmes, França), a CaixaFórum (Madrid, Espanha), o Banco Privado Português (Portugal), a Portugal Telecom, La Banque Postale (Paris, França), a Fundação Ilídio Pinho (Porto), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), a Fundación Helga de Alvear (Espanha), a Coleção Oberrauch-Zitt (Bolzano, Itália), a Coleção Per Amor a l’Art (Valencia, Espanha), a Coleção Daniel et Florence Guerlain (França), entre outras.
Em Portugal é representado pela Galeria Bruno Múrias,
Links
https://www.brunomurias.com/pt-pt/
http://cvc.instituto-camoes.pt/biografias/jorge-queiroz-dp1.html#.X47pYXhKjMI
https://www.youtube.com/watch?v=S7OJU8RX7tw
https://www.youtube.com/watch?v=N8lxprctatw
https://www.sikkemajenkinsco.com/jorge-queiroz
https://contemporanea.pt/edicoes/07-2018/o-mundo-que-os-artistas-pintam
Episódio gravado dia 18.10.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
Convocar A Cultura Como Antídoto Para A Pandemia
"E, pronto, lá vamos nós novamente para mais uma crise, mais um tsunami que se abate sobre a sociedade portuguesa e, muito em particular, sobre o mundo da Cultura. Uma pandemia que marcará, a nível planetário, e de uma forma ainda não totalmente perceptível, a forma como vivemos, consumimos, interagimos e também como acedemos aos bens culturais.
Um tempo de mudança vertiginosa onde a Covid 19 tem funcionado como um acelerador da história, particularmente a atomização exponencial da sociedade. Vai ser difícil sair do sofá, retirar os cidadãos dos conteúdos digitais e do afunilamento mental que significam as redes sociais, um mundo que é apenas uma representação do mundo, em constante fuga para a frente.
As artes ao vivo, que enfrentaram este choque como um camião colidindo a toda a velocidade contra uma parede, ainda não se refizeram do primeiro impacto que deixou a nu toda a sua vulnerabilidade e precariedade laboral. E, no entanto, após a emergência sanitária, nenhum sector da sociedade será mais necessário do que este, que convoca o encontro, a coesão social, o pensamento crítico e um verdadeiro desconfinamento mental.
O que nos é exigido é uma refundação e uma reinvenção da nossa cultura relacional com o outro e com o planeta. Sair de uma lógica de combate e competição para uma sociedade alicerçada na generosidade e na cooperação. A Cultura e a Arte em particular, com a sua enorme capacidade de criarem novas narrativas e descontinuidades, despoletando reflexões e especulações improváveis do intelecto, devem abraçar este desígnio de mudança e podem ter um papel transformador importantíssimo. A par da Ciência, a Arte é uma poderosa ferramenta de descodificação do futuro capaz de traduzir o espírito dos tempos, falar do indizível, potenciar o colectivo e contribuir com novas narrativas para a humanidade.
É por isso que um país como o nosso, de pequenas dimensões, onde a Cultura nunca fez parte do discurso politico, não terá futuro no século XXI se não empreender essa mudança. A incompreensão disto é um drama com décadas na nossa democracia e que tem persistido em ficar. Num momento de crise é essencial convocar a esperança e voltar a acreditar nesse futuro, exigir políticas culturais visionárias e vibrantes que estabeleçam metas ambiciosas e mobilizem para transformação. Sem um pensamento crítico e criativo onde, a par da Educação, a Cultura é um pilar insubstituível, nunca teremos futuro."
Rui Horta
Nascido em Lisboa, Rui Horta começou a dançar aos 17 anos nos cursos de bailado do Ballet Gulbenkian, tendo posteriormente vivido vários anos em New York, cidade onde completou a sua formação e desenvolveu o seu percurso de intérprete e professor. Em 84 regressa a Lisboa onde continua a sua actividade pedagógica e artística, sendo um dos mais importantes impulsionadores de uma nova geração de bailarinos e coreógrafos portugueses.
Durante os anos 90 viveu na Alemanha onde dirigiu o Soap Dance Theatre Frankfurt, sendo o seu trabalho considerado uma referência da dança europeia e apresentado nos mais importantes teatros e festivais em todo o Mundo, tais como o Thêatre de la Ville em Paris que apresentou e co-produziu as suas obras ao longo de uma década.
Em 2000 regressou a Portugal, tendo fundado em Montemor-o-Novo o Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de experimentação artística.
Para além do seu intenso trabalho de criador independente criou, como artista convidado, um vasto repertório para companhias de renome tais como o Cullberg Ballet, o Ballet Gulbenkian, o Grand Ballet de l’Opera de Genéve, a Ópera de Marselha, o Netherlands Dance Theatre, a Ópera de Gotemburgo, a Companhia Nacional de Bailado, a Random Dance, etc. Ao longo da sua carreira recebeu importantes prémios e distinções tais como o Grand Prix de Bagnolet, o Deutsche Produzent Preis, o Prémio Acarte, O Prémio Almada, o grau de Oficial da Ordem do Infante, o grau de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Letres, pelo Ministério da Cultura Francês.
