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A Guerra Fria durou mais de 40 anos e, de muitas formas, moldou nossa maneira de ver e viver no mundo do século XX. Política, cultura, economia, esportes, ciência e tecnologia: praticamente não há campo em que esta disputa entre Estados Unidos e União Soviética não tenha exercido influência.
Nesse episódio:
Descubra que a simplificação polarizada entre dois blocos únicos não revela a complexidade do processo histórico, compreenda os reflexos da Guerra Fria nos continentes asiático, africano e sul-americano e surpreenda-se com as diversas contradições e conflitos internos existentes nos EUA e na URSS e “se morrer, morreu!”
Arte da Capa
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Mencionado no Episódio
Ladrões de Bicicleta
Elia Kazan receiving an Honorary Oscar
USA: HOLLYWOOD: REACTION TO HONORARY OSCAR FOR KAZAN
SciCast #275: Física de Partículas
Redes Sociais Twitter, Facebook, Youtube, Google+, SPOTIFY
Contato WhatsApp: 13 99204-0533 E-mail: [email protected]
Expediente Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
Material Complementar
Livros e Artigos
ARRIGHI, Giovani. O longo século XX. Rio de Janeiro: Contraponto; São Paulo: Editora UNESP, 1996.
CHOMSKY, Noam. Contendo a Democracia. Rio de Janeiro: Record, 2003, p.23-80.
COMBAT, Flávio Alves. A centralidade do pensamento de William Appleman Williams no debate historiográfico sobre a Guerra Fria. Revista Esboços, v.23, n. 36, p. 404-428, fev. 2017. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/2175-7976.2016v23n36p429
FERRO, Marc. “Libertação ou descolonização”. In:______. História das colonizações. São Paulo: Cia das Letras. 1996.
GADDIS, John Lewis. The emerging post-revisionist synthesis on the origins of the Cold War. Diplomatic History, v.7, issue 3, p. 171-190, July 1983.
HOBSBAWM, Eric J. A Era dos Extremos. São Paulo. Cia. das Letras, 1995.
MOURA, Gerson. Historiografia e relações internacionais. Contexto Internacional, n. 10, jul. 1989
REIS FILHO, Daniel Aarão, Jorge Ferreira e Celeste Zenha. O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005 (3 volumes)
REIS, Daniel Aarão. Entre passado e futuro: os 40 anos de 1968. Núcleo de Estudos Contemporâneos. Niterói: UFF, março de 2008. Disponível em: http://www.historia.uff.br/nec/materia/artigos/entre-passado-e-futuro-os-40-anos-de-1968. Acesso em 10/10/2013.
TEIXEIRA DA SILVA, Francisco Carlos. O século sombrio: uma história geral do século XX. Rio de Janeiro: Campus, 2004.
THOMPSON, E. P. Extremismo e Guerra Fria. SP: Brasiliense; 1985.
WILLIAMS, William Appleman. The Tragedy of American Diplomacy. New York: Norton, 1988 (reedição da primeira versão, publicada em 1959).
Links
Fundação Getúlio Vargas – Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – CPDOC – http://cpdoc.fgv.br/;
Instituto de História do Tempo Presente (ITHP) do Centre National de la recherche scientifique – CNRS – França: http://www.ihtp.cnrs.fr/
Podcasts
SciCast #217: Coreia do Norte
Fronteiras no Tempo #1: 2ª Guerra Mundial – 1ª Parte
Fronteiras no Tempo #1: 2ª GUERRA – 2ª PARTE
Trilha Sonora do Episódio
01 – Hearts On Fire – John Cafferty
02 – Runaway – Bon Jovi
03 – Burning Heart – Survivor
04 – Liberdade/Guerra Fria – RPM
05 – Ladri di biciclette (Música Tema) – Alessandro Cicognini
06 – Russians – Sting
07 – 99 Luftballons – Nena
08 – Freedom – Wham!
09 – Back In The U.S.S.R – Billy Joel | Live in Moscow & Leningrad, Russia
10 – Nikita – Elton John
11 – Land Of Confusion – Genesis
12 – Wind Of Change – Scorpions
13 – Era um Garoto que como eu Amava os Beatles e os Rolling Stones – Os Incríveis
14 – Two Tribes – Frankie Goes To Hollywood
15 – Heroes – David Bowie
16 – Jokerman – Bob Dylan
17 – Living in America – James Brown
18 – Gabriel’s Oboe – Ennio Morricone | The Mission soundtrack
Madrinhas e Padrinhos
Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Carolina Pereira Lyon, Darlan Aragão Mesquita, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Felipe Augusto Roza, Felipe Sousa Santana, Flavio Henrique Dias Saldanha, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Leticia Duarte Hartmann, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Moises Antiqueira, Paulo Henrique de Nunzio, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Romulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales
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No mês da campanha #oPodcastÉdelas2019, no sétimo episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos a historiadora Semíramis Corsi Silva (UFSM) para bater um papo sobre o governo do imperador romano de origem síria Helogábalo (218 a 222 EC), e como as questões de gênero foram um foi principais fatores políticos de seu reinado.
