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A sociedade empurra-nos para o sucesso desde muito cedo, incita a uma perseguição maníaca pelo êxito, caso contrário seremos uns falhados. Mas todos temos uma noção diferente de sucesso. Para uns é ter bens materiais, para outros realização profissional, ser o melhor da área, ter reconhecimento dos pares, ter paz e sossego, ter tempo, ter família... E há quem queira tudo ao mesmo tempo. Neste episódio falamos sobre essa obsessão pelo sucesso e o seu significado.
E quando queremos tanto não ver o que estamos a fazer ou quem somos, que adoptamos o excesso como modo de vida para camuflar o medo dos encontros amorosos?
De onde virá a compulsão de uma vida errante?
Falámos da diferença entre excitação imatura e de desejo maduro. Falámos de sexualidade como forma de revelação de tudo aquilo que somos e falámos de lubrificantes sociais. Ter um encontro amoroso é desconfortável, mais para uns do que para outros.
Aqui vãos alguns pontos de partida para promoção deste episódio.
A pergunta veio de uma ouvinte: O que fazer quando o amor que sentimos é espezinhado uma, duas, três vezes? Aqui viramos o jogo e preferimos perguntar "O que fazer quando o amor que sentimos é, afinal, um enorme desamor por nós"? De onde veio a ideia que devemos sofrer por amor e insistir quando não o sentimos de volta? É este o tema central do episódio, cujo título diz quase tudo: Amar pelos dois só funciona na canção.
Esta semana fala-se de amizade no Chaise Longue. Aquela relação que não é família mas parece, não é romântica mas pode ser intensa e tem mais cores do que a de um grande amor. Somos mais nós com amigos... mas seremos livros abertos, como às vezes apregoamos? O que é isto de ser um livro aberto? Por que nos custa tanto o fim de uma amizade, às vezes mais do que o fim de um amor?
Por que nos zangamos com alguém no trabalho? O que está na base dessa irritação? Este episódio destina-se a quem trabalha com equipas e, especialmente, a chefes, CEO's e World Leaders em geral. Portanto, os ouvintes P1's do Chaise Longue...
Neste dia dos Namorados vamos falar de um divórcio difícil com direito a insultos e outras agrassões psicológicas.
Como diz a Silvia, numa relação nem tudo o que nos liga ao outro é da ordem do amor. Há relações movidas a ódio e a ressentimentos. E dessas, também é difícil sair. A questão é: porquê? Porque é que se fica numa relação assim quando surgem os primeiros sinais?
Uma visão psicanalítica pode restituir a vitalidade que é preciso para ir embora. Será?
O que acontece em nós quando nos auto-sabotamos? De onde vem a falta de força de vontade que nos trava no momento de realizar uma tarefa, de cumprir um objectivo traçado? Neste episódio há algumas respostas para estas questões e outras que entretanto foram surgindo no meio da conversa. Pelo fim da auto-sabotagem, sem esperar pelo início da motivação.
Nota: Este episódio não vai auto-sabotar-se em cinco segundos.
Recebemos uma mensagem de uma mãe preocupada com a forma como a filha se veste, "gosta de roupas de rapaz...e agora"? Agora elaboramos sobre esta questão: será de estilo, de identidade ou de orientação? O que é que a mensagem não diz - a real preocupação desta mãe - mas atrevemo-nos a deduzir? Um episódio para pais que idealizam os seus filhos, ou seja, todos os pais. E quando afinal não são como sonhamos, não são iguais a nós, quando fogem do padrão? O episódio desta semana é sobre este processo de aceitação, mais fácil para uns do que para outros.
Narcisista é uma palavra muito usada para se caracterizar alguém com quem temos uma relação difícil. A Sílvia até avança que somos todos narcisistas. Uns mais, outros menos. A análise desta semana partiu de um pedido de uma ouvinte para que falássemos de mães narcisistas. Mas o que é que isto quer dizer, exactamente? Quais os efeitos de uma mãe ou de pais controladores na infância e na idade adulta?
Como é que perdoamos um pai herói que vira vilão quando crescemos? Quais os efeitos de um pai ausente que está vivo. Como é viver com a sensação de que o nosso pai não quer saber de nós? É um tema levezinho, portanto. Forrem o estômago e venham ouvir.
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Um podcast onde se analisa casos enviados pelos ouvintes, através dos comentários 'sábios' e 'sensatos' da Joana Azevedo e o viés psicanalítico da Sílvia Baptista. Aqui fala-se de comportamentos,…

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