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Xavier Ovídio (n. 1989, Lisboa, PT) viveu nas Caldas da Rainha, onde começou a pintar e “espalhar a mancha”, tendo voltado a Lisboa para ingressar no ensino artístico da Escola Artística António Arroio. O percurso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa inicia-se em Escultura, que abandona por reacção ao conservadorismo disciplinar. Conclui a licenciatura em Pintura na mesma instituição, onde ingressa no mestrado, por agora ainda não concluído. O ingresso pela Pintura permitiu-lhe uma maior abertura à lógica interdisciplinar dos seus agenciamentos. Participou em diversas exposições (PT e estrangeiro) destacando os palcos da XXa Bienal Cerveira (Vila Nova de Cerveira, PT), Museu Fundação Oriente (Lisboa, PT); Kunst-Quartier des BBK (Osnabrück, DE); Verbeke Foundation (Kemzek, BE). Das residências destaca Silo Arte e Latitude Rural (2018, Rio de Janeiro, BR). Trabalha nas áreas de assistência e apoio técnico a artistas e a exposições em diversas instituições da Cultura nacionais.
Expôs em diversos espaços em Portugal e no estrangeiro, onde se incluem o Museu João Fragoso (Caldas da Rainha), Palacete Pinto Leite (Porto), Fundação Oriente (Lisboa), Rundum Space (Tallin), Pärnu City Gallery (Parnu) e o BBK (Osnabrück) e agora a Appleton Associação Cultural em Lisboa.
http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio
https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html
http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/
https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html
Playlist Xavier Ovídio
https://open.spotify.com/playlist/6bUjK9NbQtVKZXlgZvGYBT
Episódio gravado a 30.03.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Pedro Falcão
Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.
Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).
No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, cria o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, que trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos, entre outros. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista na área do “book design”. Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015). Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, da Bienal de Veneza e desenhou o livro Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB. Tem ganho vários prestigiados prémios e participado em diversas e relevantes exposições de grupo internacionais.
Música de entrada: “No More” - Tina and the top ten, cortesia dos artistas
Links:
https://www.atelierpedrofalcao.com/
https://www.portuguesematters.com/blog/2016/7/18/maat-atelier-pedro-falcao
https://appleton.pt/pedro-falcao/
https://www.flyblackbird.pt/about
https://media.rtp.pt/antena3/ouvir/fly-black-bird-mais-do-que-uma-prancha-de-surf/
https://www.youtube.com/watch?v=COihDllqrH0
Playlist Pedro Falcão
https://open.spotify.com/playlist/6C7eyufIFdawZ7lIawZCx8
Episódio gravado a 27.01.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Fátima Marques Pereira (Lisboa, 1964)
Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a parte curricular do Doutoramento em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Pertenceu ao CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Especialista de reconhecida experiência e competência profissional pelo Conselho Técnico Científico da ESMAE do Instituto Politécnico do Porto. Ao longo do seu percurso profissional ocupou cargos de gestão académica e científica, escreveu inúmeros artigos e títulos publicados nas áreas da arte e cultura contemporâneas, fotografia e gestão cultural, tem participado em conferências, comunicações e ações de formação em diversas áreas da arte e cultura contemporâneas, com destaque para a arquitetura, fotografia e gestão e produção cultural e artística. Participou em júris de concursos de arte contemporânea e em open calls para residências artísticas nacionais e internacionais
Fátima Marques Pereira foi uma das criadoras da Licenciatura em Gestão Cultural da ESAP aprovada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Educação em 2009. Foi professora universitária na ESAP - Escola Superior de Arte do Porto, no Mestrado Integrado em Arquitetura e nas licenciaturas de Artes Visuais - Fotografia e Animação e Produção Cultural. Até Janeiro de 2015, foi professora na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo - IPP - Instituto Politécnico do Porto.
Foi Subdiretora Geral das Artes - DGArtes - Direção Geral das Artes – Ministério da Cultura entre 2010 e 2011.
Foi Diretora do ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, localizado no na ilha de S. Miguel, Açores de Fevereiro de 2015, data da sua abertura a Janeiro de 2020. Em 2020 foi Subdiretora Geral do Património Cultural - Direção Geral do Património Cultural - Ministério da Cultura.
Foi responsável pela elaboração de um plano estratégico para a área da Cultura dentro da Universidade de Aveiro para o programa UA: desenvolvimento e preparação de uma Candidatura ao Programa Europa Criativa 2021- 2027.
Links:
https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i
https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/
https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904
https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/
https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira
https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853
https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692
Album escolhido:
Patti Smith, Horses
https://open.spotify.com/playlist/5FkC8EZ0g38L6yQrT1iDwU
Episódio gravado a 10.02.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.
É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.
Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.
Em 2021 foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte.
Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.
Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.
Início do podcast: excerto da obra “Artista à procura de si própria” 2015, cortesia da artista e da Colecção Figueiredo Ribeiro.
