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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
A inteligência artificial (IA) está a invadir o campo da criatividade, da cultura e das artes, com grande impacto neste mercado de trabalho. Encarada por uns como uma ferramenta poderosa que amplia a criatividade humana, outros têm preocupações sobre a perda de singularidade e autenticidade na arte. A IA é capaz de ser criativa? Ou a criatividade é um traço exclusivamente humano? As obras de arte geradas por IA têm o mesmo valor que as criadas por artistas humanos? O uso desta ferramenta vai ampliar a diversidade artística ou pode levar à sua redução?
Para responder a estas e muitas outras perguntas, foram convidados Leonel Moura, artista pioneiro na aplicação da Robótica e da Inteligência Artificial na arte, e Penousal Machado, docente do Departamento de Informática da Universidade de Coimbra e investigador do CISUC (Centro de Informática e sistemas da Universidade de Coimbra e LASI (Laboratório Associado de sistemas Inteligentes), especialista em Computação Evolutiva, Criatividade Computacional, Inteligência Artificial e Visualização da Informação. Episódio originalmente publicado a 22 de fevereiro de 2024.
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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
Com o avanço da IA, muitos trabalhadores temem a substituição dos seus empregos por tecnologia. A colaboração com máquinas muitas vezes requer que os trabalhadores aprendam novas habilidades e competências e isso pode ser desafiador para aqueles que estão acostumados a métodos de trabalho mais tradicionais. Como é que a inteligência artificial pode impactar o mercado de trabalho e as taxas de emprego na indústria? A IA pode ser usada para melhorar as condições de trabalho, aumentar a eficiência, a produtividade e potencialmente criar novos tipos de empregos na indústria? Para responder a estas perguntas, Francisco Pinto Balsemão convidou José Teixeira, empresário e administrador de diversas empresas do DST Group, e Paulo Dimas, Vice-Presidente de Inovação da Unbabel e CEO do Centro para IA Responsável, um consórcio liderado pela Unbabel formado por startups, centros de investigação e líderes de indústria com a missão de criar a próxima geração de produtos de IA baseados nos princípios e tecnologias da IA Responsável. Oiça aqui o quinto episódio do podcast A Próxima Vaga, dedicado ao impacto da IA na Indústria e na Sustentabilidade, originalmente publicado a 15 de fevereiro de 2024.
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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
A inteligência artificial já está a mudar a mobilidade, com o uso de algoritmos que conseguem analisar uma grande quantidade de dados, prever congestionamentos e sugerir rotas alternativas. O caminho para os veículos autónomos está aberto, com a chegada ao mercado de carros cheios de sensores, câmaras e radares, que permitem tomar decisões em tempo real, como a velocidade adequada e a mudança de faixa. No futuro vamos todos deixar de conduzir? Oiça aqui o debate com Joana Baptista, vereadora da câmara de Oeiras, e João Barros, engenheiro e empresário nesta área, moderado por Francisco Pinto Balsemão no quarto episódio do podcast A Próxima Vaga, originalmente publicado a 8 de fevereiro de 2024.
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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
A inteligência artificial (IA) vai ter um impacto significativo no ensino do futuro e uma das principais áreas é a personalização da aprendizagem. Os modelos de linguagem de larga escala podem analisar os dados dos alunos e adaptar o conteúdo e as estratégias de ensino de acordo com as necessidades individuais de cada estudante. A educação será cada vez mais personalizada e adequada ao ritmo e às capacidades de cada um, mas estes avanços trazem também desafios e riscos. Os assistentes virtuais vão tornar os alunos mais preguiçosos? Para Goreti Marreiros, presidente da Associação Portuguesa para a Inteligência Artificial (APIA), e Ana Paiva, professora catedrática de IA, é importante garantir que a implementação desta tecnologia no ensino seja feita de forma ética e responsável. A equidade no acesso e a necessidade de manter uma presença humana nos processos de educação são essenciais para garantir a interação e o desenvolvimento do espírito crítico dos alunos. Oiça aqui o terceiro debate do podcast A Próxima Vaga, moderado por Francisco Pinto Balsemão.
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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
A Inteligência Artificial começa a ter um impacto significativo na medicina e tudo indica que vai permitir diagnósticos cada vez mais precisos e personalização de tratamentos, graças à análise de grandes volumes de dados médicos a alta velocidade. Mas será que os modelos de linguagem de larga escala só vão ajudar a melhorar a prestação de serviços de saúde? Os médicos correm o risco de virem a ser substituídos completamente pelas máquinas? Mário Figueiredo, Professor Catedrático de Engenharia Electrotécnica e de Computadores no Instituto Superior Técnico, especialista em aprendizagem automática, optimização e processamento de sinais, e Miguel Nobre Menezes, médico cardiologista no Hospital de Santa Maria e doutorando na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa com o Projecto “Inteligência Artificial Aplicada à Coronariografia e Fisiologia Coronária”, respondem a estas e outras perguntas sobre a revolução que a IA está a operar na área da Medicina. A moderação esteve a cargo de Francisco Pinto Balsemão. Oiça aqui o debate na íntegra, originalmente publicado a 25 de janeiro de 2024.
