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E se a tecnologia for a chave para convencer os jurados no julgamento mais midiático do país? Diretamente da Imersão na Lei de Drogas em Salvador, Lilian recebe o advogado Rafael Roza para revelar os bastidores da sua atuação na equipe de defesa do emblemático Caso Henry Borel. Com apenas três anos de carreira, Rafael geriu a infografia do caso durante 11 intensos dias de plenário, mapeando depoimentos em tempo real para adaptar as provas visuais às reações do Conselho de Sentença. O episódio ensina como estruturar dados complexos usando Obsidian e PowerPoint, provando à jovem advocacia criminal que a sorte acompanha quem está preparado: afinal, "palco nunca se nega".
E se uma mensagem inofensiva do seu cliente combinando uma pizza for adulterada para incriminá-lo de um homicídio, e a Justiça aceitar isso como prova cabal? Na Imersão em Salvador, Rodrigo Casimiro recebe o perito Lorenzo Parodi para um mergulho profundo nos perigos das provas digitais. Eles alertam que arquivos digitais podem ser modificados sem deixar rastros em apenas três minutos. O debate esclarece a diferença vital entre os procedimentos de custódia e a cadeia de custódia (os registros documentais), destacando a necessidade inegociável do Perito Oficial na fase de coleta e remoção de aparelhos. Uma conversa essencial sobre porque o desrespeito à custódia não é mera "nulidade", mas causa de absoluta inadmissibilidade da prova.
E se a Inteligência Artificial, criada para te auxiliar, estiver censurando provas vitais para a defesa do seu cliente sob o falso pretexto de "políticas da plataforma"? Diretamente da Imersão em Execução Penal, Marília Brambilla recebe a advogada Carla Gehlen para um debate inédito sobre a criação de um novo direito fundamental: o Direito à Livre Cognição. Elas discutem como os algoritmos manipulam nossas decisões através de neurociência e bioquímica, criando bolhas que confirmam vieses (como o racismo algorítmico) e restringem informações sensíveis — prejudicando advogados que atuam em casos de crimes sexuais. Um episódio provocativo que defende a urgência de uma regulamentação federal para que a IA auxilie a Justiça, e não atue como um inquisidor moral.
E se um golpista usasse inteligência artificial para clonar a imagem de um advogado e extorquir clientes? Na Imersão em Execução Penal, Marília Brambilla recebe Leandro Giacomelli, advogado com 20 anos de carreira, para debater a inevitável revolução tecnológica no Direito. Eles discutem a ascensão dos estelionatos digitais e a inovação do projeto "X-9", uma ferramenta de varredura focada em detectar deepfakes em tempo real nas redes sociais. Leandro também alerta sobre a necessidade do uso responsável de IAs (como Gemini e NotebookLM) na redação de peças e expõe a perigosa tática do "Prompt Injection" — onde comandos ocultos em branco tentam manipular os algoritmos de leitura do Judiciário. Um episódio vital para a advocacia moderna.
E se a mídia e os tribunais atuassem como cúmplices no julgamento moral das vítimas de feminicídio? Neste episódio documental, cruzamos quase cinco décadas de história para analisar os cruéis assassinatos de Ângela Diniz, em 1976, e Lorenza de Pinho, em 2021. O roteiro expõe como a absurda tese da "legítima defesa da honra" e a espetacularização midiática culparam as vítimas — seja pela liberdade sexual nos anos 70 ou pela saúde mental nos anos 2020. Discutimos os marcos jurídicos que mudaram o Brasil, como a ADPF 779, que baniu definitivamente a defesa da honra, e o Tema 1.412, que ampliou a proteção para além do lar. Um manifesto provando que lembrar é um ato político.O Caso de Ângela Diniz e Lorenza de Pinho na Voz da Sociedade.
