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Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.
Joana da Conceição. Nasceu em Rebordões em 1981.Vive e
trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Juntamente com André Abel formam desde 2005 a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e vencedora da 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010- 2011), participou nas Residências da ZDB (2011) e na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation (2013). Em 2018 co-fundou Toda Matéria, um colectivo multimedial feminino de formação variável.
Odete é uma ativista, artista, performer, produtora e DJ
transgénero portuguesa que em 2021 venceu a primeira edição do concurso RExFORM, Projeto Internacional de Performance realizado a partir de uma colaboração entre o Maat e a BoCA – Biennial of Contemporary Arts. Odete trabalha entre a performance, o texto, as artes visuais e a música. O seu trabalho é obcecado pela escrita historiográfica, utilizando o erotismo e a paranoia como duas formas somáticas de se relacionar com os materiais de arquivo. Escreve através do seu corpo, especulando biografias de personagens históricas através de prazeres epidérmicos: moda, personalidade, presença, fragrância, graça, sensibilidade. Afirma ser uma filha bastarda de Lúcifer, descendente da prática medieval de pactos satânicos para alterar o corpo sexuado de alguém. Ultimamente, tem pesquisado e trabalhado em torno da construção de pontos de ligação entre histórias "efeminadas", desde o Castrati barroco até aos dândis do século XIX.
Links:
https://www.joanadaconceicao.com/
https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/
https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta
https://odete.pt/
https://bocabienal.org/artistas/odete/
https://gulbenkian.pt/agenda/odete/
https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/
Episódio gravado a 25.06.2024
Créditos introdução e final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory
Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
Financiamento:
República Portuguesa - DGArtes
© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados
Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.
Cátia Terrinca trabalha como actriz, dramaturgista e encenadora, sobretudo no Alentejo e em Cabo Verde. É directora do UMCOLETIVO, no contexto do qual co-programou o Festival A Salto e o ACTO (ambos em Elvas).
Tiago Candeias é investigador, Mediador Cultural,
Curador. Mestre em História e Patrimónios e Licenciado em Património Cultural, pela Universidade do Algarve. Pós-graduado em Curadoria de Arte, é Doutorando em História da Arte na NOVA FCSH. É Bolseiro de Investigação no DINÂMIA'CET-ISCTE e escreve regularmente para a Revista Umbigo.
Links:
https://umcoletivo.pt/
https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222
https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival
https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/
https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/
https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181
https://farra.pt/programa/
Episódio gravado a 20.06.2024
Créditos introdução e
final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
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Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.
Mala é um espaço gerido por Sofia Montanha e Henrique Loja.
Em janeiro de 2020, iniciaram o espaço nómada de exposições Supermala, que cruza a moda DoItYourself com a produção de arte contemporânea. Desde então, já receberam exposições em Viena, Genebra, Madrid e Lisboa. Em abril de 2021, iniciaram a Mala, uma galeria de arte gerida por artistas, que visa produzir, promover e apoiar artistas portugueses e internacionais em início de carreira.
Uma certa falta de coerência é um espaço criado e gerido por Mauro Cerqueira e André Sousa, dedicado à arte contemporânea, que pretende dinamizar a vida cultural do Porto.
É uma galeria gerida por artistas onde outros artistas podem apresentar e discutir os seus projectos.
Links:
https://supermala.org/
https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/
https://farra.pt/portfolio-item/supermala/
https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/
https://farra.pt/portfolio-item/supermala/
https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/
Episódio gravado a
20.06.2024
Créditos introdução e
final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
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Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.
Ana Cristina Cachola, doutorada em Estudos de Cultura pela Universidade Católica Portuguesa. Entre 2017 e 2020, desenvolveu a investigação de pós-doc "A Guerra como Modo de Ver: visualidade bélica na arte contemporânea", financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura e integra a equipe do projeto europeu 4Cs. Curadora independente, desenvolve programas expositivos nacionais e internacionais, e é responsável pelo projeto curatorial "quéréla" em Lisboa. Suas áreas de investigação incluem Estudos Artísticos, Curatoriais, Teorias da Representação e Estudos de Género. Autora de várias publicações sobre arte contemporânea e práticas feministas interseccionais.
