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Neste episódio do Historicidade, o programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, conversamos com o Professor Doutor Deivy Ferreira Carneiro (UFU), sobre as ofensas verbais e os conflitos na História. O ato de ofender alguém com palavras ou xingamentos sempre esteve presente na atuação da justiça criminal, e hoje, por meio dos documentos produzidos na repressão a esses crimes, podemos entender o que significava esta ação, os conflitos que desencadeava e, ainda, vários outros aspectos da história cotidiana das sociedades passadas.
Nesta entrevista:
Entenda como o historiador trabalha com as fontes da justiça criminal e quais são os caminhos para compreender os conflitos e ofensas verbais naqueles documentos. Conheça os tipos de xingamentos estudados e porque alguns ofendiam mais do que outros. Surpreenda-se com a relevância que um ataque verbal poderia ter no início e/ou no desenrolar de um conflito e, ainda, saiba por que se fazia questão de que fossem punidos os que cometiam este delito. Por fim, reflita conosco sobre o papel da justiça criminal no contexto social e político brasileiro do século XIX e XX e em como a atuação dos seus agentes, em interação com a sociedade, ajudaram a conformar formas de comportamentos e valores.
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Deivy Ferreira Carneiro
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Produção do convidado
CARNEIRO, Deivy F. A Microstoria italiana e os desafios biográficos na historiografia recente (1980-2000). Locus: Revista de História, v. 26, p. 211-234, 2020.
CARNEIRO, Deivy F.. Norbert Elias e a história da violência no Brasil. ArtCultura_Revista de História, Cultura e Arte Uberlândia, v. 19, p. 189-206, 2017.
CARNEIRO, Deivy F.. Micro-história e uma análise da relação entre a população e a justiça criminal. In: Maíra Vendrame e Alexandre Karsburg. (Org.). Micro-história: um método em transformação. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2020, v. 1, p. 309-336.
CARNEIRO, Deivy F. Microanalise e o Leviata: uma homenagem a Antonio Manuel Hespanha.. In: Diego Nunes; Gustavo Ferreira Santos; Jonatan de Jesus Oliveira. (Org.). Linhas Juridicas do Triangulo: estudos em homenagem ao Professor Antonio Manuel Hespanha.. 1ed.Uberlândia: LAECC, 2020, v. 1, p. 37-57.
CARNEIRO, Deivy F.. Bares, jogatinas e cultura popular na Zona da Mata mineira (1854-19410. In: Cleber Dias; Maria Cristina Rosa. (Org.). História do Lazer nas Gerais. 1ed.Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2019, v. 1, p. 113-136.
CARNEIRO, Deivy F.. Micro-História, História do Crime e da justiça Criminal: um diálogo possível e desejado. In: Maíra I. Vendrame; Cláudia Mauch; Paulo Roberto S. Moreira. (Org.). Crime e Justiça: reflexões, fontes e possibilidades de pesquisa. 1ed.São Leopoldo: Editora da Unisinos, 2018, p. 33-66.
CARNEIRO, Deivy F.. Os usos da biografia pela micro-história italiana: interdependência, biografias coletivas e network analysis. In: Alexandre de Sá Avelar; Benito Bisso Schmidt. (Org.). O que pode a Biografia. 1ed.São Paulo: Letra e Voz, 2018, v. 1, p. 33-58.
CARNEIRO, Deivy F.. Apontamentos para uma História Eliasiana da violência no Brasil. In: Célia Nonata Silva; Francisco Linhares Fonteles Neto. (Org.). Discere criminum: crime, violência e poder – uma abordagem nacional. 1ed. Maceió: Imprensa Oficial Graciliano Ramos, 2017, v. , p. 111-144.
CARNEIRO, Deivy F. Uma Justiça que seduz? Ofensas verbais e conflitos comunitários em Minas Gerais (1854-1941). 1. ed. Jundiaí: Paco Editorial, 2019. v. 1. 368p .
CARNEIRO, Deivy F.; Bretas, Marcos Luiz ; Rosemberg, André . História, violência e criminalidade: reflexões temáticas e narrativas regionais. 1. ed. Uberlândia: Edufu, 2015. v. 1. 332p
Indicações bibliográficas sobre o tema abordado
GARRIOCH, David. Insultos verbais na Paris do século XVIII. In: BURKE, Peter & PORTER, Roy. História social da linguagem. São Paulo: Edunesp, 1997, p. 121.
FLYNN, Charles. Insult and society: patterns of comparative interaction. Port Washington / New York: Kennikat Press. 1977, p. 3-6.
LEACH, Edmund. “Aspectos antropológicos da linguagem: categorias animais e insulto verbal”. In: DA MATTA, Roberto (org). Edmund Leach. Coleção grandes cientistas sociais. São Paulo: Ática, 1983, p. 170-98.
BURKE, Peter. “L’art de l’insulte en Italie aux XVie et XVIIe siècles”. In: DELUMEAU, Jean. Injuries et Blasphemes. Mentalites: Histoire dês cultures et dês sociétés. Vol. 2. Éditions Imago, 1989
PITT-RIVERS, Julian. “Honra e posição social”. In: PERISTIANY, J. G. Honra e Vergonha: valores das sociedades mediterrânicas. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s/d.
WADDAMS, S. M. Sexual Slander in 19th century England: defamation in the ecclesiastical courts. 1815-1855. Toronto: University of Toronto Press, 2000.
SHOEMAKER, Robert. “The Decline of Public Insult in London 1660-1800”. Past & Present, n.169, November, 2000, p. 97-131.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba.
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #34 Ofensas verbais e conflitos na história. Locução Marcelo de Souza Silva, Deivy Ferreira Carneiro. [S.l.] Portal Deviante, 20/10/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=41201&preview=true
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, Anderson Paz, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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Afinal o que é o Absolutismo? “Poder concentrado nas mãos dos reis!”, eis a resposta que você provavelmente pensou, e não está incorreta… mas há mais história ai, claro. Este é um tema de destaque no ensino básico do qual muitos de nós guardamos na memória especialmente a imagem de Luís XIV, o rei sol, da França, cujo modelo de absolutismo acabou, erroneamente, sendo generalizado para diferentes países e contextos históricos europeus. Como tudo que tratamos aqui no Fronteiras, vocês poderão entender que essa não é uma história assim tão simples – mas que também não é difícil de entender! Venham conosco nessa jornada de conhecimento e reflexões até os primórdios da modernidade europeia em busca das origens e das características do sistema absolutista!
