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A cultura do café foi, e ainda é, uma das mais importantes na história econômica brasileira, tendo marcado lugar central, desde meados do século XIX e por quase toda a primeira metade do século XX, como principal produto de exportação do país. O café foi tema de obras clássicas e ainda atrai interesse de pesquisadores de diversas áreas. Neste episódio conversamos com o professor Leandro Salman Torelli sobre sua pesquisa a respeito da política econômica de valorização do café, ocorrida durante as primeiras décadas do século XX.
Nesta entrevista:
Entenda quem era e quais os objetivos da elite cafeeira, seu alcance e influências políticas. Conheça os debates parlamentares sobre a criação da legislação federal que visava valorizar o preço do café no mercado internacional e impedir o prejuízo dos fazendeiros nacionais. Entenda as políticas de valorização do câmbio e como isso trazia impactos para as dinâmicas de relação do Brasil com o mundo e também entre as elites locais dos diversos estados da federação recém criada. Reflita conosco sobre a importância da história econômica e da política para conhecermos melhor nosso país e como chegamos ao contexto atual dos debates sobre nossa situação econômica. Venham conosco nessa viagem pelo mundo da história e da economia!
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Leandro Salman Torelli
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Produção do convidado
Livro
A política econômica de defesa do café: os debates parlamentares (1898-1920). São Paulo: Chiado Editorial, 2019. Opções de compra: direto da editora, link 1, link 2
Artigos na Revista Leituras de História
“Sal nosso de cada dia”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 132. Novembro de 2019.
“Estado-Nação x políticas sociais”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 131. Outubro de 2019.
“Parlamentarismo à moda brasileira”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 127. Junho de 2019.
“Os últimos dias de Dilma”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 126. Maio de 2019.
“(Re)Construção democrática”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 124. Março de 2019.
“Anos da ditadura: 1964-1985”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 123. Fevereiro de 2019.
“Quase democráticos”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 122. Janeiro de 2019.
“O mal-entendido da democracia”. Revista Leituras de História. São Paulo. n. 119. Outubro de 2018.
Artigos científicos
Os interesses da elite paulista na criação da Caixa de Conversão: os debates parlamentares (1898 – 1914)”. Leituras de Economia Política (UNCIAMP), v.12, 2007.
Estado, Câmbio e Café: o trinômio articulador da política econômica durante a Primeira República, 1898-1920. Revista Cadernos de Economia, ano 11, nº 21, jul-dez/2007.
Indicações bibliográficas sobre o tema abordado
CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. 4ª edição. Campinas, SP: Unicamp/IE, 1998.
CARDOSO DE MELLO, João Manuel. O capitalismo tardio. 10ª edição. Campinas, SP: Unicamp, IE, 1998.
FURTADO, Celso Monteiro. Formação econômica do Brasil. 25ª edição. São Paulo: Companhia Editora Nacional/ Publifolha, 2000.
SILVA, Sérgio. Expansão cafeeira e origens da indústria no Brasil. São Paulo: Alfa-Omega, 1976.
SINGER, André. O lulismo em crise: um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016). São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
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O Fronteiras no Tempo saiu em viagem pelos mares e deu de cara com a Jolly Roger, a bandeira pirata! Os temidos piratas, cujos valores e comportamento tantas dores de cabeça causaram por onde passaram, são o tema deste episódio. Estes personagens foram representados de muitas maneiras na literatura, no cinema, nos quadrinhos… as pessoas se fantasiam de piratas, as crianças brincam, há diversos jogos e canções populares que tratam destas figuras. O termo pirataria significa até hoje uma ação que dispensa explicação. Em resumo, piratas estão por toda parte e, como não poderia deixar de ser, têm história, e uma das mais interessantes! Sobre tudo isso falaremos neste episódio que conta com a participação especial do nosso amigo historiador Rodolfo Neto (Unicentro/PR).
Neste episódio:
Descubra como se estabeleceram as atividades que deram origem à pirataria, entenda o contexto do seu crescimento e, especialmente, as diferenças entre corsários e piratas. Entenda como a pirataria se tornou atividade essencial na constituição dos Estados Nacionais europeus e posterior fortalecimento do sistema econômico capitalista a partir do século XVI. Conheça quem eram os piratas, como eram suas embarcações, o que cada um fazia, como viviam. Por fim, divirta-se conosco neste papo leve a respeito destes que são, sem dúvida, personagens históricos dos mais interessantes.