A sua criação coreográfica foi, recentemente, classificada como Herança da Dança Alemã. Nas artes performativas o seu trabalho de encenador estende-se ao teatro, à ópera e à música experimental, sendo igualmente desenhador de luzes e investigador multimédia, universo que utiliza frequentemente nas suas obras.
Links
http://oespacodotempo.pt/en/home/
https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/rui-horta-salvar-corpo-campo-salva-alma-1913383
https://www.dn.pt/edicao-do-dia/10-ago-2018/rui-horta-a-dancar-e-que-sou-mesmo-feliz-9700972.html
https://glam-magazine.pt/vespa-um-solo-com-rui-horta/
http://upmagazine-tap.com/en/pt_artigos/rui-horta-i-admit-ie28099m-an-optimist/
https://lescorpsdansants.com/2018/01/08/rui-horta-volta-a-dancar-vespa-no-final-do-mes-no-porto/
https://www.youtube.com/watch?v=r040FsKdlXE
https://www.youtube.com/watch?v=NRAv5oUgitY
Episódio gravado dia 02.10.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
"Empatia e política. São o meu tema, a minha forma de ser e de trabalhar. Normalmente tento criar espaços para sentir; onde tento usar o sentido do tempo, de passar o tempo.
É através dos meios que utilizo, desenhos, animação e escultura, que a empatia e a política se unem.
É pelo que sou - como amo as pessoas e o que as pessoas sentem, como amo sentir as coisas - os arrepios que correm pela minha espinha - como adoro chorar quando vejo, ou quando estou em lugares bonitos, quando a luz é bela, quando está quente; é como adoro abraços de verdade, como jogo, como uso as mãos, como não tenho medo de errar - adoro o erro (trabalhar com o erro, arrastá-lo, recortar, colar, rasgar e depois colar de volta) que posso continuar a perguntar:
Como posso transformar o assunto em que estou a trabalhar - pessoas, sentimentos – num objeto de arte?"
Joana Villaverde
O trabalho de Joana Villaverde divide-se entre exposições, residências, publicações, palestras, workshops, e cenografia. Fundou, em 2018 o espaço Officina Mundi em Avis.
Está representada nas colecções MAAT Foundation EDP, quARTel coleção Fernando Ribeiro, Município de Almada, colecção Carmona e Costa, Diocese de Beja e diversas colecções privadas (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Palestina e Estados Unidos).
Decidimos fazer este podcast centrado em Animals Nightmare, um projecto de Joana Villaverde que culminou com duas exposições, uma em Avis em 2015, na actual Casa das Artes, e outra em Lisboa em 2016, na Appleton Square, e numa publicação. A história de Animals Nightmare começa antes da residência artística que Joana Villaverde fez na Qattan Foundation em Ramallah na Palestina nos meses de Junho e Julho de 2014, com o contacto feito com a arquitecta e escritora palestiniana Suad Amiry depois de ler o seu livro “Nothing to lose but your life”.
Links
http://www.joanavillaverde.com/officina-mundi.html
http://capc.com.pt/site/index.php/en/joana-villaverde-2/
https://www.noticiasdecoimbra.pt/convento-de-santa-clara-a-nova-em-coimbra-acolhe-exposicao-de-jose-pedro-croft/
https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/joana-villaverde-aqui-sintome-perto-mundo-lisboa-1913375
https://www.amazon.co.uk/Animals-Nightmare-Bilingue-Joana-Villaverde/dp/989883319X
https://www.photodocumenta.pt/joanavillaverdeanimalsnightmare/
https://www.viralagenda.com/pt/events/437944/apresentacao-do-livro-animals-nigthtmare-de-joana-villaverde
http://www.arteinstitute.org/posts/view/995/34
Episódio gravado dia 21.09.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
Neste podcast vamos contar a história sobre "Um céu para Santa Isabel" ou como lhe chamamos "O céu do Mike".
Esta conversa junta a Vera Appleton, o Padre José Manuel Pereira de Almeida, Prior da Igreja de Santa Isabel em Lisboa, Ana Nobre de Gusmão representante do Estate de Michael Biberstein, e João Appleton, arquitecto que desafiou Michael Biberstein a colaborar com ele no sentido de apresentarem na Appleton Square uma maqueta de grande escala da Igreja de Santa Isabel com o tecto pintado pelo artista, no âmbito da Trienal de Arquitectura de 2010.
É uma história única e que ganha uma nova importância depois de ter sido atribuído à Igreja de Santa Isabel e ao seu "Céu" o prémio Vasco Vilalva pela Fundação Calouste Gulbenkian, passados 10 anos da exposição inicial.
