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Gisela Casimiro nasceu na Guiné-Bissau, em 1984
É uma escritora, artista, performer, curadora e activista portuguesa. Publicou Erosão em 2018, Giz (poesia), Estendais (crónicas) em 2023, e o texto e dramaturgia de Casa com Árvores Dentro, espectáculo encenado por Cláudia Semedo e estreado no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em 2022. É autora de vários textos em revistas e antologias. Participou, entre outras antologias nacionais e internacionais, como por exemplo a “Reconstituição Portuguesa” de Viton Araújo e Diego Tórgo, premiada em Cannes. A sua obra está traduzida para turco, mandarim, alemão, espanhol e inglês Foi convidada de festivais literários em Portugal, Turquia, Macau, Moçambique e Alemanha. Traduziu «Sister Outsider» de Audre Lorde. Atuou em espetáculos de Ana Borralho & João Galante, Romeo Castellucci, Raquel André e Cristina Carvalhal. Fez o apoio à dramaturgia de «Blackface!», de Marco Mendonça
Entre outros projectos, participou em exposições nas Galerias Municipais do Porto, da mostra colectiva A/A8 no Museu Nacional de Etnologia em 2019. Em 2020 inaugurou n' O Armário a exposição individual de poesia visual "O que perdi em estômago, ganhei em coração", sob a curadoria de Ana Cristina Cachola (projecto "Quéréla").
O título é um excerto da frase de Gisela Casimiro no âmbito da celebração dos 48 anos do 25 de Abril, a convite da CML, a frase completa é:
“A Liberdade tem mais rostos que bandeiras, mais filhos que fronteiras. A Liberdade é o direito sem avesso, a nossa respiração o vento que a guia através do medo para chegar à escolha.”
Links:
https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share
https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526
https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro
https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal
https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/
https://tr.ee/ZNCynsfX7e
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/
https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro
https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/
Episódio gravado a 22.04.2024
Créditos introdução e final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
http://www.appleton.pt
Mecenas Appleton:
HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels
Apoio:
Câmara Municipal de Lisboa
© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados
Luiza Teixeira de Freitas é curadora de arte independente. Entre os vários projetos em que está envolvida destaca-se o trabalho curatorial e de consultoria com coleções privadas, bem como o trabalho ativo com publicações independentes e livros de artista, tendo lançado a sua própria editora, Taffimai, em 2018. Embora com base em Portugal, trabalha frequentemente com projetos em São Paulo, Nova Iorque, Londres, Los Angeles e no Médio Oriente, entre outros. É consultora de estratégia da Delfina Foundation, em Londres, e faz parte do Conselho da Bidoun.
Na área da saúde, completou em 2022 a pós-graduação em Cuidados Paliativos Pediátricos, área que vem desenvolvendo e seguindo de perto. Faz parte do grupo de comunicação da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos e faz consultoria em variados projetos que envolvem arte e saúde. É desde janeiro de 2020, presidente da Operação Nariz Vermelho, uma associação sem fins lucrativos que tem a missão de levar alegria às crianças hospitalizadas, aos seus familiares e acompanhantes e aos profissionais dos hospitais.
(O título deste podcast é uma apropriação de um título de um artigo escrito pela Luiza durante a pandemia)
Links:
https://www.luizateixeiradefreitas.com/
https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/
https://narizvermelho.pt/rigor/
https://www.taffimai.pt/
https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/
https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997
https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ
https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/
Episódio gravado a 19.03.2024
Créditos introdução e final:
David Maranha - Guitarra
Manuel Mota - Guitarra
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Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975. Concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL, frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Integrou ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas, Portugal. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente: “Momento à parte”, MAAT – Fundação EDP, Lisboa, Portugal (2019); Vasco Araújo”, M-Museum, Leuven, Belgica, (2018); “Decolonial desires”, Autograph ABP, Londres, U.K. (2016); “Potestad”, MALBA - Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.(2015) “Under the Influence of Psyche”, The Power Plant, Toronto (2014); “Debret”, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013); “Eco” Jeu de Paume, Paris (2008); “Em Vivo Contacto”, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); “Experience of Art”; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza (2005); “The World Maybe Fantastic” Biennale of Sydney (2002), Sydney. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas.