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Conheça nosso convidado
Rodolfo Grande Neto
Perfil do Rodolfo na Unicentro
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Mencionado no Episódio
Fronteiras no Tempo #15 – História e Cultura Pop
Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações
CHAPOLIN COLORADO – Os Piratas do Caribe Completo ( Pirata Alma Negra)
Os Trapalhões – Os piratas briguentos
Material Complementar
Artigos, livros, monografias e teses
ALBERTO, Edite Martins. Corsários argelinos na Lisboa do século XVIII: um perigo iminente. Cadernos do Arquivo Municipal, Lisboa , v. ser2, n. 3, p. 127-147, jun. 2015 . Disponível em <http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2183-31762015000100007&lng=pt&nrm=iso>.
BRUNSMAN, Denver. Piratas vs. Bandos de Recrutamento: A Batalha pelo Atlântico. História, Assis/Franca , v. 38, e2019004, 2019 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-90742019000100404&lng=pt&nrm=iso>
CABRERA, Geniber. Revisión historiográfica aproximada al tema de la actividad pirática en la provincia de Venezuela y en su principal ciudad/puerto de la borburata: (siglo XVI). Tiempo y Espacio, Caracas , v. 24, n. 61, p. 171-192, jun. 2014 . Disponible en <http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1315-94962014000100010&lng=es&nrm=iso>
CABRERA, Geniber. Indígenas, españoles y piratas en el nuevo mundo: Una guerra en el caribe. Tiempo y Espacio, Caracas , v. 20, n. 53, p. 002-029, jun. 2010 . Disponible en <http://ve.scielo.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1315-94962010000100002&lng=es&nrm=iso>
CARDOSO, Alírio. “UN PICCOLO PATACCIO AL RIO DELL’AMAZZONI”:PIRATARIA EUROPEIA E PROJETOS ITALIANOS NA AMAZÔNIA NA ÉPOCA DA MONARQUIA HISPÂNICA. IN: rev. hist. (São Paulo), n. 170, p. 175-199, jan.-jun., 2014 . Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rh/n170/0034-8309-rh-170-00175.pdf
FRANÇA, Jean Marcel C. HUE, Sheila. Piratas no Brasil: As incríveis histórias dos ladrões dos mares que pilharam nosso litoral. São Paulo: Globo, 2014
MACLEOD, M. J. A Espanha e a América: O comércio Atlântico, 1492-1720. In: BETHELL, Leslie (org) História da América Latina: América Latina Colonial. São Paulo: Edusp, 1997, v. 1. p. 339-390 .
SECRETO, Maria Verónica. Territorialidades fluidas: corsários franceses e tráfico negreiro no Rio da Prata (1796-1799). Tensões locais-tensões globais. Topoi (Rio J.), Rio de Janeiro , v. 17, n. 33, p. 419-443, Dec. 2016 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S2237-101X2016000200419&lng=en&nrm=iso>.
ANCHIETA, Karlla Raphaela Mendes. Piratas, corsários e negociantes: Maranhão, Grão-Pará e Cabo do Norte na rota holandesa (século XVII). São Luis, 2017. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em História) – Universidade Federal do Maranhão. Disponível em: https://monografias.ufma.br/jspui/bitstream/123456789/2196/1/KarllaAnchieta.pdf
OLIVEIRA, Bruno Macchiute Neves de. Nas margens do mundo: a construção do imaginário político moderno a partir dos relatos de navegação nos séculos XVI e XVII. Rio de Janeiro, 2018. Tese (Doutorado em História) – PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO – PUC-RIO. Disponível em: https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=35810@1
Links
Piratas que atormentaram o litoral do Brasil
Imperialismo na África e a pirataria marítima
De douglas Fairbanks a Sasha Grey: a história dos piratas no cinema
Trilha Sonora do Episódio
01 – Pirates Of The Caribbean Theme – He’s a Pirate
02 – Kevin MacLeod – Sneaky Snitch
03 – Groove Addicts – Seafights
04 – Colossal Trailer Music – Barbary Jack
05 – Mattia Turzo – Young Pirate
06 – Two Steps From Hell – Magika
07 – Colossal Trailer Music – Old Pirate
08 – Brand X Music – Buccaneer Island
09 – Universal Trailer Series – Warriors Of The Seas
10 – Colossal Trailer Music – Drowning Abyss
11 – Antti Martikainen – Destination Tortuga
12 – Two Steps From Hell – King Louie Kablooey
13 – Colossal Trailer Music – Dangerous Sails
14 – Veigar Margeirsson – Galleons Approaching
15 – Colossal Trailer Music – Arrembaggio
16 – Cinema Sounds – Swashbuckler
17 – Colossal Trailer Music – Brothers of the Great Sea
18 – Two Steps From Hell – Racketeers
19 – Antti Martikainen – Treacherous Waters
20 – Killer Tracks – Mutiny On The Sea
21 – Colossal Trailer Music – Cutlass
22 – Two Steps From hell – Norwegian Pirate
23 – Veigar Margeirsson – Pirates
24 – Selectracks – The High Seas
25 – Colossal Trailer Music – Silver Water Pirates
26 – Epic Score – High Seas Treason
27 – Selectracks – High Sea Rescue
28 – Antti Martikainen – New Horizons
29 – Total War Soundtrack – Duke of Death
30 – Elton John – I’m Still Standing
