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O carro autônomo já é uma realidade. Desde 2009, veículos sem motorista desenvolvidos pelo Google já rodaram mais de dez milhões de milhas. No Brasil, há empresas e universidades trabalhando no assunto. E conforme esse novo tipo de transporte chegar às ruas, o que vai acontecer em breve, mudanças profundas ocorrerão nas cidades.
Para muitos especialistas, os acidentes e as mortes no trânsito podem cair mais de 90%. Pensando mais para o futuro, se todos os carros forem automatizados, as cidades poderão ser integradas em grandes sistemas inteligentes que regularão a fluidez do trânsito. Nesse mundo utópico, eles só precisarão parar para abastecer ou para manutenção.
Assim, espaços hoje utilizados para estacionamento, para postos de gasolina, concessionárias e oficinas mecânicas poderão ganhar outros usos.
Mas será que é isso mesmo? Ou será que todo esse processo envolve a criação de uma tecnologia desnecessária, que tem o objetivo maior de nos roubar alguns dados, sem olhar de fato para antigos problemas urbanos?
– Entrevistados do episódio:
– Janito Ferreira
Engenheiro mecânico, professor e responsável pelo desenvolvimento do Veículo Inteligente do Laboratório de Mobilidade Autônoma (VILMA) da Universidade de Campinas (Unicamp).
– Lucas Girard
Mestre pela faculdade de arquitetura e urbanismo da USP, pesquisador colaborador do centro de estudos Sociedade e Tecnologia, da Escola Politécnica da USP, e um dos coordenadores do grupo de estudo Cenários Urbanos Futuros, ligado à FAU.
– Fernando Saddi
Fundador da startup Easy Carros.
– Mergulhe mais fundo
Estudo sobre a viabilidade dos carros autônomos na região de Nova York.
Previsões da consultoria Mckinsey.
O projeto do Google.
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
– Colabore com a Rádio Escafandro:
Clique aqui.
Na segunda parte do episódio sobre armas de fogo, especialistas falam sobre a falta de controle e de fiscalização, que, na prática, tem feito muita gente sair armado nas ruas impunemente. Também fomos a campo tentar sentir na pele o fascínio por pólvora e metal na esperança de responder por que, afinal, tanta gente ama as armas de fogo?
– Entrevistados do episódio:
Bruno Langeani
Gerente da área de Justiça e Segurança do Instituto Sou da Paz
Carolina Ricardo
Assessora Sênior do Instituto Sou da Paz
Coronel José Vicente da Silva Filho
Coronel reformado da Polícia Militar, secretário nacional de segurança pública durante o governo FHC.
Miriam Chnaiderman
Psicóloga, psicanalista e cineasta.
Ouça primeira parte do episódio.:
Aqui.
– Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
– Colabore com o projeto Rádio Escafandro:
Clique aqui.
O Brasil é o país com a maior quantidade de homicídios, em números absolutos. Em 2016, foram 62.517 mortes violentas. Mais de 70% desses assassinatos foram cometidos com armas de fogo.
Apesar disso, numa das primeiras medidas como presidente, Jair Bolsonaro assinou um decreto que ampliou o acesso dos brasileiros às armas de fogo. Para especialistas, a tendência é que a medida deixe o país ainda mais violento.
Diante disso, o segundo episódio de Escafandro, que será publicado em duas partes, se propõe a responder: “Por que amamos as armas de fogo?”
– Entrevistados do programa
Carolina Ricardo
Assessora Sênior do Instituto Sou da Paz
Daniel Cerqueira
Economista especialista em segurança, consultor do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Coronel José Vicente da Silva Filho
Coronel reformado da Polícia Militar, secretário nacional de segurança pública durante o governo FHC.
– Mergulhe mais fundo
– O que muda com o decreto sobre posse de armas e quais suas possíveis consequências
– Causas e consequências do crime no Brasil
– Atlas da violência 2018
– Uma arma sem registro dentro de casa resultou na maior tragédia da minha vida
Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
Colabore com o projeto Rádio Escafandro:
Clique aqui.
Este episódio traz uma investigação sobre os efeitos da crise no mercado editorial na vida do escritor brasileiro.
Em outubro do ano passado, com uma dívida de R$ 285 milhões, a livraria Cultura entrou com um pedido de recuperação judicial. Em novembro, com uma uma dívida ainda maior, de R$ 675 milhões, a Saraiva também quebrou.
Essas duas falências têm causado um efeito dominó no mercado editorial, principalmente porque boa parte desse valor é devido para as editoras, que se vêem obrigadas a adiar ou cancelar lançamentos. Pra piorar, na esteira da crise econômica, as feiras literárias, festas e afins também estão perdendo o vigor.
Por outro lado, a impressão que se tem é de que nunca se vendeu tanto livro no Brasil e de que o escritor nunca teve tantas formas de chegar ao leitor, com as redes sociais, os booktubers, e as plataformas de auto-publicação.
Nesse primeiro episódio, o podcast Escafandro foi ouvir cinco escritores, dos mais diversos estilos e com públicos variados, para saber: afinal, é possível viver de literatura no Brasil?
Ouça o teaser do programa.
Escritores entrevistados do programa:
Saiba mais…
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Mergulhe mais fundo:
– O autor e a crise do mercado editorial (Revista Época)
– Pesquisa informal mostra de que vivem os escritores no Brasil (Folha de S.Paulo)
– Quem são os leitores de ficção brasileira contemporânea (Folha de S.Paulo)
– Os Feirantes (Revista Piauí)
Ficha técnica:
Produção, apresentação e edição: Tomás Chiaverini
Trilha sonora: Paulo Gama
Mixagem: Vitor Coroa
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