Neste episódio
Descubra quais são as caraterísticas do absolutismo e entenda a relevância deste conceito para a nossa história. Conheça quais as teorias desenvolvidas pelos historiadores para explicar o surgimento deste regime na Europa ocidental, entenda o papel da Igreja e do contexto econômico e social neste processo. Analise conosco algumas das ideias dos principais pensadores do absolutismo e descubra como justificavam a concentração de poderes nas mãos dos monarcas. Por fim, entenda como eram as diferentes dinâmicas deste sistema de governo em diversas regiões europeias, quais eram e como funcionavam as limitações aos poderes reais.
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #51 O Absolutismo. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 22/09/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=41681&preview=true
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #20 – Reformas Protestantes
Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações
Fronteiras no Tempo #33: Inquisição
Fronteiras no Tempo #37 A Conquista da América
Fronteiras no Tempo #47 Os Piratas
SciCast #190: Estado e Nação
Guerra dos 30 anos (SciCast #375)
Renascença (SciCast #385)
Leonardo da Vinci (SciCast #353)
Livros e Artigos
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. 3.ed. São Paulo: Brasiliense, 1998.
BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, N.; PARQUINO, G. Dicionário de política. Brasília: UnB, 1998.
BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994
CAMPOS, Wellington José. O Absolutismo e a formação dos Estados Nacionais. História, imagem e narrativas, n.8, abr., 2009.
DARNTON, Robert. Poesia e Polícia. São Paulo: Cia das Letras, 2014.
HILL, Christopher. O mundo de ponta cabeça: ideias radicais durante a revolução inglesa de 1640. São Paulo: Cia das letras, 1997, 481p.
HOBBES, T. Leviatã. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
MAQUIAVEL, N. O príncipe. São Paulo: Edpro, 2018.
MAQUIAVEL, Nicolau. O príncipe. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo]
MORE, Thomas. A Utopia. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2011 [Coleção Livros que mudaram o mundo]
SILVA, K. V. SILVA, M. H. Dicionário de conceitos históricos. 3ª ed. São Paulo: Contexto, 2005.
THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular e tradicional. São Paulo: Cia das Letras, 1998.
WEBER, Max. A ética protestante e o espírito do capitalismo. 15.ed. São Paulo: PIONERIA, 2000. 233p
WELFFORT, Francisco (org). Os clássicos da política. 14.ed. São Paulo: Ática, 2.v., 2006. v.1 e v.2
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Aline Lima, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimo
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A história de Roma, da República ao Império, exerce grande encanto sobre muitos historiadores, juristas e entusiastas da história. Para conversar conosco sobre essa temática, especialmente sobre um momento específico do Império Romano, situado no limite entre o que convencionamos chamar, para fins didáticos, de História Antiga e História Medieval, recebemos o Prof. Dr. Moisés Antiqueira (UNIOESTE).
Nesse episódio
Entenda como as configurações políticas do Império Romano no século IV da nossa era estavam em transformação, compreenda a mudança de sucessão dos imperadores nesse momento, imagine um grande tabuleiro contendo três imperadores romanos disputando o poder, surpreenda-se com a desconhecida história do imperador Vetranião e com os números gigantescos de mortes que a guerra civil romana causou e, mais do que isso, sinta-se instigado a saber mais com a reinterpretação do papel dos usurpadores do trono no Império Romano.
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Moisés Antiqueira
Academia.edu
Lattes
Produção do convidado
ANTIQUEIRA, Moisés. A abdicação de Vetranião (350 d.C.) e os resquícios do modelo tetrárquico. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 37, e2018016, 2018. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742018000100615&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: https://doi.org/10.1590/1980-4369e2018016 ANTIQUEIRA, Moisés. Vetranião salvator rei publicae. História Unisinos, São Leopoldo, vol. 23, n. 1, p. 1-12, 2019. Disponível em: http://revistas.unisinos.br/index.php/historia/article/view/hist.2019.231.01Indicações bibliográficas sobre o tema abordado
Os estudos do prof. Gilvan Ventura da Silva (UFES) sobre o período indicado se encontram entre os mais importantes feitos em nosso país. Embora mais antigos, recomendo a leitura de dois artigos em particular: “A domus imperial e o fenômeno das usurpações no IV século” (1995) e “Interesses subjacentes e interesses manifestos no contexto das usurpações romanas (284-395 d.C.)”, publicados na Revista Phoînix, nos. 1 e 2, respectivamente. Os dois textos oferecem ao leitor um panorama mais amplo e didático sobre o fenômeno das usurpações durante a Antiguidade Tardia.
Livros
CORASSIN, Maria Luiza. Sociedade e política na Roma antiga. São Paulo: Atual, 2001.
FRIGHETTO, Renan. Antiguidade Tardia. Roma e as monarquias romano-bárbaras numa época de transformações (séculos II-VIIII). Cutitiba: Juruá, 2014.
VEYNE, Paul. O império greco-romano. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
Artigos sobre Império romano e os imperadores GUARINELLO, Norberto L. Ordem, integração e fronteiras no Império Romano: um ensaio. Mare Nostrum. Estudos sobre o Mediterrâneo Antigo, São Paulo, vol. 1, n. 1, p. 113-127, 2010. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/marenostrum/article/view/105764 DOI: https://doi.org/10.11606/issn.2177-4218.v1i1p113-127 WINTERLING, Aloys. Loucura imperial na Roma Antiga. História (São Paulo), Assis/Franca, vol. 31, n. 1, 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742012000100003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S0101-90742012000100003
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #33 Política no Império Romano tardo-antigo. Locução Cesar Agenor Fernandes da Silva, Moises Antiqueira, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 01/09/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=41201&preview=true
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Mayara Sanches, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Polêmica é pouco para definir essa figura que ganhou tanta notoriedade nos últimos anos. Nós aqui no Fronteiras no Tempo somos diametralmente contrários a tudo que este senhor representa assim como os seus seguidores, porém, não deixamos de reconhecer que é um fenômeno sobre o qual os historiadores também devem se atentar para uma compreensão mais ampla da sociedade presente e passada. Para isso, trouxemos o professor doutor Marcus Vinícius Oliveira, para falar conosco sobre como o pensamento olavista enxerga a história e de que maneira isso influenciou tantas pessoas da direita brasileira nos últimos tempos.
Nesta entrevista:
Entenda o contexto do surgimento e algumas das ideias que sustentaram as principais obras de Olavo de Carvalho. Conheça as bases do seu pensamento, as críticas à sociedade moderna e as suas propostas para a solução das crises que ele enxergou vivermos. Surpreenda-se com a sua visão sobre a História, suas leituras equivocadas a respeito de outros autores e os motivos da sua obsessão contra seus maiores inimigos, os comunistas e pessoas de esquerda em geral. Compreenda as diferenças do Olavo escritor para o Olavo da internet e, por fim, reflita conosco sobre como podemos encarar esse movimento com a devida responsabilidade, sem fugir do embate sério de ideias e com proposições e leituras que visem enriquecer a diversidade de pensamentos, ampliar o diálogo com a sociedade e ajudar a superar a ignorância e a intolerância que passaram a ser lugar comum nos debates políticos brasileiros.
