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Neste Bitalk falamos sobre a transformação económica, social e cultural da Arábia Saudita com Rui Rodrigues Gonçalves, Diretor de Marketing da Rayon Progressive Lighting.
A Arábia Saudita Vai Dominar o Futuro? 💰🔥
O Ocidente Está a Subestimar a Arábia Saudita? 🤯🌍
A Arábia Saudita Comprou o Futuro com Dinheiro? 🏗️💸
A Europa Está a Ficar Irrelevante? 🇪🇺⚠️
A Vision 2030 É Propaganda ou Revolução? 👀🚀
O Poder na Arábia Saudita Está a Mudar de Mãos? 👑🔄
O Petróleo Ainda Controla Tudo? 🛢️🎭
A Arábia Saudita Está a Reescrever as Regras? ✍️🌐
Portugal Está a Perder o Comboio Global? 🇵🇹🚄
Rui é um profissional português área do marketing que vive há quatro anos na Arábia Saudita, onde atualmente exerce funções como Diretor de Marketing da Rayon Progressive Lighting, empresa dedicada ao desenvolvimento de soluções de iluminação inovadoras e sustentáveis. A sua mudança para o Médio Oriente reflete a procura por novos desafios e a vontade de trabalhar em projetos de grande escala, num contexto internacional exigente e em rápida transformação.
Ao longo da sua carreira, Rui passou por funções de Business Developer, tendo estado envolvido em alguns dos maiores megaprojetos estratégicos da Arábia Saudita, no âmbito da Vision 2030, como NEOM, Red Sea Global, AMAALA, AlUla, Diriyah, Qiddiyah, King Salman Park, Green Riyadh, Sports Boulevard, KAFD e Misk City. Esta experiência permitiu-lhe acompanhar de perto a ambição do país em reinventar o seu modelo económico, urbano e social, participando em iniciativas que combinam inovação, sustentabilidade e construção de marca à escala territorial.
Para além do percurso profissional, Rui é Conselheiro da Diáspora Portuguesa, defendendo que sair da zona de conforto é fundamental para aprender e evoluir. Destaca a capacidade de adaptação adquirida através do contacto com novas culturas e sublinha que ser português no mundo é hoje um motivo de orgulho. Acredita ainda que Portugal e a Arábia Saudita partilham mais afinidades do que à primeira vista se imagina, nomeadamente na hospitalidade, nas relações humanas e no prazer de partilhar a mesa e a gastronomia.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:45 - Mais sobre a Arábia Saudita
04:36 - Dependentes da indústria petrolífera
07:52 - A liderança é essencial
09:58 - 2 lugares sagrados na Arábia Saudita
11:57 - Meca: só muçulmanos podem entrar
13:15 - Sauditas são muito simpáticos
15:07 - Qualidade de vida na Arábia Saudita
18:31 - Mudança Radical da Arábia Saudita
22:02 - Visão da Arábia Saudita para 2030
26:10 - Estratégia da Arábia Saudita com o Cristiano Ronaldo
29:17 - Território do rei ou do Estado?
31:27 - Empurrão à economia privada
35:09 - Pena de morte na Arábia Saudita
38:57 - As mulheres têm muito poder
41:34 - A Arábia Saudita depois do 11 de Setembro
42:58 - Rebranding da Arábia Saudita
45:12 - Homossexualidade é aceite?
46:36 - A riqueza era concentrada nas elites
49:25 - Mudanças culturais
52:34 - A indumentária na Arábia Saudita
56:05 - Sustentabilidade dos Mega-projetos
1:10:46 - Muitas tecnologias vieram dos árabes
1:13:08 - Visão ambiciosa da Arábia Saudita 🆚 Europa
1:15:00 - Arábia Saudita adora Portugal
1:19:17 - Portugal sabe exportar talento mas não ganha nada com isso
1:22:11 - Portugal tem de saber utilizar os ativos históricos
1:25:07 - Emigrantes portugueses valorizam mais Portugal
1:27:41 - Repensar o nosso papel no mundo
1:34:36 - Com a Desglobalização, mediação é a chave!
1:38:19 - Sem entendimento, não há futuro
01:39:18 - FRIGIDEIRA 🍳🤖
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🎬 Todos os meses, no dia 1, o Bitalk Roundtable volta a sentar o futuro à mesa.
Depois de termos lançado o primeiro Bitalk Roundtable, há mais de um ano, decidimos dar continuidade a este formato que se quer mais interativo do que o podcast, onde visões diferentes se sentam à mesma mesa para debater o futuro de uma área específica a 5, 10, 50 anos. O Bitalk Roundtable visa promover o debate entre grandes mentes e incitar a pensar no que o futuro nos reserva.