Links:
https://luisacunha.com/index.html
https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha
https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html
https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/
https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021
https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha
https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E
Música escolhida:
Laurie Anderson
O Superman
https://open.spotify.com/playlist/3AJCK7uvxs3us9xR4BdCDD
Episódio gravado a 11.02.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Maria da Graça Dias Coelho Carmona e Costa tomou o gosto à arte durante a década de 1970, quando começou a trabalhar como assistente de Dulce D’Agro, fundadora da Galeria Quadrum, colecionadora e grande impulsionadora da arte em Portugal. Passaram duas décadas até que Maria da Graça lhe seguisse o exemplo e, em 1997, cria com o marido, Vítor Carmona e Costa, também em Lisboa, a Fundação Carmona e Costa. O objectivo era (e continua a ser) o de desenvolver, dinamizar e divulgar projetos na área da arte portuguesa contemporânea, centrados no desenho enquanto prática transversal a todas as disciplinas artísticas. Começam por mostrar o seu acervo no “espaço de artes decorativas” e expor o vasto património artístico, recolhido pelos fundadores ao longo da vida. Em parceria com especialistas e outras instituições, a fundação vem desempenhando um papel fundamental no apoio a artistas em diferentes momentos da sua carreira, através da aquisição de obras ou de outras formas de sustentação. A natureza filantrópica de Maria da Graça Carmona e Costa é bem conhecida no meio das artes, materializando-se em mecenato e no apoio à Bolsa Fulbright (para mestrado ou doutoramento em universidades dos EUA), ao prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) à oferta de uma bolsa de estudos anual a um aluno da AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual) ou ainda enquanto membro fundador do BAC (Banco de Arte Contemporânea). À imagem da sua fundadora, a Fundação Carmona e Costa é um exemplo de como a iniciativa privada pode criar uma património que se torna público, apostando numa programação dinâmica e diversa, com edições próprias e providenciando condições de trabalho a muitos artistas. Por tudo isto, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura do Governo Português. Foi também condecorada pelo
Cardeal D. José Tolentino de Mendonça em nome do Santo Padre com a Dama da Ordem Equestre de São Gregório Magno.
Links:
http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/coleccao.aspx
https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/banco-de-arte-contemporanea-maria-da-graca-carmona-e-costa
https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/09/12/medalha-de-merito-cultural-para-maria-da-graca-carmona-e-costa/
https://giefarte.pt
Música escolhida:
Beethoven, Sinfonia n.3
https://open.spotify.com/playlist/7reQlmcJrdWRGq53Axns05
Episódio gravado a 13.01.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Henrique Pavão (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Lisboa.
Com um trabalho centrado em questões de entropia, perda, anacronismo, memória e temporalidade, Pavão espelha um interesse e recurso à arqueologia dos movimentos conceptuais, a que se liga um uso sofisticado de processos sensíveis. A sua obra circula por inúmeros suportes (a escultura, o filme, o vídeo, a fotografia ou o som), frequentemente com uma preocupação pelos próprios processos e mecanismos de cada medium, tomados como a marca da sua temporalidade ou mesmo da sua história.
Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013) e obteve o Mestrado em Artes Visuais (MFA) pela Malmö Art Academy (2016). Recebeu bolsas da Fundación MBotín (2021), Royal Academy of Arts Estocolmo (2016) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2015). Em 2016 foi galardoado com o Prémio Edstrandska e nomeado para o Prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves. Em 2019, Henrique Pavão foi nomeado para a 13ª edição do Prémio Novos Artistas da Fundação EDP.
Destacam-se as exposições Sea of Tranquility (Frame Section – Frieze New York, 2021), RED FLOWER (Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021), Prémio Novos Artistas Fundação EDP (MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2019), Unfinished Past (revisited) (CAV – Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2020), Almodôvar Mirror-Site (SE8 Gallery, Londres, 2019), Now I Became Aged (UMA LULIK_, Lisboa, 2018), Anozero – Bienal de Coimbra (Coimbra, 2017), antes e depois de antes (Culturgest, Porto, 2017), Wherever I am not is the Place Where I am Myself (Appleton Square, Lisboa, 2018), Fallen Between Cracks (KHM Gallery, Malmö, 2017) entre outras.
O trabalho de Pavão encontra-se representado em coleções institucionais como a Coleção Fundação MAAT / EDP; Coleção EGEAC – CML; Santander Collection; Fundação Leal Rios, entre outras.
Links:
https://henriquepavao.com/
https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/
https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371
https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/
https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao
https://appleton.pt/henrique-pavao/
Música escolhida:
Townes Van Zandt, Nothin'
https://open.spotify.com/playlist/0lumyDMJkKug8UDky8YUy2
Episódio gravado a 05.02.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Luís Rocha, nascido em Matosinhos em 1995. Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2017 tendo participado como bolseiro no programa Erasmus UL, MKE Faculdade de Belas Artes da Hungria em 2017.Tem participado em diversas exposições colectivas em diferentes espaços dos quais se destacam: Muszi, Hugria, 2017, Pavilhão 31 em Lisboa, 2017, Galeria Monumental, em Lisboa 2017; XX Bienal de Cerveira, VN de Cerveira, 2018. Apresenta a sua primeira exposição individual na Appleton – Box em Janeiro de 2022. Participou no XVI e XVII Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II, Sintra, 2018 e 2021, com Menção Honrosa neste último. Fez algumas residências com destaque para: Residência Luzlinar em 2018, Residência Vila Nova da Barquinha em 2018 e Residência de Criação Appleton em 2021.
