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Desde a Roma antiga, códigos têm sido usados para ocultar mensagens. São vários os exemplos da história em que a criptografia mudou o curso de guerras e alterou o rumo de civilizações. Mas nunca esse tipo de arma matemática esteve tão presente na nossa vida, no nosso cotidiano e, consequentemente, também no mundo dos crimes. No caso, dos cibernéticos.
Seja num ataque a uma usina de enriquecimento de urânio no Iran, seja num golpe pelo WhatsApp, seja num elaborado golpe que sequestra arquivos de computador e pede resgates em dinheiro.
Enfim, com o advento da internet, a criptografia se tornou onipresente. E, com ela, criou-se uma guerra silenciosa entre aqueles que querem proteger as informações e aqueles que querem acessar essas mesmas informações, descobrir as que têm valor, e tirar vantagem disso.
– Entrevistados do episódio
Marcos Nogueira
Jornalista, titular do blog Cozinha Bruta, da Folha de S.Paulo.
Rafael Correia
Analista de segurança da informação, especialista em segurança ofensiva e desenvolvimento seguro.
Rodrigo Albernaz
Perito da Polícia Federal especialista em computação e segurança da informação.
João Milton Mendonça Martins
Editor e cinegrafista.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Trilha incidental: Blue Dots
O que explica a maldade humana? Como a filosofia, a teologia e a psicologia lidaram com esse tema ao longo dos séculos. Como Deus e o diabo se refletem nos homens? E como esse conceito se insere na necropolítica de Bolsonaro e dos bolsonaristas durante a pandemia de coronavirus?
Bolsonaro pode ser considerado um psicopata? E os bolsonaristas radicais? São todos perversos? São homens maus? E, mais do que isso, consideram-se homens maus?
– Entrevistados do episódio
Tessa Moura Lacerda
Filósofa e professora da Universidade de São Paulo. Faz parte do Grupo de Estudos Espinosanos da USP e coordena o NÓS – Grupo de estudos sobre Feminismos. Também é editora dos Cadernos Espinosanos (USP) e parecerista dos Cadernos de Ética e Filosofia Política (USP), e membro da Comissão de Defesa de Direitos Humanos da FFLCH-USP.
Marcelo Loreno
Diretor de uma clínica de recuperação passou mais de 20 anos preso e fez parte da liderança do PCC – Primeiro Comando da Capital.
Frei Betto
Estudou jornalismo, antropologia, filosofia e teologia. Frade dominicano e escritor, tem 60 livros publicados, entre contos, ensaios, romances e obras infanto-juvenis. Ganhou duas vezes o prêmio Jabuti . Suas obras já foram traduzidas para 25 idiomas.
Joel Birman
Psiquiatra e psicanalista, professor de psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Autor de livros diversos, entre eles O Trauma na Pandemia de Coronavírus (2020, Civilização Brasileira).
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Trilha incidental: Blue Dots
Ao longo de três décadas, Luiz Carlos da Rocha, o Cabeça Branca, construiu um gigantesco império do tráfico. A Polícia Federal estima que, no auge das operações, o esquema do traficante escoava cerca de 5 toneladas de cocaína por mês.
A droga produzida na Colômbia e na Bolívia era levada de aviões até o estado do Mato Grosso. De lá, era escoada por terra até São Paulo, onde parte era distribuída para o mercado interno, parte era exportada para a Europa, pelo porto de Santos.
Esse esquema fez com que Cabeça Branca se tornasse o maior traficante de drogas da história do Brasil. Mas os negócios chegaram ao fim em 2017, com a prisão de Luiz Carlos da Rocha, na cidade de Sorriso (MT).
Para chegar a isso, a Polícia Federal criou uma operação de longo prazo e usou métodos detetivescos modernos e elaborados, que parecem saídos de um roteiro de Hollywood.
– Mergulhe mais fundo.
A Guerra do PCC
Link para compra de Cabeça Branca – A caçada ao maior narcotraficante do Brasil.
Link para compra de Cocaína – Rota Caipira
Link para compra de: O delator: A história de J. Hawilla, o corruptor devorado pela corrupção no futebol
– Entrevistados do episódio
Allan de Abreu
Jornalista e escritor, especialista em narcotráfico e crime organizado. É repórter da revista Piauí e autor dos livros Cabeça Branca, Cocaína – Rota Caipira, e O Delator, todos publicados pela editora Record.
