Fronteiras no Tempo

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Fronteiras no Tempo episodes

  • Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola

    Na virada do século XVIII para o século XIX as Américas viveram tempos de profundas transformações sociais, econômicas e políticas: ao norte as 13 colônias inglesas declararam sua independência e, em 1804, a Revolução do Haiti abalou todo o mundo colonial. As independências na chamada América Espanhola ocorreram no contexto das Guerras Napoleônicas, de difusão do ideário liberal, de expansão do império britânico e, especialmente, em um cenário de convulsões sociais internas no extenso território colonial espanhol que opunham múltiplos interesses, indo das disputas de poder entre as elites econômicas locais e espanhola, os anseios dos povos indígenas e o desejo de liberdade presente entre o enorme contingente de trabalhadores escravizados. Embarque nessa viagem no episódio que comemora o 8º aniversário do Fronteiras no Tempo.

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    Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #68 Independências na América Espanhola. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 04/08/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=53973&preview=true

    Programas relacionados 

    Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas

    Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas

    Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA

    [PILOTO] Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias #00 – Revolução Francesa

    Fronteiras no Tempo #32: A Revolução Francesa

    A imprensa da época e o processo de independência do Brasil – 25 Irisian (Spin #1032 – 07/09/20)

    Fronteiras no Tempo #9 – Independência do Brasil

    Material Complementar

    ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007

    BAILYN, Beranrd. As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003.

    BETHELL, Leslie (org.). História da América Latina. (Coleção em 15 volumes). São Paulo: Edusp; Brasília, DF: Fundação Alexandre Gusmão, 2004.

    DORATIOTO, Francisco F. M. Espaços nacionais na América Latina: da utopia bolivariana à fragmentação. São Paulo: Brasiliense, 1994.

    FRASQUET, Ivana; CHUST, Manuel. Las independencias en America. Madrid: Los libros de la Catarata, 2009

    FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018,

    GOUVÊA, Maria de Fátima. Revolução e independências: notas sobre o conceito e os processos revolucionários na América Espanhola. Estudos Históricos. América Latina. Rio de Janeiro, CPDOC/FGV,n°20, 1997. Disponível em: https://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2056

    LYNCH, John. Las origenes de la independência Hispanoamericana. In: BETHELL, Leslie (org.). História de América Latina. 5 La independência. Barcelona: Crítica, 1991, p.1-40

    MORSE, Richard M. O espelho de Próspero. Cultura e ideias nas Américas. São Paulo: Cia. das Letras, 1995

    POMER, Leon. As independências na América Latina. 3 ed. São Paulo: Brasiliense, 1981.

    PRADO, Maria Lígia. A formação das nações latino-americanas. 2 ed. São Paulo: Atual; Campinas: Unicamp, 1986.

    PRADO, Maria Lígia. América Latina no século XIX: tramas, telas e textos. São Paulo: EDUSP, 2004.

    Trilha sonora do episódio

    01. El Pájaro Chogüí – Rigo Tovar
    02. Napoléon – Richard Grégoire (Napoléon – 2002 OST)
    03. People Disappear All the Time (Outlander, Vol. 1 OST) – Bear McCreary
    04. Flor Amorosa Instrumental – Catulo da Paixão Cearense
    05. Skye Bout Song (Outlander Tema da Série, Vol. 1 OST) – Raya Yarbrough
    06. Polca Rural (Folclore Argentino) – Desconhecido
    07. Lundu – Mário de Andrade
    08. Índio Arara Azul – Cantos Indígenas Kariri-Xocó
    09. Música Afro Brasileira Instrumental Berimbau, Tambor e Samba – Mestre Suassuna e Dirceu
    10. Son De La Negra – Mariachi Vargas de Tecalitlán
    11. El Sinaloense – Pedro Fernandez
    12. Viva Veracruz – Mariachi Vargas de Tecalitlán
    13. Mexico Lindo Y Querido – Valente Pastor, Alberto Angel e Humberto Cravioto
    14. Las Chiapanecas – Mariachi Vargas de Tecalitlán
    15. Viva México – Aida Cuevas
    16. Colombia Tierra Querida – Hijos Del Tambor
    17. Che Cumbia – Hijos Del Tambor
    18. 1812 Overture – Piotr Ilitch Tchaikovsky
    19. La Dessalinienne (Hino Nacional do Haiti) – Nicolas Geffrard
    20. Lamento Quinchua – Luis Gianneo
    21. El Condor Pasa – Ensemble Pachamama
    22. Hino da CONMEBOL Libertadores
    23. The end – Richard Beddow (Napoleon: Total War)
    24 – Le Sacre – Richard Grégoire (Napoléon – 2002 OST)
    25. Al Mas Grande de la Patria – Gabriel Eugenio Pérez Lucena
    26. Hino da Independência do Brasil – Dom Pedro
    27. Heroico – Bolivar
    28. O Mestre Sala dos Mares – João Bosco
    29. Canción Americana – Manuel Gual e José María España
    30. Alto Peru – Ensemble Pachamama
    31. Independencia de Cuba – Desconhecido
    32. The Batlle Hymn of the Republic – William Steffe
    33. Himno al Libertador General San Martín – Arturo Luzzatti
    34. La Cruzada – Tabaré Etcheverry
    35. The Long Road To Justice (Amistad) – John Williams
    36. América do Sul – Ney Matogrosso

    Madrinhas e Padrinhos

    Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, Allen Teixeria, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Camila de P Vitorino, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Fabio Henrique Silveira De Medeiros, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Matheus Machado do Amaral, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Melissa Souza, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,  Rodrigo Vieira Pimentel,  Rodrigo Alfieiro Rocha, Rubens Lima, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.