Links
http://ceusantaisabel.blogspot.com/
https://gulbenkian.pt/noticias/restauro-da-igreja-de-santa-isabel-em-lisboa-vence-premio-vilalva/
https://www.dn.pt/artes/o-mike-fez-de-santa-isabel-uma-igreja-a-ceu-aberto-5287792.html
https://www.youtube.com/watch?v=O6a2bP475fA
https://www.snpcultura.org/um_ceu_para_santa_isabel_cardeal_patriarca_inaugura_pintura.html
Episódio gravado dia 10.09.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional
Vasco Barata, nasceu em Lisboa em 1974 onde vive e trabalha.
Licenciado em Pintura pela Faculdade
de Belas Artes de Lisboa, com estudos paralelos em Fotografia e pós-graduado em
Desenho, pela mesma Faculdade. Frequentou em 2006 o Curso de Artes Visuais do
Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Fundação Calouste
Gulbenkian/ Ar.Co).
Frequenta actualmente o Doutoramento
em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Universidade de Coimbra.
Desde finais dos anos 90, Vasco
Barata tem vindo a apresentar o seu trabalho sob diversas formas, alternando
sobretudo entre uma investigação aturada no domínio da construção e percepção
da imagem (através do recurso à prática da fotografia e do vídeo) e uma
tentativa de compreensão dos mecanismos da expressão aliados à prática diária
do desenho. Articula, nas suas obras, um interesse particular pelo cinema e
pelas estratégias cinematográficas, pelos códigos da linguagem e por um vasto
leque de referentes da cultura popular.
Links
http://www.vascobarata.com/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/05/01/arte-em-quarentena-vasco-barata/
https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=96I2fvYmgdc
https://www.publico.pt/2013/06/07/jornal/vasco-barata-desenterrou-o-machado-26631032
https://clubepatrimonio.blogs.sapo.pt/vasco-barata-no-cav-um-peso-fantasma-43330
https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/premio-edp-novos-artistas-2011
https://saladdaysnewart.wordpress.com/2008/02/23/vasco-barata/
Episódio gravado dia 18.09.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI / Colecção
Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de
Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
Ângela Ferreira, nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique. Concluiu os estudos de Artes Plásticas na África do Sul obtendo o grau de mestre na Michaelis School of Fine Art, University of Cape Town. Atualmente vive e trabalha em Lisboa, leciona na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde obteve o Doutoramento, em 2016. O trabalho de Ângela Ferreira desenvolve-se em torno do impacto do colonialismo e pós-colonialismo na sociedade contemporânea. Estas investigações são guiadas por uma pesquisa profunda e pelo filtrar de ideias que conduzem a formas concisas, depuradas e evocativas. Representou Portugal na 52ª Bienal de Veneza em 2007, onde continuou as suas investigações sobre a forma como o modernismo europeu se adaptou, ou não, às realidades do continente africano traçando a história da ‘Maison Tropicale’ de Jean Prouvé. É ainda a arquitetura que serve de ponto de partida para ao aprofundamento da sua longa pesquisa em torno do apagamento da memória colonial e a recusa da reparação, que encontra a sua mais complexa materialização na obra A Tendency to Forget (2015) focando o trabalho etnográfico do casal Jorge e Margot Dias. Pan African Unity Mural (2018), exibido no Maat Museum Lisboa e no Bildmuseet, Umea, Suécia foi concebido, retrospetiva e introspectivamente, para o “aqui” e o “agora”. Além da sua própria trajetória, outras histórias biográficas são simultaneamente narradas, expostas e escondidas neste trabalho. Em Dalaba: Sol’Exile (2019) um trabalho focado em Miriam Makeba, uma das mais proeminentes figuras contra o apartheid, Ferreira cria várias esculturas baseadas em elementos arquitectónicos da casa de exílio onde Makeba viveu em Conakri, quase como um protótipo da relação entre o modernismo e a arquitectura vernacular Africana. As suas homenagens escultóricas, sonoras e videográficas têm continuamente referenciado a história económica, política e cultural do continente africano ao recuperar a imagem e obra de algumas figuras inesperadas como Bob Dylan, Peter Blum, Carlos Cardoso, Ingrid Jonker, Jimi Hendrix, Jorge Ben Jor, Diego Rivera, ou Miriam Makeba.
Links
https://angelaferreira.info/
https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66
https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreira
https://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyU
https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/
https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963
https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658
Episódio gravado dia 23.07.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional- Cultura
Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica e performer.
O trabalho de Susana Mendes Silva integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e recontextualiza contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.
Susana estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo".
É Professora Auxiliar no curso de Arquitectura Paisagista do Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Universidade de Évora e Investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.
Links
http://www.susanamendessilva.com/
https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/
https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/
https://vimeo.com/24488821
Episódio gravado dia 07.07.2020
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral
Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura
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