O artista angolano Né Gonçalves, que conta com uma carreira de mais de 5 décadas na área artística, vai lançar, no início do próximo ano, o seu 4° álbum intitulado "Undenge Wetu", que fala da sua infância no Prenda, bairro icónico de Luanda, na altura em que se deu a sua entrada no mundo da música com apenas 9 anos de idade.
Francisco Filipe da conceição Cumbe, mais conhecido por Filipe Mukenga, foi distinguido no passado dia 19 de Novembro, pelo Estado angolano com o prémio nacional de Cultura e Artes, edição 2021, na categoria música, após ter reclamado um galardão ao governo de Angola pelo seu percurso no mundo da música.
No documentário “Famille FC”, o realizador André Valentim Almeida foi à procura de clubes de futebol portugueses na região de Paris e foi muito para além das quatro linhas. Aqui, o futebol é apenas o pretexto que os emigrantes encontraram para se sentirem em casa. O filme retrata essa “teimosia inexplicável de ser português” num outro país e esboça o sentimento de pertença quando se é estrangeiro.
A exposição “Europa Oxalá” apresenta obras de arte e um ciclo de debates que têm lugar de 2021 a 2023, em três países – França, Portugal e Bélgica, para desconstruir a melancolia pós-colonial resgate cultural.
Lucie Antunes é o “electrão livre” da nova cena musical electroacústica francesa. Em palco, experimenta, surpreende, propõe. Baterista e percussionista de formação clássica e contemporânea, a jovem artista inspira-se nos pioneiros do minimalismo para experimentar novos horizontes sonoros. Não tem medo de ir buscar coisas à rua para as integrar nas suas composições, como “ready mades” musicais que abalam códigos e notas académicas.
O artista plástico guineense Nu Barreto tem uma dupla actualidade em França.
Com obras suas expostas, actualmente, em Marselha e tendo participado, pela primeira vez, em Paris na FIAC, a maior Feira internacional de arte contemporânea do país.
O MUCEM, Museu das civilizações da Europa e do Mediterrâneo, propõe até 16 de Janeiro do próximo ano em Marselha a mostra "Europa oxalá".
O artista angolano Bonga, uma voz inconfundível que leva a música africana a todos os cantos do mundo, celebra este ano 50 anos de carreira. Em entrevista à RFI, falou-nos do seu percurso musical e de como tudo começou.
O MaMA Festival & Convention arranca esta quarta-feira e decorre até sexta em 14 salas emblemáticas do bairro de Pigalle, em Paris. Cerca de 80 artistas vão apresentar os seus projectos, entre os quais as melodias electroacústicas minimalistas de Lucie Antunes, as experiências “tecno-acordeão” de Turfu, a bossanova contemporânea franco-brasileira de Yndi e os sons urbanos da “Bossa-Trap” de Bianca Costa. Uma edição que quer virar a página da pandemia, avisa o director Fernando Ladeiro-Marques.
Incontornável, é o adjectivo que se pode usar para identificar o mais recente trabalho discográfico de Karyna Gomes."N'na" (que em várias línguas africanas quer dizer mamã) é um álbum onde a identidade da artista guineense constrói pontes musicais que fazem o crioulo avançar por caminhos que vão além dos ritmos tradicionais e urbanos da Guiné-Bissau.
É uma canção histórica para os portugueses e está agora a fazer história numa das séries mais populares da Netflix, “A Casa de Papel”. Cinquenta anos depois de Grândola Vila Morena ter sido gravada em Paris por Zeca Afonso, a cantora que a reinterpreta, Cecilia Krull, está também em Paris a gravar o primeiro disco e deverá incluir a canção que descreve como “uma ode à liberdade”.
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