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    1 hr 37 min
  • Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas

    O Fronteiras no Tempo desta vez volta ao tema da escravidão para entender como funcionou este sistema de exploração de mão de obra nas Américas. Uma questão fundamental deste episódio é dar continuidade ao debate sobre como este processo não tem limites geográficos claros, estando todo o chamado mundo atlântico conectado pelas suas consequências. Neste sentido, vamos falar sobre como espanhóis, ingleses e franceses participaram do tráfico, mas nada disso está separado totalmente da forma como os portugueses agiram. Nosso papo também caminha para reflexões sobre os impactos do tráfico e da escravização nas Áfricas e nas Américas, com a introdução de populações e suas culturas, técnicas e saberes. Ouçam nossas reflexões, conheçam as principais interpretações historiográficas e questões que vêm motivando a criação de um campo de pesquisa rico e fundamental para o entendimento da história da sociedade ocidental.

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    Mencionado no Episódio

    Slave Voyages – Comércio Transatlântico de Escravos – Base de Dados

    https://www.slavevoyages.org/voyage/database

     

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    Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #67 Escravização nas Américas. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 23/06/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=53301&preview=true

    Programas relacionados 

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura

    Fronteiras no Tempo #54 Mitos da Escravização

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo

    Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil

    América Latina ou América Afro-Latina? – 5 Borean (Spin#1546 – 03/02/2022)

    Spin #333: Dicionário da Escravidão e Liberdade – 01L18 (09/10/18)

    Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão

    Spin de Notícias #170: 24 Driadan 2018 (19/04/2018) Memória, Escravidão, IPHAN e História comparada

    Colonização Anglo-Francesa na América (SciCast #409)

    Material Complementar

    ALENCASTRO, Luís Felipe de. O trato dos viventes. Tráfico de escravos e paz lusitana no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000

    ANDREWS, George Reide. América Afro-Latina (1800-2000). trad. Magda Lopes. São Carlos: EDUFSCAR, 2007

    BETHELL, Leslie (org.). História de América Latina. (coleção em 15 volumes). Barcelona: Crítica, 1991.

    FERREIRA, Roquinaldo; SEIJAS, Tatiana. El comercio de esclavos a américa latina: una evaluación historiográfica. In: FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires: CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018, p.41-69.

    FLORENTINO, Manolo. Em Costas Negras: uma história do tráfico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro (séculos XVIII e XIX). São Paulo: Ed. Unesp, 2015.

    FLORENTINO, Manolo. Tráfico atlântico, mercado colonial e famílias escravas no Rio de Janeiro, Brasil, c. 1790-c. 1830. História: Questões & Debates, [S.l.], v. 51, n. 2, dez. 2009. ISSN 2447-8261. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/historia/article/view/19985/13171>. Acesso em: 21 jun. 2022. doi:http://dx.doi.org/10.5380/his.v51i0.19985.

    FUENTE Alejandro de la; ANDREWS George Reid. Estudios afrolatinoamericanos: una introducción. Ciudad Autónoma de Buenos Aires : CLACSO; Massachusets : Afro Latin American Researcher Institute. Harvard University, 2018.

    HALL, Gwendolyn Midlo. Escravidão e etnias africanas nas Américas: restaurando os elos. São Paulo: Vozes, 2017.

    REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociação e conflito. A resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

    SCHWARCZ, Lilia; GOMES, Flávio. Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Cia das Letras, 2018.

    SCHWARTZ, Stuart. Segredos internos: engenhos e escravos na sociedade colonial, 1550-1835. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.

    SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlântico. A África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: UFRJ/Nova Fronteira, 2003.

    THORNTON, John [1992]. A África e os africanos na formação do Mundo Atlântico. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

    Trilha sonora do episódio

    1. Africa Unite – Bob Marley

    02. Evidências – Chitãozinho e Xororó

    03. A Luta Continua – Mariam Makeba

    04. Luxury – Jonatan Szer

    05. Think – Aretha Franklin

    06. A. Free K. – Jonatan Szer

    07. Canto Das Três Raças – Clara Nunes

    08. Django – Luis Bacalov

    09. Oxam – Mahube

    10. Jarabi – Sona Jobarteh

    11. Let’s Morph – Jonatan Szer

    12. Gringow – Jonatan Szer

    13. Samba Liberdade – Zezé Motta

    14. Haiti – Caetano Veloso e Gilberto Gil

    15. La Negra Tomasa – Son Varadero

    16. L’abeille – Jonatan Szer

    17. Gambia – Sona Jobarteh

    18. The Road – Jonatan Szer

    19. Where The Streets Have No Name – U2 & Soweto Gospel Choir

    20. Busan Car Chase – Ludwig Göransson

    21. I Don’t Know What To Do With Myself – Tim Maia

    22. Rational Culture – Tim Maia

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    1 hr 22 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #47 Memórias e usos da cidade