Mercedes Vidal-Abarca (Vitoria, Espanha) Depois de viver e estudar em vários países desde os 18 anos, chegou a Portugal em 2008 onde estudou artes plásticas na SBA, Arco e MArt. A ideia de criar uma associação cultural no âmbito das artes num contexto multidisciplinar nasceu em 2014 e começou a funcionar em 2015 sob a sua direção. A relação entre projectos e instituições artísticas, outros agentes culturais e a população local é a sua prioridade, e a cada ano tem-se fortalecido graças a parcerias estratégicas.
Andreia Magalhães tem desenvolvido a sua atividade profissional nas áreas da gestão de coleções, programação e produção de exposições. É doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo desenvolvido parte do programa de doutoramento no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. É Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em Portugal, trabalhou no Museu da Faculdade de Belas Artes, no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Fora do país trabalhou no Instituto Holandês para Media Art /Montevideo, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, os Museus de Arte Moderna de Nova Iorque e de São Francisco e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Entre 2013 e 2016 coordenou o serviço de Museologia do Museu do Douro; desde 2017 dirige o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.
Links:
https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/
https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/
https://col-antoniocachola.com
https://www.cortexfrontal.org/
https://centrodearteoliva.pt/
https://farra.pt/portfolio-item/querela/
https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/
https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/
https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/
https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/
Episódio gravado a
17.06.2024
Créditos introdução e final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
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João Fernandes (Bragança, Portugal, 1964) é Diretor Artístico do Instituto Moreira Salles desde agosto de 2019. Antes, foi Subdiretor Artístico do Museu Reina Sofía (Madrid), entre 2012 e 2019. Anteriormente, desempenhou igualmente as funções de Diretor do Museu de Serralves (Porto) entre 2003 e 2012, tendo sido Diretor Adjunto deste Museu entre 1996 e 2002.
João Fernandes licenciou-se em línguas e literaturas modernas na Universidade do Porto. Foi professor de Estudos Linguísticos no Instituto Politécnico do Porto entre 1988 e 1995. Como curador independente, programou e organizou as Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, diversas representações de Portugal nas Bienais de São Paulo, Veneza e Joanesburgo, assim como várias exposições em Portugal e em vários países europeus. É membro de diversos organismos consultivos de museus internacionais e tem participado de vários júris, assim como publicado numerosos textos em catálogos de exposições, revistas e jornais.
*O título é inspirado numa expressão de Mário Pedrosa citado por João Fernandes na conversa “A Arte é um exercício experimental da liberdade”
Links:
https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/
https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte
https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/
https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas
https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/
https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240
https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I
Episódio gravado a 09.04.2024
Créditos introdução:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
Música final: Nhamandu Miri © Memória Viva Guarani, escrita por Sapucai, produzida por MCD
(Nhamundi miri significa pequeno sol em guarani)
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Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde coordena o Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves. Formada em museologia pela
New York University e em arquitetura pela Universidade de Lisboa, trabalhou anteriormente
como curadora independente e integrou equipas curatoriais de instituições como o MAAT, em Lisboa, o MoMA e o The Drawing Center em Nova Iorque.
Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Rui Chafes, Pope.L, Susana Mendes Silva, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, Gabriela Salazar ou Jennifer May.
Links:
https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/
https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931
https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA
https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0
Episódio gravado a 22.03.2024
Créditos introdução:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
Música final: Capicua, Quadrado Perfeito, Universal Music Portugal SA
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Catarina Mil-Homens é uma artista e investigadora portuguesa com uma prática artística multidisciplinar que abrange os meios da instalação, desenho, vídeo, pintura e escultura. A sua investigação centra-se na exploração do papel da consciência na relação entre mente e corpo, com um interesse especial no impacto desta relação nas emoções, na saúde e nas construções sociais e identitárias.
O trabalho de Mil-Homens caracteriza-se por um profundo envolvimento com as questões fundamentais que estão na base da nossa experiência do mundo que nos rodeia. Em última análise, o seu processo criativo é impulsionado por um desejo de explorar os limites da experiência humana e de ultrapassar as fronteiras do que atualmente compreendemos sobre a natureza da realidade.
