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Os patrimónios culturais, também chamados de bens culturais, tanto os materiais quanto os imateriais, são, antes de tudo, um cenário aberto para construções, perpetuações e ressignificações. Como os palimpsestos medievais, os bens culturais tiveram e têm uma gama variada de funções e de usos, contando com narrativas que transitam entre a tradição e a modernidade, a identidade local/nacional e a pertença a uma cultura/comunidade maior, no qual são, por vezes, regionalizados internacionalmente como elementos da cultura ocidental, oriental, latina, europeia, etc., e, em outras ocasiões, universalizados – no sentido iluminista do termo, ou seja, que engloba a humanidade. Para conversar sobre essa temática recebemos os historiadores Rodrigo Chistofoletti (UFJF) e Leandro Alonso (UNISANTOS) que nos brindaram com reflexões extremamente interessantes e pertinentes.
Arte da Capa
Arte do Episódio: Augusto Carvalho
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #62 Patrimônio Cultural e Memória. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Rodrigo Christifoletti, Leandro da Silva Alonso e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/11/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49893&preview=true
Produção dos convidados
Leandro da Silva Alonso
Currículo Lattes
Podcast
Fronteiras no Tempo: Historicidade #6 História, Memória e Cidade
Vídeo
Tertúlias Portugal – Brasil (ep. 22): “Patrimônio: os olhos de quem usa”
Rodrigo Christofoletti
Podcasts
Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural
Fronteiras no Tempo: Historicidade #11 Serra da Capivara
Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
Vídeo
Ciclo de lives || Patrimônios em rede: Direitos e Resistências
Livros e capítulos de livro
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, Cesar Agenor Fernandes Silva. Na epiderme da rocha: história, educação e patrimônio na Serra da Capivara. Santos: Leopoldianum, 2014.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) . World Heritage Patinas: action, alerts and risks. 1. ed. Zurique: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 589p .
CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; BOTELHO, MARIA LEONOR (Org.) . The Latin American Studies Book Series. 1. ed. Genebra: Springer International Publishing, 2021. v. 1. 578p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; OLENDER, M. (Org.) ; SAPORETTI, C. M. (Org.) . Anais o I Congresso Internacional Gestão dos Patrimonios da Humanidade Urbanos – I Simpósio Internacional Patrimonios da Humanidade Mineiros no contexto Internacional. 1. ed. Juiz de Fora: , 2020. v. 1. 607p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; BOTELHO, M. L. (Org.) . LOCUS – Revista do PPGHis UFJF – Dossiê Patrimônio e Relações Internacionais. 26. ed. Juiz de Fora: LOCUS – UFJF, 2020. v. 1. 1p .
MARINS, C. F. (Org.) ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo (Org.) . Urdiduras de Ariadne. Contribuições da História Cultural aos labirintos do Patrimônio, Linguagens e Movimentos Sociais. 1. ed. São Paulo: Desconcertos Editora, 2020. v. 1. 285p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Bens Culturais e Relações Internacionais: o patrimônio como espelho do soft power. 1. ed. Santos -SP: Leopoldianum, 2017. v. 01. 466p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, C. A. F. (Org.) . Na epiderme da rocha: História, Educação e Patrimônio na Serra da Capivara. 1. ed. SANTOS: Editora Leopoldianum, 2014. v. 1. 179p .
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Illicit trafficking in culture assets: a genealogy of the concept and actions in contemporany Brazil. In: Fabiana Lopes da Cunha e Jorge Rabassa. (Org.). Festivals and heritage in Latin America. 1ed.Zurique: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 217-238.
CHRISTOFOLETTI, RODRIGO; ACERBI, V. S. . ‘Blitzkrieg Against Black Magic’.. In: Naomi Oosterman & Donna Yates. (Org.). Crime and Art Sociological and Criminological Perspectives of Crimes in the Art World. 1ed.Cham: Springer International Publishing, 2021, v. 1, p. 234-254.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Patrimônio e Relações Internacionais. Dicionário Temático e Patrimônio: debates contemporãneos. 1ed.Campinas: Editora Unicamp, 2020, v. 1, p. 285-299.
Ensaio
Sobre estátuas, efemérides e funções do passado:
reparação histórica ou apagamento da memória? Fala ICH! nº 3 – Setembro e Outubro de 2020
Material Complementar
Livros e artigos acadêmicos, vídeos, podcasts e links
HALL, S. Da diáspora: Identidades e Mediações Culturais. Tradução: Adelaine La Guardia Resende; Ana Carolina Escoteguy; Cláudia Ávares; Francisco RUdiger; Sayonaram Amaral. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.
Luiz Antonio Simas, 2019 CIP-BRASIL. CATALOGACAO NA PUBLICACAO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ
POULOT, Dominique. 2009. Uma História do Patrimônio no Ocidente, Séculos XVIII-XXI: Do Monumento aos Valores. São Paulo: Estação Liberdade. A edição francesa deste livro foi publicada em 2006.
QUIJANO, A. Colonialidad del poder, Eurocentrismo, America Latina. In: Edgardo Lander (ed). La colonialidad del saber: eurocentrismo y ciências sociales. Perspectivas latino-americanas. Caracas: Clacso, pp. 201-245, 2000.
RIBEIRO, Edgar Telles. 2011. Diplomacia Cultural: Seu Papel na Política Externa Brasileira. Brasília: Fundação Alexandre de Gusmão.
RIEGL, Aloïs. O culto moderno dos monumentos, sua essência e sua gênese. Trad. Elaine Ribeiro Peixoto e Albertina Vicentine. Goiânia: UCG, 2006.
SILVA, Cesar Agenor Fernandes da. “Rodrigo Christofoletti – Bens Culturais e Relações Internacionais: O Patrimônio como Espelho do ‘Soft Power’”, MIDAS [Online], 9|2018, Resenha. posto online no dia 25 janeiro 2018, consultado no dia 17 novembro 2021. URL: http://journals.openedition.org/midas/1337; DOI: https://doi.org/10.4000/midas.1337
SILVERMAN, Helaine; RUGGLES, D. Fairchild.Cultural Heritage and Human Rights. Nova York: Springer, 2007. DOI : 10.1007/978-0-387-71313-7
SIMAS, Luiz Antonio. O corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2019.