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Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, André Luis Santos, Andre Trapani Costa Possignolo, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Henrique de Andrade Cornejo, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto de Souza Palmezani, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Cláudia Bovo, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Elisnei Oliveira, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Henry Schaefer, Iago Mardones, Iara Grisi, Isaura Helena, Jonatas Pinto Lima, João Gentil de Galiza, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raphael Bruno Silva Oliveira, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Raupp, Rodrigo Vieira Pimentel, Rubens Lima, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler, Yuri Morales e 2 padrinhos anônimos
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O Historicidade, programa de entrevistas do Fronteiras no Tempo, neste episódio vai conversar com o Prof Dr Tassio Franchi da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (ECEME), sobre Amazônia, Estado e História.
Nesta entrevista o professor Tassio nos explica como os historiadores trabalham com o meio ambiente enquanto objeto de pesquisa. Nessa investigação, pergunta-se como os homens percebem o meio ambiente no tempo, como interagem e, ainda, de que forma os diversos biomas influenciam as relações sociais, políticas e econômicas. Ele também nos ajuda a refletir sobre a Amazônia e seu papel no desenvolvimento do Estado nacional brasileiro, especialmente ao abordar como foi pensada pelos seus agentes, quais políticas de ocupação e desenvolvimento empregadas ao longo do tempo e, também, quais foram os problemas que isso trouxe, e ainda traz. Por fim, pudemos conhecer suas análises sobre a ação do Exército Brasileiro na região amazônica durante o século XX e de que maneira essa atuação se relaciona com questões brasileiras mais amplas, como os modelos de desenvolvimento econômico, dentre outros.
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Tassio Franchi
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Produção do convidado e indicações bibliográficas sobre o tema abordado
FRANCHI, Tássio; BURSZTYN, Marcel; DRUMMOND, José Augusto Leitão. A questão ambiental e o adensamento da presença do Exército Brasileiro na Amazônia Legal no fi nal do século XX. Novos Cadernos NAEA, v. 14, n. 1, 2011.
DE ALMEIDA PAIM, Rodrigo; FRANCHI, Tássio; FRANÇA, Rodrigo Lima. OPERAÇÕES DE GARANTIA DA LEI E DA ORDEM E DE FAIXA DE FRONTEIRA. Revista da Escola Superior de Guerra, v. 34, n. 72, p. 141-166, 2020.
FRANCHI, Tássio. Medo e Miscigenação: a visão dos povos da floresta nos relatos dos militares brasileiros no século XX. Revista Silva, v. 1, p.48-65, 2017.
FRANCHI, Tássio; MIGON, E. X. F ; JIMÉNEZ, R. X. V. . Taxonomy of interstate conflicts: is South America a peaceful region?. BRAZILIAN POLITICAL SCIENCE REVIEW, v. 11, p. e0008 – 1/23-e0008 – 23/23, 2017.
MAIA, João Marcelo Ehlert. As ideias que fazem o Estado andar: imaginação espacial, pensamento brasileiro e território no Brasil Central. Dados, v. 53, n. 3, p. 621-655, 2010.
Buzan, B., Wæver, O., Wæver, O., & De Wilde, J. (1998). Security: A new framework for analysis. Lynne Rienner Publishers.
LE PRESTRE, Philippe; GORENDER, Jacob. Ecopolítica internacional. Senac, 2000.
MEDEIROS FILHO, Oscar. Desafios do Exército Brasileiro nas fronteiras amazônicas. Coleção Meira Mattos: revista das ciências militares, v. 14, n. 49, p. 77-97, 2020.
RONDON, Cândido. Missão Rondon: apontamentos sobre os trabalhos realizados pela Commissão de Linhas Telegraphicas Estrategicas de Matto-Grosso ao Amazonas. Editora do Senado: Brasília, 2003.
MENDONÇA, Belarmino. Reconhecimento do rio Juruá (1905). Editora Itatiaia, 1989.
SANTANA, José Carlos Barreto de. Euclides da Cunha e a Amazônia: visão mediada pela ciência. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 6, p. 901-917, 2000.
DA CUNHA, Euclides. Um paraíso perdido: reunião dos ensaios amazônicos. Editora Vozes, 1976.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
Redes Sociais
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A Cavalaria Medieval
O que foi a Cavalaria Medieval? Alvo de muitas interpretações midiáticas contemporâneas, esta classe de guerreiros está no imaginário social ocidental desde há muitos séculos, na literatura e na história, despertando curiosidade. Ser um cavaleiro implicava seguir um conjunto de normas e cultivar um conjunto de valores, algo digno daquilo a que poderíamos chamar de um herói, aquele que protege os fracos e desamparados em nome de uma causa sempre tida como justa. Para que vocês possam entender os significados destes personagens ontem e hoje, neste mês em que #oPodcastÉdelas, o Fronteiras no Tempo traz como convidada a professora Doutora Cláudia Bovo (UFTM), especialista em contos de cavalaria medievais.