Links:
https://cm-sintra.pt/atualidade/cultura/atribuidos-premios-de-pintura-e-escultura-de-sintra-d-fernando-ii
https://m.facebook.com/associacaoluzlinar/photos/resid%C3%AAncia-de-desenho-serra-em/2063030367348589/
https://appleton.pt/incubator/
Música escolhida:
Kali Malone, Sacrificial Code I
https://open.spotify.com/playlist/3fAGREEujsF8XJIk49pOBV
Episódio gravado a 12.01.2022
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
José Pedro Croft nascido no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa.
Croft é um dos principais expoentes da renovação da escultura portuguesa. A sua carreira, tanto como escultor como desenhador, tem sido caracterizada desde as suas fases iniciais por um meticuloso processo construtivo que combina o seu universo formal com o seu mundo pessoal. Em suma, o projecto artístico de Croft situa-se fora do caminho determinado pelas escolas e grupos.
Em relação a esta noção, os seus trabalhos resultam sempre dos processos desencadeados no seu interior, onde as dimensões visuais, plásticas e poéticas dos objectos criados se misturam, produzindo uma impressão de equilíbrio precário entre o estável e o instável que, para o artista português, "reflecte a natureza transitória do universo".
As suas esculturas desenvolvem relações complexas com o seu contexto e com as suas próprias formas e volumes, através de estruturas simples quase minimalistas que combinam a natureza material do objecto com os seus aspectos formais.
Expondo individualmente pela primeira vez em 1983, desde então tem participado em várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza, em 1995, e apresentou uma retrospetiva do seu trabalho no Centro Cultural de Belém, Lisboa e no Centro Galego de Arte Contemporánea Santiago de Compostela em 2002 e 2003 respectivamente. Em 2017 representou Portugal com a instalação “Medida Incerta” na 57ª Biennale di Venezia, comissariada por João Pinharanda.
Em 2002 recebeu o Prémio EDP – Desenho. Tem também realizado obras de arte pública, tendo recebido em 2001 o Prémio Nacional de Arte Pública Tabaqueira. Está representado em várias colecções institucionais e privadas das quais se destacam: Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Fundação de Serralves (PT), Colecção Berardo (PT), Secretaria de Estado da Cultura (PT), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (PT), Colecção Caixa Geral de Depósitos (PT), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (ES), MEIAC (ES), Centro Georges Pompidou (FR), Museu Albertina (AT), Fundação La Caixa (ES), Banco de España (ES), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (BR) e Pinacoteca do Estado de São Paulo (BR) entre outros.
Links:
http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/
https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/
https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/
http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/
https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/
https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/
https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479
https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695
https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0
https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619
https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas
https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/
http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists
Episódio gravado a
03.12.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Sérgio Mah (n. 1970) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Sociologia, Mestre em Ciências da Comunicação e Doutorado em Arte Multimédia. É docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Tem investigado e escrito sobre temas da arte contemporânea, com especial incidência nos domínios das práticas e teorias da imagem. Foi co-realizador da série documental Entre Imagens para a RTP 2. Desde 2003, enquanto curador foi responsável por inúmeras exposições individuais e colectivas tendo colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Berardo, MAAT – Fundação EDP, Culturgest, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museo Thyssen-Bornemisza (MAdrid), Fundación Mapfre (Madrid), Jeu de Paume (Paris), Deichtorhallen (Hamburgo), Museo d’Arte Provincia di Nuoro (Sardenha), Kunstverein Essen. Foi director artístico da Bienal LisboaPhoto (2003-2005) e da PHotoEspaña (2008-2010). Foi o comissário da representação oficial de Portugal à 54ª Bienal de Arte de Veneza (2011) e da representação oficial de Portugal à 16ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2018).
https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2021-09-14-exposicao-materia-luminal-explora-dimensao-encantatoria-da-luz-em-40-artistas
https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah
https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/
https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486
https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544
https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html
https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628
http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/
https://vimeo.com/channels/entreimagens
https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/08/23/kraczevo-anne-lefebvre-na-zdb-em-conversa-com-sergio-mah-e-natxo-checa/
Episódio gravado a
19.11.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Filipa Oliveira é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisboa), Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum.
Links:
https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/
https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira
https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028
https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume
https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677
https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira
https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes
https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816
https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/
https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite
Episódio gravado a
03.12.2021
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral
Financiamento:
República Portuguesa - Cultura / DGArtes
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
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