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Marcus Vinícius Oliveira
Currículo Lattes
Academia.edu
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Produção do convidado
OLIVEIRA, M. V. F. da S. Em rabo de foguete: trauma e cultura política em Ferreira Gullar. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2016.
OLIVEIRA, M. V. F da S. A arquitetura fractal de Antônio Gramsci. História e política nos cadernos do cárcere. São Paulo: Fundação Astrojildo Pereira, 2020.
OLIVEIRA, Marcus Vinícius Furtado da Silva. Gramsci no jardim das aflições. IN: Anais VIII EPHIS. BH: UFMG, 2019.
Indicações bibliográficas sobre o tema abordado
CARVALHO, Olavo de. O jardim das aflições: De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil. 3.ed. Campinas: Vide Editorial, 2015.
LILLA, Mark. A mente naufragada: Sobre o espírito reacionário. São Paulo: Record, 2018.
MOTTA, Rodrigo Patto Sá. Em guarda contra o perigo vermelho: o anticomunismo no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 2002.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba.
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Fronteiras no Tempo: Historicidade #32 A história em Olavo de Carvalho. Locução Marcelo de Souza Silva, Marcus Vinícius Oliveira. [S.l.] Portal Deviante, 11/08/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40892&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Bruno Scomparin, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Rafael Zipão, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Chegamos ao episódio 50 do Fronteiras falando mais uma vez sobre a Era Vargas, especialmente sobre os anos do Estado Novo, momento de ditadura que durou de 1937 a 45. Após sete anos no poder Vargas deu um golpe, impôs uma nova constituição e passou a implantar uma série de reformas que já vinha desenhando nos anos anteriores. O projeto de Brasil criado durante essa fase do governo Vargas ainda hoje está presente na maneira como organizamos nossa indústria, o trabalho, como vemos nossa identidade nacional, em como pensamos as nossas relações políticas e em muitas outras áreas. Preparem-se, essa nossa quinquagésima viagem no tempo está repleta de momentos emocionantes e pontos para reflexão!
Neste episódio:
Descubra como Vargas deu o golpe e implantou a ditadura do Estado Novo, conheça quem o apoiava, os motivos alegados e como conseguiu se manter no poder. Reflita conosco sobre o caráter fascista do governo, buscando entender as relações deste com outros movimentos autoritários que coexistiram com ele naquele momento. Entenda o poder da propaganda política do governo e como isso se consolidou num projeto cultural para a nação, algo que se refletiu na música, nas artes e até mesmo na forma como enxergamos a nossa história. Compreenda a política varguista para o trabalho, na qual o trabalhador passou a ser considerado importante, porém, sem autonomia, devendo ser tutelado pelo Estado em diversos âmbitos. Entenda, por fim, as relações com os Estados Unidos, a participação na segunda guerra mundial e como isso ajudou a terminar com o regime e 1945 com o final do conflito. (spoiler: vamos precisar de mais episódios para terminar essa história toda).
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Fronteiras no Tempo #50 A Era Vargas parte 3: Estado Novo (1937-1945). Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva e Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 28/07/2020. Podcast. Disponível em: http://www.deviante.com.br/?p=40628&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930
Fronteiras no Tempo: Historicidade #29 Ação Integralista Brasileira
Vídeos
Biografia | Getúlio Vargas – Lili Schwarcz
Música e Trabalho: O Bonde São Januário (Cyro Monteiro)*
Livros, capítulos de livros e artigos
CAPELATO, Maria H. R. Multidões em cena: propaganda política no Varguismo e no Peronismo. 2ª. Ed. São Paulo: Ed. Unesp, 2009.
CAPELATO, Maria Helena. Estado novo: o que trouxe de novo? In: FERREIRA, Jorge (org.) O Brasil Republicano v.2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
Diário pessoal de Getúlio Vargas (2 volumes). Rio de Janeiro: FGV, 1995.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.
DE CASTRO GOMES, Ângela. Ideologia e trabalho no Estado Novo. Repensando o Estado Novo, Rio de Janeiro, Ed. FGV, p. 53-72, 1999.
NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
OLIVEIRA, Josivaldo Pires de Oliveira; LEAL, Luiz Augusto Pinheiro Leal. Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil. Amazon: eBook Kindle.
PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
PARANHOS, Adalberto et al. Os desafinados: sambas e bambas no” Estado Novo”. Intermeios, Casa de Artes e Livros, 2015.
RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.
SEVCENKO, Nicolau; NOVAIS, Fernando A. História da Vida Privada no Brasil: República: da Belle Époque à Era do Rádio. Vol.3. São Paulo: Cia das Letras, 1998
SIQUEIRA, Magno Bissoli. Capítulo VI: Instrumento de política de conciliação. In: ___. Samba e Identidade Nacional. São Paulo: Unesp, 2012.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010
Links
Diretrizes do Estado Novo (1937 – 1945) > Lista de temas [CPDOC/FGV] Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacaoTrilha Sonora do Episódio
01. Aquarela do Brasil – Francisco Alves
02. Quindins de Yaya – Emilinha Borba & Cesar de Almeida
03. Frenesi – Artie Shaw
04. Bahia com H – Fancisco Alves
05. Leva meu Samba – Ataulfo Alves
06. Morena boca de ouro – Silvio Caldas
07. Tangerine – jimmy Dorsey & His Orchestra
08. Cai cai – Joel & Gaúcho
09. Izaura – Francisco Alves
10. Filosofia – Noel Rosa
11. O Samba da minha Terra – Dorival Caymmi
12. Besame Mucho – Jimmy Dorsey
13. Zé Marmita – Marlene
14. Batuque no Morro – Linda Batista
15. O Guarani – Carlos Gomes
16. Cadê Zazá (marcha) – Carlos Galhardo
17. Batatas Fritas – Aurora Miranda
18. Brasileirinho – Waldir Azevedo
19. Chica Chica Boom Chic – Carmen Miranda
20. South American Way – Carmen Miranda
21. Samba Rasgado – Marlene
22. O Bonde São Januário – Wilson Batista e Ataulfo Alves
23. I Yi Yi Yi Yi (I like very much) – Carmen Miranda
24. Thank you, North America – Carmen Miranda
25. Ca Room Pa Pa – Carmen Miranda
26. Maniac (Flashdance) – Michael Sembello
27. I’m Still Standing – Elton John
28. Girls just want to have fun – Cyndi Lauper
29. Billie Jean – Michael Jackson
30. We Will Rock You – Queen
31. It’s Not Unusual – Tom Jones
32. Night Fever – Bee Jeans
33. Voice of America’s Sons – John Cafferty
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Ceará, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, João Carlos Ariedi Filho, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Lucas Akel, Luciano Beraba, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e ao padrinho anônimoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Em nossa memória coletiva o primeiro período republicano do país é lembrado de forma chapada, sem muitas cores e matizes, cuja vida econômica e a política se resume a simplificação da chamada fase do “café com leite”. Perguntamos: como podemos dar movimento, cor e vida a esse período pensando-o a partir do seu interior? As elites das outras regiões dos Estados Unidos do Brasil aceitaram de forma passiva ao crescimento dos paulistas? E como as ferrovias contribuíram nesse processo? Para responder essa e a outras perguntas recebemos o professor doutor Paulo Roberto de Oliveira (UFOP) no mês de aniversário de 6 anos do Fronteiras no Tempo.