Neste papo refletimos sobre como nós historiadores buscamos responder questões que nos inquietam atualmente. Somos uma sociedade que está em busca constante de prazeres (em sentido amplo) e, mais do que isso, buscamos compreender as construções dos papéis de gênero ao longo do tempo como a ideia do feminino e do masculino romanos. Descubra conosco quem foi esse imperador pouco conhecido e o que era ser um outro fora dos padrões na Antiguidade Clássica e como a política, os usos dos prazeres e o gênero se articulavam.
Siga a campnha no TWITTER para saber quem participa da campanha 2019
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Saiba mais da nossa convidada
Semíramis Corsi Silva
Currículo Lattes
Site GEMAM/UFSM
Perfil no Academia.edu
Produção
SILVA, S. C. IDENTIDADE CULTURAL E GÊNERO NO PRINCIPADO ROMANO: UMA PROPOSTA DE ANÁLISE INTERSECCIONAL DAS REPRESENTAÇÕES DO IMPERADOR HELIOGÁBALO (SÉCULO III E.C.). Phoînix, v. 24, p. 142-166, 2018.
SILVA, S. C.. Barbaridade versus Humanitas no Principado Romano: a política e a construção da imagem do imperador Heliogábalo (século III EC). ALETHÉIA (GOIÂNIA), v. 2, p. 114-136, 2017.
SILVA, S. C.. A corrupção e os crimes de Heliogábalo: aspectos da governabilidade imperial romana e as práticas políticas do princeps sírio vistas por seus detratores (século III EC). In: Semíramis Corsi Silva; Carlos Eduardo da Costa Campos. (Org.). Corrupção, crimes e crises na Antiguidade. 1ed.Rio de Janeiro: Desalinho/CNPq, 2018, v. 1, p. 193-216.
Livros (principal):
Magia e Poder no Império Romano. A Apologia de Apuleio. 1. ed. São Paulo: Annablume/FAPESP, 2012
Organizações de livros (principais):
SILVA, S. C.; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Corrupção, crimes e crises na Antiguidade. 1. ed. Rio de Janeiro: Desalinho/CNPq, 2018. v. 1. 356p .
SILVA, S. C.; ESTEVES, A. A. M. (Org.) . Fronteiras culturais no Mundo Antigo: Ensaios sobre Identidades, Gênero e Religiosidades. 1. ed. Rio de Janeiro: Letras/UFRJ, 2018. 248p .
DIAS, C. K. B. (Org.) ; SILVA, S. C. (Org.) ; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Experiências religiosas no mundo antigo. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2017. v. 1.
DIAS, C. K. B. (Org.) ; SILVA, S. C. (Org.) ; CAMPOS, C. E. C. (Org.) . Experiências religiosas no mundo antigo. 1. ed. Curitiba: Prismas, 2017. v. 2.
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
FOUCAULT, M. História da Sexualidade vol. II. O uso dos prazeres. Rio de Janeiro: Graal, 1984.
RICHLIN, A. The Garden of Priapus. Sexuality and aggression in Roman Humor. New York: Oxford University Press, 1992.
WILLIAMS, C. A. Roman Homosexuality. 2. Ed. New York: OUP, 2010.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A.
Redes Sociais
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No sexto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos a historiadora DANIELA VALLANDRO DE CARVALHO (UNICENTRO) para bater um papo sobre Negros escravizados na Guerra Civil Farroupilha, tema de especialidade da convidada.
Neste papo tratamos dos significados da guerra civil Farroupilha e do papel que os negros escravizados tiveram neste conflito. Na fronteira sul do Império, onde se formou uma elite militarizada, cuja importância econômica e estratégica era crescente, a guerra contra as forças legalistas durou de 1835 e 1845. Daniela nos conta que em sua pesquisa pode reconstituir trajetórias de alguns indivíduos negros que participaram das batalhas, suas expectativas e estratégias para conseguir utilizar a situação belicosa em proveito de alcançarem melhores condições de vida e a liberdade.
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Saiba mais da nossa convidada
Daniela Vallandro de Carvalho
Currículo Lattes
INSTAGRAM – dvallandro
e-mail: [email protected]
Produção
CARVALHO, D. V. NETTO, Moisés de Souza. In: Dictionary of Caribbean and Afro-Latin American Biography.1 ed.Nova Iorque : Oxford University Press, 2015, v.1, p. 1-19
CARVALHO, D. V. Em solos fronteiriços e movediços: Fugas cativas em tempos belicosos (Província de São Pedro, século XIX). In: As Fronteiras da Escravidão e da Liberdade no Sul da América..1 ed.Rio de Janeiro : 7 Letras, 2013, p. 111-128
CARVALHO, D. V. A trajetória de libertos pela Guerra (Revolução Farroupilha, séc. XIX) In: Caminhos da Liberdade: Histórias do Abolição e do Pós-Abolição no Brasil.1 ed.Niterói : Editora da UFF, 2011, v.1, p. 193-209.
