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Hugo Amorim (1975) nasceu em Lisboa, onde vive e trabalha.
Frequentou no Ar.Co o Plano de Estudos Completo de Pintura (1997/02), o Curso Avançado de Artes Plásticas (2002/04), o Curso de Cinema/Imagem em Movimento (2004/05) e o Curso de Escultura (2005/06). Entre 2004 e 2007 foi Professor e Responsável Técnico do Departamento de Gravura, no Ar.Co, em Almada.
Participou nas seguintes exposições colectivas: Artista selecionado para o prémio Amadeo Souza-Cardoso (2017); Mostra15 (2015); “Sim Não”, com Francisco Tropa, projecto inserido no ciclo “O corpo como utensílio, o corpo como matéria”, Auditório da Fundação de Serralves (2006); “Ar.Co, Bazar”, Centro Cultural de Belém (2006); “Exposição de Finalistas e Bolseiros”, Ar.Co, Cordoaria Nacional (2005); “Exposição de Verão”/ Open Studio, Ar.Co (2004).
Em 2012 fundou a MeelPress um estúdio de impressão de múltiplos e edições limitadas com o intuito de criar um lugar de colaboração artística.
Imprimiu então trabalhos para exposições individuais dos seguintes artistas: Alexandre Conefrey, Ana Jotta, Ana Pérez Piroga, Belén Uriel, Constança Arouca, Elisa Pône,
Henrique Pavão, João Queiroz, Miguel Palma, Paulo Brighenti, Rui Calçada Bastos, Salomé Lamas, Thierry Simões, Tomás Cunha Ferreira, entre outros.
Links:
https://meelpress.com/about/
https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513
https://project-space.london/1-3-meelpress
http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html
https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/
Episódio gravado a 16.07.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Mariana Gomes (Faro, 1983) vive e trabalha em Lisboa, Portugal, e é formada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal.
Em 2011 foi distinguida com menção honrosa pelo Prémio Fidelidade Mundial – Jovens Pintores 2011. Das exposições que realizou destacam-se: Canhota, curadoria de Bruno Marchand, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019); Quote / Unquote. Entre Apropriação de Diálogo, curadoria de Ana Anacleto e Gabriela Vaz Pinheiro, Galeria Municipal do Porto, Porto, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2017); Romanian Dances, Galeria Baginski, Lisboa (2017); Bollocks, curadoria de Bruno Marchand, Appleton Square, Lisboa (2016); 10º Prémio Amadeu de Souza-Cardoso, Museu Municipal Amadeu de Souza-Cardoso, Amarante (2015); Breviário, Galeria Fernando Santos, Porto (2014); Stop Making sense!, com curadoria de João Pinharanda, Fundação EDP, Lisboa (2013); X Tentativas, Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa (2009). O trabalho de Mariana Gomes encontra-se representada em várias colecções privadas e em colecções públicas como a Colecção de Arte Contemporânea da Fundação EDP, a Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa e colecção PLMJ.
Links:
https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA
https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms
https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/
http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes
http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295
https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/
https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/
https://www.cortexfrontal.org/projetos
Episódio gravado a 07.07.2021
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Matteo Consonni é co-fundador com Gonçalo Jesus da Galeria Madragoa, em Lisboa desde 2016 e que começou apenas com seis artistas representados, entre os quais Rodrigo Hernández e Adrián Balseca, com foco na arte conceptual. A Madragoa tem o nome do bairro histórico no centro da cidade onde se localiza e tem crescido a nível internacional marcando presença em feiras como a Art Basel, Liste, Arco Madrid, SP Arte, Zona Maco e Artissima. Antes de abrir a sua própria galeria foi diretor da Galleria Franco Noero, em Turim, desde 2010. Consonni obteve um MA em Curadoria na Goldsmiths, Londres.
Links:
https://www.galeriamadragoa.pt/
https://artpil.com/galeria-madragoa/
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa
https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/
https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11
https://artbasel.com/news/meet-madragoa
https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/
https://artbasel.com/basel/gallery-portraits
https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901
Episódio gravado a 07.07.2021
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Ana Jotta nasceu em Lisboa em 1946, onde vive e trabalha. Depois de estudar na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e na Escola de Artes Visuais em Bruxelas, trabalhou como actriz e como designer cenográfica entre 1976 e 1979 com "Produções Teatrais" (Universidade do Teatro em Lisboa). Desde os anos 80 dedicou a sua actividade às artes visuais e desde os anos 90 tem sido presença regular em feiras e bienais de arte internacionais (ARCO, Brussels, Johannesburg, Barcelona, etc.). Em 2005, teve a sua primeira exposição retrospectiva “Rua Ana Jotta” no Museu de Serralves no Porto. Em 2014, Ana Jotta apresentou uma antológica “A Conclusão da Precedente” na Culturgest em Lisboa.