No final do podcast:
Excerto sonoro de “Duettino”, 2001
Cortesia do artista
Ficha técnica:
Vídeo
Texto de “Don Giovanni” de W.A. Mozart
Duração: 2’06”, Loop
Dimensões variáveis
Links:
http://www.vascoaraujo.org/upcoming
https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/
https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo
https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte
https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/
http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793
https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793
Episódio gravado a
14.03.2024
Créditos introdução e final:
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Maria da Graça Carmona e Costa iniciou a sua atividade na Galeria Quadrum, em Lisboa, na década de 1970, na altura um dos principais espaços das artes visuais no país. No final dos anos 1980, fundou o gabinete Giefarte, a que se sucedeu, em 1997, a Fundação Carmona e Costa, com o objetivo de dinamizar iniciativas de arte contemporânea portuguesa, como exposições, conferências, edição de livros e catálogos. Em 2000, a fundação criou a Bolsa Fulbright/Fundação Carmona e Costa de apoio à arte portuguesa e a Bolsa de Estudos para alunos do Ar.Co -- Centro de Arte e Comunicação Visual de Lisboa. Para completar esta bio citamos o texto publicado no site da Fundação EDP no dia da sua morte, em janeiro deste ano: "A sua ação como colecionadora, galerista, mecenas e presidente da sua Fundação foi decisiva para artistas, curadores, produtores, designers e instituições. Senhora de uma rara e requintada elegância e de uma invulgar sensibilidade cultural e consciência cívica, nada do que se passou na arte em Portugal lhe foi indiferente e a sua ligação à arte e aos que a criam foi exemplar de dedicação, entusiasmo e verdadeiro amor. De várias maneiras e por diversos meios promoveu, apoiou, protegeu e dinamizou permanentemente a arte em Portugal".
"Num país em que escasseiam, em contexto museológico, as possibilidades de ver arte portuguesa contemporânea, a oportunidade que se oferece através desta vasta coleção, pela primeira vez mostrada ao público, é excecional. Maria da Graça Carmona e Costa reuniu estas obras no contexto da fundação que instituiu e dirigiu com o seu marido Vítor Carmona e Costa e o que agora se mostra configura a utopia de um museu que faz falta ao país. Reflexo de um gosto pessoal, sempre aberto à mudança, reflexo da densa rede de amizades e relações pessoais que a colecionadora estabeleceu, as obras permitem uma visão abrangente sobre a criação portuguesa contemporânea consolidada, mas sempre atenta ao surgimento de novas propostas. No conjunto das coleções privadas e públicas conhecidas equiparáveis, esta é sem dúvida uma das mais extensas e uma das mais abrangentes em termos de gosto, fugindo, não raras vezes, aos cânones dominantes em cada uma das diferentes épocas em que se construiu. A coleção articula-se com a intensa atividade de mecenas e de programação de exposições e iniciativas paralelas que Maria da Graça promove, havendo uma fusão permanente e sem fissuras, um efeito de espelhamento, entre as obras que reúne e as atividades da fundação, entre estas e a vida e gostos da sua mentora. Das especificidades da coleção destacam-se, para além da extensão e diversidade das obras que a integram, os numerosos exemplos em que podemos seguir, ao longo do tempo, as carreiras de alguns artistas (possibilidade rara no conjunto das coleções nacionais), a predominância do desenho como disciplina de referência em muitas das obras adquiridas, o intenso programa editorial paralelo com a produção direta ou apoio a mais de duas centenas de catálogos e livros sobre arte.