CARVALHO, D. V. Da fuga dos exércitos à fuga para os exercitos: Meandros das estratégias cativas em tempos belicosos no sul do Império (Guerra Civil Farroupilha, séc. XIX) In: Homens e Armas. Recrutamento Militar no Brasil. Séc. XIX. ed.São Leopoldo-RS : OIKOS, 2011, v.1, p. 113-143.
CARVALHO, D. V. Sobre a guerra real e a guerra ideal: representações imagéticas da Revolução Farroupilha In: O tempo e o Rio Grande e as imagens do Arquivo Histórico do RS.1º ed.Porto Alegre : IEL-Instituto Estadual do LivroRS, 2011, p. 121-124
CARVALHO, D. V.; OLIVEIRA, Vinicius Pereira de Os Lanceiros Francisco Cabinda, João Aleijado e preto Antonio e outros personagens negros na guerra dos Farrapos In: RS Negro: Cartografias sobre a produção do conhecimento ed.Porto Alegre : EDIPUCRS, 2008, v.1, p. 63-82.
CARVALHO, D. V. COMPADRIO EM TEMPOS DE GUERRA: TRAJETÓRIA, EXPERIÊNCIA E ESTRATÉGIA DO PARDO LIBERTO MARTINHO ZEFERINO DA CUNHA In: VII Congresso Internacional de História, XXXV Encuentro de Gehistoria Regional, XX Semana de História da UEM : Políticas, culturas e narrativas na América Latina, 2015, Maringá-PR.
CARVALHO, D. V. Massacre de Porongos ainda é polêmico porque questiona heróis farroupilhas. Jornal Sul21. http://www.sul21.com.br/jornal, 2016.
CARVALHO, D. V. ‘A cada setembro, uma guerra renasce’. Correio do Povo. Porto Alegre-RS, 2014. Palavras-chave: Guerra Civil Farroupilha, identidade gaúcha. Disponível em: http://digital.correiodopovo.com.br/
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CARVALHO, D. V. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio De Janeiro, Brasil com período sanduíche em Universidad de Buenos Aires (Orientador : Prof. Dr. Miguel Àngel Rosal) Título: Nas fronteiras da Liberdade: experiências negras de recrutamento, guerra e escravidão (Brasil Meridional – 1830-1850), Ano de obtenção: 2013.
ALADRÈN, Gabriel. “Sem respeitar fé nem tratados”: escravidão e guerra na formação histórica da fronteira sul do Brasil (Rio Grande de São Pedro, c. 1777-1835). Tese de Doutorado: UFF, 2012.
ANDREWS, George Reid. “Um Raio Exterminador”. As Guerras pela Liberdade, 1810-1890. América Afro-Latina. 1800-2000. São Carlos: EDUFSCar, 2007.
_________. “Os Negros, Novos Cidadãos”. A Política da Liberdade, 1810-1890. América Afro-Latina. 1800-2000. São Carlos: EDUFSCar, 2007.
ARAÚJO, Tiago Leitão.Para o outro lado da linha: as fugas de escravos para o além fronteira (século XIX). Seminário Escravidão, Fronteiras e Relações Internacionais no Império do Brasil, Programa de Pós-Graduação em História, UNIRIO, 2011.
BERUTE, Gabriel Santos. Dos escravos que partem para os portos do sul: Características do Tráfico Negreiro do Rio Grande de São Pedro do Sul, c.1790- c.1825. Dissertação de Mestrado, UFRGS, 2006.
BETTIE, Peter, Conscription versus penalservitude: army reform’s influence on the brazilian estate’s management of social control, 1870-1890. In: Journal of Social History. Fairfax, Virginia: Johns Hopkins University. Volume 32, number 4, 1999;
BORUCKI, Alex; CHAGAS, Carla; STALLA, Natália. Esclavitud e Trabajo. Un estúdio sobre los afrodescendientes en la frontera uruguaya (1835-1855). Pulmón Ediciones, 2004.
MALLO, Silvia; TELESCA, Ignácio (Org.). Negros de La Patria. Los Afrodescendientes em lãs luchas por la Independencia en el Antiguo Virreinato del Rio de La Plata. 1 ed, Buenos Aires: SB, 2010.