Elvis Secco (em depoimento a Allan de Abreu)
Delegado da Polícia Federal, foi responsável pela operação Spectrum, que culminou na prisão de Luiz Carlos da Rocha, narcotraficante conhecido como Cabeça Branca.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Trilha incidental: Blue Dots
Em meio à pandemia de Covid-19, uma escola resolveu se reinventar. O Colégio Waldorf Micael de São Paulo tem sido uma escola diferente desde que foi fundada, no final da década de 1970. Mas, com a chegada da pandemia, essa escola teve de se tornar ainda mais diferente. Eles, resolveram, por exemplo, acabar com as mensalidades, adotando princípios da economia fraterna.
Hoje, na medida do possível, os pais é que escolhem quanto vão pagar.
Esse movimento disruptivo se baseia no conceito de economia fraterna. E, curiosamente, vai ao encontro do sonho utópico do grupo de pais e professores que fundou a escola há mais de quatro décadas.
– Mergulhe mais fundo.
Livro digital sobre a história do Colégio Micael.
– Entrevistados do episódio
Roberto Veiga
Administrador de empresas, gerente administrativo do Colégio Waldorf Micael de São Paulo.
Maurício Santos
Administrador de empresas, CFO Brasil da Regus e Spaces, membro do conselho de pais do Colégio Waldorf Micael de São Paulo.
Áurea Machorro
Professora, educadora, uma das fundadoras do Colégio Waldorf Micael de São Paulo.
Rayana Pereira Carneiro
Aluna.
Daniel Kulaif
Professor de classe do Colégio Waldorf Micael de São Paulo.
Alice Polito
Aluna.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Trilha incidental: Marginals e Blue Dots.
Você tem a sensação de que o tempo passa cada vez mais rápido? De que o mundo está cada vez mais acelerado? De que tudo está ficando mais complicado? De que por mais que você corra, sempre existem mais tarefas pela frente? Pois seus problemas acabaram!
Ou melhor. Seus problemas serão explicados. Em parte. Em um episódio que fala sobre como nós percebemos o tempo, sobre as razões por trás da aceleração do mundo, e sobre os efeitos dessa aceleração na nossa vida, na sociedade, na política e, enfim, na espécie humana.
– Entrevistados do episódio
André Cravo
Psicólogo, doutor em Neurofisiologia pela Universidade de São Paulo com um estágio na Universidade de Oxford. Realizou seu Pós-Doutorado no Instituto de Radiologia da FMUSP. Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do ABC.
Sigmar Malvezzi
Psicólogo, mestre em psicologia social PUC de São Paulo (1979), Doutor pela University of Lancaster, Livre Docência na Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, professor visitante da Universidade Icesi de Cali, professor visitante – Universidad de Belgrano e professor visitante – Universidad Tecnologica Nacional.
Rane Morais
Advogada, doutoranda na área de Teoria do Direito na PUC Minas e pesquisadora no grupo Sociedade de Informação e Governo Algorítimico na UFMG. Pesquisa a teoria da Aceleração Social e a atuação do Tribunal Superior Eleitoral nas demandas sobre Fake News em eleições.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
O magnata da internet, bilionário, e criador da SpaceX, Elon Musk, já disse que “O Guia do Mochileiro das Galáxias” é um dos livros mais interessantes que ele já leu. E que seu autor, Douglas Adams, é um dos maiores filósofos de todos os tempos.
Neste episódio, partimos da relação entre a filosofia de Douglas Adams e os empreendimentos de Elon Musk para falar da nova corrida espacial rumo a Marte, da influência da ficção científica sobre a ciência, e, claro, do futuro da humanidade.
– Mergulhe mais fundo
O guia definitivo do mochileiro das galáxias
– Entrevistados do episódio
Claudia Fusco
Jornalista, mestre em Science Fiction Studies pela Universidade de Liverpool (2011-2012. É roteirista e escritora freelancer, professora na pós-graduação em Formação de Escritores do Instituto Vera Cruz e escritora representada pela Agência Magh. Também é colunista na Marie Claire e faz trabalhos de ghostwriting de ficção e não-ficção.
Salvador Nogueira
Jornalista de ciência, colunista da Folha de S.Paulo e autor de 11 livros, dentre os quais “Extraterrestres”, “Rumo ao Infinito”, “Conexão Wright-Santos-Dumont” e dois volumes da Coleção Explorando o Ensino (MEC), sobre astronomia e astronáutica.
Estudos recentes sugerem que a nossa temperatura corporal média está baixando rapidamente. Entre homens americanos saudáveis há indícios de que ela não seja mais de 37 graus.
Mas você já pensou por que a gente tem essa temperatura de 37 graus? A resposta para essa pergunta é uma viagem pela evolução e pela seleção natural, que inclui meteoros, dinossauros e fungos.