A Coleção Fundação Carmona e Costa foi e continua a ser constituída não como investimento mas como modo de reconhecimento e distribuição de valor. Com os seus instrumentos de análise, acumulados por décadas de observação e de seguimento e intervenção na realidade criativa nacional, Maria da Graça foi criando o seu puzzle pessoal, sem qualquer intenção historicista, sem a ambição de esgotar a realidade, guiada pelo seu prazer, enorme intuição e amor pela arte e pelos artistas, compondo ao longo destas décadas um verdadeiro álbum de família onde cada imagem testemunha uma relação pessoal e uma memória. Mais do que poder ser seguida ou ilustrada a partir da coleção, parte da história da arte contemporânea nacional revela-se na própria coleção e muitas das obras constituem-se como elementos factuais dessa mesma história. Procurámos, nesta exposição, através do acompanhamento das múltiplas linhas que tecem e cruzam a coleção e os tempos da criação artística, perceber a realidade e expressão de uma vontade." João Pinharanda e Manuel Costa Cabral
Links:
https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx
https://maat.pt/pt/event/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa
https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/11/17/album-de-familia-como-uma-paisagem-escutar-o-batimento-da-propria-casa/
https://www.publico.pt/2023/10/20/culturaipsilon/noticia/maria-graca-carmona-costa-coleccionadora-exemplar-2066960
Episódio gravado a 29.02.2024
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João Biscainho (Portalegre, 1979) é artista e curador. O seu trabalho artístico e de investigação curatorial tem-se desenvolvido a partir das relações entre a arte e a tecnologia; a vida, a sua representação e simulação artificial; o questionamento recorrente da história
(entre outras ficções sociais) enquanto dispositivo de produção de cultura. O seu trabalho tem integrado exposições individuais e coletivas, em galerias e instituições como: Appleton Square, Galeria Fundação Amélia de Mello, SE8 Gallery (Londres), Galeria
Quadrum, Fundação Carmona e Costa, Whitechapel Art Gallery (Londres), MoCA Skopje
(Skopje), Chauffeur (Sydney), Luís Serpa Projectos.
Links:
https://www.joaobiscainho.com/
http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/programacao/O-Caminho-para-a-Luz-porque-Passa-pela-Luz
https://cpf.org.pt/noticias/a-galeria-millennium-bcp-volta-a-abrir-portas-a-arte-aos-artistas-e-ao-publico/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/02/27/ladainhas-e-percussao-na-appleton/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/27/joao-biscainho-body-terminals-na-chauffeur-sydney/
https://givetocatolica.ucp.pt/exposicao-uncanny-river
Episódio gravado a 21.02.2024
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Isabel Cordovil. Nasceu em Lisboa, 1994, onde vive e trabalha. Completou a sua educação entre a HEAD Geneva University of Art and Design, CH, a Athens School of Fine Arts (Erasmus), a Universidade de Belas Artes de Lisboa e a Central Saint Martins, University of Arts London, UK (Orientation for art and design).
Das suas exposições individuais destacam-se DOS COSAS TAN DESIGUALES, 2024 na Galeria Pedro Cera em Madrid; MATTER IS SOVEREIGN, 2022, Galeria Uma Lulik, Lisboa; A HOLE IN THE SHAPE OF GOD, 2022, Lièvre, Basileia, Suíça; THE SUNLIGHT WILL BREAK THE PARTY, Rua das Gaivotas 2022, Lisboa; DAY RAVE - NATURE IS HEALING, 2020 Al-vista, Zurique; COMO ÁGUA NA ÁGUA, 2019, Egeu, Lisboa; UNTITLED (A TALE OF TWO BODIES),2019, OKO, Genebra.
Das exposições colectivas destacam-se FRESH BREEZE, 2023, Camões Berlim, com curadoria de Sandra Viera Jungers, A FOTOGRAFIA NA COLECÇÃO CACHOLA 2023, MACE, com curadoria de Sergio Mah, Elvas; PROFANAÇÕES, com curadoria de David Reves, Culturgest Porto; QUEM NOS SALVA, 2022 com curadoria de Ana Cristina Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas; IF ONLY, 2022 com curadoria de Hugo Cantedrel, Mono, Lisboa; LOVERS, 2022 curadoria de Fábio Colaço, Zaratan, Lisboa PT UM CORPO, UM RIO, 2021 com curadoria de David Silva Revés, Galeria Liminare Lisboa PT DIP ME IN THE RIVER, DROP ME IN THE WATER, 2021, com curadoria de Carolina Trigueiros, Galeria Pedro Cera, Lisbon CHAIN REACTION, 2021 Culturgest, Porto; GRAN TOUR, 2019 Head Genebra,
A sua obra faz parte de coleções como Culturgest, Coleção de Arte contemporânea do Estado, Coleção António Cachola, Coleção Norlinda e José Lima, Coleção Santander Artistas Emergentes, entre outras.
Links:
https://isabelcordovil.com/
https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/
https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/
https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/
https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil
Créditos música final: Dame Judi Dench sings "Send in the Clowns" from 'A Little Night Music' at the BBC Proms 2010, Sondheim's 80th Birthday Celebration (from Youtube)
Episódio gravado a 16.02.2024
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Horácio Frutuoso (1991) vive e trabalha em Lisboa, estudou pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto onde foi atribuído o prémio de aquisição 2012/2013 aquando a conclusão do curso.