CARATTI, Jonatas Marques.. O chão da liberdade: as trajetórias da preta Faustina e do pardo Anacleto pela fronteira rio-grandense no contexto das leis abolicionistas uruguaias (1842-1862), Dissertação de Mestrado, UNISINOS, 2011.
CASTRO, Celso; IZVEKSOHN, Vitor, KRAAY, Hendrik. Nova História Militar Brasileira. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
CARVALHO, Marcus. J. M. Os negros armados pelos brancos e suas independências no Nordeste, 1817-1848. In: JANCSÓ, István. (Org.). Independência: História e Historiografia. 1 ed. São Paulo: Hucitec/FAPESP, 2005, v. 1, p. 881-914.
FARINATTI, Luis Augusto Ebling. Nos Confins Meridionais: Família de elite e sociedade agrária na Fronteira sul do Brasil (1825-1865). Santa Maria: Ed. Da UFSM, 2010.
FREGA, Ana. Caminos de libertad em tiempos de revolución. Los esclavos em la Provincia Oriental Artiguista. 1815-1820. In: História Unisinos. Vol. 4, nº 02, 2000.
GRINBERG, Keila. O fiador dos brasileiros: cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
__________. Escravidão, Alforria e direito no Brasil oitocentista: reflexões sobre a lei de 1831 e o “princípio da liberdade” na fronteira sul do Império Brasileiro. In: CARVALHO, J. M. (org.). Nação e Cidadania no Império. Novos Horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.
__________. A Fronteira da Escravidão: a noção de “solo livre” na margem sul do Império brasileiro. III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. In: Anais Eletrônicos do III Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Criciúma, 2008.
__________. A Sabinada e a politização da cor na década de 1830. In: GRINBERG; SALLES (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
__________; SALLES, Ricardo (org.) O Brasil Imperial, vol. II. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
GUAZZELLI, César Augusto. A República Rio-Grandense e o Rio da Prata: a questão dos escravos libertos. In: Anais Eletrônicos do II Encontro de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional. Porto Alegre, 2006.
KRAAY, Hendrik. “O abrigo da farda”: o Exército brasileiro e os escravos fugidos, 1800-1888. In: Afro-Ásia. Revista de Estudos Afro-orientais da Universidade Federal da Bahia. Salvador. nº 17, 1996.
LEITMAN, Spencer. Raízes sócio-econômicas da guerra dos farrapos. Rio de Janeiro: Graal, 1979.
_________. Negros Farrapos: Hipocrisia Racial no sul do Brasil do séc. XIX. In: A Revolução Farroupilha: História e Interpretação. PESAVENTO (e outros). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1997.
RIBEIRO, José Iran. Quando o serviço os chamava: Milicianos e Guardas-Nacionais no Rio Grande do Sul. Santa Maria: ED. da UFSM, 2005.
________. “De tão longe para sustentar a honra nacional”: brasileiros na Guerra dos Farrapos (1835-1850). Programa de Pós-Graduação em História Social/UFRJ, Tese de Doutorado, UFRJ, 2009.
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A Conquista da América suscita uma série de debates entre historiadores e também povoa o nosso imaginário. Para explicar a vitória dos espanhóis contra as diversas populações indígenas o panorama clássico parte da seguinte premissa: a conquista foi o confronto entre homens excepcionais, desbravadores, fortemente armados e tecnologicamente superiores contra uma população ingênua, cheia de crendices, mitológica e tecnologicamente inferior. Será que foi assim mesmo?
Para saber a resposta dessa e de outras questões, bem como entender os mitos da conquista da América, embarque com os historiadores Beraba e C. A. nesse episódio.
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Mencionado no Episódio
HQ da Vida #32 LGBTTS: Rapha Almeida, o Stark
Fronteiras no Tempo #11 – Incas e Lino Galindo
SciCast #264: Imunologia
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Livros e Artigos
AMODIO, Emanuele. Formas de la alteridad: construcción y difusión de la imagen del indio americano en Europa durante el primer siglo de la conquista de América. Editorial Abya Yala, 1993. – trechos disponíveis AQUI
ARAM, Bethany. Leyenda negra y leyendas doradas en la conquista de América: Pedrarias y Balboa. Marcial Pons Historia, 2008. trechos disponíveis AQUI
BETHEL, Leslie. História da América Latina. São Paulo: EDUSP, 2000 – (coleção em 11 volumes) – confira quais os títulos e os sumários AQUI
BRUIT, Hector Hernan et al. Bartolomé de las Casas e a simulação dos vencidos: ensaio sobre a conquista hispânica da América. Campinas, 1993. Tese (Livre Docência em História) – Universidade Estadual de Campinas. Disponível em: http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/281347/1/Bruit_HectorHernan_LD.pdf
BRUIT, Héctor Hernán. Derrota e Simulação. Os Índios e a Conquista da América. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, v. 2, n. 1, p. 9-19, 1991. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/8645463/12770
RESTALL, Matthew. Sete mitos da conquista espanhola. Tradução de Cristiana de Assis Serra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
TODOROV, Tzvetan. A Conquista da América: a questão do outro. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
VICENTE, Pereña et al. La idea de justicia en la conquista de América. Madrid: MAPFRE, 1992.
