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Crescer pode ter vários formatos.
Tem cozinha ociosa, equipe subutilizada, estrutura parada em alguns horários…E, mesmo assim, a primeira resposta ainda é “vamos abrir outra unidade”.
Otimizar a operação é enxergar melhor o que você já tem
e transformar capacidade ociosa em nova fonte de receita.
É abrir novas frentes com inteligência: novos canais, novos formatos, novos usos…
Sem necessariamente aumentar custo na mesma proporção.
Porque no fim, não é sobre fazer mais.
É sobre fazer melhor com o que já está na sua mão e extrair o máximo da sua operação antes de sair expandindo.
Nesse episódio conversamos com a Gisela Schmitt fundadora do Gastromar em Paraty.
Crescer é fácil. Difícil é crescer sem se perder no caminho.
Porque expansão não é só abrir mais unidades , é garantir que o que fez seu negócio dar certo continue vivo, mesmo quando tudo não está mais no seu controle.
Valores não podem ficar no discurso.
Essência não pode depender da presença do dono.
E posicionamento não pode se diluir a cada nova casa.
Expandir de verdade é transformar cultura em processo,
decisão em padrão e identidade em algo que escala.
Mas o processo é desafiador e começa exigir novas habilidades dos fundadores e gestores.
Porque no fim, não é sobre quantas unidades você tem.
É sobre quantas delas continuam sendo, de fato, o seu negócio.
E pra falar sobre os desafios dessa jornada de dar o proximo passo recebemos Gabi e Karina Barreto, do Futuro Refeitorio pro nosso episódio #296 do Foodness Talks.
Tendências não surgem do nada. Elas começam em mercados mais maduros, ganham consistência, provam resultado e depois se espalham. O intervalo entre o que acontece lá fora e o que chega aqui é uma janela. E quem sabe usá-la sai na frente.
No episódio #295, a gente fala sobre como viajar é investimento pra construir repertório, como a cobertura da NRA, a maior feira de foodservice do mundo, em Chicago, com a Jessica Montes, Head de Marketing da Seara Food Solutions, pra traduzir o que está acontecendo de mais relevante no mundo e o que, de fato, faz sentido pro nosso mercado.
A gente fala sobre como ler tendências com método e não só com curiosidade, sobre o que observar numa feira pra além dos produtos e lançamentos, sobre como encurtar o caminho entre o que acontece lá fora e as decisões do seu negócio aqui.
Porque no fim do dia, não é sobre o que é novo. É sobre o que funcionae como aplicar isso na sua operação.
Esse episódio é um oferecimento da @searafoodsolutions, @goomer_br e @risposrabr
Marketing que funciona não é só sobre atrair cliente.
É sobre sustentar o negócio.
Estratégia sem operação alinhada vira promessa vazia.
E fornecedor mal gerido vira custo escondido.
No fim, tá tudo conectado: o que você comunica, o que você entrega e com quem você constrói isso.
Gestão boa é quando essas três pontas conversam e fazem o resultado aparecer.
E pra gente falar disso no episódio de hoje Leo Spigariol, CEO da Artisano, fundador da agencia Vshhh e um dos especialistas que vai estar no MAP de MKT que acontece em Julho.
No episódio de hoje, a gente vai falar sobre crescimento.
Expandir um negócio pode parecer o próximo passo natural, mas sem estrutura, clareza e processo, isso vira um dos caminhos mais rápidos pra perder dinheiro e qualidade.
Crescer exige organização, método e, principalmente, consciência do porquê expandir.
E hoje a gente vai explorar justamente isso: como começa o processo de expansão, o que sustenta esse crescimento e o que precisa estar pronto antes de dar o próximo passo.
E pra isso converso com Telma Shimizu do Aizome
As novas escalas de trabalho do nosso segmento vem sendo cada vez mais discutidas e necessarias.
5x 2, 4x3 são viáveis? A verdade é que pra funcionar isso exige muito mais do que boa intenção, é preciso estratégia aplicada ao seu modelo de negócio.
E pra aprofundar nesse tema, a gente recebe a Isabela Raposeiras, do Coffee Lab que vem estudando e aplicando esse modelo na prática, trazendo uma visão realista sobre o que precisa acontecer pra viabilizar essa mudança sem comprometer o negócio.
Marca não é só estética, nome bonito ou feed organizado. É percepção, consistência e, principalmente, a forma como o negócio se posiciona e entrega valor em cada detalhe.Recebemos pro nosso episodio #291 o Cadu Evangelisti sócio fundador do Brica , que vem construindo uma marca com personalidade, proposta clara e que traduz tudo isso através de experiência, produto e comunicação.
O Food Hall não é uma praça de alimentação repaginada. É um modelo de negócio com lógica própria, desafios únicos e um potencial gigante pra quem entende como operá-lo com estratégia.
No episódio #290 do Foodness Talks, Gabriel Bereohff, diretor de operações do Mané Mercado, entra fundo em tudo que faz esse modelo funcionar na prática — e o que separa um Food Hall que encanta e funciona do que só ocupa espaço.
A gente fala sobre a ascensão desse modelo como tendência real de consumo e por que ele veio pra ficar, sobre como encantar o cliente vai muito além do cardápio e começa no treinamento do time, sobre o desafio de equalizar operações de cozinhas completamente diferentes dentro de um mesmo espaço e garantir que todos os operadores tenham resultado, e sobre tomar decisões com base no que o dado do cliente revela — não no que o time acha que tá funcionando.
É sobre como construir uma operação de alta performance que escala sem perder a conexão com o público.
Uma das maiores vitórias de um fundador é quando a cultura deixa de ser algo escrito na parede e passa a ser o sistema de defesa e crescimento do próprio time. A gente acredita que a cultura não é um conceito abstrato, mas o alicerce que cria negócios economicamente sustentáveis.
No episódio #289 - Cultura Forte, negócio sustentável, conversamos com a Luana Sabino, chef fundadora dos restaurantes Metzi e Atzi em SP, que fala de como construiu um ambiente de cultura forte pra que ela pudesse se dedicar a estratégia da gestão.
Um equipamento de ponta não vai salvar o seu resultado se você não souber o que fazer com ele. É bastante comum os negócios de alimentação investirem em equipamentos sem entender o contexto e o benefício real.
A tecnologia só impacta o resultado quando existe:
Alimentação de dados: a IA e os sistemas precisam de insumos reais para gerar inteligência.
Uso integral das funcionalidades: não adianta ter um forno de alta tecnologia se você só usa a função básica.
Alinhamento estratégico: você investe no que o seu negócio de fato precisa para escalar ou melhorar o produto final.
Inovação em A&B não é sobre ter o "gadget" do momento, é sobre ter o equipamento certo que, aliado a uma gestão técnica, transforma o seu processo em eficiência e o seu insumo em valor agregado.
No episódio de hoje, Sandro Giovanonne, fundador da Matura Meat, traz um choque de realidade: investir em tecnologia, seja uma câmara de dry age, um forno combinado ou inteligência artificial, exige maturidade de gestão, porque aí sim o investimento pode trazer resultado!
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