Nesta entrevista:
Entenda como as elites de Goiás, um dos Estados com maior território no país do período, compôs suas alianças com os paulistas. Conheça quais eram as rivalidades e interesses que envolviam a tão cobiçada região central do Brasil e as disputas por hegemonia no mercado interno. Reflita sobre os processos históricos que contribuíram na construção do país nos dias de hoje e compreenda um pouco mais sobre o como se escreve a história.
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Produção do convidado
OLIVEIRA, P. R. Entre rios e trilhos: as possibilidades de integração econômica de Goiás na Primeira República. CURITIBA – PR: Editora Prismas, 2017
OLIVEIRA, P. R. Rosa e Gabriel entre o litoral e o interior do Brasil na Primeira República. Nova Economia (UFMG). , v.29, p.651 – 675, 2019.
Indicações bibliográficas sobre o tema abordado
CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. Campinas: UNICAMP, 2007.
CHAUL, Nasr Fayad. Caminhos de Goiás: da construção da decadência aos limites da modernidade. Goiânia: UFG, 1997.
FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. Brasília, DF: UNB, 1963.
MELLO, João Manuel. O capitalismo tardio. Contribuição à revisão crítica da formação e do desenvolvimento da economia brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1998.
MOTTA, José Flávio. Agonia ou robustez? Reflexões acerca da História Econômica brasileira. Revista de Economia. PUC São Paulo, n. 1, 2009.
SAES, Flávio Azevedo Marques de. As ferrovias de São Paulo (1870-1914). São Paulo: HUCITEC,1981.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A e Beraba.
Como citar esse episódio
Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #31 Ferrovias e Desenvolvimento na Primeira República. Locução: Cesar Agenor Fernandes da Silva, Paulo Roberto de Oliveira, Marcelo de Souza Silva. [S.l.] Portal Deviante, 14/07/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40298&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true
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‘Eu nunca tive nada com Joana d’Arc, nós só nos encontramos pra passear no parque. Ela me falou dos seus dias de glória e do que não está escrito lá nos livros de história […]”, porém, nós aqui do Fronteiras no Tempo gostamos também de explicar para vocês o que os historiadores estão pesquisando sobre personagens como ela, que foi já retratada de diversas formas na literatura, cinema e, como no caso da citação inicial, em uma música. Personagem emblemática para história francesa, esta guerreira que virou santa tem uma trajetória que até hoje desperta curiosidade e paixões. Para nos levar nessa viagem, chamamos a professora doutora Flávia Amaral (UFVJM). Esta é uma longa história e que não terminou com a execução de Joana D’Arc. (aliás, não custa lembrar que “ontem eu nem a vi, sei que não tenho um álibi, mas eu, eu não matei Joana d’Arc”)
Neste episódio:
Entenda a importância de se conhecer a trajetória de Joana D’Arc e as diversas narrativas sobre ela que surgiram na literatura durante os séculos. Conheça o contexto em que ela viveu, especialmente a guerra dos cem anos, com os problemas na sucessão ao trono francês devido às disputas contra os ingleses. Surpreenda-se com as ações de guerra realizadas pela jovem Joana D’Arc, de onde ela alegava vir a inspiração para sua missão e, ainda, como e porque ela conseguiu convencer as pessoas a segui-la. Por fim, entenda quais valores e normas ela quebrou e que a levaram a ser condenada à morte. *Este episódio é patrocinado pelo CAMBLY
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Flávia Amaral
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Produção da convidada
Artigos acadêmicos
AMARAL, F. Guerra dos Cem Anos e Cruzadas: a literatura entre a verdade dos fatos e a verdade do sentido. Em tempo de Histórias, v. 35, p. 84-103, 2020.
AMARAL, F.; BOVO, C. R. ; SILVA, C. G. . Do verso à prosa: o potencial histórico dos romances de Cavalaria – séculos XII a XIV. História e Cultura, v. 2, p. 1-28, 2013.
AMARAL, F.. História, Revolução e Ressignificação: Joana d?Arc na historiografia francesa da primeira metade do século XIX. AEDOS: REVISTA DO CORPO DISCENTE DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM HISTÓRIA DA UFRGS (ONLINE), v. 3, p. 111-127, 2011.
AMARAL, F.. Pecado, Penitência e Ordenamento Social no Romance de Melusina. SIGNUM – REVISTA DA ABREM, v. 11, p. 159-182, 2010.
AMARAL, F.. Linhagem, território e memória na Idade Média: o exemplo do Romance de Melusina. Escritas (Goiânia), v. 1, p. 11-36, 2008. Livros e
Capítulos de Livros
AMARAL, F.. História científica e verdade sobre Joana dÁrc. In: NEMI, Ana; ALMEIDA, Néri de Barros; PINHEIRO, Rossana. (Org.). A construção da narrativa histórica – séculos XIX e XX. 1ed.Campinas: Unicamp, 2014, v. , p. 157-178
AMARAL, F.. Os Evangelhos Apócrifos e as Cantigas de Santa Maria. In: Angela Vaz Leão. (Org.). Novas Leituras, Novos Caminhos – Cantigas de Santa Maria de Afonso X, o Sábio. 1ed.Belo Horizonte: Veredas e Cenários, 2009, v. , p. 15-35.
Indicações bibliográficas sobre o tema
BEAUNE, Colette. Joana d’Arc. Trad. Marcos Flamínio Peres. São Paulo: Globo, 2006.