Podcasts
Scicast #158: Ameríndios
Scicast #185: Sulameríndios
Trilha Sonora do Episódio
01. Conquest of Paradise – Vangelis
02. Sultans of Swing – Dire Straits
03. Epic Trailer Music – ALXD
04. Pirate Elves – Derek & Brandon Fiechter
05. Conquer New World – Antti Martikainen
06. Treasure Bay – Brandon Fiechter
07. Battleship – Peter Crowley
08. Blackbeard – Brandon & Derek Fiechter
09. Caribbean Smugglers – Brandon & Derek Fiechter
10. Viking Raiders – Brandon & Derek Fiechter
11. Destination Tortuga – Antti Martikainen
12. Samba do Quilombo – Lenine
13. Zumbi – Jorge Ben Jor
Madrinhas e Padrinhos
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No quinto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o historiador Alex Degan (UFSC) para bater um papo sobre História das Religiões, tema de especialidade do convidado.
A conversa girou em torno da relevância dos estudos sobre a história das religiões e as diversas maneiras como os pesquisadores a encaram, seus objetivos e desafios. Ficou evidente que o ofício do historiador de encontrar as fontes, lê-las, interpretá-las dentro de um contexto no espaço e tempo são essenciais para que se possa construir narrativas que levem em conta a experiência humana com as religiões que professa.
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Saiba mais do nosso convidado
Alex Degan
Curriculo Lattes
Academia.edu
Produção
DEGAN, Alex. Judaísmo em suspensão. Tese de doutorado em História Social. USP, 2013.
BOVO, Cláudia Regina; DEGAN, Alex . As temporalidades recuadas e sua contribuição para a Educação Histórica: o espaço como fonte para a História Antiga e Medieval. REVISTA HISTÓRIA HOJE, v. 6, p. 55-76, 2017. Disponível em: https://rhhj.anpuh.org/RHHJ/article/view/366
DEGAN, Alex. Josefo Exegeta: História e Memória. Revista de História (USP), v. 162, p. 295-310, 2010. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/19160
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
AGNOLIN, Adone. História das Religiões: Perspectiva histórico-comparativa. São Paulo: Paulinas, 2013.
ASSMANN, Jan. Religión y memoria cultural: Diez estudios. Buenos Aires: Lilmod, 2008.
BRELICH, Angelo. Introduzione alla storia delle religioni. Roma: Ateneo, 2006.
CARDOSO, Ciro Flamarion. História das Religiões. Um historiador fala de teoria e metodologia: Ensaios. Bauru: EDUSC, 2005.
JULIA, Dominique. História religiosa. In: LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre (org.). História: Novas Abordagens. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
LAGRÉE, Michel. História religiosa e História cultural. In: RIOUX, Jean-Pierre (org.). Para uma história cultural. Lisboa: Estampa, 1998.
LING, Trevor. História das Religiões. Lisboa: Presença, 2005.
MANOEL, Ivan; FREITAS, Nainora (orgs.). História das Religiões: Desafios, problemas e avanços teóricos, metodológicos e historiográficos. São Paulo: Paulinas, 2007.
MASSENZIO, Marcello. A História das Religiões na cultura moderna. São Paulo: Hedra, 2005.
MATA, Sérgio da. História & Religião. Belo Horizonte: Autêntica, 2010.
MOURA DA SILVA, Eliane. Estudos de Religião para um novo milênio. In: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: Conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2005.
SCARPI, Paolo. Politeísmos: As religiões do Mundo Antigo. São Paulo: Hedra, 2004.
VELASCO, Francisco Diez de. Breve historia de las religiones. Madrid: Alianza Editorial, 2006.
Expediente
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Falta muito pouco para atingirmos nossa 2ª meta no Padrim, o site do nosso financiamento coletivo (veja as possibilidades de apoio e as recompensas nesse post). Pensando no fim de ano e no período de renovação que o Reveillon anuncia, decidimos lançar o piloto de uma de nossas novas atrações, o Fronteiras no Tempo: Pequenas Histórias.
A ideia desse programa é abordarmos de forma cronológica alguns processos históricos, biografias, causos, peculiaridades e, também, os chamados grandes eventos de forma curta e objetiva. Nesse piloto o tema escolhido foi a Revolução Francesa.
O tema coincidiu com o nosso episódio #32, mas a ideia é que sejam temas independentes e sempre inéditos, ou seja, mais conteúdo para você que nos ouve. Comente por qualquer um dos meios disponíveis e que achar mais conveniente.