E se a sua trajetória de vida começasse com apenas a quinta série aos 18 anos e culminasse em uma carreira de sucesso no Tribunal do Júri? Diretamente da Imersão em Execução Penal, Marília Brambilla recebe Afonso Lopes, que compartilha sua jornada de superação: da chegada a Brasília em 2001, passando pelo supletivo, até completar 13 anos dedicados exclusivamente à advocacia criminal. Eles debatem as dificuldades estruturais da profissão, o impacto do cumprimento imediato da pena — que afasta os réus dos plenários pelo medo da prisão —, e a imensa gratidão de Afonso ao retornar ao Piauí para advogar e defender seus conterrâneos. Um bate-papo inspirador sobre propósito, raízes e a verdadeira paixão pelo Direito Criminal.
E se uma simples infração for enquadrada como falta grave apenas para punir antecipadamente o seu cliente? Diretamente da Imersão em Execução Penal, Mariana Carneiro e Akira Kobayashi expõem a dura realidade dos Procedimentos Administrativos Disciplinares e o colapso dos exames criminológicos em São Paulo e no Rio de Janeiro. Eles denunciam o isolamento cautelar sem audiência de justificação prévia, a quebra na cadeia de custódia de provas e a ineficácia das avaliações psicológicas no sistema paulista — que acumulam mais de 10 mil pedidos na fila e, muitas vezes, duram menos de meia hora. Um episódio essencial para alertar a advocacia sobre a urgência de dominar os regimentos internos e combater o punitivismo irrestrito.
E se o caso mais macabro do país testasse todas as regras do processo penal? Neste episódio do Verdade Formal, dissecamos os autos dos Canibais de Garanhuns, o triângulo amoroso que assassinou, esquartejou e consumiu partes das vítimas Gisele e Alexandra em Pernambuco sob a justificativa de rituais de purificação. Caminhamos por todas as fases legais: a investigação iniciada pelo rastro de fraudes em cartões de crédito, a tentativa frustrada da defesa em alegar insanidade mental, e o desaforamento do Júri para Recife, que resultou em penas superiores a 60 anos de prisão. À luz do princípio de que "se não está nos autos, não está no mundo", o episódio ainda desmistifica a lenda urbana da venda de salgados com carne humana, provando como o rito processual atua até nas histórias mais sombrias do Brasil.
E se o seu Resp for sumariamente barrado no STJ porque você confiou cegamente na presunção de relevância criminal? No episódio de hoje, Lilian, curadora da Criminal Player, recebe o Advogado Criminalista e especialista em atuação nos Tribunais Superiores, Jonathan Moraes Barbosa e Júlio Devecchi, assessor de Ministra do STJ, para destrinchar os impactos da nova Lei 15.484 de 2026, que regulamenta a Emenda Constitucional 125 e instaura o temido filtro de relevância no Superior Tribunal de Justiça. Um episódio essencial para garantir que o seu recurso sobreviva à peneira dos tribunais superiores.
E se o Recurso Especial do seu cliente for sumariamente barrado no STJ porque você confiou cegamente na presunção de relevância criminal? No episódio de hoje, Lilian recebe os especialistas Prof. Jonathan Moraes Barbosa e Prof. Júlio Devecchi para destrinchar os impactos da nova Lei 15.484 de 2026, que regulamenta a Emenda Constitucional 125 e instaura o temido filtro de relevância da questão federal no Superior Tribunal de Justiça. Eles alertam a advocacia de que a presunção de relevância nas ações penais não é absoluta e pode ser derrubada pelo voto de dois terços do colegiado. O debate esclarece que a nova regra funciona como mais uma "tranca" na porta de admissibilidade, somando-se a barreiras clássicas que continuam vigentes, como a Súmula 7 e a exigência de prequestionamento. Além disso, os professores discutem a aplicação alternativa dos critérios de relevância jurídica, social, política e econômica — ilustrando com casos emblemáticos como o da Boate Kiss e os erros no reconhecimento fotográfico — enquanto aguardam a regulamentação final do Regimento Interno da corte. Um episódio essencial para aprender a elaborar o tópico específico fundamentado na petição e garantir que o seu recurso sobreviva à peneira dos tribunais superiores.
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