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Como os políticos usam a internet e as redes sociais para chegar ao poder, para continuar lá, e como isso afeta as políticas públicas. Esse é o tema do episódio final da série Profundezas da Rede, sobre os impactos da internet na nossa sociedade.
Dos disparos ilegais de WhatsApp, às campanhas de desinformação, passando por teorias da conspiração e pelo discurso de ódio às mulheres.
Está tudo conectado num sistema que tem reflexos profundos na política nacional, e que tem se mostrado eficiente para manter a popularidade do governo.
– Entrevistados do episódio:
Patrícia Campos Mello
Jornalista, repórter e colunista da Folha de S.Paulo, autora de Lua de Mel em Kobane e A Máquina do Ódio.
Mariana Valente
Diretora do InternetLab, professora da pós-graduação no Insper e pesquisadora do CEBRAP (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Coordenadora do Creative Commons Brasil. É doutora em sociologia jurídica pela Faculdade de Direito da USP, onde também obteve seu título de mestre e graduou-se em direito.
Denis Russo Burgierman
Escritor, jornalista, parte do time do programa Greg News, da HBO, colunista de revista Época. Foi diretor da revista Superinteressante e é autor de diversos livros-reportagens, entre eles “O Fim da Guerra – A maconha e a criação de um novo sistema para lidar com as drogas.”
– Ficha técnica:
Concepção, produção, apresentação, roteirização, edição e sonorização: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Este episódio contou com músicas de: Edvard Grieg, Tchaikovsky e Unheard Music Concepts.
Assim que Jair Bolsonaro foi eleito presidente, o escritor Ricardo Lísias começou a escrever O Diário da Catástrofe Brasileira. A ideia inicial era que o livro fosse lançado como e-book. E que fosse uma análise quente e mutante do novo governo.
A partir da história do livro, da dificuldade para publicá-lo como um produto mutável, e de outras desventuras da carreira de Lísias, falamos sobre a relação entre arte e política, sobre a literatura como instrumento de protesto, sobre os paralelos com a arte conceitual de Marcel Duchamp e dos artistas que se colocavam contra a ditadura de 1964.
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Entrevistados do episódio
Ricardo Lísias
Escritor, autor de Divórcio, O céu dos suicídas, O diário da catástrofe brasileira, entre outros.
Cláudia Calirman
Professora, curadora de arte, autora do livro Arte brasileira na ditadura militar.
Ficha técnica
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots.
O hemitartarato de zolpidem está na classe dos medicamentos hipnóticos. Se a gente quiser ser mais preciso, ele é um agonista do receptor Gaba. No Brasil, também é conhecido pelo nome comercial de Stilnox. Nos Estados Unidos, Ambien.
O zolpidem age direto nas sinapses do cérebro humano. Tem e incrível capacidade de ir lá no interruptor inexistente da nossa cachola e clic. Desligar. Ou seja, é basicamente um sonífero.
Um sonífero que, apesar de extremamente eficaz contra insônia, traz uma série de riscos à saúde, especialmente se for usado de forma abusiva ou inadequada. O que tem acontecido bastante, uma vez que seu uso virou modinha entre jovens que costumam postar suas desventuras com o remédio nas redes sociais.
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#37 – O sonho do Sidarta
Mergulhe mais fundo
Capitalismo tardio e os fins do sono (link para compra)
Entrevistados do episódio
Gabi
Criadora da conta @zolpidembot
Rosa Hasan
Médica neurologista, responsável pelo laboratório de sono e pelo ambulatório de sono do Instituto de Psiquiatria do HCFMUSP. Responsável pelo ambulatório do sono e pelo laboratório do sono da Faculdade de Medicina do ABC
Ficha técnica
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots.
Em janeiro de 1970, Antonio Peticov, artista plástico, hippie e co-fundador da banda Os Mutantes foi preso no apartamento dele, em São Paulo. A acusação? Tráfico de drogas. A droga? Uma substância psicodélica ainda rara no Brasil chamada dietilamida do ácido lisérgico ou LSD.
A partir daí, a história se desenrolou num enredo surreal que envolveu sessões de pau-de-arara nos porões da ditadura, agentes do FBI, uma temporada no Carandiru. e um passeio pela contracultura hippie, na companhia de figuras como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Os Mutantes e muito mais…
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49: Conspirações psicodélicas em busca de cérebros livres
Mergulhe mais fundo
A história social do LSD (link para compra)
Camaradas Caretas: Drogas e Esquerda no Brasil (link para compra)
Entrevistados do episódio
Júlio Delmanto
Jornalista, historiador, autor de História Social do LSD no Brasil (Elefante, 2020); e Camaradas Caretas (Alameda Editorial, 2015).
Antonio Peticov
Pintor, desenhista, escultor e gravurista.
Ficha técnica
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Locução adicional: Dario Chiaverini.
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots.
Trilha adicional: Caetano Veloso, Joni Mitchel, Os seis, os Mutantes, Gilberto Gil, e Beatles.
Por que as mulheres arriscam os tornozelos usando salto alto? Por que homens com cachorro são mais atraentes? De onde vem nossa obsessão pelos corpos magros ou nossa predileção pela cor vermelha?
Ao longo de milhares de anos, a evolução moldou os nosso padrões de beleza. Nesse caminho, a seleção sexual e a seleção natural também modificaram os nossos corpos e os corpos dos animais. E, no caso dos humanos, existe um forte componente cultura que deixa tudo mais fascinante e misterioso.
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– Entrevistados do episódio
Jaroslava Varella Valentova
Antropóloga, professora doutora do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo, especialista em etologia e sexualidade humana.
Marco Antonio Corrêa Varella
Pós-doutorando em Etologia Cognitiva a Psicologia Evolucionista na Universidade de São Paulo. Pós-doutorado em Genética Comportamental e Psicoetologia. Bacharel em Ciências Biológicas pela UNESP de São José do Rio Preto. Mestre e doutorado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo.
– Ficha técnica do episódio:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots
A violência acompanhou o homem desde a pré-história. Uma violência que foi herdada dos nossos ancestrais primatas. E que, ao contrário do que muita gente pensa, não é exclusividade dos humanos. Boa parte dos animais também mata indivíduos da mesma espécie. Em geral em disputas por alimento, por território, ou por fêmeas.
Nos homens, ao longo do tempo, a violência assumiu formas diversas. Às vezes brutal, às vezes massiva, às vezes ritualizada. A boa notícia é que estamos mais pacíficos. Proporcionalmente, nunca se matou e se morreu tão pouco.
Neste mergulho, investigamos as origens dessa violência, as várias formas como ela se desenvolveu ao longo dos milênios, e o fascínio pelo embate físico.
Paralelamente, mergulhamos no universo das Artes Marciais Mistas (MMA), buscando as origens da prática na região norte do Brasil, e contando a história de um lutador que não gosta de bater nos outros.
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Mergulhe mais fundo
Homo Ferox: as origens da violência humana e o que fazer para derrotá-la (Link para compra)
– Entrevistados do episódio
Mateus Carrasco Kornetoff
Produtor em audiovisual.
Henrique “Rasputin” Gomes
Lutador de MMA e professor de artes marciais.
Reinaldo José Lopes
Jornalista, escritor, colunista e blogueiro do jornal Folha de S.Paulo, autor de dez livros sobre ciência, entre eles, Homo Ferox (Harper Collins, 2021).
– Ficha técnica do episódio:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Design das capas: Cláudia Furnari
Trilha incidental: Blue Dots, ACDC
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