Mil-Homens tem uma formação artística diversificada, tendo-se licenciado com um Research MFA pela VCA - The University of Melbourne, uma licenciatura em Pintura pela Universidade de Lisboa e uma licenciatura em Design pelo IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação. Mil-Homens estudou também representação na Academia de Cinema e Televisão de Lisboa e ourivesaria na Contacto Direct Goldsmith School de Lisboa
.
Mil-Homens recebeu a bolsa da VCA - Victorian College of the Arts Foundation Bursary e a bolsa da Auchant Foundation. A sua obra We Are Also The Ghost foi apresentada na exposição principal de Arte Macau: The Statistics of Fortune - Bienal Internacional de Arte de Macau 2023, CN. As suas exposições anteriores incluem exposições individuais e colectivas, tais como: “We Are Also The Ghost” na galeria UmaLulik, 2022, PT. “[tempo] destempo”, Plataforma Revolver, 2022, PT; “On The Blade”, Uma Lulik__ gallery, 2019, PT; “Intermater, Arcade project space”, 2017, AU; “Who is Mr Favisar?”, Trocadelo gallery, 2015, AU; “Summer Calling”, Sala do veado, Museu Nacional de História Natural, 2013, PT; e “It's Not Always Straight”, Galeria Módulo, 2013, PT.
Links:
https://www.catarinamilhomens.com/
https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/
https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/
https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw
Episódio gravado a 28.05.2024
Créditos introdução:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
Música final: Claude Debussy - Prelude to the Afternoon of a Faun
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Mecenas Appleton:
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Suso Fandiño (1971) nasceu e cresceu em Santiago de Compostela, Espanha. Em adolescente, gostava de ver livros de arte ilustrados, mostrou interesse pelo cinema,
pelas artes visuais e pela cena musical underground, sendo membro ativo de várias bandas locais. Estudou História da Arte na Universidade de Santiago de Compostela e Artes na Universidade de Vigo.
Nos anos iniciais da sua carreira, fez parte de um movimento emergente na Galiza, que se destacou pela mudança de direção nos conceitos artísticos em relação à geração anterior (Geração Atlântica - próxima do neo-expressionismo do início dos anos oitenta).
Em 2001, realizou a sua primeira exposição individual Coleção de amostras; na Galeria Ad Hoc de Vigo, dirigida por Inés Ramiro. No ano seguinte, participou também na exposição MARCO Indisciplinados;, comissariada por Nuria Güel. Suso Fandiño inicia aqui a sua aproximação ao apropriacionismo e à utilização da história da arte como matéria-prima nas suas obras.
Em 2011 mudou-se para Londres desenvolvendo vários projectos em diferentes áreas. Mapping, Ephemeral Landscapes e Short-lived exhibitions fazem parte desta
etapa no seu projeto pessoal e carreira.
Ao longo da sua carreira, tem vindo a retirar imagens e formas de obras de artistas e fotógrafos conhecidos e de renome, minando as noções convencionais de
originalidade, mestria artística e autoria. As suas obras levam a cabo um debate sobre a situação atual das artes e a sua relação com o contexto político e social envolvente. Outras propostas têm-se centrado no texto como ferramenta, estando estas normalmente relacionadas com os métodos de aprendizagem académicos e a sua relação com a arte e os artistas. “A personalidade do artista” é também tema em algumas das suas obras - o seu papel atual na sociedade e no ambiente geral da arte e da cultura.
As suas obras foram adquiridas por colecionadores de todo o mundo, museus e instituições de arte, sendo considerado um membro importante da sua geração.
Links:
http://susofandino.com/fandino/en/bio
https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0
https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf
https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte
https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0
https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htm
https://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE
Episódio gravado a 23.05.2024
Créditos introdução:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
Créditos música final:
It's The End Of The World As We Know It
Performed by R.E.M. / Written by Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck, William Thomas Berry / Produced by Scott Litt, R.E.M.
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Bárbara Paz, Brasil (Rio Grande do Sul) 1974 é atriz, realizadora, produtora e artista visual. No teatro, trabalhou em mais de 25 peças, protagonizando espetáculos de Oscar Wilde a Tennessee Williams. Em 2013, pela sua trajetória como atriz, recebeu do Ministério da Cultura a Medalha Cavaleiro 2013, Honra ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura.