Vídeos
SERRA DA CAPIVARA
Podcast
A Guerra às estátuas e a disputa histórica – 20 Irisian (Spin #1392 – 02/09/21)
Links
La UNESCO reúne a los agentes internacionales para luchar contra el tráfico ilícito de bienes culturales
Trilha sonora do episódio
01. Máquina de Ritmo – Gilberto Gil
02. Patrimônio da Humanidade – Quinteto em Branco e Preto
03. Batuque de Luanda – Quinteto Armorial
04. Frevo Vassourinhas – Matias da Rocha
05. Lá e Cá – Lenine
06. Roda de Samba Raiz
07. Olhos de Raio X – Lenine
08. Ganga Zumba – Maracatu Nação Pernambuco
09. Pra Que Me Chamas? – Xenia
10. Ouro de Tolo – Raul Seixas
11. Recife Minha Cidade – Reginaldo Rossi
12. Seio de Minas – Paula Fernandes
13. Hino à Ouro Preto – Dedé Paraízo
14. Tropicália – Caetano Veloso
15. Sou São João – Diversos Artistas
16. Patrimônio – Cypherbox 18, Rodrigo Cartier, Rod 3030, Lourena e SpVic
17. Piauí – Lil Whind
18. Tambores Silenciosos – Maracatu Nação Pernambuco
19. Di-Sk8 Eu Vim – Charlie Brown Jr.
20. Di-Sk8 Eu Vou – Charlie Brown Jr.
21. Congada – Clara Nunes
22. Leão do Norte – Lenine
23. Canto a Jovita Feitosa – Ricardo Franklin
24. Take My Breath – The Weeknd
25. Blinding Lights – The Weeknd
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Barbara Marques, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.
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A relação entre a História e a Literatura é extremamente rica, tanto do ponto de vista das pesquisas históricas que tomam as obras de ficção literária como fonte quanto de sua dimensão artística – ao observamos e pensarmos na história da literatura em si. No sétimo episódio da 4º temporada do Historicidade recebemos o historiador Lucas Kölln (UNIOESTE) para bater um papo sobre as relações entre a história e a literatura a partir de suas pesquisas sobre a história social do trabalho nos Estados Unidos da América no final do século XIX e início do XX. Neste episódio entenda como uma ética do trabalho liberal predominante em discursos políticos distintos e as transformações profundas do capitalismo foram lidas nas obras de Sherwood Anderson e Jack London.
Arte da Capa
Mencionado nos recados do Episódio
Literatura como fonte histórica (SciCast #455)
Fronteiras no Tempo #7 – Mundo do Trabalho
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Saiba mais do nosso convidado
Lucas A. B. Kölln
Currículo Lattes
Twiiter
Produção do Convidado
KÖLLN, Lucas A.B. Trabalhadores rurais e migração na Califórnia dos anos 30: John Steinbeck e os “ciganos da colheita”. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 130-164, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/24920
tradução de: STEINBECK, John. Os ciganos da colheita [1936]. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 563-580, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25635
KÖLLN, Lucas A.B. História social do trabalho e literatura: esforços para uma calibração dialética. Revista Espaço Plural, Marechal Cândido Rondon, Ano XVII, n. 34, pp. 56-82, 1º semestre 2016. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/espacoplural/article/view/14984
tradução de: MERRILL, Michael D. “Dinheiro serve para comer” – Autossuficiência e trocas nas origens dos Estados Unidos da América. Revista Tempos Históricos, Marechal Cândido Rondon, v. 24, n. 1, pp. 581-621, 2020. Disponível em: http://e-revista.unioeste.br/index.php/temposhistoricos/article/view/25641
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
BECKER, Howard S. Falando da Sociedade: ensaios sobre as diferentes maneiras de representar o social. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2009
BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
CANDIDO, Antonio. A educação pela noite e outros ensaios. São Paulo: Ática, 1987.
_______. Formação da literatura brasileira: momentos decisivos (2 vols.). 12ª ed. São Paulo: FAPESP, 2009.
CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
HOLANDA, Sérgio Buarque de. Capítulos de literatura colonial. Organização e notas de Antonio Candido. São Paulo: Brasiliense, 2000.
SEVCENKO, Nicolau. A literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. 3ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
SCHWARZ, Roberto. Ao vencedor as batatas: forma literária e processo social nos inícios do romance brasileiro. 5ª ed. São Paulo: Editora 34; Livraria Duas Cidades, 2000.
_______. Um mestre na periferia do capitalismo – Machado de Assis. 3ª ed. São Paulo: Editora 34, 1997.
Indicações de referências sobre o tema abordado:
História dos Estados Unidos:
CARROLL, Peter N.; NOBLE, David W. The free and the unfree – A new history of the United States. 2ª ed. New York: Penguin Books, 1992.
COCHRAN, Thomas; MILLER, William. The Age of Enterprise – A social history of Industrial America. Revised edition. New York: Harper Torchbooks, 1961.
DEBOUZY, Marianne. O capitalismo “selvagem” nos Estados Unidos (1860-1920). Tradução de Maria de Lurdes Almeida Melo. Lisboa: Editorial Cor, 1972.
FONER, Eric S. A short history of Reconstruction. New York: Houghton Mifflin Press, 1990.
FONER, Philip S. History of the Labor Movement in the United States, Volume IV – The Industrial Workers of the World, 1905-1917. 2ª ed. New York: International Publishers, 1973.
GAIDO, Daniel. The formative period of American capitalism – A materialist interpretation. New York: Routledge, 2006.
GEISMAR, Maxwell. The last of the provincials. The American novel – 1915-1925. New York: Hill and Wang, 1959.