Para esta roundtable, os nossos hosts José Serra e Tocha juntaram à mesa quatro convidados de peso ligados à saúde mental. São eles: Albino Oliveira-Maia, psiquiatra, neurocientista e Diretor da Unidade de Neuropsiquiatria da Fundação Champalimaud; Filipa Novais, médica psiquiatra no Hospital de Santa Maria e Professora Auxiliar da Faculdade de Medicina de Lisboa; Henrique Prata Ribeiro, médico psiquiatra no Hospital Beatriz Ângelo e Assistente na Católica Medical School e Luísa Lopes, neurocientista e Coordenadora de um grupo de investigação no Instituto de Medicina Molecular (GIMM).
Mergulhamos na imensidão da temática da saúde mental, de como a vimos, de como a vemos e de como a veremos daqui a 50 anos. Muito mais haveria para falar, mas o futuro é incerto e a IA pode vir a introduzir mudanças significativas impossíveis de antever. De que forma pode a IA ajudar os psiquiatras no diagnóstico e na prescrição de medicação? E onde entra a ética? Os psiquiatras preparam-se para abraçar um mundo que desconhecem mas que pode vir a abrir portas para a mente humana, para o seu tratamento e para uma maior compreensão do seu funcionamento.
Mais do que respostas, aqui procuramos despertar novas perguntas, desafiando perspectivas e inspirando uma reflexão coletiva sobre o que nos espera e sobre o que realmente queremos para o nosso futuro.
🎬 Todos os meses, no dia 1, o Bitalk Roundtable volta a sentar o futuro à mesa.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:44 - Luísa Lopes - Neurocientista
00:00:57 - Henrique Prata Ribeiro - Médico Psiquiatra
00:01:11 - Filipa Novais - Médica Psiquiatra
00:01:26 - Albino Oliveira Maia - Médico Psiquiatra
00:01:54 - A Tecnologia Vai Aumentar a Solidão?
00:02:29 - Os Lados Sombrios da Tecnologia
00:03:01 - A Saúde Mental Vai Piorar Daqui a 50 Anos?
00:04:26 - Redes Sociais São Desenhadas Para Viciar?
00:05:17 - Medicina Ultra-Personalizada
00:05:38 - O Impacto de Fumar Canábis
00:06:50 - Saúde Mental vs. Doença Mental
00:07:48 - O Perigo de Confiar no SmartWatch
00:10:40 - Realidade Virtual Contra Traumas e Fobias
00:12:49 - AI pode ser a solução para doença mental
00:14:18 - Robôs Humanoides e Chips no Cérebro
00:18:49 - Desconectaram-nos da Nossa Natureza?
00:20:31 - O Cérebro é Uma Máquina de Adaptação
00:21:31 - Temos Mais Problemas de Doença Mental Hoje do Que Há 100 Anos?
00:26:32 - A Explosão Tecnológica é Um Novo Fator de Stress?
00:29:09 - Sentimento de Pobreza Relativa
00:31:12 - As Redes Sociais Potenciam o Sentimento de Inferioridade?
00:32:47 - Cyberbullying e Isolamento
00:34:59 - O Algoritmo Alimenta a Depressão
00:35:31 - Tecnologia Traz Mais Impactos Negativos ou Positivos?
00:37:45 - A Regulação da IA Será Essencial Para o Futuro
00:42:29 - Democratizar o Acesso à Saúde Através da IA
00:44:56 - O Futuro da Psiquiatria Passa Pela Prevenção
00:46:13 - Visões Profundamente Perigosas
00:49:13 - Humanizar Processos e Focar no Essencial
00:51:27 - A Ciência Por Trás do Neuralink Já Tem 20 Anos
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Neste Bitalk, vamos descobrir como é ser arquiteta no Japão e o que a arquitetura japonesa pode ensinar ao mundo com Rita Topa, arquiteta e sócia no Kengo Kuma & Associates, em Tóquio.
O Japão tem uma arquitetura melhor que a europeia? 🏯🏛️
Sabes o que realmente distingue o Japão da China? 🇯🇵🇨🇳
Sabes o que é mais chocante na cultura japonesa? 😲🍣
Qual é o pior insulto para um patrão? 🤬👔
O que faz um escritório de arquitetura? 🏢📐
Sabes como Álvaro Siza Vieira criou a Pala? 🏟️✏️
Arquitetura não é arte? 🎨❌
Casas pré-fabricadas são a solução para a habitação? 🏠⚡
Rita Topa é uma arquiteta portuguesa que vive em Tóquio desde 2010 e é sócia do prestigiado atelier Kengo Kuma & Associates, um dos mais influentes no panorama da arquitetura contemporânea. Rita mostrou desde cedo interesse pela dimensão artística do espaço.