    Neste episódio entrevistamos o professor, pesquisador e doutor pela UFABC em planejamento e gestão do território Leandro da Silva Alonso. Nessa conversa retomamos e ampliamos consideravelmente o papo que batemos em outras ocasiões aqui no Fronteiras no Tempo sobre as questões que envolvem a preservação da memória histórica relacionadas as vivências nos espaços urbanos. Uma das principais reflexões trazidas por Alonso, a partir do seu estudo de caso, relaciona-se a forma como as práticas de preservação dos chamados patrimônios históricos são pensadas e concebidas pelos representantes do poder público e por outros agentes sociais e, especialmente, as distancias entre essas concepções do conceito de pertencimento e significado de quem faz uso destes territórios.

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    Arte do Episódio: Augusto Carvalho

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    Saiba mais do nossa convidado

    Leandro da Silva Alonso

    Currículo Lattes

    Vídeo

    Tertúlias Portugal – Brasil (ep. 22): “Patrimônio: os olhos de quem usa”

    Website do Grupo de pesquisa Patrimônio e Pertencimento

    https://www.patrimonioepertencimento.com.br/quem-somos

    Podcast

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #6 História, Memória e Cidade

    Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória

     Indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    Livros e artigos acadêmicos, vídeos, podcasts e links

    HALL, S. Da diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Tradução: Adelaine La Guardia Resende; Ana Carolina Escoteguy; Cláudia Ávares; Francisco RUdiger; Sayonaram Amaral. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.

    Luiz Antonio Simas, 2019 CIP-BRASIL. CATALOGACAO NA PUBLICACAO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ

    POULOT, Dominique. 2009. Uma História do Patrimônio no Ocidente, Séculos XVIII-XXI: Do Monumento aos Valores. São Paulo: Estação Liberdade. A edição francesa deste livro foi publicada em 2006.

    QUIJANO, A. Colonialidad del poder, Eurocentrismo, America Latina. In: Edgardo Lander (ed). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciências sociales. Perspectivas latino-americanas. Caracas: Clacso, pp. 201-245, 2000.

    RIBEIRO, Edgar Telles. 2011. Diplomacia Cultural: Seu Papel na Política Externa Brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão.

    RIEGL, Aloïs. O culto moderno dos monumentos, sua essência e sua gênese. Trad. Elaine Ribeiro Peixoto e Albertina Vicentine. Goiânia: UCG, 2006.

    SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. “Rodrigo Christofoletti – Bens Culturais e Relações Internacionais: O Patrimônio como Espelho do ‘Soft Power’”, MIDAS [Online], 9|2018, Resenha. posto online no dia 25 janeiro 2018, consultado no dia 17 novembro 2021. URL: http://journals.openedition.org/midas/1337; DOI: https://doi.org/10.4000/midas.1337

    SILVERMAN, Helaine; RUGGLES, D. Fairchild.Cultural Heritage and Human Rights. Nova York: Springer, 2007. DOI : 10.1007/978-0-387-71313-7

    SIMAS, Luiz Antonio. O corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019.

    Vídeos

    SERRA DA CAPIVARA

    Podcast

    A Guerra às estátuas e a disputa histórica – 20 Irisian (Spin #1392 – 02/09/21)

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #11 Serra da Capivara  

    Links

    La UNESCO reúne a los agentes internacionales para luchar contra el tráfico ilícito de bienes culturales

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    Contato [email protected]

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #47 Memórias e usos da cidade. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva e Leandro da Silva Alonso. [S.l.] Portal Deviante, 03/05/2022. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=52584&preview=true

    Madrinhas e Padrinhos

    Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,  Rodrigo Vieira Pimentel,  Rodrigo Alfieiro Rocha, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.

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    1 hr 3 min
  • Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História

    Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História

    Nesta semana C.A. e Beraba conversaram com Ale Santos, escritor e intelectual, autor da obra de literatura Afrofuturista “O último Ancestral”, publicada pela editora Harper Collins Brasil. Falamos sobre diversos assuntos que circundam a produção de sua obra, desde a sua formação intelectual até as bases do movimento Afrofuturista na literatura, e como eles se relacionam com as discussões sobre História e a questão racial no Brasil. Em um papo profundo, mas também descontraído na medida do possível, pudemos conhecer o trabalho e os pensamentos do autor a partir dos quais foi possível fazer reflexões sobre a importância da História no combates às injustiças e às desigualdades, especialmente aquelas ligadas às práticas racistas de apagamento do passado de diversos grupos étnicos e culturais. São, portanto temas sobre os quais vimos falando em muitos outros episódios, desta vez abrilhantados pela criatividade e reflexões críticas deste importante autor e intelectual brasileiro. Ouçam, compartilhem e nos enviem seus comentários!