Ana Jotta construiu a sua obra numa sequência de descobertas que incorporam algum tipo de apagamento: dos seus próprios passos anteriores; da ideologia modernista e das mitologias pós-modernas; e da noção de autoria - quer desconstruindo-a, quer reconstruindo-a, tentou desmantelar a ideia de um estilo coerente ou unívoco. Através de uma economia nua de meios, o seu trabalho mostra um grande sentido de inteligência e sagacidade. Com Ana Jotta, pode sempre esperar-se o inesperado. Em 2013 ganhou o Grande Prémio Fundação EDP, em 2014 o Prémio AICA e em 2017 o Rosa Shapire Award, Kunsthalle, Hamburg.
Links:
https://www.miguelnabinho.com/ana-jotta
http://www.artecapital.net/entrevista-205-ana-jotta
https://pre2018.culturgest.pt/2009/docs/AnaJotta_JE.pdf
https://www.e-cultura.pt/artigo/20706
https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/ana-jotta-uma-surpreendida-vencedora-do-premio-edp-3771427.html
https://www.publico.pt/2014/03/21/culturaipsilon/noticia/ana-jotta-1629190
https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/bonus-de-ana-jotta-arte-da-desobediencia
https://www.youtube.com/watch?v=YurZwz9izGE
https://www.arteinformado.com/guia/f/ana-jotta-35087
Episódio gravado a 13.07.2021
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Câmara Municipal de Lisboa
Rodrigo Amado
Nomeado, pelo sétimo ano consecutivo, pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em actividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Ken Vandermark, Jon Irabagon, Ivo Perelman, James Brandon Lewis, Chris Potter ou Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado acaba de editar "Let The Free Be Men" (Trost), o terceiro álbum do quarteto que mantém com três das mais importantes figuras do jazz livre actual - Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. Ainda este ano, editou também “The Field” (No Business), o sétimo álbum do seu celebrado Motion Trio, aqui com a participação do lendário pianista alemão Alexander von Schlippenbach. O ano de 2021 anuncia-se intenso, com a realização prevista de uma extensa tour Europeia dos Humanization Quartet e ainda inúmeros concertos um pouco por toda a Europa.
Com o seu quarteto americano, à frente dos Motion Trio, com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, ou integrado nos Humanization Quartet, Amado realizou nos últimos anos inúmeras tournées na Europa e nos Estados Unidos, tendo passado por salas de referência como o Snug Harbor em New Orleans, Hideout em Chicago, The Stone em Nova Iorque, Bimhuis em Amsterdão, DOM em Moscovo, Jazz House em Copenhaga, Cafe Oto em Londres, Pardon To Tu em Varsóvia, De Singer em Antuérpia, Manufaktur em Estugarda ou a State Philharmony Hall em Oradea, vendo o seu trabalho aclamado em publicações internacionais de referência como a revista The Wire, ou os jornais El País e Folha de São Paulo. Com uma série de novas tours previstas para 2021 e 2022, Amado afirma-se, cada vez mais, como um dos mais destacados improvisadores Europeus. Como refere o crítico e escritor norte-americano Stuart Broomer nas liner notes que escreveu para "This Is Our Language", "Amado is an emerging master of a great tradition, more apparent with each new recording or performance."
Amado desenvolve ainda intensa actividade como fotógrafo, tendo realizado inúmeras exposições individuais (Maus Hábitos, Porto; Museu da Electricidade, Fundação EDP, Lisboa; Museu da Imagem, Braga; Galeria Módulo, Lisboa; Quase Galeria, Porto; Kameraphoto, Lisboa) e colectivas. Editou em 2012 o livro “Um Certain Malaise” (Documenta), com imagens suas e textos de Gonçalo M Tavares.