A carreira de Rita Topa tem sido marcada por uma prática internacional e colaborativa. Frequentou o mestrado na Universidade de Yokohama, onde conheceu Kengo Kuma num concurso em que este foi júri; apesar de ter ficado em segundo lugar, foi convidada a integrar o atelier e tornou‑se inicialmente a única arquiteta portuguesa na equipa. Ao longo do seu percurso, participou em projetos relevantes em Portugal, incluindo a ampliação dos Jardins da Fundação Gulbenkian, a renovação da entrada do antigo Centro de Arte Moderna (CAM) e projetos como o Matadouro do Porto e o já muito falado no nosso podcast, o projeto da SilveiraTech na Silveira, Lousã. A sua visão destaca‑se pela sensibilidade ao lugar, aos materiais e às pessoas, valores que também orientam a abordagem colaborativa do seu atelier.
Recentemente, a SilveiraTech iniciou uma parceria com Kengo Kuma & Associates para o ambicioso projeto de regeneração de três aldeias abandonadas na Serra da Lousã, com o objetivo de criar um novo modelo de habitar rural que combine natureza, tecnologia e vida comunitária. A visão de Kuma de “arquitetura em harmonia com a natureza” casa com a missão da SilveiraTech de regenerar território com sustentabilidade e respeito pelo património e cultura local, reutilizando materiais tradicionais como o xisto e envolvendo as comunidades no processo criativo e construtivo. Este projeto promete ser um espaço épico em Portugal.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:44 - Arquitetura Japonesa 🆚 Europeia
00:04:35 - Diferenças culturais
00:07:33 - O que distingue o Japão da China
00:09:55 - 30 Anos para passar o conhecimento sagrado
00:11:56 - O mais chocante na cultura japonesa
00:17:04 - O pior insulto para um patrão
00:18:33 - Ser recebido no Japão
00:20:24 - O que faz um escritório de arquitetura?
00:23:15 - Japoneses não dão respostas negativas
00:26:36 - Trabalhar com equipas locais
00:29:46 - Os desafios da arquitetura
00:32:15 - Desafios arquitetónico da SilveiraTech
00:34:54 - Como Álvaro Siza Vieira criou a Pala
00:37:41 - Utilização de materiais locais
00:42:07 - Qual é a visão para o projeto da SilveiraTech
00:51:40 - Abandonar é destruir
00:54:06 - Arquitetura não é arte?
01:04:12 - Arte Asiática
01:08:09 - Da concepção à execução
01:14:33 - Proteção Intelectual
01:17:47 - Casas pré-fabricadas são a solução para a habitação?
01:21:00 - Japão não tem o centro da cidade
01:24:48 - Mentalidade de resiliência dos Japoneses
01:26:54 - Problema demográfico do Japão
01:29:12 - Não existe nenhum pais no mundo como o japão
01:31:33 - FRIGIDEIRA 🍳🤖
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Neste Bitalk, vamos descobrir como resiliência, timing e visão de longo prazo podem transformar empresas à beira da falência em unicórnios, com Paulo Rosado, cofundador da OutSystems e Chairman do Conselho de Administração.
Qual é o segredo dos fundadores de sucesso? 🏆💡
Sabes como criar um unicórnio? 🦄🚀
Qual o segredo para criar um unicórnio? 🗝️🌟
Qual o pior conselho que podes receber? ⚠️🙃
Deves expandir globalmente o teu negócio? 🌍📉
Quantas vezes vais pensar em desistir? 🤔💥
O melhor CEO é sempre o founder? 👔❓
O que faz realmente um chairman? 🏛️🧐
Quais são as melhores dicas para founders? 💡🔥
Paulo Rosado é um engenheiro e empreendedor português, conhecido por ser o cofundador da OutSystems, uma das maiores empresas tecnológicas nascidas em Portugal e referência mundial na área de low-code. Atualmente, depois de ter deixado a liderança executiva, mantém-se como Chairman do Conselho de Administração e consultor estratégico, continuando a influenciar a visão e o crescimento da empresa. Sempre se destacou por uma forte curiosidade intelectual, pela vontade de perceber “como as coisas funcionam por dentro” e por uma abordagem muito pragmática à inovação tecnológica.
A sua carreira passou pela Força Aérea, pela Universidade Nova de Lisboa e por Stanford, na Califórnia. Trabalhou nos Estados Unidos, nomeadamente na Oracle, em Silicon Valley, antes de regressar a Portugal para criar a sua primeira empresa, a Intervento, que lhe trouxe aprendizagens duras sobre execução, prazos e orçamentos. Em 2001 fundou a OutSystems, apostando numa tecnologia que estava mais de uma década à frente do mercado. Pelo caminho, enfrentou crises como o pós-11 de Setembro, a evaporação do mercado das telecomunicações, momentos sem salário e várias reinvenções do modelo de negócio, até a empresa se afirmar globalmente, chegar a dezenas de países e tornar-se unicórnio em 2018.
Entre as curiosidades mais marcantes está o facto de Paulo Rosado acreditar, desde o primeiro dia, que a OutSystems poderia valer mil milhões de dólares, sem nunca viver obcecado com isso. Defende uma cultura empresarial sem “infantilidade”, intolerante à fraude e à complexidade desnecessária, e com forte foco nos clientes e nas pessoas.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:43 - Criar um Unicornio
00:07:21 - Mentalidade empreendedora em Stanford
00:08:31 - O que o fez começar a empreender?