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    Mencionado no Episódio / Programas relacionados 

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura

    Fronteiras no Tempo #54 Mitos da Escravização

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #35 Família Escrava

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #26 Direitos Humanos e Racismo

    Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil

     

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    Fronteiras no Tempo #66 Afrofuturismo e História. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Ale Santos e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 19/04/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=52312&preview=true

    Material Complementar

    SANTOS, Ale. Rastros de resistência: histórias de luta e liberdade do povo negro. São Paulo: Panda Books, 2019.

    ERNESTO, Luciene Marcelino. Sankofia: breves histórias sobre o afrofuturismo. Rio de Janeiro, 2018.

    GOMES, F. S.; DOMINGUES, P. (orgs.). Políticas da Raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2014.

    GOULD, S. A falsa medida do homem. 3a Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2014.

    NASCIMENTO, E. L (org.) Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora . São Paulo: Selo Negro, 2009.

    SCHWARCZ, Nem preto nem branco, muito pelo contrário. São Paulo: Claro Enigma, 2013.

     

    Madrinhas e Padrinhos

    Adilson Lourenço da Silva Filho, Allen Teixeira Sousa, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Luís dos Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Barbara Marques, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Willian Spengler e padrinho anônimo

     

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    1 hr 9 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura

    Neste episódio entrevistamos a professora, pesquisadora e doutoranda pela UDESC Tathiana Cassiano, que falou conosco sobre seu trabalho de História das Áfricas a partir da Literatura. Nossa relação com essas histórias tem sido há muito tempo mediada por leituras que nos foram legadas pela historiografia europeia. Para criar um canal direto com o continente africano, local onde repousam muitas de nossas raízes, Tathiana desenvolveu um trabalho sobre a escritora nigeriana Flora Nwapa, em busca de conhecer e analisar as histórias sobre as Áfricas, especialmente das experiências das mulheres da etnia Igbo, do sudeste nigeriano. A partir das pesquisas de Tathiana passamos a conhecer esta autora, suas obras e os impactos que elas tiveram na sociedade nigeriana e, também, em outras partes do mundo, como no Brasil. Ouçam este episódio, leiam literatura africana! Enviem seus comentários e perguntas!

    Arte da Capa

    Arte do Episódio: Augusto Carvalho

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    Saiba mais da nossa convidada

    Tathiana Cristina da Silva Anizio Cassiano

     

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    Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais – AYA – https://ayalaboratorio.com/

     

     

    Literatura Africana

    ACHEBE, Chinua. O mundo se despedaça. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
    ACHEBE, Chinua. A flecha de Deus. São Paulo: Cia. Das Letras, 2011.
    ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Hibisco Roxo. São Paulo: Cia das Letras, 2011.
    MUKASONGA, Scholastique. A Mulher de Pés Descalços. São Paulo: Ed. Nós, 2017.

    NWAPA, Flora. Efuru. Londres: Heinemann, 1966.

    Produção da convidada e indicações bibliográficas sobre o tema abordado

    Laboratório de Estudos Pós-Coloniais e Decoloniais – AYA – https://ayalaboratorio.com/

    Mulheres na História da África – Projeto da Unesco – https://en.unesco.org/womeninafrica/

    CASSIANO, Tathiana Cristina. História das Áfricas e Literatura: as mulheres igbos na escrita literária de Flora Nwapa. Revista Transversos. Dossiê: O protagonismo da mulher negra na escrita da história das Áfricas e das Améfricas Ladinas. Rio de Janeiro, nº. 21, 2021. pp. 114-132. Disponível em: . ISSN 2179-7528. DOI: 10.12957/transversos.2021.54915.

    ACHEBE, C. Morning Yet on Creation Day: essays. New York: Anchor Press and Doubleday, 1976.

    AMADIUME, I. “Macalester International African Women: Voicing Feminisms and Democratice Futures”. Macalester International, v. 10, 2001, p. 47–68.

    BALLESTRIN, L. M. de A. “América Latina e o giro decolonial”. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 11, 2013, p. 89–117.

    CALHEIRO, I.; OLIVEIRA, E. D. “Igualdade Ou Desigualdade De Gênero Na África? Pensamento Feminista Africano”. Revista Brasileira de Estudos Africanos, v. 3, n. 6, 2019, p. 93–110.

    CARNEIRO, A. S. A construção do outro como não-ser como fundamento do ser. 2005, Tese (Doutorado em Educação) Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.

    CHUKU, G. “Nwanyibuife Flora Nwapa, Igbo culture and women’s studies”. CHUKU, G. (Ed). The Igbo Intellectual Tradition: Creative Conflict in African and African Diasporic Thought. New York: Palgrave Macmillan, 2013. p. 267–293.

    EVARISTO, C. “Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade”. Scripta, v. 13, n. 25, 2009, p. 17–31.

    FALOLA, T.; HEATON, M. M. A History of Nigeria. New York: Cambridge University Press, 2008.

    HALL, S. Da Diáspora: identidades e mediações culturais. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.

