Appleton Podcast

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Appleton Podcast episodes

  • Episódio 58 - "Rei-Vax, o artista e os saltos nos cadernos" - Conversa com Xavier Ovídio

    Xavier Ovídio (n. 1989, Lisboa, PT) viveu nas Caldas da Rainha, onde começou a pintar e “espalhar a mancha”, tendo voltado a Lisboa para ingressar no ensino artístico da Escola Artística António Arroio. O percurso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa inicia-se em Escultura, que abandona por reacção ao conservadorismo disciplinar. Conclui a licenciatura em Pintura na mesma instituição, onde ingressa no mestrado, por agora ainda não concluído. O ingresso pela Pintura permitiu-lhe uma maior abertura à lógica interdisciplinar dos seus agenciamentos. Participou em diversas exposições (PT e estrangeiro) destacando os palcos da XXa Bienal Cerveira (Vila Nova de Cerveira, PT), Museu Fundação Oriente (Lisboa, PT); Kunst-Quartier des BBK (Osnabrück, DE); Verbeke Foundation (Kemzek, BE). Das residências destaca Silo Arte e Latitude Rural (2018, Rio de Janeiro, BR). Trabalha nas áreas de assistência e apoio técnico a artistas e a exposições em diversas instituições da Cultura nacionais.

    Expôs em diversos espaços em Portugal e no estrangeiro, onde se incluem o Museu João Fragoso (Caldas da Rainha), Palacete Pinto Leite (Porto), Fundação Oriente (Lisboa), Rundum Space (Tallin), Pärnu City Gallery (Parnu) e o BBK (Osnabrück) e agora a Appleton Associação Cultural em Lisboa.

     

    http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio

     

    https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html

     

    http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/

     

    https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html


    Playlist Xavier Ovídio

    https://open.spotify.com/playlist/6bUjK9NbQtVKZXlgZvGYBT


    Episódio gravado a 30.03.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    57 min
  • Episódio 57 - "O livro - esse filme que se segura nas mãos" - Conversa com Pedro Falcão

    Pedro Falcão

    Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.

    Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).

    No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, cria o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, que trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos, entre outros. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista na área do “book design”. Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015). Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, da Bienal de Veneza e desenhou o livro Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB. Tem ganho vários prestigiados prémios e participado em diversas e relevantes exposições de grupo internacionais.

     

    Música de entrada: “No More” - Tina and the top ten, cortesia dos artistas


    Links:

    https://www.atelierpedrofalcao.com/


    https://www.portuguesematters.com/blog/2016/7/18/maat-atelier-pedro-falcao


    https://appleton.pt/pedro-falcao/


    https://www.flyblackbird.pt/about


    https://media.rtp.pt/antena3/ouvir/fly-black-bird-mais-do-que-uma-prancha-de-surf/


    https://www.youtube.com/watch?v=COihDllqrH0


    Playlist Pedro Falcão

    https://open.spotify.com/playlist/6C7eyufIFdawZ7lIawZCx8


    Episódio gravado a 27.01.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    1 hr 4 min
  • Episódio 56 - "O valor da Cultura, a História como foco" - Conversa com Fátima Marques Pereira

    Fátima Marques Pereira (Lisboa, 1964)

    Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a parte curricular do Doutoramento em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Pertenceu ao CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Especialista de reconhecida experiência e competência profissional pelo Conselho Técnico Científico da ESMAE do Instituto Politécnico do Porto. Ao longo do seu percurso profissional ocupou cargos de gestão académica e científica, escreveu inúmeros artigos e títulos publicados nas áreas da arte e cultura contemporâneas, fotografia e gestão cultural, tem participado em conferências, comunicações e ações de formação em diversas áreas da arte e cultura contemporâneas, com destaque para a arquitetura, fotografia e gestão e produção cultural e artística. Participou em júris de concursos de arte contemporânea e em open calls para residências artísticas nacionais e internacionais

    Fátima Marques Pereira foi uma das criadoras da Licenciatura em Gestão Cultural da ESAP aprovada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Educação em 2009. Foi professora universitária na ESAP - Escola Superior de Arte do Porto, no Mestrado Integrado em Arquitetura e nas licenciaturas de Artes Visuais - Fotografia e Animação e Produção Cultural. Até Janeiro de 2015, foi professora na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo - IPP - Instituto Politécnico do Porto.