Neste episódio:
Descubra o que foi a cavalaria medieval e conheça os debates que os historiadores travaram a respeito desta classe guerreira. Entenda suas origens e composição social, como se tornaram guerreiros e nobres bem antes do período medieval. Conheça a relação da cavalaria com as cruzadas e com a Igreja. Entenda o papel social e político que desempenharam naqueles séculos e como isso ajudou a deixá-los em altas posições sociais. Reflita conosco sobre como os cavaleiros se transformaram em personagens importantes dos mais populares contos e romances medievais, com protagonismo mesmo séculos depois. Por fim, ouça nosso debate e se surpreenda com a força da imagem que o cavaleiro carrega ainda hoje e o quanto é importante conhecermos esta história para nos deixarmos enganar por quem quer usar essa figura para fins políticos torpes.
Acesse o site da campanha: http://opodcastedelas.com.br/campanha/ #OPodcastÉDelas2020
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CONHEÇA MELHOR NOSSA CONVIDADA
Claudia Bovo
Professora Cláudia Bovo no site Academia.edu
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Mencionado no Episódio
Fronteiras no Tempo #17 – História Medieval
Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975)
O incrivel exercito de brancaleone
Coração de Cavaleiro (LEG)
Material Complementar
Livros e Artigos
AMARAL, Flávia; BOVO, Cláudia Regina; Silva, Carolina Gual. Do verso à prosa: potencial histórico dos romances de Cavalaria. Revista História e Cultura, v. 02, n.03 (especial) Franca-SP, 2013, p. 414-441. Disponível em: https://ojs.franca.unesp.br/index.php/historiaecultura/article/view/1115
BARTHÉLEMY, Dominique. A cavalaria: da Germânia antiga à França do século XII. Campinas (SP): Editora Unicamp, 2010.
BOVO, Cláudia Regina. Filiação, vassalagem e matrimônio no Tristan de Béroul (Século XII). Dissertação de Mestrado do Programa de Pós- Graduação em História da Unesp-Franca. Franca: 2004. Disponível em: . Contexto, 2019.
DUBY, Georges. A Sociedade cavaleiresca. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
DUBY, Georges. As três ordens ou o imaginário do feudalismo. Lisboa: Estampa, 1982.
DUBY, Georges. Guerreiros e camponeses. Lisboa: Estampa, 1980.
DUBY, Georges. Guilherme Marechal ou o melhor cavaleiro do mundo. RJ: Graal editora, 1988.
DUBY, Georges. O Domingo de Bouvines. São Paulo: Paz e Terra, 1993.
FLORI, Jean. Guerra Santa. A Formação da ideia de Cruzada no Ocidente cristão. 1a. Edição Campinas: Editora da Unicamp, 2013.
RILEY-SMITH, Jonathan. As Cruzadas – uma história. São Paulo: Ed. Ecclesiae, 2019.
SALLES, Bruno Tadeu. Constituir a amizade, romper os vínculos, estabelecer compromisso: a dinâmica dos equilíbrios senhoriais sob a perspectiva das comendadorias templárias de Vaour, Richerenches e Bayle (Séculos XII e XIII). Tese de Doutorado do Programa de Pós Graduação e Historia da UFMG. Belo Horizonte, 2013. Disponível em:
SILVA, Paulo Duarte; NASCIMENTO, Renata Cristina. Ensaios de História Medieval: Temas que se renovam. Curitiba: Editora CRV, 2019.
TYERMAN, Christopher. A guerra de Deus. Uma nova história das Cruzadas. 2 Vol. Rio de Janeiro: Imago, 2010.
TYERMAN, Christopher. The Debate on the Crusades. Manchester: Manchester University Press, 2011.
Podcasts
SciCast #211: Cruzadas
SciCast #273: Revolução Industrial Medieval
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O Historicidade volta em 2020 trazendo a entrevista com a professora Doutora Isis Aparecida Conceição, Professora de Direito Internacional Público da UNILAB-MAlês e também docente da cadeira Martin Flynn Global Faculty da Faculdade de Direito da Universidade de Connecticut.
Nesta entrevista falamos sobre Direitos Humanos e Racismo e a professora explica como os conceitos sobre raça e racismo são fundamentais para a leitura crítica dos Direitos Humanos. Ao ignorar a realidade complexa herdada da nossa história de escravismo e preconceitos, as instituições como a justiça acabam por ferir os princípios básicos da dignidade humana e, ademais, perpetuam a ordem social desigual em que vivemos.Também pudemos conhecer as suas interpretações sobre o racismo no sistema criminal brasileiro e como a Teoria Critica Racial pode nos ajudar na compreensão deste fenômeno. Um papo sobre a nossa sociedade do passado e do presente de uma perspectiva interdisciplinar, o que atesta a importância de conhecermos e debatermos com as demais áreas do conhecimento das ciências sociais.
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Isis Aparecida Conceição
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Produção
CONCEIÇÃO, Isis A. As Lições da teoria crítica racial para o Brasil racialista.in. Encrespando – Anais do I Seminário Internacional: Refetindo a Década Internacional dos Afrodescentendes (ONU, 2015-2024) / FLAUZINA, Ana; PIRES, Tula (org.). – Brasília: Brado Negro, 2016.