00:10:24 - Focado em eliminar a ineficiência
00:14:30 - Arrancar com a 1ª empresa
00:17:30 - Linguagem Java - sonho ou pesadelo?
00:22:29 - Medo do Ano 2000 e o colapso da bolha dot-com
00:24:57 - Lançamento da OutSystems
00:31:27 - Plataforma 🆚 Aplicação
00:32:22 - Quantas vezes pensas-te em desistir
00:39:05 - O pior conselho que recebi
00:47:26 - Deves expandir globalmente o teu negócio?
00:53:32 - Problemas de internacionalizar um negócio
00:56:26 - O segredo é reduzir a fricção
01:07:04 - Quando termina a precistencia e começa a teimosia?
01:11:29 - Empreendedores querem ouvir o "Sucking noise"
01:15:02 - A grande disrrupção da IA
01:26:37 - A importância da cultura da Google
01:32:34 - O melhor CEO nem sempre é o founder
01:35:42 - O que faz um chairman?
01:38:50 - Como sobreviver à disrupção da IA
01:49:36 - Concelhos para Founders
01:54:30 - FRIGIDEIRA IA 🤖🍳
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Neste Bitalk vamos perceber porque é que Portugal continua a arder ano após ano com Paulo Pimenta de Castro, consultor florestal e presidente da Direção da Acréscimo – Associação de Promoção ao Investimento Florestal.
Por que é que Portugal arde? 🚒❌🌍
O eucalipto é o principal culpado dos incêndios? 💸🔥
O fogo limpa ou destrói? 🌲💶❓
Faltam bombeiros ou uma melhor gestão? 🔥😬👨🚒
Quem ganha com os incêndios? 🧹💸🤷♂️
Que floresta vão herdar os jovens? 👶🔥📉
Existem interesses políticos por detrás dos incêndios?💰🔥💰
Paulo Pimenta de Carvalho é um dos mais persistentes e críticos analistas da política florestal portuguesa. Licenciado em Silvicultura pelo Instituto Superior de Agronomia da Universidade de Lisboa, tem dedicado grande parte da sua vida profissional a estudar, denunciar e propor alternativas para o modelo de ocupação florestal do território nacional, num país que lidera, há décadas, as estatísticas europeias de área ardida.
Ao longo da sua carreira, foi docente no ensino profissional na área florestal, técnico superior na Confederação dos Agricultores de Portugal, secretário-geral da Federação dos Produtores Florestais de Portugal e da Associação Nacional das Empresas Florestais, Agrícolas e do Ambiente. ainda o Conselho Consultivo Florestal do Ministério da Agricultura e foi perito no Conselho Consultivo das Florestas e da Cortiça junto da Comissão Europeia, acumulando uma visão profunda tanto do terreno como dos bastidores da decisão política.
É autor, em coautoria com João Camargo, do livro Portugal em Chamas – Como resgatar as florestas, onde desmonta o “círculo vicioso dos incêndios”, critica a expansão do eucaliptal, a influência da indústria da celulose e a ilusão de que mais combate resolve um problema estrutural de abandono do território. Conhecido pela frontalidade, não evita polémicas: já afirmou que os incêndios alimentam interesses económicos, que a prevenção sem rendimento é insustentável e que o interior do país continua esquecido porque “gera poucos votos”.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:43 - O que é uma floresta?
03:10 - Floresta natural vs Seminatural
04:25 - Qual é a área de floresta que temos em Portugal
06:10 - Monoculturas destruíram as floresta naturais?
09:08 - Acácias e eucaliptos dão cabo de toda a biodiversidade
12:05 - Acácias adoram fogo
15:20 - Os veados não são a solução
16:34 - Caça aos lobos
17:49 - O fogo limpa e abre caminho a plantas invasoras
21:14 - Em Portugal a floresta está em crise?
30:36 - Arde mais floresta do que mato
33:29 - Ser produtor florestal não é para quem quer, é para quem sabe
35:20 - Incêndios revelam socalcos
36:10 - Cabras ficam "High" com Acacias?
37:54 - Inventário Florestal mentiroso cria riscos reais
39:43 - Indústria da celulose está em crise?
44:24 - Incêndios são falha de gestão e não falta de bombeiros
48:39 - FRIGIDEIRA AI
52:10 - Como lidar com o fogo
55:17 - Gestão do território e alinhamento de incentivos
59:02 - Gostam de ter direito mas não querem ter responsabilidades
1:04:52 - Falta de meios = Gestão passiva
1:08:52 - Interesse que os incêndios continuem
1:15:00 - O setor florestal tem muito poder económico?
1:16:29 - Eucalipto é perigoso e mal explorado
1:20:56 - ICNF não tem meios?