Para que essa atração se torne viável, seu apoio é fundamental!
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PADRIM
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CATEGORIAS E RECOMPENSAS DOS NOSSOS PADRINHOS E MADRINHASSOU UM(A) ENTUSIASTA DA HISTÓRIA
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Mencionado no Episódio
Fronteiras no Tempo #32: A Revolução Francesa
SciCast #262: Os “Ismos” da Política 2 – Nacionalismo e Nazi-Fascismo
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Material Complementar
ALMEIDA, Claudio Aguiar. Razão, religião e revolução: luzes e sombras nas telas de Jacques-Louis David. Anais do Museu Paulista, São Paulo, v. 24, n. 3, p. 269-298, dez., 2016 . Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-47142016000300269&lng=en&nrm=iso.
BURKE, Peter. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
CHARTIER. As origens culturais da Revolução Francesa. Tradução de George Schlesinger. São Paulo: Editora da Unesp, 2009, 316 p
DARTON, Robert. Poesia e Polícia. São Paulo: Cia das Letras, 2014.
GOMEZ MENDOZA, Miguel Ángel. La fábrica escolar de la historia historiografia y concepción de la revolución francesa en los libros de texto escolar de ciencias sociales e historia de la educación secundaria colombiana. Rev.hist.educ.latinoam., Tunja , v.15, n.20, p.205-244, jun., 2013. Disponível em: http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0122-72382013000100011&lng=en&nrm=iso.
HUNT, Lynn. Política, cultura e classe na Revolução Francesa. São Paulo: Cia da Letras, 2007.
PERROT, Michelle (org.). História da vida privada 4: da Revolução Francesa à Primeira Guerra. São Paulo: Cia das Letras, 1999.
PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla B. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2003.
VOLVELLE, Michel. Imagens e Imaginário na História: fantasmas e certezas nas mentalidades desde a Idade Média até o século XX. São Paulo: Ática, 1991.
VOVELLE, Michel. A Revolução Francesa: 1789-1799. São Paulo: E. Unesp, 2012.
VOVELLE, Michel. A Revolução Francesa explicada à minha neta. São Paulo: Ed. Unesp, 2007.
Videos
DOCUMENTÁRIO Revolução Francesa History Channel
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No quarto episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o historiador Flávio Henrique Dias Saldanha (UFTM) para bater um papo sobre a Guarda Nacional no Império do Brasil, tema de especialidade do convidado.
A conversa girou em torno das tensões entre os poderes central e local e a Formação do Estado Brasileiro. Além disso, o historiador também refletiu sobre a necessidade de conciliação entre os grupos de poder locais e os usos políticos das patentes da Guarda Nacional.
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Saiba mais do nosso convidado
Flavio Henrique Dias Saldanha
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Produção
SALDANHA, Flávio H. D.. O Império da Ordem: Guarda Nacional, coronéis e burocratas em Minas Gerais na segunda metade do século XIX (1850-1873). 1. ed. São Paulo: UNESP, 2013. 225p .
SALDANHA, Flávio H. D.. Os Oficiais do Povo: a Guarda Nacional em Minas Gerais oitocentista, 1831-1850. 1. ed. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2006. 170p
SALDANHA, Flávio H. D.. Votos, fardas e carisma: as eleições dos oficiais da Guarda Nacional em Mariana (1831-1850). In: Andréa Lisly Gonçalves; Helena Miranda Mollo; Marco Antônio Silveira. (Org.). Termo de Mariana: História e Documentação. 1ed.Ouro Preto: UFOP, 2010, v. III, p. 147-164
SALDANHA, Flávio H. D.. Cidadãos em armas. Revista de História da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro/RJ, , v. 118, p. 30 – 33, 01 jul. 2015.
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado
CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem/Teatro de sombras. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
CASTRO, Jeanne Berrance de. A milícia cidadã: Guarda Nacional de 1831 a 1850. Rio de Janeiro: Ed. Nacional, 1977.
SCHWARTZ, Lilia Moritz. As barbas do imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: Beraba
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No Dia da Nacional Consciência Negra, 20 de novembro, os historiadores C. A. e Beraba refletem juntos sobre os porquês da existência e da celebração desta data. Embarque nessa jornada na qual contamos a história e as visões construídas sobre o herói nacional Zumbi dos Palmares ao longo do tempo.
No episódio:
Entenda a origem, a importância e a necessidade de termos o Dia Nacional da Consciência Negra, descubra como foi o processo para a instituição desta data cívica, compreenda o que era e é um Quilombo e por que falamos de Zumbis (no plural) e surpreenda-se com as as narrativas construídas sobre Zumbi dos Palmares ao longo da História do Brasil.
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Mencionado no Episódio
Ganga Zumba. Dir. Caca Diegues. Brasil, 1963.