CONCEIÇÃO, Í. A. . Justiça Racial e a Teoria Crítica Racial no Brasil. In: Denise Auad, Bruno Batista. (Org.). Direitos Humanos, Democracia e Justiça Social. 1ed.São Paulo: Letras Jurídicas, 2017, v. 1, p. 167-204
CONCEIÇÃO, Í. A. . Justiça ou Injustiça Criminal? A Importância da Cor no Sistema Jurídico Penal. Revista dos Acadêmicos de Direito da UNESP, Franca, v. 05, p. 121-134, 2010.
CONCEIÇÃO, Í. A. . Racismo Estrutural no Brasil e Penas Alternativas: Os limites dos direitos humanos acríticos. 1. ed. Curitiba/Paraná: Juruá, 2010. v. 1. 136 p.
CONCEIÇÃO, Í. A. . Direitos Humanos. Suas Origens e seus Limites. IROHIN, Brasília, 26 dez. 2008.
CONCEIÇÃO, Í. A. . O que estamos esperando?. Irohín (Brasília), Brasilia, 01 abr. 2009
CONCEIÇÃO, Í. A. Brazil’s laws on quotas and the road to racial equality. Available in : http://ohrh.law.ox.ac.uk/brazils-laws-on-quotas-and-the-road-to-racial-equality/
CONCEIÇÃO, Í. A. Not There Yet and Running Against the Clock: The New Ordinance Regulating Racial Classification for Racial Quotas in Brazil. Available in: http://ohrh.law.ox.ac.uk/not-there-yet-and-running-against-the-clock-the-new-ordinance-regulating-racial-classification-for-racial-quotas-in-brazil/
CONCEIÇÃO, Í. A. . EPISTEMOLOGIAS, INTERSECCIONALIDADES E INTELECTUALIDADES: O GÊNERO E A RAÇA NO ESPAÇO JURÍDICO. In: XXVII ENCONTRO NACIONAL DO CONPEDI, 2018, Salvador. Direito internacional dos direitos humanos I. Florianópolis: CONPEDI, 2018. v. 1. p. 285-303.
CONCEIÇÃO, Í. A. Gentrifying Intersectionality in Brazil. Available in:
http://ohrh.law.ox.ac.uk/gentrifying-intersectionality-in-contemporary-brazil/
Entrevista Jornal do Encontro de Jovens Cientistas. 2018.. “Precisamos que se Pense fora da Caixinha”. Entrevista com Isis Conceição. Disponível em Geledés. Tag: mulher Negra.
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
Sugestões sobre o tema em Português: Teoria crítica racial, a brancura em questão. In: NASCIMENTO, Elisa L. O sortilégio da cor: identidade, raça e gênero no Brasil. 2003.
SILVA, Caroline Lyrio; PIRES, Thula R. de O. Teoria crítica da raça como referencial teórico necessário para pensar a relação entre direito e racismo no Brasil. 2015
CONCEIÇÃO, Isis A. As Lições da teoria crítica racial para o Brasil racialista. 2016.
CONCEIÇÃO, Isis A. Justiça racial e teoria crítica racial no Brasil. 2017.
FERREIRA, Gianmarco L.; QUEIROZ, Marcos V. L. A trajetória da teoria crítica da raça: história, conceitos e reflexões para pensar o Brasil. 2018
Dossiê sobre justiça racial e teoria crítica racial da Revista Liberdades do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciëncias Criminais) e foi desenvolvido em parceria com a revista da ABPN – Associação Brasileira de Pesquisadores (as) Negros (as). Editoras Adjuntas da edição: Prof. E. Tendayi Achiume (UCLA/ONU) e Prof Ísis Aparecida Conceição ( UCONN/ USP) .
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A Grande Guerra. A guerra para acabar com todas as guerras. A Primeira Guerra Mundial. Assim ficou conhecido o conflito entre as potências europeias, ocorrido entre 1914 e 1918, que trouxe consequências diretas para todo o globo. Uma guerra com milhões de mortes que inaugurou a era das grandes barbaridades até então não vivenciadas em outras guerras anteriores: armas mais letais, gases venenosos, lança-chamas, tanques, aviões, tudo isso foi utilizado nos campos de batalha e também vitimaram milhares de civis. Neste episódio, que conta com o apoio da Universal Pictures Brasil, falamos também sobre o lançamento do filme 1917, no qual parte dessa história que iremos discutir é narrada sob o ponto de vista de dois soldados. Venham conosco refletir sobre este momento importantíssimo da nossa história!
Neste episódio:
Descubra os motivos que levaram à guerra e entenda como ela foi gestada por mais de 50 anos antes da sua eclosão. Compreenda as configurações políticas e econômicas que marcaram as relações entre as potências europeias no período anterior ao conflito e surpreenda-se com as histórias das batalhas que se desenrolaram após agosto de 1914. Conheça as relações do contexto histórico e o que é apresentado no filme 1917, entenda como as inovações técnicas apresentadas na película nos ajudam a vivenciar as experiências dos soldados que lutaram no conflito. Conheça os motivos da entrada dos Estados Unidos, da saída da Rússia e da derrota alemã. Por fim, reflita conosco sobre os horrores da guerra e a importância de conhecê-la para promover a cultura da paz.
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*Este é um conteúdo patrocinado pela Universal Pictures Brasil
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1917