    Foi Subdiretora Geral das Artes - DGArtes - Direção Geral das Artes – Ministério da Cultura entre 2010 e 2011.

    Foi Diretora do ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, localizado no na ilha de S. Miguel, Açores de Fevereiro de 2015, data da sua abertura a Janeiro de 2020. Em 2020 foi Subdiretora Geral do Património Cultural - Direção Geral do Património Cultural - Ministério da Cultura.

    Foi responsável pela elaboração de um plano estratégico para a área da Cultura dentro da Universidade de Aveiro para o programa UA: desenvolvimento e preparação de uma Candidatura ao Programa Europa Criativa 2021- 2027.

     

    Links:

    https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i

     

    https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/


    https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904


    https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/


    https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira


    https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853


    https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692


    Album escolhido:

    Patti Smith, Horses

    https://open.spotify.com/playlist/5FkC8EZ0g38L6yQrT1iDwU


    Episódio gravado a 10.02.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    2 hr 5 min
  • Episódio 55 - "Catch her, if you can" - Conversa com Luisa Cunha

    Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.

    É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.

    Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.

    Em 2021 foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte.

    Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.

    Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.

     

    Início do podcast: excerto da obra “Artista à procura de si própria” 2015, cortesia da artista e da Colecção Figueiredo Ribeiro.

     

    Links:

     

    https://luisacunha.com/index.html

     

    https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha

     

    https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html

     

    https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640

     

    https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/

     

    https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021

     

    https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha

     

    https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E

     

    Música escolhida:

    Laurie Anderson

    O Superman

    https://open.spotify.com/playlist/3AJCK7uvxs3us9xR4BdCDD


    Episódio gravado a 11.02.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    1 hr 4 min
  • Episódio 54 - "'Florimos em nada'. Sorrimos" - Conversa com Maria da Graça Carmona e Costa

    Maria da Graça Dias Coelho Carmona e Costa tomou o gosto à arte durante a década de 1970, quando começou a trabalhar como assistente de Dulce D’Agro, fundadora da Galeria Quadrum, colecionadora e grande impulsionadora da arte em Portugal. Passaram duas décadas até que Maria da Graça lhe seguisse o exemplo e, em 1997, cria com o marido, Vítor Carmona e Costa, também em Lisboa, a Fundação Carmona e Costa. O objectivo era (e continua a ser) o de desenvolver, dinamizar e divulgar projetos na área da arte portuguesa contemporânea, centrados no desenho enquanto prática transversal a todas as disciplinas artísticas. Começam por mostrar o seu acervo no “espaço de artes decorativas” e expor o vasto património artístico, recolhido pelos fundadores ao longo da vida. Em parceria com especialistas e outras instituições, a fundação vem desempenhando um papel fundamental no apoio a artistas em diferentes momentos da sua carreira, através da aquisição de obras ou de outras formas de sustentação. A natureza filantrópica de Maria da Graça Carmona e Costa é bem conhecida no meio das artes, materializando-se em mecenato e no apoio à Bolsa Fulbright (para mestrado ou doutoramento em universidades dos EUA), ao prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) à oferta de uma bolsa de estudos anual a um aluno da AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual) ou ainda enquanto membro fundador do BAC (Banco de Arte Contemporânea). À imagem da sua fundadora, a Fundação Carmona e Costa é um exemplo de como a iniciativa privada pode criar uma património que se torna público, apostando numa programação dinâmica e diversa, com edições próprias e providenciando condições de trabalho a muitos artistas. Por tudo isto, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura do Governo Português. Foi também condecorada pelo

    Cardeal D. José Tolentino de Mendonça em nome do Santo Padre com a Dama da Ordem Equestre de São Gregório Magno. 


    Links:

    http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/coleccao.aspx


    https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/banco-de-arte-contemporanea-maria-da-graca-carmona-e-costa


    https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/09/12/medalha-de-merito-cultural-para-maria-da-graca-carmona-e-costa/


    https://giefarte.pt


    Música escolhida:

    Beethoven, Sinfonia n.3

    https://open.spotify.com/playlist/7reQlmcJrdWRGq53Axns05


    Episódio gravado a 13.01.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    55 min
  • Episódio 53 - "The.DEAD.Man" - Conversa com Henrique Pavão

    Henrique Pavão (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Lisboa.