Links:
https://www.rodrigoamado.com/
https://rodrigoamado.bandcamp.com/
https://www.culturgest.pt/pt/programacao/RodrigoAmado-JoeMcPhee-KentKessler-ChrisCorsano/
https://www.publico.pt/2015/09/08/video/rodrigo-amado-joe-mcphee-kent-kessler-e-chris-corsano-20150908-132231
https://www.rimasebatidas.pt/rodrigo-amado-toco-um-instrumento-que-tem-o-sopro-da-liberdade/
https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/un-certain-malaise
https://www.publico.pt/2018/06/15/culturaipsilon/noticia/para-rodrigo-amado-e-tempo-de-ir-mais-fundo-nas-raizes-1834127
https://jazz.pt/ponto-escuta/2018/06/08/rodrigo-amado-history-nothing-trost/
https://www.timeout.pt/lisboa/pt/musica/cinco-saxofonistas-de-jazz-portugueses-que-precisa-de-ouvir
https://www.youtube.com/watch?v=uxCYGdxkamc
https://www.youtube.com/watch?v=3Rwf5qql4Ac
Episódio gravado a 29.07.2021
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Câmara Municipal de Lisboa
Pedro Mendes
Licenciado em Engenharia de Informática, move-se na intersecção do Digital com a Cultura.
Tem curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo pelo Forum Dança, e o curso Profissional de Fotografia da Restart, entre outros, nomeadamente Marketing digital, Vídeo e Edição ou “media relations”. Publicou um livro de entrevistas com startups portuguesas. É um apaixonado desde sempre pelas artes. É também fotógrafo, especialmente nas componentes de retrato, moda, espectáculo e desporto.
Organizou o festival de curtas metragens Future Shorts Portugal. Em 2006 juntou-se ao Coffeepaste, um site que faz parte da associação cultural Linguagem Próxima, com o objectivo de ajudar artistas portugueses a divulgar o seu trabalho. Desde então passou a incluir artigos e entrevistas com outros agentes culturais. Em finais de 2017, fundou o contraCenas, um site onde uma equipa crescente de escritores publicam artigos sobre eventos culturais. Leitor compulsivo, adora viajar.
Links:
https://coffeepaste.com/projecto/
https://contracenas.com/
https://linguagemproxima.com/
Episódio gravado a 29.06.2021
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República Portuguesa - Cultura / DGArtes
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Câmara Municipal de Lisboa
Teresa Segurado Pavão nasceu em 1957, em Lisboa, onde vive e trabalha.
A artista fez o curso da Escola António Arroio e o curso de cerâmica do IADE. Frequentou o atelier de Tapeçaria de Gisela Santi e os departamentos de Desenho, Pintura e Joalharia do Ar.Co. Teresa Segurado Pavão lecciona cursos de Cerâmica e Têxtil. Criou a TP (Loja de Autor) em Lisboa.
Participou em exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro. Entre as exposições individuais destacam-se: “Tramas e sortilégios” no Museu Nacional do Traje; “Tudo o que é sólido se dissolve no ar”, “Tempo de espera” e “A terra é um cadinho onde os minerais amadurecem” no Museu da Ciência; “Segredos e relíquias” na FRESS, “3553” na sala dos cofres no MUDE; “A Fábrica” na Appleton Square, e mais recentemente “A Estratégia da Aranha” na Casa-Atelier Vieira da Silva.
Rui Sanches, nasceu em Lisboa em 1954, onde vive e trabalha.
A sua formação artística começa no Ar.Co no período entre 1975-77. No ano de 1977 instala-se na cidade de Londres onde ingressa no Goldsmith’s College, concluindo o Bachelar of Arts(BA) em 1980. A partir desta fase, distancia-se da pintura e começa a explorar a instalação. No mesmo ano de 1980, desloca-se para os EUA, onde dá continuidade à sua formação na Yale University. Com o apoio de uma bolsa de estudos da Fundação C. Gulbenkian concluí o mestrado, Master Fine Arts (MFA). A partir deste momento o seu trabalho passa a centrar-se sobretudo na escultura, começando a utilizar a madeira e os seus derivados como principal material de construção e criação. Regressa a Lisboa em 1982, onde começa a lecionar no Ar.Co e no IADE.
Em 1983 começa a sua actividade expositiva, com inúmeras exposições colectivas e individuais, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Em 2019 inaugura duas exposições retrospectivas em simultâneo, uma no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, dedicada à escultura, com curadoria de Delfim Sardo, e outra no Museu Coleção Berardo, centrada no desenho, com curadoria de Sara Antónia Matos
Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio AICA/Ministério da Cultura.