– Mergulhe mais fundo
Breve História de Quase tudo, por Bill Bryson
Estudo da Universidade de Stanford sobre a queda da temperatura humana (em inglês)
Estudo sobre os fungos e a ascensão dos mamíferos (em inglês)
– Entrevistados do episódio
Mercedes Okumura
Coordenadora do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos e professora de bioarqueologia e evolução humana no Instituto de Biociências (Universidade de São Paulo).
Gustavo Goldman
Possui graduação em Biologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1983), Mestrado em Microbiologia pela Universidade de São Paulo (1988), Doutorado em Biologia Molecular – University of Gent, Bélgica (1993) e Pós-Doutorado em Biologia Celular pela University of Medicine and Dentistry of New Jersey, EUA (1993-1994). Atualmente é Professor Titular da Universidade de São Paulo.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, roteiro, apresentação, sonorização e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora tema: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Em junho de 2013, o Movimento Passe Livre (MPL) iniciou uma série de protestos, em São Paulo, contra o aumento de vinte centavos nas tarifas de ônibus e metrô.
Em pouco tempo, as manifestações ganharam uma dimensão inesperada. E mesmo depois de Estado e Prefeitura terem voltado atrás com o aumento, as ruas continuaram inflamadas por passeatas, numa ebulição popular inédita no país.
As pautas se multiplicaram. O combate à corrupção e a demanda por melhores serviços públicos no geral passaram a engrossar o coro das ruas.
Até que, no final de 2014, as cores das manifestações foram mudando. Um movimento que era essencialmente progressista ganhou ares nacionalistas, conservadores e anti-partidários.
Grupos recém-criados como o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Movimento Vem Pra Rua, passaram cooptar essa insatisfação popular difusa que culminaria no impeachment de Dilma Roussef. E que seria um dos vários fatores que colaboraram para a eleição do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro.
Como isso aconteceu? Como o Passe Livre conseguiu transformar uma pauta única num protesto nacional? Como grupos de direita, notadamente o Movimento Brasil Livre (MBL) se apropriaram das manifestações? Quem financiou esses grupos? Como a direita foi capaz de canalizar o sentimento de revolta e por que a esquerda não conseguiu retomar as ruas desde então?
Ouça de graça no seu aplicativo de podcasts predileto!
– Entrevistados do episódio:
Lucas Monteiro de Oliveira
Historiador, professor e cofundador do Movimento Passe Livre
Marcio Moretto
Doutor em ciências da computação, professor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP (EACH-USP) e cocoordenador do Monitor do Debate Político no Meio Digital.
Marina Amaral
Jornalista, codiretora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo.
– Mergulhe mais fundo
A nova roupa da direita (Agência Pública)
Condenados por Moro, absolvidos pelo tribunal (Agência Pública)
Movimento Passe Livre no Roda Viva
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Captação de áudio em estúdio: João Puntoni
Dois dias de caminhada pela cidade de São Paulo. Um total de 50 quilômetros percorridos, partindo da Zona Oeste, até a fronteira com São Caetano, na Zona Leste. Dezenas de entrevistados. Histórias surpreendentes que revelam a alma da maior cidade do país.
Pra completar, uma trilha sonora feita exclusivamente com os sons colhidos durante a caminhada.
Ouça no link: https://soundcloud.com/mister-paulada/sets/cantos-escafandristas
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Por conta da pandemia do novo coronavírus, boa parte da população mundial vive hoje uma experiência inédita: a do isolamento. Um isolamento que pode acontecer de duas formas: solitária ou em família.
Diante disso, trazemos o ponto de vista de dois navegadores que são profundos conhecedores de experiências desse tipo.
Heloisa Schurmann, que há mais de trinta anos navega pelo mundo com a família, conta das vantagens e dos desafios do isolamento compartilhado.
E Amyr Klink, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul sozinho num barco a remo, conta sobre as dores e belezas de se isolar em solidão completa.
Eles também falam dos desafios do momento atual, das diferenças de viver isolado num barco e em terra firme, e dão dicas de como sobreviver ao confinamento com a mente em ordem.
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– Entrevistados do episódio:
Amyr Klink
Escritor e navegador, primeiro homem a atravessar o Atlântico Sul num barco a remo em solitário. Autor de “Cem dias entre céu e mar” e “Paratii – entre dois pólos”.
Heloisa Schurmann
Escritora e navegadora, deu três voltas ao mundo de veleiro em companhia da família. Autora de “O pequeno segredo” e “10 anos no mar”.
– Ficha técnica:
Concepção, produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora original: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
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