GUTMAN, Herbert. Work, culture and society in industrializing America – Essays in American working-class and Social History. New York: Vintage Books, 1977.
HOFSTADTER, Richard. Social Darwinism in American thought. Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1955.
KOLKO, Gabriel. The triumph of conservatism – A reinterpretation of American History, 1900-1916. New York: Free Press, 1963.
KULIKOFF, Alan. The agrarian origins of American capitalism. Charlottsville: University of Virginia Press, 1992.
MERRILL, Michael. The anti-capitalist origins of the United States. Review (Fernand Braudel Center), v. 13, n. 4, pp. 465-497, 1990.
PARRINGTON, Vernon Louis. Main currents in American thought – An interpretation of American literature from the beginnings to 1920. New York: Harcourt, Brace and Company, 1927-1930.
SMITH, Henry Nash. Virgin land – The American West as symbol and myth. Cambridge: Harvard University Press, 1982.
WILENTZ, Sean. Chants democratic – New York city and the rise of the American working-class (1788-1850). New York: Oxford University Press, 2004.
_______. The rise of American Democracy – From Jefferson to Lincoln. New York: Norton, 2005.
ZAVODNYIK, Peter. The rise of the Federal Colossus – The growth of Federal Power from Lincoln to F.D.R. Santa Barbara: Praeger, 2011.
ZINN, Howard. A people’s history of the United States. New York: Longman, 1994.
História e Literatura
BOSI, Alfredo. Caminhos entre a literatura e a história. Estudos Avançados, n. 19, v. 55, p. 315-334, 2005.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade – Estudos de teoria e história literária. 11ª ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2010.
_______. Noções de análise histórico-literária. São Paulo: Associação Editorial Humanitas, 2005.
GINZBURG, Carlo. O fio e os rastros – Verdadeiro, falso, fictício. Tradução de Rosa Freire d’Aguiar e Eduardo Brandão. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
LEITE, Lígia Chiappini Moraes. Literatura e história – Notas sobre as relações entre os estudos literários e os estudos historiográficos. Literatura e sociedade, n. 5, v. 5, p. 18-28, 2006.
_______. O foco narrativo (ou A polêmica em torno da ilusão). 7ª ed. São Paulo: Ática, 1994.
LIMA, Luiz Costa. História. Ficção. Literatura. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
LUKÁCS, György. Ensaios sobre literatura. 2ª ed. Tradução de Leandro Konder. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
ROSENFELD, Anatol. Estrutura e problema da obra literária. São Paulo: Perspectiva, 1976.
STAROBINSKI, Jean. A literatura: o texto e o seu intérprete. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (orgs.). História: Novas abordagens. Tradução de Henrique Mesquita. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. pp. 132-143.
THOMPSON, E.P. Os românticos – A Inglaterra na era revolucionária. Tradução de Sérgio Moraes Rêgo Reis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
WILLIAMS, Raymond. Marxismo e literatura. Tradução de Waltensir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.
WOOD, James. Como funciona a ficção. Tradução de Denise Bottmann. São Paulo: Cosac Naify, 2011.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #43 História dos Estados Unidos da América e Literatura. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Lucas A. B. Kölln, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 02/11/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=49655&preview=true
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Madrinhas e Padrinhos
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A Guerra do Paraguai, também chamada de Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito militar que ocorreu na América do Sul e marcou profundamente a História dos países envolvidos. Neste episódio, recebemos o professor Flávio Saldanha (UFTM) e nosso parceiro Willian Spengler para discutir em detalhes todo o contexto de antes, durante e depois da guerra.
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Fronteiras no Tempo #61 Guerra do Paraguai. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Flavio Henrique Dias Saldanha e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 19/10/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=49410&preview=true
Material Complementar
Podcast
Fronteiras no Tempo: Historicidade #16 Guarda Nacional no Império do Brasil
Sugestão de livros
ARAÚJO, Tiago Gomes de. A identidade nacional brasileira na Guerra do Paraguai (1864-1870). Rio de Janeiro: AR Editora, 2016.
BORGES, Fernando Tadeu de Miranda; PERARO, Maria Ademir (orgs.). Brasil e Paraguai: uma releitura da guerra. Cuiabá: Entrelinhas; EDUFMT, 2012.
BOTELLHO, José Francisco Botelho; LIMA, Laura Ferrazza de. Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: HarperCollins, 2021, Coleção Guerras do Brasil.Doc.
CERQUEIRA, Dionísio. Reminiscências da campanha do Paraguai, 1865–1870. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1980.
COSTA, Wilma Peres. A espada de Dâmocles: o Exército, a Guerra do Paraguai e a crise do Império. São Paulo: Hucitec – ed. UNICAMP, 1995.
ESSELIN, Paulo Marcos; FONSECA, Vinicius Rajão da (orgs.). O expansionismo brasileiro sobre a Bacia Platina e a Guerra da Tríplice Aliança contra o Paraguai. Porto Alegre: PPGH; FCM, 2019.
DONATO, Hernâni. Dicionário das batalhas brasileiras. São Paulo: IBRASA, 1987.
CUNHA, Marcos Antonio. A Chama da Nacionalidade — Ecos da Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2000.
DORATIOTO, Francisco. Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Cia. das Letras, 2002
DORATIOTO, Francisco. Guerra do Paraguai. In: MAGNOLI, Demétrio (org.).História das Guerras. São Paulo: Contexto, 2008
DOURADO, Maria Teresa Garritano. A história esquecida da Guerra do Paraguai: fome, doenças e penalidades. Campo Grande: Ed. UFMS, 2014.
DOURADO, Maria Teresa Garritano. Mulheres comuns, senhoras respeitáveis: a presença feminina na Guerra do Paraguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2005.
DUARTE, Paulo de Queiroz. Os Voluntários da Pátria na Guerra do Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1981.