Links:
http://teresaseguradopavao.com/
https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html
http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf
https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o
https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU
https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw
http://www.ruisanches.com/
https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches
https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&t=184s
https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q
https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4
https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/
https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/
https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/
https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho
https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/
Episódio gravado dia 30 de Junho 2021
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Câmara Municipal de Lisboa
Sarah Basha
Photographer, artist and creative strategist (1980)
É a artista de "What remains?" uma exposição apresentada na Appleton Box em Julho de 2021 que trata o assunto da desestigmatização da demência através da arte.
'As above, so below. As within, so without. — Hermes Trismegistus
I am a dreamer, a seeker, a mystical mother, weaving together personal stories with collective meaning.
As an Artist, I walk into the underworld — the shadow side of our collective psyche — to bring back the fire of transformation. I mine our stigma, our loneliness, our sadness, and our fear and compassionately illuminates these parts. I bring to this a mother’s love and say, “this too is allowed. this too is beautiful. this too is human.”'
Links:
https://www.sarahbasha.com/about
http://thewordmagazine.com/the-hundreds/sarah-basha/
Episódio gravado dia 14 de Julho 2021
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David Barro (Ferrol, 1974) é codirector da DARDO e comissário de exposições. Desde 2017 é director gerente da Fundación DIDAC e desde 2015 professor do Mestrado em Estudos Avançados da Universidade de Salamanca. Anteriormente desempenhou, entre outras, as seguintes funções: Fundador e director da revista DARDO magazine (2006-2014); director gerente da Fundação Luis Seoane (2014-2016); assessor da Fundação Barrié e responsável da sua coleccão de pintura contemporânea (2008-2013). Barro exerceu crítica de arte no El Cultural (1998-2014), na revista Lápiz (2000-2004) e como director da revista portuguesa [W]art (2003-2005) e da espanhola Arte y parte (1998-1999). Também foi director artístico de A Chocolataría em Santiago de Compostela (2005) e director artístico da Feira de arte contemporêna de Vigo – Espaço Atlântico (2010). Director e apresentador do programa de televisão Botella al Mar (2005). Como docente foi professor da UCP d Porto (2001-2006) e do Mestrado em Gestão Cultural da Universidade Carlos III de Madrid (2015-2017), entre outros. Foi comissário de mais de 50 exposições individuais e mais de 50 mostras colectivas. Em 2010 foi director artístico do projecto de arte, arquitectura e desenho Look Up! Natural Porto Art Show que ocupou 9 edifícios emblemáticos da cidade do Porto e em 2011 do Festival Internacional de Acción Artística Sostenible SOS 4.8 de Murcia. Membro fundador dos dois primeiros conselhos directivos do IAC (Instituto de Arte Contemporânea), é actualmente membro da ADACE (Associação de Directores de Arte Contemporânea em Espanha).
Links:
http://www.didac.gal/didac/
http://dardo.gal/dardo/
http://www.curators-network.eu/database/db_item/id/david_barro
https://www.youtube.com/watch?v=8DcU31K49Xo
https://vimeo.com/349414002
https://vimeo.com/335395247
https://www.crtvg.es/informativos/david-barro-queremos-dar-continuidade-ao-labor-a-prol-do-deseno-do-laboratorio-de-formas-4313475
Episódio gravado dia 15 de Junho 2021
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Delfim Sardo (Aveiro, 1962) é Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Administrador do Centro Cultural de Belém. Doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, foi Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian, Director do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e Programador de Artes Visuais da Culturgest. Foi curador da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza em 1999 e co-curador da Representação Portuguesa à Mostra Internacional de Arquitectura de Veneza em 2000, ano em que foi Curador-Geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa. É autor de vários livros no campo da Teoria da Arte. Escreve regularmente sobre Arte e Arquitectura.
Links:
https://pt.museuberardo.pt/marcel-duchamp-por-delfim-sardo
https://expresso.pt/cultura/2020-01-23-Delfim-Sardo-entra-na-administracao-do-Centro-Cultural-de-Belem
https://contemporanea.pt/edicoes/05-06-2017/entrevista-delfim-sardo
https://gerador.eu/delfim-sardo/
Episódio gravado dia 02 de Junho 2021
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Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
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