CASTOR, Helen. Joana d’Arc – A surpreendente história da heroína que comandou o exército francês. São Paulo: Gutenberg, 2018.
PERNOUD, Régine. Joana D’Arc, a mulher forte. São Paulo: Paulinas, 1996.
Expediente Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo: Historicidade #30 Joana D’Arc. Locução: Marcelo de Souza e Silva, Flávia Aamaral [S.l.] Portal Deviante, 30/06/2020. Podcast. Disponível: http://www.deviante.com.br/?p=40054&preview=true&aiEnableCheckShortcode=true
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A independência da primeira colônia das Américas foi um dos fatos mais importantes da história moderna e nós aqui no Fronteiras não poderíamos deixar de tratar desse tema. O surgimento da nação estadunidense já nos foi narrada em inúmeras peças da cultura pop, filmes, desenhos animados, músicas… mas que história foi essa? Por que os homens da independência escreviam nos documentos liberty e não freedom? Quais foram as causas e as consequências desse movimento? Afinal, o que nós, os demais americanos, podemos aprender estudando a independência dos Estados Unidos? Para conversar sobre estas e outras questões, tivemos o prazer em receber nossos amigos Willian Spengler e Marcos Sorrilha, e foi no perfil do Instagram dele que encontramos essa citação para convidá-los a virem conosco em mais essa viagem.:“Não há nada melhor que possa merecer o seu apoio do que a promoção da ciência e da literatura. Em todos os países, o conhecimento é a base mais segura da felicidade pública” (George Washington, 1790)
Neste episódio
Entenda como se deu a colonização das regiões da América do Norte, como era o modelo de colonização britânico e quais comparações podemos fazer com os modelos ibéricos aplicados nas outras regiões americanas. Conheça quem eram os colonizadores, quais atividades desenvolviam, como sua religião influenciou no processo. Reflita conosco sobre as causas da independência, desde as várias guerras que a precederam até as ações do governo britânico que foram criando cada vez mais rusgas entre ingleses e americanos. Entenda como cresceram as ideias de liberdade e direitos entre os cidadãos das colônias e como este processo que os tornou americanos, fazendo da ideia de independência algo irrefutável. Por fim, conheça as nuances das guerras de independência e as dinâmicas políticas entre as ex-colônias para a criação da federação que hoje conhecemos como Estados Unidos da América.
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Mencionado no Episódio
Canal do Marcos Sorrilha
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
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Citação ABNT
Fronteiras no Tempo #49 Independência dos EUA. Locução: Cesar Agenor F. da Silva, Marcelo de Souza e Silva, Marcos Sorrilha Pinheiro, Willian Spengler [S.l.] Portal Deviante, 17/06/2020. Podcast. Disponível em: https://www.deviante.com.br/podcasts/fronteiras-no-te…endencia-dos-eua/
Material Complementar
Podcasts
Fronteiras no Tempo #32 – A Revolução Francesa: https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-32-a-revolucao-francesa/
Fronteiras no Tempo – Historicidade #20 – Thomas Jefferson, o advogado: https://fronteirasnotempo.com/fronteiras-no-tempo-historicidade-20-thomas-jefferson-o-advogado/
[PILOTO] Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias #00 – Revolução Francesa https://www.deviante.com.br/podcasts/piloto-fronteiras-no-tempo-pequenas-historias-00-revolucao-francesa/
Livros, capítulos de livros e artigos
AQUINO, Rubim Santos Leão de. História das Sociedades Americanas. Rio de Janeiro: Record, 2010.
ARMITAGE, David. “The Declaration of Independence in World Context.”. OAH Magazine of History, vol. 18, no. 3 (April 2004), 61-66. Disponível em https://academic.oup.com/maghis/article-abstract/18/3/61/1034944
ARMITAGE, David. Declaração de Independência: uma história global. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. 264p.
BAILYN, Beranrd. Fontes e Tradições. In: ___. As Origens Ideológicas da Revolução Americana. Bauru: Edusc, 2003, p. 41-66.
COGLIANO, Francis. The Imperial Crisis. In: ____. Revolutionary America, 1763-1815: A Political History. 3a ed, New York: Routledge, 2016, 27p.
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: da Colônia à Independência. São Paulo: Contexto, 1990.
LIMONGI, Fernando Papaterra. “O Federalista”: remédios republicanos para males republicanos. In: WEFFORT, Francisco (org). Os Clássicos da Política. v.1. São Paulo: Ática, 1993, p. 243 – 255.
MAIER, Pauline. American Scripture: making the declaration of Independence. New York: Vintage Books, 1997.
NARO, Nancy Priscilla S. A formação dos Estados Unidos. São Paulo: Atual, 1987.
RÉMOND, René. História dos Estados Unidos. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
RICHARDS, David A. J. A Intenção dos Fundadores e a Interpretação Constitucional. In: BERLOWITZ, Leslie; DONOGHUE, Denis; MENAND, Louis. A América em Teoria. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 24 – 49.
SELLERS, MAY e McMILEN. Uma Reavaliação da História dos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.
TAYLOR, Alan. Republics. In: ____. American Revolutions: A Continental History. New York: W.W. Norton, 2016, 22p.
Sugestão de filmes
O Patriota. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=P5u1am7pmrw
O Último dos Moicanos. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=Ztx_gmZDLO4
A Revolução. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=avCXb58GNRU
1776. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=neXdVJNZRg0
Filhos da Liberdade. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=GYOn20T8lE4
John Adams. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=GEtajI8Tmsw
Jefferson em Paris. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=oTpFci6HNgA
The Crossing. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=jSxe9le3Da4
Sugestão de vídeos
Yankee Doodle Bugs,do Pernalonga. Disponível em https://www.dailymotion.com/video/x7u6wkg
América – A Saga dos EUA, do History Channel. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=MnBii1GoEx8&list=PLfNlc9-a0AD4NcqRAjupJEhyI2c3CmqP9
História dos EUA, por Marcos Sorrilha Pinheiro. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=sokMc4r-Wlw&list=PLzgFbHithf-H21qa4O7tnqkyzDicmzCdF
Hamilton – Battle Of Yorktown. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=8odeMTS-sLg
Sugestão de links
O que você precisa saber sobre a guerra de independência dos EUA: https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/Historia/noticia/2019/07/o-que-voce-precisa-saber-sobre-guerra-de-independencia-dos-estados-unidos.html
Escravidão e liberdade: o paradoxo americano. https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142000000100007
A Declaração de Independência dos EUA. http://www.uel.br/pessoal/jneto/gradua/historia/recdida/declaraindepeEUAHISJNeto.pdf
Um Esboço da História Americana. https://photos.state.gov/libraries/amgov/30145/publications-portuguese/OutlineofUSHistory_Portuguese.pdf
O constitucionalismo nos EUA. https://www.unigran.br/dourados/revista_juridica/ed_anteriores/23/artigos/artigo04.pdf
História da América: das independências aos desafios do limiar do séc. XXI. http://repositorio.unicentro.br:8080/jspui/bitstream/123456789/862/5/HIST%C3%93RIA%20DA%20AM%C3%89RICA%20-%20DAS%20INDEPEND%C3%8ANCIAS%20AOS%20DESAFIOS.pdf
As grandes revoluções do séc. XVIII e o Iluminismo. http://faef.revista.inf.br/imagens_arquivos/arquivos_destaque/2nwjMOpLyWln7m3_2018-10-6-10-38-31.pdf
Thomas Paine revisitado. http://www.iea.usp.br/publicacoes/textos/florenzanothomaspaine.pdf
Sugestão de games:
Age of Empires III. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=SSempPDd3ck
Empire Total War. .Trailer disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Yrmsh54J-nA
Assassin’s Creed 3. Trailer disponível em https://www.youtube.com/watch?v=-pUhraVG7Ow
Trilha Sonora do Episódio (em ordem de execução)
01 – James Brown – Living in America
02 – Bruce Springsteen – Born in the U.S.A.