ESSELIN, Paulo Marcos; MARTINS JÚNIOR, Carlos (orgs.). Grande Guerra: A Tríplice Aliança contra o Paraguai — Visões e Revisões. Porto Alegre: FCM, 2017.
FIGUEIRA, Divalte Garcia. Soldados e negociantes na Guerra do Paraguai. São Paulo: Humanitas FFLCH-USP; FAPESP, 2001.
FRAGOSO, Augusto Tasso. História da guerra entre a Tríplice Aliança e o Paraguai. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1960, v. 1–5.
IZECKSOHN, Vitor. O cerne da discórdia: a Guerra do Paraguai e o núcleo profissional do Exército Brasileiro. Rio de Janeiro: E-Papers, 2002.
MENEZES, Alfredo da Mota. Guerra do Paraguai — como construímos o conflito. São Paulo: Contexto; Cuiabá: ed. UFMT, 1998.
PEDROSA, José. F. Maya. A Catástrofe dos Erros. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2004.
QUEIROZ, Silvania de. Revisando a revisão: Genocídio americano: a Guerra do Paraguai de J.J. Chiavenato. Porto Alegre: FCM, 2014.
SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai: escravidão e cidadania na formação do Exército. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990.
SALLES, Ricardo. Guerra do Paraguai, memórias e imagens. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2003.
SILVEIRA, Mauro César. A batalha de papel: a Guerra do Paraguai através da caricatura. Porto Alegre: L&PM, 1996.
SQUINELO, Ana Paula (org.). 150 anos após — a Guerra do Paraguai: entre olhares do Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai. Campo Grande: Ed. UFMS, 2016.
TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Diário do Exército, campanha do Paraguai, 1869–1870: Comando-em-chefe de S. A. o Sr. Marechal de Exército Conde d’Eu. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 2002.
TAUNAY, Alfredo d’Escragnolle. Recordações de guerra e de viagem. Brasília: Senado Federal/Conselho Editorial, 2008.
VAS, Braz Batista. O final de uma guerra e suas questões logísticas: o conde d’Eu na Guerra do Paraguai (1869-1870). São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011.
Sugestão de links:
Guerra do Paraguai — Atlas Histórico do Brasil. https://atlas.fgv.br/marcos/guerra-do-paraguai/mapas/guerra-do-paraguai-grandes-batalhas
Revista Brasileira de História Militar, Edição 13 (Ano V, abr. 2014). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-13-ano-v-abril-de-2014/#more-71
Revista Brasileira de História Militar, Edição 15 (Ano V, dez. 2014). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-15-ano-v-dezembro-de-2014/#more-73
Revista Brasileira de História Militar, Edição 16 (Ano VI, abr. 2015). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-16-ano-vi-abril-de-2015/#more-100
Revista Brasileira de História Militar, Edição 20 (Ano VII, nov. 2016). https://www.historiamilitar.com.br/edicao/edicao-20-ano-vii-novembro-de-2016/#more-138
O Tuiuti — Órgão de divulgação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – Seção Rio Grande do Sul. https://www.acadhistoria.com.br/otuiuti00.html
Magister Militum — Revista eletrônica de História Militar e Polemologia. https://polemologia.blogspot.com/
Revista Navigator. https://www.portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/navigator/issue/view/30
Biblioteca Nacional Digital. https://bndigital.bn.gov.br/dossies/guerra-do-paraguai/
Imagens – Guerra do Paraguai. https://docs.ufpr.br/~lgeraldo/brasil2imagensD.html
Pensando a guerra do Paraguai: representações simbólicas. https://repositorio.ufu.br/handle/123456789/16405
A Guerra do Paraguai na construção nacional do império. http://seer.upf.br/index.php/ph/article/view/11692
Guerra do Paraguai em perspectiva. http://encontro2014.rj.anpuh.org/resources/anais/anpuhnacional/S.23/ANPUH.S23.0408.pdf
A Guerra do Paraguai na historiografia brasileira. https://seer.ufrgs.br/CadernosdoAplicacao/article/view/49957
As consequências da Guerra do Paraguai e seus reflexos para o Exército Brasileiro. https://bdex.eb.mil.br/jspui/handle/123456789/4730
Caxias na Guerra do Paraguai. http://www.funceb.org.br/images/revista/14_0p7t.pdf
No Império, Senado estudou criar CPI da Guerra do Paraguai. https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/no-imperio-senado-estudou-criar-cpi-da-guerra-do-paraguai
História dos veteranos da Guerra do Paraguai. http://www.unirio.br/cch/escoladehistoria/pos-graduacao/ppgh/dissertacao_rodrigo-goyena
Sugestão de vídeos:
Da TV Escola, “A Última Guerra do Prata”. Disponível em https://www.youtube.com/user/GuerraDoPrata
Da TV Brasil, programa Caminhos da Reportagem, episódio “Guerra do Paraguai – 150 anos”. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=eXhP01zEZVQ&ab_channel=tvbrasil
Do canal Buenas Ideias, episódio sobre a Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=a4NRoFCtFFM&ab_channel=BuenasIdeias
Guerras do Brasil.Doc, episódio sobre a Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=OW06VsXtPSw&t=14s&ab_channel=NossaHist%C3%B3riaViva
Do canal Nerdologia, episódio sobre a História da Guerra do Paraguai. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=F1cS5Fnvfyo&ab_channel=Nerdologia
Adilson Lourenço da Silva Filho, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Alvaro Vitty, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Thomas Beltrame, Willian Spengler e ao padrinho anônimo.
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Podemos dizer que o problema da seca no nordeste do Brasil é histórico, pois a região, por uma série de fatores geográficos e climáticos é suscetível a vivenciar grandes períodos de estiagem. Porém, não é de hoje que o Estado brasileiro busca por soluções para resolver o problema, seja na transposição de grandes volumes fluviais de rios, na construção de açudes, com medidas paliativas e também com tentativas de aplicação da ciência e da engenharia. É justamente sobre as ações estatais realizadas nas últimas décadas do Império e no início da República que recebemos a historiadora Aline Lima (Museu da Indústria), que nos brindou com um papo sobre o papel dos engenheiros, a história da ciência, a cultura popular e as relações históricas entre os sertanejos e o clima.