    Com um trabalho centrado em questões de entropia, perda, anacronismo, memória e temporalidade, Pavão espelha um interesse e recurso à arqueologia dos movimentos conceptuais, a que se liga um uso sofisticado de processos sensíveis. A sua obra circula por inúmeros suportes (a escultura, o filme, o vídeo, a fotografia ou o som), frequentemente com uma preocupação pelos próprios processos e mecanismos de cada medium, tomados como a marca da sua temporalidade ou mesmo da sua história.

    Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013) e obteve o Mestrado em Artes Visuais (MFA) pela Malmö Art Academy (2016). Recebeu bolsas da Fundación MBotín (2021), Royal Academy of Arts Estocolmo (2016) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2015). Em 2016 foi galardoado com o Prémio Edstrandska e nomeado para o Prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves. Em 2019, Henrique Pavão foi nomeado para a 13ª edição do Prémio Novos Artistas da Fundação EDP.

    Destacam-se as exposições Sea of Tranquility (Frame Section – Frieze New York, 2021), RED FLOWER (Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021),  Prémio Novos Artistas Fundação EDP (MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2019), Unfinished Past (revisited) (CAV – Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2020), Almodôvar Mirror-Site (SE8 Gallery, Londres, 2019), Now I Became Aged (UMA LULIK_, Lisboa, 2018), Anozero – Bienal de Coimbra (Coimbra, 2017), antes e depois de antes (Culturgest, Porto, 2017), Wherever I am not is the Place Where I am Myself (Appleton Square, Lisboa, 2018), Fallen Between Cracks (KHM Gallery, Malmö, 2017) entre outras.

    O trabalho de Pavão encontra-se representado em coleções institucionais como a Coleção Fundação MAAT / EDP; Coleção EGEAC – CML; Santander Collection; Fundação Leal Rios, entre outras.


    Links:

    https://henriquepavao.com/


    https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/


    https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371


    https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/


    https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao


    https://appleton.pt/henrique-pavao/


    Música escolhida:

    Townes Van Zandt, Nothin'

    https://open.spotify.com/playlist/0lumyDMJkKug8UDky8YUy2


    Episódio gravado a 05.02.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    41 min
  • Episódio 52 - "Rubato" - Conversa com Luís Rocha

    Luís Rocha, nascido em Matosinhos em 1995. Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2017 tendo participado como bolseiro no programa Erasmus UL, MKE Faculdade de Belas Artes da Hungria em 2017.Tem participado em diversas exposições colectivas em diferentes espaços dos quais se destacam: Muszi, Hugria, 2017, Pavilhão 31 em Lisboa, 2017, Galeria Monumental, em Lisboa 2017; XX Bienal de Cerveira, VN de Cerveira, 2018. Apresenta a sua primeira exposição individual na Appleton – Box em Janeiro de 2022. Participou no XVI e XVII Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II, Sintra, 2018 e 2021, com Menção Honrosa neste último. Fez algumas residências com destaque para: Residência Luzlinar em 2018, Residência Vila Nova da Barquinha em 2018 e Residência de Criação Appleton em 2021.

     

    Links:

    https://cm-sintra.pt/atualidade/cultura/atribuidos-premios-de-pintura-e-escultura-de-sintra-d-fernando-ii


    https://m.facebook.com/associacaoluzlinar/photos/resid%C3%AAncia-de-desenho-serra-em/2063030367348589/


    https://appleton.pt/incubator/


    Música escolhida:

    Kali Malone, Sacrificial Code I

    https://open.spotify.com/playlist/3fAGREEujsF8XJIk49pOBV


    Episódio gravado a 12.01.2022

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

     

    20 min
  • Episódio 51 - "As possibilidades de um gesto" - Conversa com José Pedro Croft

    José Pedro Croft nascido no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa.

    Croft é um dos principais expoentes da renovação da escultura portuguesa. A sua carreira, tanto como escultor como desenhador, tem sido caracterizada desde as suas fases iniciais por um meticuloso processo construtivo que combina o seu universo formal com o seu mundo pessoal. Em suma, o projecto artístico de Croft situa-se fora do caminho determinado pelas escolas e grupos.