O diretor vencedor do Oscar®, Sam Mendes (Beleza Americana, 007: Operação Skyfall, 007 Contra Spectre), traz sua visão singular ao épico da Primeira Guerra Mundial, 1917.
Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.
TRAILER
Estréia: 23 de janeiro de 2020
Universal Pictures Brasil
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Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Adriano João
Mencionado no Episódio
Os relatos lidos ao longo do episódio foram retirados da seguinte fonte:
REVISTA HISTÓRIA VIVA, Primeira Guerra Mundial: o fim dos impérios. Edição Especial Temática, n. 24, Editora Duetto.
Acervo digital de documentos da Primeira Guerra Mundial – Europeana Colletions / Projeto “1914-1918 – Histórias inéditas e histórias oficiais da primeira guerra mundial”
Material Complementar
Livros
ARTHUR, Max. Vozes esquecidas da Primeira Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2011.
BEST, Nicholas. O maior dia da história. Como a primeira guerra mundial terminou. São Paulo: paz e Terra, 2009.
CLARK, Christopher. Os sonâmbulos: como eclodiu a Primeira Guerra Mundial.
FERGUSON, Niall. O Horror da Guerra. São Paulo: Planeta, 2014.
FERRO, Marc. A Grande Guerra, 1914-1918. Lisboa: Edições 70, 2008.
GAMA, Arthur Oscar. A marinha do Brasil na Primeira Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Capemi, 1982.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2012.
SOUNDHAUS, Lawrence. Primeira Guerra Mundial: História Completa. São Paulo: Contexto, 2013.
Trabalhos de Divulgação Científica
CHALTON, Nicola; MacARDLE; A história do século XX para quem tem pressa. Rio de Janeiro: Valentina, 2017.
GARCIA, Bruno; SCARRONE, Marcelo (org). Dossiê Primeira Guerra Mundial: o fim de uma era. Revista de História da Biblioteca Nacional. ano 9, n.106, jul., 2014.
PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL: Resumo (série fatos históricos). Amazon, 2018. E-book.
Podcasts
Notas Históricas #2 (Scicast #172 Especial): Tensão na Belle Époque – Bolero de Ravel
SciCast #262: Os “Ismos” da Política 2 – Nacionalismo e Nazi-Fascismo
Como os submarinos foram usados nas grandes guerras? – 28 Auroran (Spin #445 – 29/01/19)
Fronteiras no Tempo #14 – Partilha da África
Fronteiras no Tempo #23: Revolução Russa
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Orgulhosamente apresentamos aos nossos ouvintes o segundo Crossover entre o Fronteiras no Tempo e o podcast de cinema MeiaEntradaCast!
No Fronteiras no Tempo/MeiaEntradaCast de hoje, Renan Fileto e os professores Cesar Agenor (Fronteiras no Tempo e Scicast) Marcelo Silva (Fronteiras no Tempo), ligam uma louca máquina do tempo e voltam à década de 80 para debater “Bingo, o Rei das Manhãs”, filme que conta a incrível trajetória de Arlindo Barreto, o Bozo!
É muita nostalgia no nosso último episódio de 2019!
Venha para o programa e se prepare para saber: 1) como foi a doida década de 80; 2) como o Bozo conseguia ter um programa que durava o dia todo; 3) e porque as crianças daquela época são todas meio estranhas hoje em dia.
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Expediente
Produção Geral e Host: Renan Fileto, Convidados: C. A e Beraba, Vitrine e Edição: Renan Fileto
Mencionado no Episódio
Wagner Moura e Lázaro Ramos tentam roubar o papel de Vladmir Brichta: https://www.youtube.com/watch?v=df5D5Jc31j4
Bozo e o pozinho: https://www.youtube.com/watch?v=dLe1_5YgRwI
João Gordo x Sérgio Mallandro x Bozo: https://www.youtube.com/watch?v=8KZ0s36ry2Q
Material Complementar
ALEXANDRE, Ricardo. Dias de luta: o rock e o Brasil dos anos 80. Rio de Janeiro: Arquipélago, 2017. Disponível em: encurtador.com.br/nuyCH
BERTOLLI FILHO, Claudio e AMARAL, Muriel Emídio Pessoa do (orgs). Pornochanchando: em nome da moral, do deboche e do prazer. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2016. Disponível em: https://www.faac.unesp.br/Home/Utilidades/pornochanchando-online.pdf
FERREIRA, Jorge; DELGADO, Lúcilia de Almeida Neves (org.) O Brasil Republicano v.5: O tempo da Nova República – Da transição democrática à crise política de 2016. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.
FICO, Carlos. História do Brasil Contemporâneo: da morte de Vargas aos nossos dias. São Paulo: Contexto, 2015.
REIS, Daniel Aarão (org.). Modernização, ditadura e democracia: 1964-2010. São Paulo: Objetiva, 2014.
REIS, Daniel Aarão. Ditadura e democracia no Brasil: do Golpe de 1964 à Constituição de 1988. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.
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Por várias décadas os alemães viveram em seu país a divisão marcante da segunda metade do século XX entre os blocos comunista e capitalista. Separados por um muro na década de 1960, os moradores de Berlim finalmente se reencontraram dia 9 de novembro de 1989, num ato inesperado, mas ao mesmo tempo fruto de tudo que vinha acontecendo desde pelo menos a década passada no mundo sob influência da União Soviética. É sobre a criação e a queda do muro de Berlim que vamos conversar. Venham conosco nesta viagem!