1:25:28 - A importância de como se gere o território
1:27:39 - Portugal tem o problema da qualidade de gestores
1:33:23 - Ajudar as florestas através do Patreon
1:36:46 - Os mais jovens vão sofrer com o dano às florestas
1:39:38 - Pressão nos políticos para agir
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Neste Bitalk vamos revelar uma verdade que muitos portugueses preferem ignorar sobre o dinheiro que ganham e a forma como o gerem com Pedro Andersson.
É possível ficar rico a poupar? 💰🤔
Dá para enriquecer com o ordenado mínimo? 💸🔥
Porque é que nunca sobra dinheiro ao fim do mês? 😬📉
Estamos a poupar mal há anos? 🧠❌
A reforma em Portugal vai mesmo falhar? 😱⏳
Ainda vale a pena poupar dinheiro? 🏦🤨
Classe média: existe ou é mito? 👀💥
Porque temos vergonha de falar de dinheiro? 🤐💶
Quanto dinheiro é preciso para dormir descansado? 😴💼
Afinal, o dinheiro compra felicidade? 😊💸
Pedro Andersson é jornalista de profissão e de formação, reconhecido hoje como uma das principais referências em literacia financeira em Portugal. Apesar de afirmar que não é economista, o seu conhecimento sobre finanças pessoais, impostos, seguros e banca resulta de muitos anos de investigação jornalística e de experiência pessoal. Desde 2011 é o rosto da rubrica “Contas-poupança”, onde ajuda milhares de portugueses a compreender melhor o dinheiro, a poupar e a tomar decisões financeiras mais informadas, quebrando a ideia de que finanças são um tema complicado ou inacessível.
Nascido em 1973, Pedro Andersson descobriu cedo a paixão pelo jornalismo, ainda adolescente, na Rádio Clube da Covilhã. Licenciou-se em Comunicação Social pela Universidade da Beira Interior e iniciou a carreira profissional na TSF. Em 2000, integrou o grupo de jornalistas fundadores da SIC Notícias, onde continua atualmente como jornalista coordenador. Paralelamente, construiu uma sólida carreira como autor, com vários livros publicados pela Contraponto — quatro da série Contas-poupança e outros títulos sobre criação de riqueza que, no conjunto, já venderam mais de 100 mil exemplares.
Entre as curiosidades que o distinguem, Pedro Andersson defende que o verdadeiro salário das pessoas é aquilo que sobra ao fim do mês para gerir, depois de todas as contas pagas. Começou a investir com apenas 100 euros, mostrando que não é preciso muito dinheiro para dar os primeiros passos, e aborda abertamente temas como investimentos e criptomoedas, sempre com prudência. É também autor de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal e soma mais de 700 mil seguidores nas redes sociais. Premiado em 2024 e 2025 por várias entidades, deixa um alerta claro que resume a sua filosofia: “Tudo o que promete riqueza rápida sem risco é burla com 100% de certeza”.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:44 - Finanças à portuguesa
00:05:48 - Falta Consciência aos portugueses
00:09:38 - 15 Anos de Contas Poupança
00:10:34 - Quais são as gorduras nas nossas despesas?
00:12:20 - Toda a poupança conta
00:15:27 - Investir em jogos de Azar
00:17:15 - Qual é o teu salário verdadeiro
00:20:19 - A Magia dos Juros Compostos
00:24:43 - Deposito a Prazo VS Certificado de Aforro
00:31:27 - Saúde, Família e Dinheiro
00:35:30 - Fundos de Emergência
00:37:36 - Dinheiro Continua a ser Tabu
00:41:14 - Plano Poupança Reforma (PPR)
00:48:33 - O Que é um ETF?
00:53:09 - ETFs 🆚 PPRs
01:01:01 - Sem Dinheiro para Investir
01:05:15 - Vergonha de Ganhar Dinheiro
01:15:10 - F.I.R.E. - Financial Independence, Retire Early
01:19:02 - Ter uma Reforma Digna
01:24:19 - Não Existe Classe Média
01:31:53 - O Objetivo é Ajudar!
01:36:23 - O Dinheiro Traz Felicidade?
01:43:27 - FRIGIDEIRA IA 🍳🤖
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Para este episódio especial do Bitalk, quisemos dar voz aos nossos Bitalkers. A nossa equipa esteve pelo Web Summit a gravar as perguntas que vocês tinham guardadas na manga, criando um episódio feito para vocês e nas perguntas que todos queriam ouvir.
E que ano foi este, Bitalkers! 2025 trouxe conversas intensas, momentos inesquecíveis e debates que nos desafiaram a pensar mais longe. Mas fiquem descansados: não vamos parar por aqui. Está quase na hora de fechar o ano com chave de ouro e receber 2026 com energia e ambição! 💪🎉
Não nos cansamos de dizer OBRIGADO a todos pelo apoio e por acompanharem o nosso podcast. Cada conversa, cada episódio, cada pergunta que colocam faz parte desta comunidade incrível e nos motiva a continuar.
