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Acontece com muita gente e esta ouvinte assume a vontade de salvar o homem de quem gosta. Com amor, compreensão e paciência acredita que o vai mudar e melhorar a sua vida e saúde mental e emocional. De onde vem este complexo de salvadora? Por que razão algumas pessoas procuram ou aceitam outras pessoas quebradas e indisponíveis?
Vamos pensar sobre este assunto neste episódio.
A velha e controversa questão: a amizade entre homens e mulheres é possível? E o desejo, não existe de todo ou recalca-se? E quando um amigo quer ser mais do que isso? Perguntas, perguntas, perguntas. Algumas respostas e um pequeno apontamento sobre futebol compõem mais um episódio. Quando ouvir diga de sua justiça.
O caso de uma ouvinte que quer tanto ser mãe que, se não for, não vê motivos para existir. Mais do que uma vontade é uma questão de identidade que não se está a concretizar. Falamos das implicações que esse estado espírito pode trazer para si e para a criança que ainda não existe.
A história desta ouvinte é a de uma menina que cresceu a ouvir insultos da mãe e que se tornou numa adulta arisca. Surge aqui a desconfiança e a inibição, não como defeitos, mas como mecanismo de defesa. E agora? Como se repara este olhar do outro que, mesmo tendo ficado lá atrás, continua tão presente? A terapia ajuda e nós também tentámos.
Também quisemos contribuir com os nossos dois cêntimos sobre a série do momento que tanto está a dar que falar. Falámos sobre o que a serie dá, o que não dá e o que tiramos dela.
Esta semana o Chaise Longue é sobre a paternidade. Lançado no dia do pai, vamos conhecer este pai afastado dos filhos que nos pede estratégias para lidar com esta ausência forçada e caminhos para voltar à sua função paterna.
Desta vez chega-nos a mensagem de uma ouvinte que nos conta das suas transgressões e faz uma pergunta inesperada. Ela não quer saber por que transgride mas sim por que razão não sente qualquer culpa nessas infrações das normas. À boleia desta questão falámos sobre outras formas de manifestação de culpa, que acontecem quando essa culpa é reprimida.
Esta semana falamos de Bullying e como a intimidação, a violência e a humilhação alheia não acontecem apenas no liceu. Há adultos com poder a exercer esse bullying na vida ativa. Neste episódio refletimos sobre a origem desses comportamentos.
Quando o papel de cuidador deixa de encher as medidas e se quer mais de uma relação. Uma ouvinte no meio de um triângulo pouco amoroso e muito dependente com o namorado e uma depressão. Uma dinâmica agora-cuido-eu-agora-cuidas-tu pode matar o desejo e não será de estranhar que uma das pessoas queira largar tudo para tentar ser feliz. Mas depois vem a culpa...
O que é isto de ser a outra numa relação a três (sendo que uma das pessoas pode não saber que está numa relação a três) ? O que diz sobre a forma de nos ligarmos ao outro? Qual é o ganho aqui para quem aceita ser a outra? E por que razão tendemos a repetir este padrão mesmo que deixemos a relação? São questões levantadas quando lemos a mensagem de uma ouvinte que assume não conseguir deixar de ser a outra.
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Um podcast onde se analisa casos enviados pelos ouvintes, através dos comentários 'sábios' e 'sensatos' da Joana Azevedo e o viés psicanalítico da Sílvia Baptista. Aqui fala-se de comportamentos,…

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