    Em relação a esta noção, os seus trabalhos resultam sempre dos processos desencadeados no seu interior, onde as dimensões visuais, plásticas e poéticas dos objectos criados se misturam, produzindo uma impressão de equilíbrio precário entre o estável e o instável que, para o artista português, "reflecte a natureza transitória do universo".

    As suas esculturas desenvolvem relações complexas com o seu contexto e com as suas próprias formas e volumes, através de estruturas simples quase minimalistas que combinam a natureza material do objecto com os seus aspectos formais.

    Expondo individualmente pela primeira vez em 1983, desde então tem participado em várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza, em 1995, e apresentou uma retrospetiva do seu trabalho no Centro Cultural de Belém, Lisboa e no Centro Galego de Arte Contemporánea Santiago de Compostela em 2002 e 2003 respectivamente. Em 2017 representou Portugal com a instalação “Medida Incerta” na 57ª Biennale di Venezia, comissariada por João Pinharanda.

    Em 2002 recebeu o Prémio EDP – Desenho. Tem também realizado obras de arte pública, tendo recebido em 2001 o Prémio Nacional de Arte Pública Tabaqueira. Está representado em várias colecções institucionais e privadas das quais se destacam: Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Fundação de Serralves (PT), Colecção Berardo (PT), Secretaria de Estado da Cultura (PT), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (PT), Colecção Caixa Geral de Depósitos (PT), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (ES), MEIAC (ES), Centro Georges Pompidou (FR), Museu Albertina (AT), Fundação La Caixa (ES), Banco de España (ES), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (BR) e Pinacoteca do Estado de São Paulo (BR) entre outros.

     

    Links:

     

    http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/

    https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/

     

    https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/

     

    http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/

     

    https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/

     

    https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/

     

    https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479

     

    https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695

     

    https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0

     

    https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU

     

    https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619

     

    https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas

     

    https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/

     

    http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists


    Episódio gravado a

    03.12.2021

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

     

     

    59 min
  • Episódio 50 - "Um curador entre imagens" - Conversa com Sérgio Mah

    Sérgio Mah (n. 1970) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Sociologia, Mestre em Ciências da Comunicação e Doutorado em Arte Multimédia. É docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Tem investigado e escrito sobre temas da arte contemporânea, com especial incidência nos domínios das práticas e teorias da imagem. Foi co-realizador da série documental Entre Imagens para a RTP 2. Desde 2003, enquanto curador foi responsável por inúmeras exposições individuais e colectivas tendo colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Berardo, MAAT – Fundação EDP, Culturgest, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museo Thyssen-Bornemisza (MAdrid), Fundación Mapfre (Madrid), Jeu de Paume (Paris), Deichtorhallen (Hamburgo), Museo d’Arte Provincia di Nuoro (Sardenha), Kunstverein Essen. Foi director artístico da Bienal LisboaPhoto (2003-2005) e da PHotoEspaña (2008-2010). Foi o comissário da representação oficial de Portugal à 54ª Bienal de Arte de Veneza (2011) e da representação oficial de Portugal à 16ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2018).

     

    https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2021-09-14-exposicao-materia-luminal-explora-dimensao-encantatoria-da-luz-em-40-artistas

     

    https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah

     

    https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/

     

    https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486

     

    https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544

     

     

    https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html

     

    https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628

     

    http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/

     

    https://vimeo.com/channels/entreimagens

     

    https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/08/23/kraczevo-anne-lefebvre-na-zdb-em-conversa-com-sergio-mah-e-natxo-checa/

     

    Episódio gravado a

    19.11.2021

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    55 min
  • Episódio 49 - "Só é possível se formos todos" - Conversa com Filipa Oliveira

    Filipa Oliveira é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisboa), Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum.

     

    Links:

    https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47

     

    https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/

     

    https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira

     

    https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028

     

    https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume

     

    https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677

     

    https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira

     

    https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes

     

    https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816

     

    https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/

     

    https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite

     

    Episódio gravado a

    03.12.2021

     

    http://www.appleton.pt

     

    Mecenas Appleton:

    HCI / Colecção Maria e Armando Cabral

     

    Financiamento:

    República Portuguesa - Cultura / DGArtes

     

    Apoio:

    Câmara Municipal de Lisboa

    1 hr 50 min

About Appleton Podcast

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No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

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