03 – Grateful Dead – U.S Blues
04 – U2 – American Soul
05 – Cimorelli – Made in America
06 – Rihanna – American Oxygen
07 – Native American Song – Shaman
08 – Native American Song – Indian War Chant
09 – Sacred Spirit – Ly O Lay Ale Loya (The Counterclockwise Circle Dance)
10 – U2 – The Hands that Built America
11 – Brooks & Dunn – Only in America
12 – Toby Keith – Courtesy of the Red, White and Blue (The Angry American)
13 – Woody Guthrie – This Land is Your Land
14 – John Williams – The patriot (Main Theme)
15 – Elvis Presley – An American Trilogy
16 – 38th Army Band- Yankee Doodle | American Patriotic Song
17 – Papa Roach – American Dreams
18 – David Bowie – I’m Afraid of American
19 – Aaron Tippin – Where The Stars And Stripes and The Eagle Fly
20 – The Jazz Ambassadors – America the Beautiful
21 – Neil Diamond – America
22 – The Jazz Ambassadors – Sing Sing Sing
23 – Carmen Miranda & Mário Reis – Alô… Alô
24 – Tears For Fears – Everybody Wants To Rule The World
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A Ação Integralista Brasileira (AIB) foi um movimento político organizado que teve seu ciclo de vida original na década de 30 do século XX. Em seu período original de existência teve penetração em diferentes camadas sociais da sociedade brasileira, tendo adesão de intelectuais de diferentes áreas do saber, clérigos, líderes de movimentos populares, militares, entre tantos outros. É justamente sobre a trajetória histórica desde movimento, incluindo suas releituras, que recebemos pela segunda vez o Prof. Dr. Rodrigo Chistofoletti.
Neste episódio:
Entenda quais eram as principais bandeiras políticas e sociais da AIB, quem foram os intelectuais e líderes políticos que participaram de sua formulação e agiram politicamente. Descubra as relações entre os membros da AIB com o Fascismo italiano e, também, com Getúlio Vargas e, sobretudo, surpreende-se com as releituras e reorganizações da AIB ao longo do século XX e entenda a trajetória da direita conservadora no Brasil até os nossos dias.
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Rodrigo Christofoletti
Currículo Lattes
Mencionado no Episódio
Fronteiras no Tempo: Historicidade #2: Patrimônio Histórico e Cultural
Fronteiras no Tempo #41 A Era Vargas parte 1: A Revolução de 1930
Fronteiras no Tempo: Historicidade #28 História, Economia e Café
Fronteiras no Tempo #48 A Era Vargas parte 2: 1930-1937
Produção do convidado
Livros e artigos
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. O integralismo do pós guerra: jornal de si mesmo?. In: Leandro Pereira Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista Vol 3. 1ed.Rio de Janeiro: Autografia, 2019, v. 1, p. 219-248.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A ENCICLOPÉDIA DO INTEGRALISMO FRENTE A EDUCAÇÃO, ESTÉTICA E POÉTICA: CIÊNCIAS DA MENTE E DO CORPO. Domínios da Imagem, v. 10, p. 113-132, 2016.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Rapsódia Verde: as comemorações do jubileu de prata integralista e a manutenção de seu passado / presente (1957-1958). Revista Brasileira de História (Impresso), v. 61, p. 98-124, 2011.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. ” Gumercindo Rocha Dórea: guardião controvertido da memória integralista no pós-guerra”. Revista Ágora (Vitória), v . 7, p. 01-26, 2011.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; GONCALVES, L. ; SIMOES, R. D. . Integralismo e carictarura de si mesmo: apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas no pós guerra (1945-1964). In: Leandro Pereria Gonçalves e Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: história da imprensa integralista – vol. 2 (2ª edição). 2ed.Porto Alegre: ediPURS, 2017, v. 1, p. 435-462.