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Aline Silva Lima
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Produção da Convidada
LIMA, Aline Silva; XAVIER, Patrícia Pereira (orgs.). O canto das garças me contou. Fortaleza : Iphan, 2017. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/uploads/publicacao/o_canto_das_garcas_me_contou.pdf
LIMA, Aline Silva. Um projeto de combate as secas: os engenheiros civis, as obras públicas na Inspetoria de Obras Contra as Secas-IOCS e a construção do Açude Tucunduba (1909-1919). Fortaleza, 2010. Dissertação (Mestrado em História) – Universidade Federal do Ceará. Disponível em: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2842
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
NEVES, Frederico de Castro. A multidão e a história: saques e outras ações de massas no Ceará. Rio de janeiro: Relume Dumará, 2000.
NEVES, Frederico de Castro. Imagens do Nordeste: a construção da memória regional. Fortaleza; SECULT, 1994
THEOPHILO, Rodolpho. A Fome/ Violação. Ed. Fac-símile da edição publicada em 1898, Fortaleza:Academia Cearense de Letras, vol. Nº I, 1979.
CÂNDIDO, Tyrone Apollo Pontes. Trem da Seca: sertanejos, retirantes e operários (1877-1880). Fortaleza; Museu do Ceará/ SECULT, 2005.
COELHO, Edmundo Campos. As profissões imperiais: medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro: 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999.
MORAES, Kleiton de Sousa. O Sertão descoberto aos olhos do progresso: a Inspetoria de Obras Contra as Secas (1909-1918). Dissertação. (Mestrado em História Social) Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro: 2010.
MONTEIRO, Renata Felipe. Um monumento ao sertão: Ciência, Política e Trabalho na construção do açude Cedro (1884 – 1906). 2012. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em História, Fortaleza (CE), 2012. (http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/6146)
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #42 Engenheiros e o combate a seca. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Aline S. Lima, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 05/10/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=49135&preview=true
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O continente asiático abriga as mais diversas etnias, culturas, idiomas e concentra uma parte considerável da humanidade. Habitado por povos milenares e com culturas extremamente refinadas, o seu passado ainda é pouco conhecido por nós. Neste episódio contamos com a presença do historiador Alex Degan (UFSC), que rendeu uma conversa muito instrutiva e divertida sobre a História da Ásia, ou melhor a História das Ásias. Embarque conosco e descubra como se construiu a visão e o conceito de Ásia desde os gregos da antiguidade até o tempo presente.
Esta conversa foi baseada em um texto do Alex Degan presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates
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Alex Degan
Professor do Departamento de História da UFSC e coordenador do Laboratório de estudos das Histórias Asiáticas (LEHAs UFSC).
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Academia.edu
Confira como foi a primeira participação do Alex Degan no Fronteiras no Tempo: Fronteiras no Tempo: Historicidade #17 História das Religiões
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Arte do Episódio: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #60 História da Ásia. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Alex Degan e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 21/09/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48843&preview=true
Material Complementar
DEGAN, Alex. A Grande Ásia e o Ensino de História. In: Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky. (Org.). Novos Combates pela História: Desafios – Ensino. São Paulo: Contexto, 2021.
FRANK, Andre Gunder. Re-Orient: Global Economy in the Asian Age. Los Angeles: University of California, 1998.
FRANKOPAN, Peter. O coração do mundo: Uma nova história universal a partir da rota da seda. São Paulo: Planeta, 2019.
GOODY, Jack. O roubo da História: Como os europeus se apropriaram das ideias e invenções do Oriente. São Paulo: Contexto, 2008.
HOBSON, John M. Los Orígenes orientales de la civilización de Occidente. Barcelona: Crítica, 2006.
HOLCOMBE, Charles. Una historia de Asia oriental: De los orígenes de la civilización al siglo XXI. México: Fondo de Cultura Económica, 2016.
POMERANZ, Kenneth. A Grande Divergência: A China, a Europa e a construção da economia moderna. Lisboa: Edições 70, 2013.
SPENCE, Jonathan D. Em busca da China moderna: quatro séculos de história. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
SPIVAK, Gayatri Chakravorty. Otras Asias. Madrid: Akal, 2012.
Madrinhas e Padrinhos
Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Álvaro Vitty, Anderson Paz, André Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Daniel Rei Coronato, Eliezer Ferronato, Elisnei Menezes de Oliveira, Ettore Riter, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi Souza e Silva, Jackson Luiz De Marco, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Luciano Abdanur, Manuel Macias, Marcos Pinheiro, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Machado Saldanha, Rafael, Ramon Silva Santos, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raphael Bruno, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Romulo Chagas, Thiarles Klaza, Thomas Beltrame, Tiago Nogueira e um padrinho anônimo.
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O surgimento da engenharia civil no Brasil trouxe consigo a possibilidade de formação de novos profissionais que se propuseram a resolver problemas do país e dar soluções técnicas para uma série de questões como os transportes, as edificações, o saneamento, a higienização dos espaços públicos, e, consequentemente, a reformulação dos espaços urbanos. No entanto, os engenheiros também foram importantes no mundo político, responsáveis por ações civilizatórias e de modernização das cidades. O clube de engenharia foi peça chave nesse processo. Porém, essas mudanças não levavam em conta grupos sociais diversos e excluídos, muito pelo contrário. Para falar sobre essas questões e como elas impactaram a capital do Império e, posteriormente, da República, recebemos a historiadora Fernanda Barbosa (Museu de Astronomia e Ciências afins – MAST). Ouça agora o 5º episódio da quarta temporada do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo: um podcast de história.