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Este verão o Expresso recupera o melhor do primeiro semestre de 2024: oiça aqui o podcast de Francisco Pinto Balsemão sobre Inteligência Artificial.
A Inteligência Artificial (IA) é uma tecnologia emergente e é difícil prever como irá afetar a ordem mundial a longo prazo, mas com aquilo que se sabe hoje é possível afirmar que a IA tem o potencial de alterar de forma profunda o equilíbrio de poder global e a dinâmica entre as grandes potências mundiais. No futuro, os países que liderarem o desenvolvimento da IA terão uma vantagem significativa na competição geopolítica? E até que ponto é que os modelos de linguagem de larga escala podem ser usados para fins militares ou para promover a desigualdade social? Estas e outras questões são respondidas neste episódio pelos convidados Arlindo Oliveira, professor do Instituto Superior Técnico e autor de várias obras sobre tecnologia e sociedade, e Miguel Poiares Maduro, professor de Direito e ex-ministro. A moderação esteve a cargo de Francisco Pinto Balsemão. Oiça aqui o debate na íntegra, originalmente publicado a 18 de janeiro de 2024.
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Nasceu em Lisboa a 1 de setembro de 1937 e foi no jornalismo e na comunicação que, verdadeiramente, se encontrou a nível profissional: "Ainda hoje me considero jornalista. Tenho carteira profissional, tenho muito orgulho em tê-la, e tem o número 18" diz, aos 85 anos, o fundador do Expresso e da SIC. Estreou-se nestas lides no vespertino Diário Popular, "um jornal que infelizmente já desapareceu", do qual era acionista o seu tio Francisco Pinto Balsemão. Nascido em berço de ouro, mas ciente das responsabilidades sociais que isso lhe dava, o Conselheiro de Estado Francisco José Pereira Pinto Balsemão começou na política como deputado da Ala Liberal nos últimos anos do Estado Novo e, depois do 25 de Abril de 1974, fundador do PSD, deputado na Assembleia Constituinte e na Assembleia da República. Tornou-se primeiro-ministro depois da morte trágica de Francisco Sá Carneiro: "Foi um dos momentos mais tristes, mais trágicos, mais difíceis da minha vida. Tive de o enfrentar, e acho que fiz tudo o que podia para saber enfrentá-lo". Desta fase da vida política portuguesa, orgulha-se da "revisão Constitucional de 1982 e do avanço decisivo que conseguimos nas negociações para a entrada de Portugal na Europa". O único português com assento no Clube de Bildeberg é um verdadeiro homem dos sete instrumentos - incluindo umas incursões pela bateria e pelo piano - tem horror ao desperdício, não esquece o nome de quem traiu a sua confiança, gosta de jogar golfe e de aprender, gostava de ter tempo para ler mais romances e poesia, e sente que ainda tem "muito para fazer e para dar".
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Nasceu em Lisboa a 17 de julho de 1961, filho do poeta e escritor comunista Orlando da Costa e da jornalista Maria Antónia Palla que, desde cedo, se destacou na luta pelos direitos das mulheres. António Luís dos Santos Costa, 'babush' para a família e amigos muito antigos, recorda com saudade a "experiência extraordinária" que viveu no ciclo preparatório no Conservatório Nacional: "A escola era perto de casa e os meus pais queriam que eu tivesse educação musical, mas eu preferia jogar futebol. Não aprendi nenhum instrumento, um desperdício." Adolescente de Abril, andou na rua "a ver a Revolução, o Caso República foi a primeira manifestação do PS" em que participou, pouco depois de ter acompanhado o pai a um comício de apoio ao general Vasco Gonçalves e não ter gostado do "ar quase religioso" com que os comunistas cantavam o Avante. Criado entre o Bairro Alto e São Mamede, andou de autocarro pela primeira vez quando se inscreveu na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi aluno do atual Presidente e, Marcelo Rebelo de Sousa, deu-lhe um 17, a melhor nota que teve na licenciatura. Foi monitor na Faculdade, fez o estágio de advocacia no escritório de Jorge Sampaio e Vera Jardim - do qual era sócio o seu tio, Jorge Santos - mas cedo guinou para a política, sua verdadeira motivação, para a qual está talhado com uma vocação instintiva. Foi deputado, eurodeputado, líder parlamentar do PS - função da qual não gostou - mas adora "funções executivas". "Adorei ser presidente da Câmara, adorei ser ministro da Justiça, adorei ser ministro de Estado e da Administração Interna. Gosto muito das funções que atualmente exerço, portanto, tenho tido felicidade", confessa o primeiro-ministro. "Se os calendários eleitorais se cumprirem trabalharei com um terceiro Presidente", afirma. O futuro político será público quando o laico, intuitivo e hábil negociador António Costa achar oportuno anunciá-lo. O atual mandato é para cumprir até ao fim, garante o primeiro-ministro.