Este episódio especial é uma oportunidade de olhar para trás, e celebrar tudo o que aprendemos juntos. Momentos únicos, que só foram possíveis graças aos nossos convidados.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
01:30 - Qual é o vosso prato favorito? Pedro Sousa | Comudel
02:45 - Como deve Portugal posicionar-se para se tornar relevante geopoliticamente? Miguel Catela | LogisticsWMS
09:09 - Quando vão jantar, quem paga a conta? Kevin Ferreira | KMedia
09:29 - Qual foi a maior discussão que tiveram? Alexandre Sousa | KMedia
11:39 - Quando vamos ter o Bitalk On Tour? Alexandre Mendes | Startup Braga
13:02 - Qual a empresa mais interessante que já conheceram? João Aurich | Sentidos
14:33 - Como pode um estudante criar uma startup de inteligência artificial? André Góis | Voluntário
18:16 - O que torna uma startup atrativa para investidores? Alexandre Quilundo | Estudante
21:46 - Quais são os desafios para uma empresa em Portugal conseguir um bom scale-up? Bernardo Azevedo | Unicorn Factory
25:34 - O que seria mais util para as nossas empresas para acelerar a adoção de Ia? João Nuno Ferreira | FCT I.P.
28:50 - Onde se veem daqui a 2 anos? Susana Caetano | FCT-FCCN
29:08 - O que é mais difícil na vossa empresa, ser pai ou ser filho? Beatriz Pinto | Delta Cafés
29:24 - Quais é que são as vossas dicas para conseguir os primeiros 100-1000 clientes? Raul Márquez | Ernit
32:27 - Qual é o vosso ingrediente favorito do Bitalk? Aline Machado | Global Citizen Solutions
33:05 - Qual é a empresa que investiriam que no passado nunca pensariam em investir? Joel Nunes | Asi - Agency For Sponsorship Intelligence
36:53 - Qual é a vossa ferramenta de IA preferida? Rafael Azevedo | Attendee
37:45 - Das Maiores empresas em Portugal, se pudesses ser CEO e mudar a empresa toda, qual é que seria? João Ramos | Meo
40:24 - Como é que no estado atual do mundo o puderam salvar? Fernando Alvim | Antena 3
44:16 - Qual devia ser o papel do estado na criação de novos empregos em startups? - Tiago Prata | A+BIZZ
44:51 - Se fossem Primeiro Ministro o que faziam hoje e amanhã? Pedro Andrade | Humanos
45:25 - Qual é a vossa maior inspiração? Dinis Garcia | Bombeiro
45:36 - Para quando o partido Bitalk e um projeto de democracia direta? Tiago Ferreira | Podsqueeze
46:26 - Fora Lisboa e Porto, que outras regiões de Portugal merecem mais investimento? João Gonçalves | Voluntário
47:54 - Dentro da comunidade OW a Sheerme continua a ser a preferida? Karly Ribeiro | Sheerme
48:23 - Como estão a ver o investimento em países emergentes? Pedro Paulo Grein | IFPR
50:24 - Como criar uma startup? Rafael Matos | Be It
51:30 - Porque investir em Startups em vez de stock market? João Amaro | Podsqueeze
57:04 - FRIGIDEIRA AI 🍳🤖
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Neste Bitalk vamos descobrir como foi construir o negócio que ganhou o melhor Bolo-Rei de Portugal, com João Castanheira, gerente da emblemática Pastelaria Aloma.
É possível faturar milhões com pastelarias? 😱💰
Importar tradições é trair as nossas? 🌍🥐
Marketing é mais forte que receita? 📱🍰
Concorrência territorial é guerra ou incentivo? ⚔️🏘️
O Estado só atrapalha ou ainda ajuda? 🇵🇹🤯
Qual é o segredo do melhor bolo-rei de Portugal?
Será que a tradição consegue sobreviver ao futuro? ⏳🔥
Quase ser preso vale a pena pelo sonho? 🚓🎯
João Castanheira é o atual gerente e a força motriz por detrás da Pastelaria Aloma, uma das casas mais emblemáticas de Lisboa. Empreendedor confiante e determinado, é hoje o rosto de um negócio com mais de oito décadas de história, conhecido sobretudo pelos seus pastéis de nata artesanais, várias vezes premiados como os melhores do país. João assume-se como alguém que acredita profundamente no valor da tradição, do trabalho em equipa e da qualidade feita sem atalhos, mesmo quando isso implica crescer de forma mais lenta e exigente.
Apesar de ter trabalhado grande parte da sua vida profissional no setor das farmácias, a ligação de João Castanheira à pastelaria tem raízes familiares e afetivas profundas: o seu bisavô fundou vários balcões de padaria em Lisboa. No final de 2009, João assumiu a gerência da Aloma e, em 2020, adquiriu as quotas que ainda pertenciam aos sócios fundadores, passando a empresa para a esfera da Aloma Distribuição S.A., mantendo-se como gerente. Quando entrou, a Aloma era uma pequena pastelaria com poucos colaboradores; sob a sua liderança, cresceu de forma sustentável, expandiu-se para várias localizações em Portugal e até Madrid, sem nunca abdicar do fabrico 100% artesanal que a distingue.