Neste episódio:
Entenda como se deu o processo de divisão da Alemanha após a segunda guerra mundial e se surpreenda com as razões por trás da criação do muro. Reflita sobre os vários aspectos do funcionamento da União Soviética e suas consequências na Alemanha, analise conosco as nuances da política internacional durante a Guerra Fria e como o Muro de Berlim se encaixa em todo este contexto. Por fim, reflita conosco sobre o processo de queda do muro, entendendo a situação do bloco soviético desde o começo dos anos 80, com crise econômica e cada vez maiores protestos nas repúblicas satélites, e se emocione com as narrativas da queda do muro.
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Mencionado no Episódio
Documentário da Rede Globo sobre a cobertura jornalistica da Queda do Muro de Berlim 1989 e Reunificação da Alemanha 1990
Street Fighter: The Later Years eps 1-9
Street Fighter the Later Years P 1+2+3 LEGENDADO
Material Complementar
Podcast
A queda do Muro de Berlim – 27 Maian (Spin #752 – 02/12/19)
Fronteiras no Tempo #38 Guerra Fria
Fronteiras no Tempo #1: 2ª Guerra Mundial – 1ª Parte
Fronteiras no Tempo #1: 2ª GUERRA – 2ª Parte
Livros
FIORI, José Luís (org.) Estados e moedas no desenvolvimento das nações. Petrópolis: Vozes, 1999.
MEYER, Michel. 1989: o ano que mudou o mundo. São Paulo: Zahar, 2009
KEMPE, Frederik. Berlim: 1961. São Paulo: Cia. Das letras, 2013.
REIS FILHO, Daniel Aarão. As Revoluções Russas e o Socialismo Soviético. São Paulo: Unesp, 2003.
TAYLOR, Frederic. Muro de Berlim: um mundo dividido. São Paulo: Record, 2009.
Artigos
REIS, Daniel Aarão. As revoluções russas e a emergência do socialismo autoritário. Estud. av., São Paulo , v. 31, n. 91, p. 67-79, Dec. 2017 . Available from <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142017000300067&lng=en&nrm=iso>.
POMERANZ, Lenina. A queda do muro de Berlim: reflexões vinte anos depois. Revista USP, n. 84, p. 14-23, 2010. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/13781/15599
Matérias Jornalisticas
Queda do Muro de Berlim: Como os eventos de 1989 mudaram o mundo. BBC News Brasil, 9 de nov. 2019. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50323088
[texto e vídeo] Por que o Muro de Berlim caiu? BBC News Brasil, 9 de nov. 2019. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-50360623
Números mais relevantes do Muro de Berlim. Terra Serviços, 8 de ago. de 2011. Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/mundo/numeros-mais-relevantes-do-muro-de-berlim,4bb82352316fa310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
Vídeos
Fim da URSS | Nerdologia
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As pirâmides. A Esfinge. As histórias sobre tesouros e segredos de um povo que viveu há milhares de anos. O Egito Antigo é a única civilização que tem uma área de estudos com nome próprio: a egiptologia. Isto mostra o quanto as obras destes povos que viveram às margens do Nilo por milhares de anos, instigaram e até hoje instigam grande curiosidade. Para falarmos sobre este tema tivemos a honra de receber o professor Fábio Frizzo (UFTM),, que compartilhou conosco as principais questões sobre as quais os historiadores têm se debruçado ao longo da trajetória de pesquisas sobre os egípcios. Venham conosco nesta aventura pelo nosso passado longínquo!
Neste episódio:
Descubra porque ainda é importante entendermos mais sobre a cultura e a vida dos egípcios da antiguidade. Entenda o papel do Rio Nilo na formação daquela sociedade e surpreenda-se ao saber como os historiadores interpretam esta questão. Reflita conosco sobre a cultura, a sociedade e a política egípcias, passando por aspectos fundamentais como a religião e a escrita. Por fim, compreenda a questão que envolve o debate atual sobre o Egito Antigo, encarado como parte de uma história da África negra.
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Podcast
Scicast #40: Antigo Egito
Fronteiras no Tempo: Historicidade #23 Ensino de História Antiga no Brasil
Livros
ARAÚJO, E. (Org. e Trad.) Escritos para a Eternidade. Brasília: Editora da UNB, 2000.
CARDOSO, C. Deuses, Múmias e Ziggurates. Porto Alegre: EDIPUCRS, 1999.
CARDOSO, C. O Egito Antigo. São Paulo: Brasiliense, 1988.
DAVID, R. Religião e Magia no Egito Antigo. São Paulo: Bertrand Brasil, 2011.
DONADONI, S. (org.). O Homem Egípcio. Lisboa: Editorial Presença, 1994.
GRIMAL, N. História do Egito Antigo. Rio de Janeiro: Forense, 2012.
MOKHTAR, G. (Org.) História Geral da África. Vol. II, África Antiga. Brasília: UNESCO, 2012.
PEREIRA, R. Gramática Fundamental de Egípcio Hieroglífico. Lisboa: Chiado, 2014.
PEREIRA, R. Texto, Imagem e Retórica Visual na Arte Funerária Egípcia. Rio de Janeiro: Autografia, 2019.