Quilombo. Dir. Caca Diegues. Brasil-França, 1984.
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
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Livros e Artigos
FRANÇA, J. M. C. FERREIRA, R. A. Três vezes Zumbi: a construção de um herói brasileiro. São Paulo: Três Estrelas, 2012.
GOMES, F. S. De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. São Paulo: Claro Enigma, 2011.
GOMES, F. S.; DOMINGUES, P. (orgs.). Políticas da Raça: experiências e legados da abolição e da pós-emancipação no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2014.
GOMES, F. S.; DOMINGUES, P. Da nitidez à invisibilidade: legados do pós-emancipação no Brasil. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013.
GOMES, Nilma Lino. Diversidade étnico-racial, inclusão e equidade na educação brasileira: desafios, políticas e práticas. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação – Periódico científico editado pela ANPAE, [S.l.], v. 27, n. 1, abr. 2011. ISSN 2447-4193. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/rbpae/article/view/19971>.
NASCIMENTO, E. L (org.) A matriz africana no mundo. São Paulo: Selo Negro, 2008.
SCHWARCZ, L. Nem preto nem branco, muito pelo contrário. São Paulo: Claro Enigma, 2013.
Podcasts
Spin de Notícias #49: 18 Maian 2017 (23/11/2017) Salitre, Life Hacks, Zumbis e Comida do séc XVII
Fronteiras no Tempo #4 – Raça e Racismo no Brasil
Fronteiras no Tempo #14 – Partilha da África
Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro
Fronteiras no Tempo #30: Abolição da Escravidão
Fronteiras no Tempo: Historicidade #7 História da África e da cultura afrobrasileira
Links
Fundação Cultural Palmares
Personalidades negras: Zumbi dos Palmares
Vídeos
Web-serie Nossa Voz Ecoa
Zumbi dos Palmares|Canal Da História
28 DOCUMENTÁRIOS PARA DEBATER RACISMO
A lista é bem variada, indo desde produção de alunos do colégio Pedro II até cinema experimental negro e conta, também, com documentários profissionais e premiados que abordam das mais variadas formas as questões históricas e sociais que envolvem as populações negras brasileiras.
1) Menino 23
https://www.youtube.com/watch?v=4wmraawmw38
2) Chacinas nas periferias
https://www.youtube.com/watch?v=53rQggrAouI
3) A História do Racismo e do Escravismo (BBC)
https://www.youtube.com/watch?v=0E6kcJm1YS4
4) Raça Humana
https://www.youtube.com/watch?v=y_dbLLBPXLo
5) O negro no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=zJAj-wGtoko
6) Ninguém nasce assim
https://www.youtube.com/watch?v=6H_xfUCLWBY
7) Racismo Camuflado no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=zJVPM18bjFY
8) Negro lá, negro cá
https://www.youtube.com/watch?v=xPC16-Srbu4
9) Vidas de Carolina
https://www.youtube.com/watch?v=AkeYwVc2JL0
10) Negros dizeres
https://www.youtube.com/watch?v=agvSmz1k_Us
11) Mulher negra
https://www.youtube.com/watch?v=WDgGLJ3TPQU
12) Negro Eu, Negro Você
https://www.youtube.com/watch?v=lpT17VJpnX0
13)A realidade de trabalhadoras domésticas negras e indígenas
https://www.youtube.com/watch?v=s4UsjpFg2Vg
14) Espelho, Espelho Meu!