Entre as muitas curiosidades que marcam o seu percurso, destaca-se o episódio quase improvável em que conseguiu fazer chegar pastéis de nata da Aloma ao Papa Francisco durante a visita a Fátima, em 2017, uma verdadeira prova da sua obstinação e fé no “impossível”. João é conhecido pela sua confiança inabalável, resumida numa frase que repete vezes sem conta: “estou sempre confiante”. Essa atitude reflete-se também nos sucessivos prémios conquistados, como o Melhor Pastel de Nata de 2025 e, novamente, o Melhor Bolo-Rei do país. Para João Castanheira, o segredo do sucesso está em acreditar, insistir e nunca se acomodar porque, como ele próprio diz, “no lutar é que está o ganho, e a sorte dá muito trabalho”.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:44 - Não Sou Pasteleiro
00:05:16 - A Evolução do Bolo-Rei
00:09:33 - Sazonalidade do Bolo-Rei
00:13:27 - Euforia do Chocolate do Dubai
00:17:58 - Sociedade de Consumo
00:22:48 - Importar Tradições
00:25:16 - O Melhor Bolo-Rei de Portugal
00:29:12 - Faturar +10Milhões€€ com pastelarias
00:35:12 - Marketing de uma Pastelaria
00:46:14 - Concorrência Territorial
00:51:15 - Dinâmicas de Negócios Locais
00:54:30 - Parceria Sonae
00:57:13 - A Relevância do Café
01:01:13 - Aprender com os espanhóis
01:05:07 - Ser a própria concorrência
01:11:45 - Preocupados com a Saúde
01:17:02 - A Receita Secreta
01:21:50 - Bolo-Rei sem Brinde
01:23:24 - HACCP Sufoca Negócios?
01:26:30 - Cada Crítica é uma Bênção
01:33:08 - Espanha não trabalha à sexta
01:38:13 - Espanhóis + produtivos
01:41:36 - Impostos Espanhóis + leves
01:46:52 - Estado 🇵🇹 Só Desincentiva
01:52:02 - Quase Fui Preso
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Neste Bitalk recebemos Ricardo Seabra, Co-Founder do Departamento de Investimentos Alternativos do BiG (Banco de Investimento Global), uma das figuras mais influentes da nova geração de analistas e comentadores económicos em Portugal.
A Europa está a falhar economicamente? 😵📉
A desglobalização já começou? 🌍⚠️
Os ricos vão ficar ainda mais ricos? 💸⬆️
A dívida francesa vai explodir? 💣🇫🇷
A Alemanha caiu de vez? 🏚️🇩🇪
A inflação está fora de controlo? 🔥📈
Bitcoin e ouro são a última esperança? 🪙🛟
A IA vai investir melhor do que nós? 🤖📊
O futuro vai ser mesmo tão duro assim? 🥶🚧
Ricardo Seabra é economista, gestor e especialista em investimentos alternativos, sendo atualmente cofundador do departamento de Investimentos Alternativos do BiG (Banco de Investimento Global), criado em parceria com André Veloso. A sua atuação centra-se no desenvolvimento de estratégias descorrelacionadas dos ativos tradicionais, pensadas para tornar as carteiras dos investidores institucionais mais eficientes e robustas num contexto financeiro cada vez mais complexo. Reconhecido pela clareza e assertividade com que comunica, é também comentador económico no Now e na SIC Notícias, depois de passagens pela TVI.
Ao longo da sua carreira, Ricardo destacou-se na criação de soluções de investimento inovadoras, num modelo onde o próprio BiG atua simultaneamente como gestor e investidor, garantindo alinhamento de incentivos entre todas as partes. Sob a sua liderança, o fundo do banco que cofundou ocupa atualmente o primeiro lugar no top 15 nacional em risco/retorno a 5 anos. É presença ativa no debate económico, tendo escrito no jornal Sol sobre temas como o cancelamento da dívida pública pelo BCE, as mudanças no regime de inflação pós-pandemia ou o impacto das políticas monetárias não convencionais, incluindo a transição para dinheiro totalmente digital, taxas negativas e o chamado “dinheiro de helicóptero”.
Conhecido por não fugir a temas controversos, Ricardo produz mensalmente um wrap de mercados no LinkedIn, analisando fatores como conflitos internacionais, políticas dos bancos centrais, movimentos na bolsa, desempenho das commodities e alterações geopolíticas, oferecendo leitura acessível num universo que é, para muitos, complexo. Embora sublinhe sempre que partilha apenas opiniões e nunca aconselhamento financeiro, identifica tendências prováveis para os próximos anos, incluindo oportunidades em investimentos seguros, estratégias descorrelacionadas e setores com resiliência acrescida.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:00:45 - O novo paradigma económico
00:03:41 - O que acabou com a prosperidade?