CAMPOS, M. T. A. ; DOTTA, Renato Alencar ; CHRISTOFOLETTI, Rodrigo . Idiossincrasias no canto da estante: a Enciclopédia do Integralismo como objeto de estudo. In: Maria Cristina Arruda Campos, Renato Alencar Dotta. (Org.). Dos papéis de Plínio: contribuições do Arquivo de Rio Claro para a historiografia brasileira. 1ed.Rio Claro- SP: Oca Editora Ltda, 2013, v. 1, p. 155-168.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Retomando questões esquecidas ? a análise de alguns jornais de grande circulação e suas críticas ao integralismo dos anos 1950. In: GONÇALVES, Leandro & SIMÕES, Renata Soares. (Org.). Entre tipo e recortes: histórias da imprensa integralista – Vol. 2. 11ed.Guarapuava- PR: , 2012, v. 1, p. 234-256.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Integralismo: caricatura de si mesmo. Apontamentos sobre um projeto de análise das caricaturas integralistas do pós-guerra (1946 -1965). In: Leandro Pereira Gonçalves; Renata Duarte Simões. (Org.). Entre tipos e recortes: histórias da imprensa integralista. 1ed.Guaiba – RS: EDITORA SOB MEDIDA, 2011, v. 1, p. 356-378.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Breves comentários sobe a historiografia do integralismo no pós-guerra e o cinquentenário da publicação da Enciclopédia do Integralismo. In: Gielda Brito Silva, Leandro Pereria Gonçalves e Mauricio B. Alvarez Parada. (Org.). Histórias da Política autoritária: Integralismos, Nacional Sindicalismos, Nazismo, Fascismos. 1ed.Recife: Editora da UFRPE, 2010, v. 1, p. 365-386.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Um passado que não queria passar: contradições sobre o projeto de nação dos integralistas no período pós-guerra e os usos de sua memória.. In: FERREIRA, Marieta de Moraes.. (Org.). Memória e Identidade Nacional. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, v. 1, p. 303-326.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo; SILVA, G. B. . Integralismo Proh Puder! A crítica da grande imprensa frente ás comemorações dos 25 anos do Integralismo. In: Giselda Brito da Silva. (Org.). Estudos do Integralismo no Brasil. 1ed.Recife – PE: Editora Universitária da UFRPR, 2009, v. 1, p. 183-197.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A publicação da Enciclopédia do Integralismo: reavaliação sombólica de um movimento. In: Giselda Brito. (Org.). Novos estudos sobre o integralismo no Brasil. Curitiba: , 2006, v. , p. -.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Política do cômico: as caricaturas integralistas do pós guerra. In: III Congresso internacional do Núcleo de estudos das Américas, 2012, Rio de Janeiro. Anais do III Congresso internacional do NUCLEAS. Rio de Janeiro: UERJ, 2012. v. 1. p. 45-56.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Biografias coletivas: as três gerações da Enciclopédia do Integralismo (1957-1958). In: XVI Simpósio nacional de Hsitória, 2011, são paulo. XVI Simpósio nacional de Hsitória: Anpuh 50 anos. São Paulo: Anpuh, 2011. v. 1. p. 1-13.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Versões de um integralista: conversas com Gumercindo Rocha Dórea. In: I Simpósio Internacional de História do Tempo Presente, 2011, Florianópolis – SC. Anais do I Simpósio Internacional de História do Tempo Presente. Florianopolis – SC: UDESC, 2011. v. 1. p. 1553-1566.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Memórias do esquecimento: o cinqüentenário da Enciclopédia do Integralismo ? um compêndio que visava reavivar memórias.. In: XXIV Simpósio anacional da Anpuh. – São leopoldo – 2007, 2007, São Leopoldo- RS. Anais do XXIV Simpósio Nacional de História. São leopoldo – RS: UNISINOS EDITORA, 2007. v. 56. p. 43-54.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Doutrinação em verbetes: o anacronismo da EI. In: II Encontro Nacional de Pesquisadores do Integralismo, 2003, Porto Alegre – RS. Anais do II Encontro dos Pesquisadores do Integralismo, 2003.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. As celebrações do jubileu de prata integralista: um tragicôico deja vu?. In: VIII Encontro Regional de História do Paraná, 2002, Curitiba. VIII Encontro Regional de História do Paraná: 150 anos de Paraná. História e Historiografia. Curitiba: Aos quatro ventos, 2002. v. 1. p. 62.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A face intelectualizada do novo verde: a Enciclopédia do Integralismo como suporte de auto-afirmação democrática.. In: XIII Simpósio: Autoritarismo, Repressão e Memória, 2001, Vitória. Anais do XIII Simpósio: Autoritarismo, Repressão e Memória: Departamento de História da UFES e Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Vitória: Centro de Ciencias Humanas e Naturais da UFES, 2001. v. 1. p. 33.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. Reestruturação simbólica de um movimento: o integralismo está de volta!. In: XIX Semana de História da UNESP – Assis O olhar historiográfico dos anos 90, 2001, Assis – SP. Anais do XIX Semana de História da UNESP – Assis O olhar historiográfico dos anos 90. Assis: gRÁFICA DA UNESP – Assis, 2001. p. 57.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. A Enciclopédia do Integralismo e a invenção de um novo projeto de Nação no Brasil dos anos 50 e 60. In: XXI Simpósio Nacional de História – Anpuh, 2001. Anais do XXI Simpósio Nacional de História – Anpuh. Niterói- RJ: Anpuh, 2001. v. 1. p. 112.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. O novo/velho integralismo: mistica e cultura política na EI.. In: XIX SEMANA de História da UNESP – Assis, 2001, Assis. Anais da XIX Semana de História da Unesp – Assis. Assis: Gráfica da UNESP – Assis, 2001. p. 12.
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BERTONHA, João Fábio. Integralismo. Problemas, perspectivas e questões historiográficas. Maringá, PR: EdUEM, 2014.
BERTONHA, João Fábio. Plínio Salgado. Biografia política (1895-1975). São Paulo: Edusp, 2018b.
CALIL, Gilberto Grassi. Integralismo e Hegemonia burguesa: a intervenção do PRP na política brasileira (1945-1965). Cascavel: Edunioeste, 2010.
CALIL, Gilberto Grassi. O integralismo no pós-guerra – A formação do PRP (1945-1950). Porto Alegre: EDIPUCRS, 2001.
CARNEIRO, Márcia Regina da Silva Ramos. Do Sigma ao Sigma – entre a anta, a águia, o leão e o galo – a construção de memórias integralistas. 2007. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ, 2007.
CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro. Integralismo – ideologia e organização de um partido de massa no Brasil (1932-1937). São Paulo: EDUSC, 1999.
CHASIN, José. O Integralismo de Plínio Salgado: forma de regressividade no capitalismo hiper-tardio. São Paulo, Livraria Editora Ciências Humanas, 1978.
CHAUÍ, Marilena. “Apontamentos para uma crítica da Ação Integralista Brasileira”. In: CHAUÍ, M & FRANCO, Maria Sylvia Carvalho. Ideologia e Mobilização popular. 2ª ed. RJ, Paz e Terra/ CEDEC, 1978.
CHRISTOFOLETTI, Rodrigo. As celebrações do Jubileu de Prata (1957-1961). Unesp, 2001, Ver: p.108 nota 236.
CYTRYNOWICZ, Roney. “Integralismo e política regional. O Integralismo no Maranhão (1933-37)”. Revista Brasileira de História, 2001, nº40, pp.277-286.
DOTTA, Renato Alencar Elementos verdes: os integralistas brasileiros vigiados pelo DOPS-SP (1938-1981). 2016. Tese (Doutorado em História) – Universidade de São Paulo, 2016.
DOTTA, Renato Alencar. Sob o martelo e o sigma: o sindicalismo integralista dos anos 1930. Dissertação de Mestrado. FFLCH. USP. 2002.
DOTTA, Renato Alencar; POSSAS, Lidia Maria Vianna; CAVALARI, Rosa Maria Feiteiro (org.). Integralismo: novos estudos e reinterpretações. Rio Claro, SP: Arquivo Público e Histórico de Rio Claro, 2004.