    HOUTONDJI, P. J. “Conhecimento de África, conhecimento de africanos: duas perspectivas sobre os Estudos Africanos”. Revista Crítica de Ciências Sociais, n. 80, 2008, p. 149–160.

    LEITE, A. M. Oralidades e Escrita pós-coloniais: estudos sobre literaturas africanas. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2012.

    LUGONES, M. Colonialidade e Gênero. Disponível em: . Acesso em: 13 set. 2020.

    M’BOKOLO, E. África Negra História e Civilizações: tomo II (Do século XIX aos nossos dias). Salvador: EDUFBA, 2011.

    MARTINS, C. “Nós e as Mulheres dos Outros. Feminismos entre o Norte e a África”. Geometrias Da Memória: Configurações Pós-Coloniais. 2016, p. 251–277.

    MEILASSOUX, C. Antropologia da Escravidão: o ventre de ferro e dinheiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995.

    MORTARI, C.; WITTMANN, L. T. “O equilíbrio de histórias: experiências no ensino de história por meio de narrativas africanas e indígenas”. SILVA, G. J. DA; MEIRELES, M. C. (Eds.) A Lei 11.645/2008: uma década de avanços, impasses, limites e possibilidades. Curitiba: Editora Appris, 2019. p. 15–41.

    NNAEMEKA, O. “Feminism , Rebellious Women , and Cultural Boundaries : Rereading Flora Nwapa and Her Compatriots”. Research in African Literatures, v. 26, n. 2, 1995, p. 80–113.

    NNAEMEKA, O. “Negofeminismo: teorizar, praticar e abrir o caminho da África”. Revista Ártemis, v. XXVII, n. 1, jan. 2019, p. 33–62.

    NWAPA, F. Efuru. Londres: Heinemann, 1966.

    NNAEMEKA, O. “Women and Creative Writing in Africa”. OLANIYAN, T.; QUAYSON, A. (Eds.) African Literature: an Anthology of Criticism and Theory. Oxford: Blackwell Publishing, 2007. p. 526–532.

    OYEWÙMÍ, O. “Conceptualizing Gender: the eurocentric foundation of feminist concepts and the challenge of African Epistemologics”. COSDERIA Gender Series, v. 1, 2004, p. 1–8.

    NNAEMEKA, O. La Invención de las mujeres: una perspectiva africana sobre los discursos occidentales del gênero. Bogotá: Editorial en la frontera, 2017.

    PANTOJA, S. A. “Historiografia Africana e Os Ventos Sul: Desenvolvimento e História”. Revista TransVersos, n. 8, dez 2016, p. 46–70.

    QUIJANO, A. “Colonialidade do poder e classificação social”. SANTOS, B. DE S.; MENESES, M. P. (Eds). Epistemologias do Sul. Coimbra: Edições Almedina, 2009. p. 73–117.

    UMEH, M. “The Poetics of Economic Independence for Female Empowerment: An Interview with Flora Nwapa”. Research in African Literatures, v. 26, n. 2, 1995, p. 22–29.

    UZUKWU, E. E. “Igbo World and Ultimate Reality and Meaning”. Ultimate Reality and Meaning, v. 5, n. 3, set. 1982, p. 188–209.

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    Fronteiras no Tempo: Historicidade #46 História das Áfricas e Literatura. Locução Marcelo de Souza Silva, Thatiana Cassiano, Cesar Agenor Fernandes da Silva. [S.l.] Portal Deviante, 29/12/2022. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=52045&preview=true

    Madrinhas e Padrinhos

    Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Luís dos Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Barbara Marques, Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, David Viegas Casarin, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Willian Spengler e padrinho anônimo

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    1 hr
  • Fronteiras no Tempo #65 História dos Carnavais

    Em nossos dias, o Carnaval é uma das principais festas do ano. Momento marcado por diversão, inversões de papéis e por uma ideia de liberdade que ocorre na extrapolação dos limites sociais. Nesse episódio C. A. e Beraba iniciam o bate papo muito alegre sobre o significado das festas e dos ritos sociais que praticamos no dia a dia e, a partir daí, voltam no tempo para descrever e analisar como era o Carnaval na Europa durante a Idade Moderna.

     

    Arte da Capa

    Arte do Episódio: Augusto Carvalho

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    Mencionado no Episódio / Programas relacionados 

    Scicast #182: Carnaval

    Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo

    Fronteiras no Tempo #33: Inquisição

    Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes

    Fronteiras no Tempo #17 – História Medieval

    Fronteiras no Tempo #7 – Mundo do Trabalho

    Fronteiras no Tempo #6 – Revolução Industrial

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    Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo #65 História dos Carnavais. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 15/03/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=51831&preview=true

    Material Complementar

    BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna: Europa 1500-1800. 3ª reimpressão. São Paulo: Cia. Das Letras, 2010.

    CUNHA, Maria Clementina Pereira (org.). Carnavais e outras f(r)estas: ensaios de história social da Cultura. Campinas, SP: Ed. Unicamp, CECULT, 2002.

    DAMATTA, Roberto. Carnavais, malandros e heróis: Para uma sociologia do dilema brasileiro. Rio de Janeiro: Rocco digital, 2022. E-book.

    ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994 (2 volumes).

    Trilha sonora do episódio

    01. Marchinha Ô Abre Alas – Chiquinha Gonzaga
    02. Voa Voa – Chiclete com Banana
    03. Parabéns da Xuxa – Xuxa
    04. Doce Mel (Bom Estar Com Você) – Xuxa
    05. Marchinha Turma do Funil – M De Oliveira / Mirabeau / Urgel De Castro
    06. Pra você gostar de mim (Taí) – Carmen Miranda
    07. Piuí Abacaxi – Trem da Alegria
    08. Chariots Of Fire – Vangelis
    09. Marcha Nupcial – Felix Mendelssohn
    10. Super Fantástico – Balão Mágico e Djavan
    11. Saltatio Vita – OMNIA
    12. Então é Natal – Simone
    13. Vai Começar a P*taria – Mr. Catra
    14. Fee Ra Huri – OMNIA
    15. Seven Nation Army – The While Stripes Medieval Style Cover
    16. Neo Medieval & Folk Music – Strella do Dia
    17. Blinding Lights Medieval Style – The Weeknd
    18. Dragostea Din Tei Medieval Style Cover – O-Zone
    19. Canção de Carnaval de Veneza
    20. Get Lucky Medieval Style Cover – Daft Punk
    21. Voltei Recife – Alceu Valença
    22. Cromwell | Soundtrack Suite – Frank Cordell
    23. Taj Mahal – Jorge Ben Jor
    24. Músicas de Rua do Séc XIII a XVI – Autores Desconhecidos
    25. Músicas Medievais – Autores Desconhecidos

    Madrinhas e Padrinhos

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    1 hr 10 min
  • Fronteiras no Tempo #64 Revolução Puritana

    Chegando ao novo ano, o Fronteiras no Tempo traz como tema a Revolução Puritana, ou Guerra Civil Inglesa, cujos impactos puderam ser sentidos por várias partes do globo a partir do século XVII. O período das chamadas revoluções burguesas na Europa começou motivada por questões econômicas, políticas e, essencialmente, religiosas. Após as reformas do século anterior, os praticantes das novas religiões passaram a disputar espaço e poder político, inclusive levando a perseguições e conflitos variados. Vamos descobrir neste episódio quem eram os Puritanos, como pensava e agia o seu principal líder, Oliver Comwell, e como o conflito com os reis da dinastia Stuart levou a Inglaterra a uma sangrenta guerra civil que acabou extinguindo, por um tempo, a monarquia naquele país. Venham conosco nesta viagem para um tempo de conflitos que deu origem a uma série de instituições e ideologias que ainda hoje fazem parte e influenciam o nosso cotidiano.

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    Arte do Episódio: Augusto Carvalho

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    Mencionado no Episódio / Programas relacionados 

    SciCast #265: Inglaterra: do Coração de Leão ao Coração Valente

    SciCast #244: Inglaterra – a Batalha de Hastings e os Normandos

    Robin Hood (SciCast #464)

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #43 História dos EUA e Literatura

    Colonização Anglo-Francesa na América (SciCast #409)

    Língua Inglesa (SciCast #381)

    Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes

    Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo

    Fronteiras no Tempo #6 – Revolução Industrial

    Fronteiras no Tempo #5 – Ficção e História: uma História de Amor e Fúria

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    Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João

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    Fronteiras no Tempo #64 Revolução Puritana. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante,26/01/2022. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=51128&preview=true

    Material Complementar

    ARRIÉS, P. DUBY, G. História da vida privada, volume 3: da renascença ao século das luzes. (Ed. de Bolso). São Paulo: Cia das Letras, 2008.

    BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994

    BURKE, Peter. Cultura popular na Idade Moderna – Europa, 1500-1800. São Paulo: Cia das Letras, 2010

    FLORENZANO, Modesto. As Revoluções burguesas. São Paulo, Brasiliense (col. “Tudo é história”, 8), 1981

    FRASER, Antonia. A conspiração da pólvora. São Paulo: Record, 2000.

    FRASER, Antonia. Oliver Cromwell: uma vida. São Paulo: Record, 2000.

    HILL, Christopher O mundo de ponta-cabeça. Ideias radicais durante a Revolução Inglesa de 1640. São Paulo, Companhia das Letras, 1987.

    HILL, Christopher. “Uma revolução burguesa?”,  Revista Brasileira de História, 4 (7), mar. 1984.

    HILL, Christopher. O eleito de Deus: Oliver Cromwell e a revolução inglesa. São Paulo: Cia das Letras, 1988.

    MICELI, P. História Moderna. São Paulo: Contexto, 2013.

    MONDAINI, Marco. Revolução Inglesa: o respeito aos direitos dos indivíduos. In: PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla B. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003, p.115-133.

    THOMPSON, E. P.  As peculiaridades dos Ingleses e outros artigos. 2 ed. Campinas, SP: Ed. Unicamp, 2012.

    THOMPSON, E. P. Costumes em comum. São Paulo: Cia das letras, 1998.