00:05:10 - A desglobalização já começou?
00:07:38 - Como distribuir riqueza de forma justa?
00:10:32 - Os Ricos mais ricos e os pobres mais pobres
00:14:00 - Estados GORDOS e Ineficientes
00:18:38 - O Covid foi o cisne negro
00:21:05 - Europa Politicamente Falida
00:22:35 - Inflação Saiu do Saco!
00:25:15 - Alemanha em crise: O gigante caiu
00:29:58 - Dívida francesa vai arrebentar a europa
00:32:00 - Imigração: problema ou dode expiatório?
00:38:00 - Como resolver a dívida?
00:40:12 - Bitcoin e Ouro: refúgio dos desesperados
00:45:09 - Raspadinhas: O maior investimento nacional
00:46:56 - FRIGIDEIRA 🤖🍳
00:51:28 - Portugueses com pobreza crónica
00:54:31 - Guerra contra a inflação
00:57:05 - O perigo dos especuladores
01:03:50 - A bolha escondida
01:09:02 - A máquina vai investir melhor que tu?
01:13:00 - A era dos Ministros-IA está a começar
01:16:47 - Falta de coragem política
01:18:35 - O futuro vai ser muito duro
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Neste Bitalk, vamos desvendar todos os segredos da logistica em Portugal com Rui Nobre, Chief Operating Officer (COO) da DPD Portugal.
Polónia é oficialmente a “Lockerland” do mundo? 🇵🇱🔐O que acontece se metade do país comprar tudo online? 🛒⚡
Vai mesmo ser possível entregar tudo por drones e robôs? 🚁🤖
Vai mesmo ser possível tornar a logística verdadeiramente sustentável? 🌱⚡
Quantas pessoas vão ser afetadas se os robôs assumirem as entregas? 🤖🧍♂️
O Rui Nobre é o COO da DPD Portugal e uma das figuras mais influentes da logística nacional. À frente das operações de uma das maiores empresas de entregas do país, é responsável por gerir a eficiência, a sustentabilidade e a inovação que todos os dias colocam centenas de milhares de encomendas na rua. É também uma das vozes mais ativas sobre o futuro da mobilidade urbana, da descarbonização e da transformação do e-commerce em Portugal.
Com uma carreira sólida no setor da logística, o Rui passou por posições de grande responsabilidade antes de chegar à DPD: foi COO da Chronopost, Diretor de Operações da TNT e até Diretor de Logística da Tupperware. Na DPD, gere um sistema altamente complexo que inclui a distribuição da frota, contratos operacionais, manutenção, equipa técnica e a implementação de soluções tecnológicas como o Mobileye — um sistema israelita criado para monitorizar e melhorar a condução dos motoristas.
O Rui é um defensor ferrenho de cidades mais limpas: acredita que a logística tem um impacto direto na saúde pública — citando até dados da OMS que apontam para 390 mil mortes prematuras por poluição na Europa. É também um entusiasta de dados ambientais, tendo instalado mais de 100 sensores de qualidade do ar em Lisboa, revelando fenómenos curiosos como picos de poluição provocados por cruzeiros ou túneis de vento vindos do aeroporto.
Aqui ficam alguns dos melhores momentos:
00:00 - Intro
00:44 - A logística mudou o mundo
2:25 - First & Last Mile
9:49 - Envios Nacionais VS Internacionais
13:41 - Os correios já dominaram o mundo?
18:15 - Empresas de logística tinham medo do B2C
22:04 - O futuro está nos cacifos?
24:34 - Percentagem de encomendas não entregues
28:18 - Polónia: Lockerland
30:37 - Cacifos em todos os prédios?
32:38 - % de Compras Online
35:20 - Chineses estão anos luz à nossa frente
42:20 - Encomendas para o interior do país
45:00 - +120mil entregas por dia em Portugal
46:27 - FRIGIDEIRA AI 🍳🤖
49:15 - Ser sensíveis com as pessoas
50:22 - Jogos Olímpicos dos estafetas
52:25 - Impacto das emissões de gases devido à logística
56:18 - O que é a sustentabilidade na logística?
58:45 - As pessoas não se querem mexer
1:02:40 - Sustentabilidade: recursos necessários
1:05:40 - Turismo rouba mão de obra à logística
1:07:04 - A solução é a comodidade
1:10:10 - Logística inversa
1:14:29 - Robôs levarem encomendas
1:16:23 - Centros de entrega vão deixar de ser cacifos?
1:23:00 - Como é que a IA influencia a sustentabilidade?
1:27:17 - Sistema de controlo dos Condutores
1:28:16 - Empresas de logística estão a falhar
1:35:58 - Blockchain ajuda na logística?
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