SHAFER, B. (Org). As Religiões do Egito Antigo. Deuses, Mitos e Rituais Domésticos. São Paulo: Nova Alexandria, 2002.
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O açúcar, este alimento que hoje nos parece tão comum, já foi um artigo de luxo e fonte de muitas riquezas às custas do árduo trabalho de indígenas e africanos escravizados ao longo mais de três séculos do período colonial. Foi um tempo em que a produção do açúcar, para além da relevância econômica, moldou a sociedade colonial de diversas formas, hierarquizou-a pela cor da pele transformando os engenhos em geradores e espelhos das formas sociais presentes desde então. Uma história do encontro de muitas pessoas diferentes que criaram um mundo doce e amargo ao mesmo tempo. Venham conosco conhecer a História Social do Açúcar!
Neste episódio:
Entenda de onde surgiu o interesse pelo produto e como Portugal começou o plantio no Novo Mundo. Conheça os debates entre os estudiosos que mostram a importância da mão de obra indígena na criação da estrutura de plantio e produção do açúcar. Se surpreenda com o nível de exploração da mão de obra dos africanos escravizados e com a riqueza dos senhores de engenho. Compreenda as várias etapas de produção desde o plantio, passando pelo beneficiamento que gerava os torrões de açúcar para exportação. Conheça a sociedade que vivia no entorno dos Engenhos e, por fim, reflita conosco sobre como a história da produção do açúcar pode nos ajudar a compreender muitas das nossas características sociais ao longo do tempo e no presente.
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Livros
FRAGOSO, J. GOUVÊA, M.F. (orgs.) O Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. 3v.
FRANÇA, Jean Marcel Carvalho. História da Maconha no Brasil. São Paulo: Três Estrelas, 2015.
FREYRE, G. Casa-Grande e Senzala. Introdução a história da sociedade patriarcal no Brasil. 40ª Edição. Rio de Janeiro: Record, 2000
MONTEIRO, John. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo: cia. Das letras, 1994.
PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo. 23ª Ed. São Paulo: Brasiliense, 2004
RUSSEL-WOOD, A.J.R. Escravos e libertos no Brasil Colonial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
SCHWARCZ, Lilia Moritz ; STARLING, H. M. M. . Brasil: uma biografia. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2015. v. 1. 792p
SCHWARTZ, S. Segredos internos: Engenhos e escravos na sociedade colonial. 1550-1835. São Paulo: Cia das Letras, 1995.
SCHWARTZ, Stuart. Escravos, roceiros e rebeldes. Bauru: EDUSC, 2001.
SOUZA, L. de M. (Org.) História da vida privada no Brasil. Cotidiano e vida privada na América portuguesa. Vol. I. São Paulo: Cia. Das Letras, 1997.
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil colonial (1500-1822). Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Artigos
MAIA FILHO, Fernando Cezar Cardoso. Indústria escondeu relação do açúcar com doença cardíaca. Portal Deviante, 2017.
CABRAL, Debbie. O papel das especiarias nas Grandes Navegações – parte 1/4: a química das especiarias e o seu uso na Idade Média. Portal Deviante, 2019.
Sites
Engenho dos Erasmos
Documentário
Muito Além do Peso [Documentário]
Podcasts
Scicast #157: Açúcar
Grandes Navegações (SciCast #298)
Fronteiras no Tempo #18 – Grandes Navegações
Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro
Contrafactual #90: E se o açúcar fosse criminalizado?
Spin de Notícias #185: 14 Electran 2018 (07/05/2018) Quetamina, Depressão e Açúcar
Spin de Notícias #120: 23 Borean 2018 (21/02/2018) Bebidas açucaradas, Álcool e Planta Opioide
SciCast #291: A História do Mercado Financeiro
Trilha Sonora do Episódio
01. Com Açucar com Afeto – Nara Leão
02. Doce Mel – Xuxa
03. Nordestina – Dj Dolores
04. Cio da Terra – Milton Nascimento & Chico Buarque
05. Cio da Terra [Instrumental] – Uakti
06. Morena Tropicana – Alceu Valença
07. Engenho Novo – João Eloy
08. Engenho Massangana – Luiz Gonzaga
09. Engenho Novo (1973)- Quinteto Violado
10. Cana Caiana – Alceu Valença
11. Engenho Novo [Canção folclórica brasileira] – Bidu Sayão | Arranjo de Ernani Braga
12. Engenho de Cana – Galvan & Galvãozinho
13. Santana – Quinteto Violado
14. Cana de Engenho – Amauri Romano
15. Chocolate – Tim Maia
16. Engenho da Dor – Josyara
17. Cachaça – Rick & Renner
18. Que som é esse? – Dj Dolores & Orchestra Santa Massa
19. Não é Proibido – Marisa Monte
20. A todas as Comunidades do Engenho Novo – O Rappa
21. Engenho Velho – Flávio José
22. Vide vida Marvada – Rolando Boldrin
23. Stayin’ Alive – Bee Gees
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações:

21 Listeners

89 Listeners

43 Listeners

166 Listeners

120 Listeners

77 Listeners

44 Listeners

41 Listeners

33 Listeners

51 Listeners

37 Listeners

3 Listeners

1 Listeners

101 Listeners

4 Listeners