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Depois de 12 anos, Israel terá um primeiro-ministro e não será Benjamin Netanyahu. Na última quarta-feira, aos 45 do segundo tempo, Yair Lapid, do partido Yesh Atid, ganhou a chance de formar uma coalizão e conseguiu. Mas, pra isso, ele também teve que ceder. Pra conseguir somar 61 cadeiras no parlamento de Israel, Lapid teve que costurar um acordo difícil, juntando espectros políticos muito diferentes - e, inclusive, abriu mão de começar o mandato como primeiro-ministro e o cargo ficou com Naftali Bennett. Nossa convidada é a jornalista Daniela Kresch, correspondente internacional em Israel e que acompanhou bem de perto os acontecimentos do últimos dias. Apresentação: Anita Efraim e Ana Buchmann
O bar e o bat mitzvá são um grande marco na vida judaica de uma pessoa. É quando o judeu atinge sua maioridade religiosa e passa a ter novas obrigações em relação a religião. Mas não acontece de um dia pro outro, são meses de aulas e preparação para que seja feita a cerimônia. Para o homem, esse sempre foi um marco porque é a primeira vez em que ele lê a Torá. Em alguns lugares, as cerimônias de meninos e meninas são diferentes. Em outros, isso já está mudando. Nossa convidada é Rachel Reichhardt, formada em educação judaica pela Universidade Hebraica de Jerusalém e coordenadora do ensino da comunidade Shalom. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah. Esse episódio é uma parceria com a Comunidade Shalom.
No dia 20 de maio, Israel e grupos palestinos decretaram um cessar-fogo. Foram mais de dez dias de conflitos de mísseis e destruição, com 232 palestinos mortos e 12 vítimas israelenses. O gabinete de segurança de Israel disse que o acordou foi “bilateral e incondicional”. Infelizmente, isso não quer dizer que o conflito tenha acabado ou que a tensão entre israelenses e palestino seja menor. Nesse episódio, nossa ideia é entender o que vem agora, depois do cessar fogo. Nossa convidada é Carla Habif, doutoranda em Relações Internacionais (PUC-Rio), desenvolvendo a tese na área de resistências não armadas entre Palestina e Israel. Ela já atuo em áreas relacionadas ao diálogo intercultural e resolução de conflitos, como no Muslim Jewish Conference, e com projetos de educação sobre o Holocausto e outros genocídios no Yad Vashem, Museu do Holocausto de Israel. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
O mundo todo está falando sobre Jerusalém. Nos últimos dias, a cidade virou um cenário de guerra por causa do conflito entre a polícia e o exército de Israel e os cidadãos palestinos que vivem na cidade. Mísseis saem de Gaza para Israel e de Israel para Gaza. Tudo isso, em meio a um momento político delicado: Israel tenta formar um novo governo e o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, não conseguiu somar as 61 cadeiras para continuar no cargo. Nosso convidado é Michel Gherman, professor de Sociologia e coordenador do Núcleo de Estudos Judaico da UFRJ, o Niej, também é pesquisador da Universidade Ben Gurion e Diretor Acadêmico do Instituto Brasil-Israel. Apresentação: Ana Clara Buchmann e Anita Efraim.
O link mencionado no episódio: https://jewishunpacked.com/sheikh-jarrah-the-story-behind-the-story/
A Conib, Confederação Israelita do Brasil, é a entidade que representa os judeus brasileiros, em especial no âmbito político. Claudio Lottenberg foi eleito em novembro para voltar a ser presidente, posto que já ocupou em outras duas gestões. Pra contar um pouco sobre os projetos pros próximos anos, é ele quem está com a gente hoje.
A Conib é a responsável por juntar todas as federações israelitas espalhadas pelo Brasil e por fazer todo o contato entre comunidade judaica e instituições a nível federal, como a Câmara dos Deputados, Senado Federal e presidência da República. Esse é o E eu com isso?, podcast do Instituto Brasil Israel.
Como já anunciado, Claudio Lottenberg, presidente da Conib, é nosso convidado nesse episódio.
Se a gente te perguntasse quem é o judeu mais famoso da história, quem é a primeira pessoa que vem na sua cabeça? Talvez seja Moisés, Abrahão… mas eu tenho certeza que outro nome que vale ser considerado é o de Jesus Cristo. Responsável pelo início da maior religião monoteísta do mundo, Jesus nasceu judeu. Mas o que há sobre ele no judaísmo, nas fontes judaicas? Como os judeus se relacionam com a figura de Jesus? Nosso convidado é Bernardo Sorj, doutor em sociologia e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Apresentação: Anita Efraim e Amanda Hatzyrah.
Esse episódio do “E eu com isso?”, podcast do Instituto Brasil Israel, é sobre o julgamento de Adolf Eichmann, que completou 60 anos em 11 de abril. Adolf Eichmann era chefe da Seção de Assuntos Judeus no Departamento de Segurança de Hitler. Pra tentar fugir de condenações, ele mudou de nome e foi para a Argentina. Em 1960, ele foi encontrado pelo Mossad, serviço secreto de Israel. Eichmann foi a única pessoa que recebeu a pena de morte em Israel e teve a sentença cumprida. Nossa convidada é Renata Nagamine, doutora em direito internacional pela USP e bolsista no Programa Nacional de Pós-Doutorado na Universidade Federal da Bahia, onde é professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais. Apresentação: Anita Efraim e Ana Buchmann
O próprio nome que se dá ao período menstrual, no hebraico, o termo niddah, quer dizer “separação”. E o tema não é tabu só na comunidade judaica, mas em toda a sociedade. É só olhar a quantidade enorme de eufemismos para designar um ciclo tão natural e biológico do corpo da maioria das mulheres, como se menstruação fosse uma palavra proibida, algo que não deve ser nomeado: “aqueles dias”, “costumes femininos”, e o mais intrigante, “regras”. E haja regra para neutralizar essa grande ameaça! Segundo o Velho Testamento, a mulher menstruada permanece sete dias impura. Qualquer um que a toque ficará impuro até o dia seguinte. A cama em que ela dormir será impura e quem tocar esse leito terá de se lavar e lavar suas roupas e por aí vai. Sem falar de questões ligadas ao moralismo religioso e à tentativa incansável de controle sobre os nossos corpos. Nada disso é coincidência. Nossa convidada é a rabina Fernanda Tomchinsky-Galanternik. Apresentação: Amanda Hatzyrah e Ana Clara Buchmann
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