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GONÇALVES, Leandro Pereira; CALDEIRA NETO, Odilon. O corporativismo e a tríade integralista: Miguel Reale, Plínio Salgado e Gustavo Barroso. In: ABREU, Luciano Aronne de; VANNUCCHI, Marco Aurélio. (Org.). Corporativismos ibérios e latino-americanos. Porto Alegre: EdiPUCRS, 2019, p. 209-238.
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NASSER, David. A revolução dos covardes: diários secretos de Severo Fournier – reportagens políticas e ordens de censura do Ditador. São Paulo, 2ª ed. Gráfica Cruzeiro, 1947.
POSSAS, Lídia Maria Viana. O trágico 3 de Outubro – estudo histórico de um evento. Dissertação de mestrado – FCL- Unesp – Assis, 1992.
RAGO, Filho Antônio. ‘Posfácio’: O Integralismo de P. Salgado de J. Chasin. SP: Ad Hominem, 1999. 2ª ed.
SILVA, Giselda Brito (org.). Estudos do integralismo no Brasil. 2. ed. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2016.
SILVA, Giselda Brito, GONÇALVES, Leandro Pereira & PARADA, Mauricio. (Orgs). Histórias da Política Autoritária: integralismo, nacional sindicalismo, nazismo e fascismos. Editora UFRPE,2010.
SILVA, Hélio. 1938 – Terrorismo em campo verde. RJ, Civilização Brasileira, 1971.
TANAGINO, Pedro Ivo Dias. A síntese integral: a teoria do integralismo na obra de Miguel Reale (1932-1939). 2018. Tese (Doutorado em História) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, MG, 2018.
TRINDADE, Hélgio. A tentação fascista no Brasil: imaginário de dirigentes e militantes integralistas. Porto Alegre: UFRGS, 2016.
TRINDADE, Hélgio. Integralismo (o fascismo brasileiro na década de 30). São Paulo, UFRGS/DIFEL, 1974.
VASCONCELLOS, Gilberto. A ideologia curupira. São Paulo, Difel, 1978.
VICTOR, Rogério Lustosa. O labirinto integralista: o conflito de memórias (1938-1962). Goiânia: IFITEG Editora/Ed. América, 2013.
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Voltamos a falar da Era Vargas! Neste segundo episódio abordamos o período de 1930 a 1937, logo após o movimento que deu fim à primeira república e no qual Vargas se tornou presidente, primeiro provisório, depois constitucional. Foram anos conturbados em que os anseios de setores variados da sociedade estavam em jogo: operários em luta por direitos, militares em busca de modernização, classes médias, industriais, profissionais liberais, intelectuais, todos tinham um projeto de país que ansiavam ver realizado. Vargas se tornou a figura central nesse processo, fazendo as negociações com estes grupos tão distintos, mas também perseguindo e prendendo oponentes, fazendo alianças odiosas com quem quer que lhe pudesse garantir o poder, inclusive com os fascistas brasileiros da década de 1930. Venham conhecer essa história intrigante e refletir conosco sobre seus impactos no Brasil até hoje.
Neste episódio:
Descubra como se deu o processo de estabelecimento do governo provisório e como ele foi, aos poucos, deixando marcas indeléveis na estrutura política nacional pós-1930. Surpreenda-se com as movimentações políticas que desembocaram em uma guerra civil entre os paulistas e o resto do país em 1932. Conheça os principais grupos daquela época e suas formas de atuação: comunistas, liberais e integralistas. Compreenda como Vargas consolidou seu poder e se tornou presidente oficial em 1934, mesmo ano em que começou a valer uma nova constituição. Por fim, entenda como ele conseguiu criar condições para dar um golpe em 1937, quem ele perseguiu, com quais argumentos e quais as consequências. Venham nessa viagem no tempo para conhecer esta que é das mais importantes e controversas épocas da nossa história.
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Livros e Artigos Acadêmicos
RAMOS, Graciliano. Memórias do Cárcere. Rio de Janeiro: Record, 2020.
CANDIDO, Antonio. A revolução de 1930 e a cultura. Novos estudos CEBRAP, v. 2, n. 4, p. 27-35, 1984.
CARONE, Edgar. A República Velha no Brasil II (evolução política). São Paulo: Difusão Europeia do livro, 1971
CARVALHO, José Murilo de. Formação das almas. São Paulo: Cia das Letras, 1990
Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC). A Era Vargas, anos 20 a 1945. IN: https://cpdoc.fgv.br/producao/dossies/AEraVargas1/apresentacao
FAUSTO, Boris. A revolução de 1930: história e historiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
FERREIRA, Jorge. Trabalhadores do Brasil. O imaginário popular. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1997.
FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008
FERREIRA, Marieta de Moraes; PINTO, Surama Conde Sá. A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930. FERREIRA, Jorge e DELGADO, Lucília de Almeida Neves. (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p. 387, 1930.
GOMES, Ângela Maria de Castro. “A representação de classes na Constituinte de 1934”. Revista de Ciência Política, v. 21, n. 3, p. 53-116, 1978.
LANNA JÚNIOR, Mario Cléber Martins. Tenentismo e crises políticas na Primeira República. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilla de Almeida Neves (org.). O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico. 3.ed. São Paulo: Civilização Brasileira, 2008, p.313-350
LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. 7. ed. São Paulo: companhia das letras, 2012.
LOVE, Joseph LeRoy. O regionalismo gaúcho e as origens da Revolução de 1930. São Paulo: Perspectiva, 1975.
MENDONÇA, Sônia Regina de. Estado e sociedade: a consolidação da república oligárquica. IN: LINHARES, M. Y. (org.). História Geral do Brasil: Rio de Janeiro: Campus, 1990.
NETO, Lira. Getúlio (1930-1945): Do governo provisório à ditadura do Estado Novo. São Paulo: Cia das Letras, 2013.
PAIXÃO, Cristiano. Direito, política, autoritarismo e democracia no Brasil: da Revolução de 30 à promulgação da Constituição da República de 1988. Araucaria, v. 13, n. 26, 2011.
PANDOLFI, Dulce Chaves. Os anos 1930: as incertezas do regime. In: FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. O Brasil Republicano, vol. 2. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
REIS, Daniel Aarão. Luís Carlos Prestes: um revolucionário entre dois mundos. São Paulo: Cia das Letras, 2014.
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010
SKIDMORE, Thomas E. Brasil : de Getúlio a Castello (1930-64). São Paulo: Companhia das Letras, 2010
VERISSIMO, Erico. Incidente em Antares. 54.ed. São Paulo: Globo, 2001.
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações:

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