Durante o período em que viveu na cidade do Porto esteve envolvido na criação ou direcção de vários projectos artísticos como o Sintoma, a Painel, ou o Expedição.
A sua prática artística desenvolve-se no campo da pintura e do desenho gráfico, explorando códigos e simbologias da linguagem, relações históricas e de representações sociais. Tem também desenvolvido com frequência projectos editoriais, mantendo uma colaboração regular com o Teatro Praga desde 2016. Em Abril de 2023 desenhou e concebeu a cenografia para ‘ÃO’ de Teatro Praga, estreado no Teatro do Bairro Alto em Lisboa, e em Outubro do mesmo ano a intervenção ‘Harvest Rituals’ no Lux-Frágil em Lisboa. O seu trabalho é apresentado em diferentes exposições e projectos curatoriais tendo já mostrado em espaços como o Museu de Serralves, MAAT, MNAC - Museu do Chiado, Culturgest Porto, Galeria Municipal do Porto, CIAJG - Guimarães, CAV - Coimbra, Cordoaria Nacional, Atelier Museu Júlio Pomar, Appleton Square, ou o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.
Links:
https://horaciofrutuoso.com/
https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/
https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/
https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/
https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2
https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1
http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/
https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/
Episódio gravado a 31.01.2023
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Nuno Nunes-Ferreira nasceu em 1976, em Lisboa, e vive e trabalha em Santarém. Expõe com regularidade desde 2000. Das suas exposições individuais mais recentes destacamos: Monsieur Valadares, Balcony, Lisboa (2022); Café Central, Galeria Juan Silió, Madrid (2021); A Palavra, Convento São Francisco, Coimbra, (2020); Dois anos e meio, Balcony, Lisboa (2019); A qué hora impieza la revolución?, Galeria Juan Silió, Santander, Espanha (2017) e 1440 minutos, Galeria Baginski, Lisboa (2016). Participou em inúmeras exposições coletivas, entre as quais: Herança, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa (2021); FLORA, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, (2021); Fazer de casa labirinto, Balcony, Lisboa (2020); Alianza del ojo y del alma, Centro Cultural “Los Arenales”, Biblioteca y Archivo de Cantabria, Santander (2019); crónicas del mundo actual, Fundación Valentin de Madariaga, Sevilha, Espanha (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Portugal em Flagrante, Operação 1, 2 e 3, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa (2017). Os seus trabalhos estão presentes em diversas coleções, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, IVAM, MAAT, FLAD, EGEAC, MU.SA, Câmara Municipal de Vila Verde, Câmara Municipal de Tavira, Coleção Norlinda e José Lima, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção José Carlos Santana Pinto, Censored Collection by Tatxo Benet, Colección Kells, Fundación Hortensia Herrero, Colección Norte de Arte Contemporáneo, Fundación Focus Abengoa, Fundació Sorigué, Colección DKV, Fundação Bienal de Cerveira, Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander, Liberty Seguros, Colección Olor Visual, Colección ACB, Juan Uslé, Oliva Arauna entre outras. Entre os principais prémios destacam-se: Prémio Fundación Hortensia Herrero (2014), Prémio de Pintura Focus Abengoa - Menção Especial (2009), Artista Emergente, Ron Brugal Arco ´07 (2007), II Prémio Lexmark European Art - Representação Portuguesa (2004).
Links:
https://www.nunonunes-ferreira.com/
https://juansilio.com/
https://balcony.pt/
https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/
https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/
https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840
https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio
https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/
Episódio gravado a 22.01.2023
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Excertos dos 28 podcasts de 2023, temporada 8, 9 e 10, com:
Jorge Vaz de Carvalho
Rita Faden
Anabela Mota Ribeiro
Teresa Nicolau
João Taborda da Gama
Carminho
Isabel Rodrigues da Costa
Joana Sousa Monteiro
Marta Rema
Francisco Aires Mateus
Inês Grosso
Sandra Cinto e Albano Afonso
Musa paradisiaca
Ricardo Jacinto
Vera Mota
Ramiro Guerreiro
Antonia Gaeta
João Pimenta Gomes
Leka Mendes
Sara & André
Francisco Tropa
Filipa Valladares
Luísa Especial
Pedro Tudela
Sara Mealha
Filipe Alarcão
Luís Silva
Patrícia Garrido
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