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  • Fronteiras no Tempo #63 As funções dos guerreiros na cultura Tupi Guarani

    O ano de 2021 está terminando e honrando a tradição criada por esse programa trazemos ao nosso ouvinte o nosso especial de fim de ano. Neste episódio recebemos a contribuição do historiador Cleirray Wera Fernando, indígena do povo Guarani Mbya, residente da aldeia Aguapeú localizada em Mongaguá-SP. Cleirray nos conta as funções dos guerreiros na cultura tupi guarani e nos faz perceber como a história é viva, rica e importante no universo e na organização social dos povos indígenas do Brasil. Adentre conosco nessa jornada de descobrimento e de contato profundo com o outro.

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    Fronteiras no Tempo #63 As funções do guerreiros na cultura Tupi Guarani. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Cleirray Wera Fernando e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 29/12/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=50667&preview=true

    Cleirray Wera Fernando

     

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    Podcasts

    Chute 216 – Garimpo e madeira em terras indígenas

    Qual a atuação dos indígenas na história do Brasil? – 8 Electran (Spin #537 – 01/05/19)

    Fronteiras no Tempo #35: Indígenas na História do Brasil

    Chute 237 – Genocídio indígena no Brasil

    Spin de Notícias #22: 9 Lunan 2017 (17/10/2017) O ensino crítico de História, o patrimônio histórico no soft power e o protagonismo indígena

    Links

    Instituto socioambiental [site] Povos índigenas no Brasil

    Livros e artigos acadêmicos

    ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. A atuação dos indígenas na História do Brasil: revisões historiográficas. Revista Brasileira de História, v. 37, n. 75, p. 17-38, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882017000200017&script=sci_abstract&tlng=pt

    ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios aldeados: histórias e identidades em construção. Tempo, v. 6, n. 12, p. 51-71, 2001. Disponível em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg12-3.pdf

    ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010.

    CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978.

    CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992.

    CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012.

    Dossiê Protagonismo Indígena. Revista Brasileira de História, v.3, n.75, mai/ago, 2017. disponível em: https://www.scielo.br/j/rbh/i/2017.v37n75/

    FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.

    FLORESTAN FERNANDES. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. Edição Mimeografada. São Paulo, 1951.

    MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014.

    MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.

    Trilha sonora do episódio

    01. Itsari – Sepultura
    02. Nhamandu Miri – Memória Viva Guarani
    03. Adxo Verendxa – Yskurua Mix – Coletivo da Aldeia Nova Esperança
    04. KWORO KANGO
    05. Tupinambá – Déa Trancoso
    06. El poder del cristiano – Oscar Medina
    07. You get what you give – New Radicals
    08. She will be loved – Marron 5

    Madrinhas e Padrinhos

    Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp,  Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.

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    30 min
  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #45 Escravos da Nação

    Neste Historicidade recebemos a Profa. Dra. Ilana Peliciari Rocha (UFTM) para conversar sobre a sua obra “Escravos da Nação“, publicada pela Edusp, fruto de sua tese de doutorado em História pela mesma instituição. Na entrevista, o principal tema foi a definição do termo que dá título ao livro, mas antes disso, falamos sobre o trabalho com fontes históricas e como se constrói um trabalho como este que ela realizou. Ela explicou, ainda, como surgiram estes trabalhadores escravizados, pertencentes ao Estado, quais as diferenças tinham em relação aos escravizados privados, e de que forma isso ajuda a compreender a dinâmica social e econômica da escravidão. Falamos também sobre a vida e o trabalho desses personagens, assim como de suas estratégias de resistência ao regime escravista. Por fim, pudemos compreender, a partir das reflexões propostas pela professora Ilana, como a escravidão deixou marcas profundas na sociedade brasileira. Ouçam e enviem seus comentários!

    Arte da Capa

    Arte do Episódio: Augusto Carvalho

    Participe do sorteio do Livro “Escravos da Nação“

    É bem simples. Você tem até o dia 7 de janeiro de 2022 fazer as seguintes ações:

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    2. Divulgar esse episódio no seu feed ou no stories marcando o @fronteirasnotempo

    3. pronto, era só isso!

    Boa sorte

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    Saiba mais da nossa convidada

    Ilana Peliciari Rocha

     

    Currículo Lattes 

    e-mail: [email protected]

     

     

     

     

     

    Produção da Convidada

    ROCHA, I. P. Escravos da Nação: o público e o privado na Escravidão Brasileira, 1760-1876. São Paulo: Edusp, 2018.

    ROCHA, I. P. Inmigración Internacional: las mujeres em el reflujo inmigratorio. In: GUARDIA, Sara Beatriz (org.) Viajeras entre dos mundos. Dourados: Editora UFGD, pp. 437-453, 2012.

    ROCHA, I. P. Imigração Internacional em São Paulo: retorno e reemigração, 1890-1920. Saarbrücken: NEA, 2013.

    ROCHA, I. P. Demografia escrava em Franca: 1824-1829. Franca: UNESP-FHDSS, 2004.

    Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado 

    ENGEMANN, C. Os Servos de Santo Inácio a Serviço do Imperador: Demografia e Relações Sociais entre a Escravaria da Real Fazenda de Santa Cruz, RJ (1790-1820). 2002. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2002.

    ENGEMANN, C. AMANTINO, M. (org.). Santa Cruz: de legado dos jesuítas a pérola da Coroa. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.

    FLORENCE, Afonso Bandeira. Resistência Escrava em São Paulo: A luta dos escravos da fábrica de ferro São João de Ipanema, 1828-1842. Afro-Ásia, 18, pp. 16-17, 1996.

    LIMA, S. O. Braço Forte. Trabalho escravo nas fazendas da nação no Piauí (1822-1871). Passo Fundo: UFP, 2005.

    MOREIRA, Alinnie Silvestre. Liberdade tutelada. Os africanos livres e as relações de trabalho na Fábrica de Pólvora da Estrela, Serra da Estrela/RJ (c. 1831 – c. 1870). 2005. Dissertação (Mestrado em História Social) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 23-02-2005.

    NETO, M. D. Escravidão e Indústria: um estudo sobre a Fábrica de Ferro São João de Ipanema – Sorocaba (SP) – 1765-1895. 2006. Tese (Doutorado em Economia Aplicada) – Instituto de Economia, UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas). Campinas, 15/12/2006.

    SANTOS, A. C. dos. Os Músicos Negros: Escravos da Real Fazenda de Santa Cruz no Rio de Janeiro (1808-1832). São Paulo: Annablume, 2009.

    SANTOS, F. L. A Expulsão dos Jesuítas da Bahia: Aspectos Econômicos. Revista Brasileira de História, vol. 28, n. 55, pp. 171-195, 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882008000100009&script=sci_abstract&tlng=pt Acesso em: 26 fev. 2019. 

    SOARES, Carlos Eugênio L. Clamores da escravidão: requerimento dos escravos da Nação do Imperador, 1828. História Social. Campinas, nº. 4-5, pp. 223-228, 1997-1998.

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #45 Escravos da Nação. Locução Marcelo de Souza Silva, Ilana Peliciari Rocha, Cesar  Agenor Fernandes da Silva [S.l.] Portal Deviante, 14/12/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50438&preview=true

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  • Fronteiras no Tempo: Historicidade #44 Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição

    Neste episódio do Historicidade conversamos com a pesquisadora Cleudiza Fernandes de Souza, da UFRJ, sobre Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Nesta entrevista, ela explicou como a historiografia tem estudado as diversas estratégias de sobrevivência dos homens e mulheres negros após a abolição, estudos estes baseados especialmente nos processos criminais em que se viam envolvidos. Analisando os documentos judiciais fica evidente que estes personagens faziam escolhas sobre as suas formas de viver a liberdade, ainda que, para isso, fossem obrigados a enfrentar uma série de obstáculos, muitos dos quais, senão todos, advindos do racismo vivido por eles cotidianamente. Por fim, ouça esta entrevista e entenda, ainda, sobre como se dá a formação do pesquisador e pesquisadora em História e como os objetos de pesquisa sobre o passado refletem as questões do presente.

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    Produção da Convidada

    SOUZA, Cleudiza Fernandes de. Protagonismo negro e lutas jurídicas no Pós-Abolição mineiro. Portal Geledés. Disponível em:  https://www.geledes.org.br/protagonismo-negro-e-lutas-juridicas-no-pos-abolicao-mineiro/ 

     Rede de Historiadorxs Negrxs no Instagram @historiadorxsnegrxs 

     Coluna Nossas Histórias da Rede de Historiadorxs Negrxs e Portal Geledés 

    https://www.geledes.org.br/guest-post-categoria/nossas-historias/ 

    Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado 

    CHALHOUB, Sidney. Visões de liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. 

    FRAGA FILHO, Walter. Encruzilhadas da liberdade: Histórias de escravos e libertos na Bahia (1870-1910). Campinas: Editora da UNICAMP, 2006. 

    MATTOS, Hebe Maria. Das cores do silêncio: Os significados da liberdade no Sudeste Escravista. Brasil, Século XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1995. 

    SOUZA, Cleudiza Fernandes de. O pós-abolição a partir de perspectivas de gênero e raça: processos criminais envolvendo ex-escravas em Oliveira, Minas Gerais (1890-1905). 2019, 179 p. Dissertação (Mestrado em História) Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal de São João del Rei, São João del-Rei. 

    VELLASCO, Ivan de Andrade. As seduções da ordem: Violência, criminalidade e administração da Justiça. Minas Gerais, século 19. Bauru, SP: EDUSC; São Paulo: ANPOCS, 2004. 

    Expediente 

    Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição:  Talk’nCast; Roteiro e apresentação:  Beraba.

    Como citar esse episódio

    Citação ABNT

    Fronteiras no Tempo: Historicidade #44 Agência negra e usos da Justiça no pós-abolição. Locução Marcelo de Souza Silva, Cleudiza Fernandes de Souza [S.l.] Portal Deviante, 30/11/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=50102&preview=true

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    47 min

About Fronteiras no Tempo

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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.

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