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Fernanda Barbosa dos Reis Rodrigues
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RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. Engenharia e política: os debates ferroviários no clube de engenharia e a organização econômica e social do rio de janeiro (1880 – 1900). In: GASPARETTO JÚNIOR, Antonio; BÔSCARO, Ana Paula Dutra. História [recurso eletrônico]: espaço fecundo para diálogos 3. Ponta Grossa, PR: Atena, 2020. Disponível em: http://educapes.capes.gov.br/handle/capes/564344
RODRIGUES, Fernanda Barbosa dos Reis. A cidade e os engenheiros: o Clube de Engenharia e a organização econômica e social do Rio de Janeiro. ANAIS do 17º Seminário Nacional de História da Ciência e da Tecnologia. disponível em: https://bityli.com/IAYnI
Próximo volume da Revista História e Economia, prevista para lançamento ao longo deste segundo semestre. Link do site da revista: https://www.historiaeeconomia.pt/index.php/he
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CURY, Vania Maria, Engenheiros e empresários: O Clube de Engenharia na gestão de Paulo de Frontin (1903-19033). Doutorado em História. Instituto de Ciências Humanas e Filosofia, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2000.
CURY, Vania Maria, O Clube de Engenharia no contexto histórico de nascimento do moderno urbanismo brasileiro (1880-1930). Anais: Seminário de História da Cidade e do Urbanismo 8.1, 2012.
KROPF, Simone Petraglia, Sonho da razão, alegoria da ordem: o discurso dos engenheiros sobre a cidade do Rio de Janeiro no final do século XIX e início do século XX. In: Missionários do progresso. Médicos, engenheiros e educadores no Rio de Janeiro 1870-1937. Rio de Janeiro: Diadorim, 1996.
LAMARÃO, Sérgio Tadeu de Niemeyer. Dos trapiches ao porto: um estudo sobre a área portuária do Rio de Janeiro. 2ª. Ed., Rio de Janeiro: Coleção Biblioteca Carioca, vol. 17, 2006.
MATTOS, Ilmar Rohloff de (2004). O tempo saquarema: a formação do Estado Imperial. São Paulo: Hucitec.
MARINHO, Pedro, Ampliando o Estado Imperial: Os engenheiros e a organização da culturado Brasil Oitocentista (1874-1888). Niterói. Tese (Doutorado em História), Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2008.
Expediente
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #41 O Clube de Engenharia e as reformas urbanas no Rio de Janeiro. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Fernanda Barbosa, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 07/09/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=48616&preview=true
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Em tempos de tempestades torrenciais de informação e comunicação, temos que conviver diariamente com enxurradas e deslizamentos de notícias falsas, desinformação, negação das metodologias científicas e a tentativa constante de ataques a produção acadêmica no Brasil, especialmente das Ciências Humanas e Sociais. O Negacionismo e o Revisionismo Ideológico histórico estão no centro do debate político e cultural da nossa sociedade e nos últimos anos ganhou reforço e impulso. Para tratar desse tema, C. A. e Beraba recebem Marcos Napolitano (USP), historiador que tem se dedicado a entender e explicar esse fenômeno de forma aprofundada.
Esta conversa foi baseada em um texto do Marcos Napolitano presente no livro Novos combates pela História – https://bit.ly/NovosCombates
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Marcos Napolitano
Departamento de História USP
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Nexo Jornal
Foto: Cecília Bastos/USP Imagem
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #59 Negacionismo e revisionismo histórico no século XXI. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Napolitano e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 24/08/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=48360&preview=true
Material Complementar – Produção do convidado
Ensaios
A guerra às estátuas e a política pública de memória. Nexo Jornal
Livros
NAPOLITANO, M.. História Contemporânea 2 – Do Entreguerras à Nova Ordem Mundial. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2020. v. 1. 159p .
NAPOLITANO, M.. História do Brasil República: da queda da Monarquia ao fim do Estado Novo. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2016. v. 1. 172p .NAPOLITANO, M.. 1964: História do Regime Militar Brasileiro. 1. ed. São Paulo: Editora Contexto, 2014. v. 1. 365p .
Artigos Acadêmicos
NAPOLITANO, M.. Desafios para a História nas encruzilhadas da memória: entre traumas e tabus. História, Questões e Debates, v. 68, p. 18-52, 2020.
NAPOLITANO, M.. O golpe de Estado (1964) no Brasil visto por um cinejornal soviético. Fotocinema. Revista científica de cine y fotografía, p. 29, 2020.
NAPOLITANO, M.; MORETTIN, E. . História e Audiovisual: formação e percursos de um grupo de pesquisa. Revista Antíteses, v. 12, p. 563-578, 2019.
NAPOLITANO, M.. Golpe de Estado: entre o nome e a coisa. Estudos Avançados, v. 33, p. 397-420, 2019.
NAPOLITANO, M.. Cartografias transatlânticas da música popular nas Américas. Revista USP, v. 123, p. 45-58, 2019.
NAPOLITANO, M.. Latinskaya Amerika: as relações entre a União Soviética e a América Latina (1957-1962). Revista Eletrônica da ANPHLAC, v. 27, p. 379-402, 2019.
NAPOLITANO, MARCOS. La crise politique brésilienne : histoire et perspectives d?une `terre en transe? A crise política brasileira: histórico e perspectivas de uma `terra em transe? The Brazilian Political Crisis : Historical Narrative and Future of an `Entranced Earth?. BRÉSIL(S) – SCIENCES HUMAINES ET SOCIALES, v. 1, p. 1-10, 2018.
NAPOLITANO, M.. Aporias de uma dupla crise: história e memória diante de novos enquadramentos teóricos. Saeculum (UFPB), v. 39, p. 205-218, 2018.
NAPOLITANO, MARCOS. A imprensa e a construção da memória do regime militar brasileiro (1965-1985). ESTUDOS IBERO-AMERICANOS (PUCRS. IMPRESSO), v. 43, p. 346-366, 2017.
NAPOLITANO, M.. Entre o imperativo da resistência e a consciência da derrota: a literatura brasileira durante o regime militar. Literatura e Sociedade, v. 23, p. 232-243, 2017.