Nota: esta entrevista foi gravada a 21 de dezembro de 2022.
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Nasceu em Lisboa a 17 de julho de 1961, filho do poeta e escritor comunista Orlando da Costa e da jornalista Maria Antónia Palla que, desde cedo, se destacou na luta pelos direitos das mulheres. António Luís dos Santos Costa, 'babush' para a família e amigos muito antigos, recorda com saudade a "experiência extraordinária" que viveu no ciclo preparatório no Conservatório Nacional: "A escola era perto de casa e os meus pais queriam que eu tivesse educação musical, mas eu preferia jogar futebol. Não aprendi nenhum instrumento, um desperdício." Adolescente de Abril, andou na rua "a ver a Revolução, o Caso República foi a primeira manifestação do PS" em que participou, pouco depois de ter acompanhado o pai a um comício de apoio ao general Vasco Gonçalves e não ter gostado do "ar quase religioso" com que os comunistas cantavam o Avante. Criado entre o Bairro Alto e São Mamede, andou de autocarro pela primeira vez quando se inscreveu na Faculdade de Direito de Lisboa. Foi aluno do atual Presidente e, Marcelo Rebelo de Sousa, deu-lhe um 17, a melhor nota que teve na licenciatura. Foi monitor na Faculdade, fez o estágio de advocacia no escritório de Jorge Sampaio e Vera Jardim - do qual era sócio o seu tio, Jorge Santos - mas cedo guinou para a política, sua verdadeira motivação, para a qual está talhado com uma vocação instintiva. Foi deputado, eurodeputado, líder parlamentar do PS - função da qual não gostou - mas adora "funções executivas". "Adorei ser presidente da Câmara, adorei ser ministro da Justiça, adorei ser ministro de Estado e da Administração Interna. Gosto muito das funções que atualmente exerço, portanto, tenho tido felicidade", confessa o primeiro-ministro. "Se os calendários eleitorais se cumprirem trabalharei com um terceiro Presidente", afirma. O futuro político será público quando o laico, intuitivo e hábil negociador António Costa achar oportuno anunciá-lo. O atual mandato é para cumprir até ao fim, garante o primeiro-ministro.
Nota: esta entrevista foi gravada a 21 de dezembro de 2022.
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Nasceu em Lisboa a 30 de abril de 1949, aprendeu a ler antes de entrar para a escola, matriculou-se no Instituto Superior Técnico decidido a ser investigador em Física, mas abandonou esse sonho no final da década de 60 do século passado com o trabalho de "ação social em três bairros da Alta de Lisboa - Valeira, Calçada e Bacalhau. Foi um choque profundo constatar níveis de miséria chocantes. Essa experiência criou-me um sentido de obrigação moral, depois de ver que uma parte substancial da população do país vivia em condições horríveis. Senti que poderia ser mais útil a fazer outras coisas. Foi assim que fiz a viragem para a política". Filiou-se no Partido Socialista poucos dias depois do 25 de Abril de 1974, e foi um grande organizador de manifestações nos tempos do PREC: "Aparecíamos às 17h00 junto à estação do Rossio, tapávamos a ligação entre o Rossio e os Restauradores, o pessoal começava a acumular-se para poder ir para o Metro ou para a estação, e nós começávamos a fazer discursos com megafones, a dizer que os comunistas iam fazer isto ou aquilo, e que era preciso irmos todos a Belém". Depois disso foi deputado, secretário-geral do Partido Socialista, primeiro-ministro, presidente da Internacional Socialista, Alto-Comissário para os Refugiados e Secretário-Geral das Nações Unidas, entre outros cargos. Católico, humanista, António Guterres, diz que ser Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados lhe permitiu "estar permanentemente em contacto com o terreno, ir aos pontos onde as pessoas estão em situações terríveis, tomar decisões que se traduzem em vidas salvas, crianças nas escolas, resposta a surtos de fome". "A única parte do meu futuro que me preocupa é acabar este mandato não apenas evitando o pior, mas tentando lançar as bases para que seja possível um multilateralismo mais eficaz do que aquele que temos hoje", abrindo assim o caminho para a paz e o fim da guerra.
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Francisco Pinto Balsemão lança um podcast para assinalar o início das comemorações dos 50 anos do Expresso. Durante 50 semanas, e em contagem decrescente para o dia de aniversário a 6 de janeiro de…

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