Na TV Bárbara já participou em várias séries e novelas. Apresentou por 4 anos o programa A Arte do Encontro, no Canal Brasil, onde conversava com grandes nomes do cenário artístico brasileiro. No cinema, como atriz participou em várias longas e curtas- metragens incluindo Meu amigo Hindu, último filme de Hector Babenco ao lado de Willem Dafoe. Como realizadora entrou no universo das curtas-metragens, produzindo e dirigindo programas e filmes. O Documentário "Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou" a sua primeira longa-metragem, teve estreia no grande Festival Internacional de Veneza, ganhando o prêmio de Melhor Documentário Venice Classics 2019. O filme viajou o mundo por vários Festivais recebendo inúmeros prêmios entre os quais 4 prêmios no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021, incluindo Melhor Documentário e Melhor Primeira Direção. O filme foi indicado para representar o Brasil como melhor filme internacional no Oscar (93rd Academy Awards). Em 2018 publicou o livro ' Mr.Babenco Solilóquio a dois sem um (memórias e poemas de Hector Babenco) pela Editora Nós. Durante o isolamento social Bárbara criou um diário visual da sua solidão, através de fotos e Video-arte e dirigiu a curta-metragem ATO sobre a solidão filmado em Ouro Preto durante a pandemia. O filme teve estreia no ano seguinte - 2021 novamente no Festival Internacional de Veneza e ganhou o Grande Otelo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor curta-metragem ficção 2022 Atualmente Bárbara está com a exposição AUTO-Acusação - Sobre suas cicatrizes que passou por São Paulo, Rio de Janeiro chegando agora à Europa a Portugal aqui na Appleton. Está em fase de desenvolvimento do seu próximo filme.
Links:
https://www.barbarapaz.com.br/
https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml
https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/
https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral
https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/
https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio
https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou
https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU
https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html
Episódio gravado a 15.05.2024
Créditos introdução:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
Créditos música final:
Provided to YouTube by Universal Music Group I'll Be Your Mirror · The Velvet Underground · Nico The Velvet Underground & Nico 45th Anniversary ℗ A Republic Records Release; ℗ 1967 UMG Recordings, Inc. Released on: 2012-01-01 Producer: Andy Warhol Associated Performer, Recording Arranger: The Velvet Underground Studio Personnel, Engineer: Omi Haden Studio Personnel, Engineer: Norman Dolph Studio Personnel, Engineer: John Licata Composer Lyricist: Lou Reed Auto-generated by YouTube.
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António Júlio Duarte (Lisboa, 1965) vive e trabalha em Lisboa.
Nas suas palavras: “Fotografo cidades movimentadas e pessoas atribuladas, criaturas encurraladas e coisas improváveis. São o meu mapa do mundo. Sou atraído por elas, movido pela simpatia e pelo desassossego que partilhamos. Travo conhecimento com estes seres inquietos nos seus afazeres triviais e disposições quotidianas, neles pressinto e tento captar a tensão vital que é o desejo universal pela vida e pelo sentido.”
Estudou fotografia na AR.CO, em Lisboa e no Royal College of Art em Londres, através de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.
O seu trabalho é exibido regularmente, em Portugal e no estrangeiro, desde 1990, participando com uma das vozes mais singulares e consistentes na compreensão da fotografia hoje. Destacam-se as seguintes exposições individuais: Guiné-Bissau 1990 (Galeria Bruno Murias, Lisboa, 2023), FEBRE (Museu de Arte Contemporânea – Fundação de Serralves, Porto, 2023), CRIATURA (O Armário, Lisboa, 2021), Eclipse (Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2020), White Noise (Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, Coleção Figueiredo Ribeiro, Abrantes, 2017), América (Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa, 2017), Suspension of Disbelief (CAV, Coimbra, 2016), Mercúrio (Galeria Zé dos Bois, Lisboa, 2015) e Japão 1997 (Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2013).
É autor de vários livros, entre outros: Guiné-Bissau 1990 (2023), Against the Day (2019), Japan Drug (2014), Deviation of the Sun (2013) e White Noise (2011), publicados pela Pierre von Kleist Editions.
A sua obra integra diversas e prestigiadas coleções privadas e institucionais em Portugal e no estrangeiro.
Links:
https://antoniojulioduarte.pt/
https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/
https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/
https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/
https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1
Episódio gravado a 26.04.2024
Créditos introdução e final:
David Maranha - Guitarra
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