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O Fronteiras no Tempo está de volta para discutir as origens da República e o fim do Império. C. A. e Beraba abordam as interpretações clássicas do fim do regime monárquico e a construção da ideia da República como evolução natural da política nacional. Neste episódio: entenda as forças políticas e ideológicas que disputavam a hegemonia política desde o início do segundo reinado, compreenda com quantos Lusíadas se faz um Saquerema, surpreenda-se com a origem da ideia de reserva moral dos militares contra a corrupção e o sistema político e presencie bestializado o golpe de Estado que inaugurou o regime republicano no Brasil.
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Fronteiras no Tempo #58 Proclamação da República. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 20/07/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47750&preview=true
Mencionado no Episódio
Podcast Medo e Delírio em Brasília
Medo e Delírio em Brasília | Podcast on Spotify
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #34: Sistema Político na República Velha (1889-1930)
Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão
Fronteiras no Tempo #8 – Guerra de Canudos
Livros e Artigos Acadêmicos
LYNCH, Christian Edward Cyril. Necessidade, contingência e contrafactualidade. A queda do Império reconsiderada. Topoi (Rio de Janeiro) [online]. 2018, v. 19, n. 38 [Acessado 20 Julho 2021] , pp. 190-216. Disponível em: . ISSN 2237-101X. https://doi.org/10.1590/2237-101X01903808.
CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política. Teatro das Sombras: a política imperial. 5ª edição – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010.
CARVALHO, José Murilo de. A formação das Almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro: Brasiliense, 2009.
CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados. Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Cia. Das Letras, 1991.
FERREIRA, Jorge, DELGADO, Lucilia de Almeida N. (Org.) O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro. Civ. Brasileira, 2002.
GRINBERG, Keila; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial (coleção em 3 volumes). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo Saquarema. 7.ed. São Paulo: HUCITEC; Brasília: INL, 2017.
SCHWARCZ, L. M. STARLING, H. Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015.
Links
ROSSI, Amanda. Abolição da escravidão em 1888 foi votada pela elite evitando a reforma agrária, diz historiador. BBC Brasil, São Paulo, 13 de mai., 2018. Diponível em: <<https://bbc.in/2KTy5OR>> (entrevista com Luís Felipe de Alencastro)
SCHWARCZ, L. M. Por que temos poucos memoriais de abolição da escravidão? Nexo Jornal, 9 de abr., 2018. – https://www.nexojornal.com.br/colunistas/2018/Por-que-temos-poucos-memoriais-de-aboli%C3%A7%C3%A3o-da-escravid%C3%A3o
SCHWARCZ, L. M; Gomes, Flávio. O passado e o presente: os sentidos da escravidão. [Vídeo] https://www.nexojornal.com.br/video/video/O-passado-presente-os-sentidos-da-escravid%C3%A3o
Vídeos
Histórias do Brasil – A proclamação da República
Dramatização do Discurso de Márcio Moreira Alves contra a ditadura em 1968
AI-5 cria ditadura dentro da ditadura
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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Bem-vindos ao tão esperado final da nossa gloriosa trilogia de cinco episódios sobre a Era Vargas! Partimos do final da década de 1940, com o governo Dutra e chegamos no início da década de 1950 quando teve lugar o segundo governo, dessa vez eleito, de Getúlio. Foram anos conturbados, cheios de intrigas e ameaças que deixaram o cenário político instável. Mas também foi uma época de importantes definições sobre temas como o papel do Estado na condução da vida econômica brasileira, os direitos políticos dos cidadãos, o lugar do Brasil no contexto internacional, dentre outros. Carlos Lacerda, Dutra, os trabalhadores, Vargas… os personagens dessa história são muitos e o final, bem, o final já sabemos, mas não deixe de nos acompanhar para saber como a vida deste ex-presidente acabou entrando para a História.
Neste episódio:
Conheça as principais características do governo Dutra e o que Vargas ficou fazendo neste período. Entenda o contexto das eleições de 1950, como foi a vitória de Vargas e os problemas que enfrentou depois, tendo que governar em uma democracia. Entenda a ação dos principais nomes da oposição, especialmente os da UDN, as estratégias e argumentos que utilizavam para atacar Vargas. Entenda o papel dos militares no contexto político da época e de que formas Vargas pretendeu resolver as crises que surgiram. Conheça as políticas econômicas do governo Vargas, seus objetivos e impactos. Por fim, entenda toda a história da crise que levou ao final trágico do governo e reflita conosco sobre os significados do legado varguista para o Brasil atual.
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #57 A Era Vargas parte 5: o segundo governo (1950-1954). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 07/06/2021. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=47023&preview=true
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #56 A Era Vargas parte 4: o fim do Estado Novo e a redemocratização
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Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 3: O Estado Novo (1937-1945)
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Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
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Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
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Spin de Notícias #61: 08 Nixian 2017 (11/12/2017) Queremismo, Imprensa e Biblioteca Mundial
Vídeos
Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz
Livros, capítulos de livros e artigos
CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.
CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.
FIGUEIREDO, Luciano (org). História do Brasil para ocupados. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013
GIAMBIAGI, Fabio et al (org.). Economia brasileira contemporânea [recurso eletrônico]: 1945-. 2010 / [organizadores .]. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2011. recurso digital –
DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999.
NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle.
PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015.
QUELER, Jefferson José. OS SENTIDOS DO QUEREMISMO: disputas políticas em torno do conceito na redemocratização de 1945. História, Franca , v. 35, e104, 2016 . Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742016000100513&lng=en&nrm=iso
RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.
SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998
SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloísa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
Madrinhas e Padrinhos
Adilson Lourenço da Silva Filho, Albino Vieira, Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Charles Calisto Souza, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Eliezer Ferronato, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Olaio Pereira, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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Hypólita foi uma mulher que lutou contra a escravização ilegal da qual foi vítima na região de fronteira entre o Ceará e Pernambuco durante o século XIX. Falamos hoje no Historicidade com a doutora Antônia Pedroza sobre a pesquisa que ela fez a respeito deste tema. As desventuras de Hypólita representam a luta de incontáveis personagens que viveram todos as ameaças e obstáculos que se apresentavam naquela sociedade escravocrata. Ela passou muitos anos escravizada ilegalmente e teve que ir à Justiça para conseguir a liberdade. Venha descobrir conosco o final desta História.
Neste episódio:
Entenda o que foi a escravização ilegal no Brasil do século XIX, quais eram as formas como ela acontecia, de que maneira atuavam juízes, promotores, delegados e outros agentes da justiça para combater esta situação. Surpreenda-se com a história de Hypólita e saiba, a partir dela, o que os próprios indivíduos conheciam sobre seus direitos e quais estratégias utilizavam para se verem livres do cativeiro ilegal. Entenda quais são os significados da luta de Hypólita e porquê é tão importante que conheçamos cada vez mais as histórias como a dela para que possamos entender as dinâmicas da sociedade escravista e, ainda, as permanências que esta instituição de trabalhos forçados tem ainda hoje no nosso tecido social.
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Saiba mais do nosso convidada
Antonia Márcia Nogueira Pedroza
Currículo Lattes – http://lattes.cnpq.br/0970898610409210
Produção da convidada
PEDROZA, A. M. N. Desventuras de Hypolita: luta contra a escravidão ilegal no sertão (Crato e Exu, século XIX). Natal: UFRN, 2018. Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/25756
PEDROZA, Antonia Márcia Nogueira, “Hoje vou tratar de meus direitos”: liberdade precária, escravização ilegal, reescravização e o apelo à justiça, no Ceará Provincial (1830-1888). 2021. 384 f. Tese (Doutorado em História) – Programa de Pós-Graduação em História, Centro de Humanidades, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2021. Disponível em: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/57518?mode=full.
PEDROZA, A. M. N. Tramas do direito e da justiça local: a luta de Hypolita pela sua liberdade e de seus filhos em Crato (Ceará) e em Exu (Pernambuco) no século XIX. Afro-Ásia, n.51, p.137-176, 2015. Disponível em: https://periodicos.ufba.br/index.php/afroasia/article/view/21883/0
PEDROZA, A. M. N. Hypolita e sua luta para se manter livre dentro do escravismo no Crato (Ceará) e no Exu (Pernambuco) em 1858. IN: Temporalidades –Revista Discente do Programa de Pós-Graduação em História da UFMG, Vol. 4, n. 2, Ago/Dez 2012 Disponível em:
https://periodicos.ufmg.br/index.php/temporalidades/article/view/5468/3398
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
AZEVEDO, Elciene. O direito dos escravos: lutas jurídicas e abolicionismo na província de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 2010.
AZEVEDO, Elciene. Orfeu de Carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas/SP: Editora da UNICAMP; Cecult, 1999.
CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
COSTA, Francisca Raquel da. Escravidão e liberdade no Piauí oitocentista: alforrias, reescravização e escravidão ilegal de pessoas livres (1850-1888). Tese (Doutorado em História Social) – Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2017.
DANTAS, Monica Duarte. Constituição, poderes e cidadania na formação do Estado-Nacional brasileiro. In: SOUZA. Maria das Graças de. (org.). Fórum rumos da cidadania: a crise da representação e a perda do espaço público. São Paulo: Instituto Prometheus, 2010. v.1.
MAMIGONIAN, Beatriz G. et GRINBERG, Keila, « Le crime de réduction à l’esclavage d’une personne libre (Brésil, XIXe siècle) », Brésil(s) [En ligne], 11 | 2017, mis en ligne le 29 mai 2017, Disponível em : http://journals.openedition.org/bresils/2138DOI10.400/bresils.2138. Acesso em: 28 set. 2018.
MAMIGONIAN, Beatriz Galloti. Africanos livres: a abolição do tráfico de escravos no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
MACHADO, Maria Helena P. T; CASTILHO, Celso Thomas. Corpo, gênero e identidade no limiar da abolição: a história de Benedicta Maria Albina da Ilha ou Ovídia, escrava (sudeste, 1880). Afro-Asia, Salvador, v. 42, 2010.
GRAHAM, Sandra Lauderdade. Caetana diz não: histórias de mulheres da sociedade escravista brasileira. Tradução de Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
CARVALHO, Marcus J. M. Liberdade: rotinas e rupturas do escravismo no Recife: 1822-1850. Editora Universitária da UFPE, 1998.
GRINBERG, Keila. Liberata: a lei da ambiguidade as ações de liberdade da corte de apelação do Rio de Janeiro no século XIX. Edição on-line. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2008.
DIAS PAES, Mariana Armond. O procedimento de manutenção de liberdade no Brasil oitocentista. O procedimento de manutenção de liberdade no Brasil oitocentista. Estudos Históricos. Rio de Janeiro, vol. 29, no 58, p. 339-360, 2016.
FREITAS, Judy Bieber. Slavery and social life: in the attempts to reduce free people to slavery in the Sertão Mineiro, Brazil, 1850-1871. Journal of Latin American Studies, vol. 26, no. 3, 1994, p.597-619.
GRINBERG, Keila. Reescravização, direitos e justiças no Brasil do século XIX. In. (Orgs.) LARA, Silvia H. e MENDONÇA, Joseli Maria. Direitos e justiças no Brasil. Campinas, São Paulo. Editora da UNICAMP, 2006.
SÁ, Gabriela Barretto de. O crime de reduzir pessoa livre à escravidão nas casas de morada da Justiça no Rio Grande do Sul (1835-1874). Dissertação de mestrado em Direito – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2014. 202f.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #40 Desventuras de Hypolita – luta contra a escravização ilegal no século XIX. Locução Marcelo de Souza Silva e Antônia Pedroza. [S.l.] Portal Deviante, 18/05/2021. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=46692&preview=true
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações:

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