https://www.youtube.com/watch?v=44SzV2HSNmQ
15) Open Arms, Closed Doors
https://www.youtube.com/watch?v=uXqpOFBXjBs
16) The Brazilian carnival queen deemed ‘too black’- A Globeleza que era negra demais
https://www.youtube.com/watch?v=S0ODz9aIQ_k
17) Boa Esperança – minidoc
https://www.youtube.com/watch?v=3NuVBNeQw0I
18) Você faz a diferença
https://vimeo.com/27014017#at=70
19) Memórias do cativeiro
https://www.youtube.com/watch?v=_Hxhf_7wzk0
20) Quilombo São José da Serra
https://www.youtube.com/watch?v=f0asl1-SpP4
21) 7%
https://www.facebook.com/usp7doc/
22) Olhos azuis
https://www.youtube.com/watch?v=In55v3NWHv4
23) Pele negra máscaras brancas e Tornar-se negro [vídeo do vlog sobre literatura negra]
https://www.youtube.com/watch?v=0K0VrAAL5_E
24) Introdução ao pensamento de Frantz Fanon
https://www.youtube.com/watch?v=mVFWJPXscm0
25) Invernada dos Negros
https://www.youtube.com/watch?v=TCyu-Tb6D1o
26) A negação do Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=PrrR2jgSf9M
27) Sua cor bate na minha
https://www.youtube.com/watch?v=gm-WjcZwgvg
28) História da Resistência Negra no Brasil
https://www.youtube.com/watch?v=68AApIpKuKc
Trilha Sonora do Episódio
01. Guerreiro do Quilombo – Mestre Barrão
02. Ten Long Years – BB King And Eric Clapton
03. Cê Não Ta Preparado – Marboy Thugzz
04. Capoeira Mata Um – Jackson do Pandeiro
05. Cadê Tereza – Os Originais do Samba
06. Aquele Um – Djavan
07. A Vida em Seus Métodos Diz Calma – Di melo
08. Bebete Vãobora – Jorge Ben Jor
09. Funky Tamborim – Tania Maria
10. Vidigal – Banda Black Rio
11. Menina Mulher da Pele Preta – Jorge Ben Jor
12. Canto dos Quilombos – Carlos Henrique Machado
13. Zumbi, A felicidade Guerreira – Gilberto Gilberto
14. Guerreiras Quilombolas – Celia Sampaio
15. Quilombo O Eldorado Negro – Gilberto Gil
16. As Vezes me Chamam de Negro – Mestre Luiz Renato
17. Banditismo por uma Questão de Classe – Chico Science & Nação Zumbi
18. Take it Easy my Brother Charles – Jorge Ben Jor
19. Swinga Sambaby – Trio Mocoto
20. Maria Fumaça – Banda Black Rio
21. Na Baixa do Sapateiro – Banda Black Rio
22. Linda e Preta – Nara Couto
23. Hei, Afro – Cidade Negra
24. Descobridor dos Sete Mares – Tim Maia
25. Soul do Samba – Márcio Local
26. Esperanças Perdidas – Os Originais do Samba
27. Reza Vela – O Rappa
28. It’s Not Unusual – Tom Jones
29. Lucille – Little Richard
30. Masculino e Feminino – Pepeu Gomes
Madrinhas e Padrinhos
Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Danilo Alves Cassonato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique S. de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Maria Rosi Pericolo, Mayara Araujo dos Reis, Paulo Henrique De Nunzio, Rachel Magro, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Rômulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales e ao padrinho anônimo
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No terceiro episódio da segunda temporada do Historicidade, o programa de entrevista do Fronteiras no Tempo: um podcast de história, recebemos o internacionalista Daniel Rei Coronato para bater um papo sobre suas pesquisas, que se voltaram para as questões que envolviam as fronteiras brasileiras durante a Guerra dos Farrapos/Revolução Farroupilha e as relações diplomáticas com a região do Prata.
Conversamos também sobre as tensões entre o poder local e o central no Império e como a região meridional, que abre e delimita diferentes portas e conexões entre os países do chamado cone sul, foi fundamental para a consolidação da unidade territorial brasileira.
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Daniel Rei Coronato
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Produção
Grupo de pesquisa (NEAI – Núcleo de Estudos e Análises Internacionais): https://neai-unesp.org/
CORONATO, Daniel Rei. Visões da Diplomacia Brasileira no Prata: Os ofícios do governo do Rio Grande do Sul. Cadernos do CHDD, n.31 – “Visões da Diplomacia Brasileira no Prata: Os ofícios do governo do Rio Grande do Sul”. Disponível em: http://funag.gov.br/chdd/index.php/cadernos-do-chdd?id=281
CORONATO, Daniel Rei. A política externa das últimas décadas do Império Brasileiro (1870-1889). Revista Eletrônica da ANPHLAC, v. XIII, p. 113-132, 2014. Disponível em: http://revistas.fflch.usp.br/anphlac/article/view/1427
Indicações Bibliográficas sobre o tema abordado (comentadas)
A Construção da Ordem: a elite imperial; II Teatro de Sombras: a política imperial – José Murilo de Carvalho (Um dos estudos clássicos sobre a formação do Estado imperial)
A diplomacia brasileira no Prata: injúrias, motivos e pretextos : (1863-1865) – Maria Luisa Nabinger de Almeida (Muito interessante para entender a dinâmica da diplomacia brasileira na região do Prata)
A espada de Dâmocles: o exército, a guerra do Paraguai e a crise do Império – Wilma Peres Costa (Essenciais no entendimento das conexões entre o exército, a construção nacional e a política externa; Caxias é figura essencial em todas essas dimensões)
As “califórnias” do Chico Pedro – S.C. Franco (Trata das ações do barão de Jacuí e suas invasões ao território oriental. Um dos principais assuntos durante o período que antecedeu a Guerra contra Oribe e Rosas na fronteira meridional)
Duque de Caxias: o homem por trás do monumento – Adriana Barreto de Souza; O Exército na consolidação do Império: um estudo histórico sobre a política militar conservadora – Adriana Barreto de Souza
FARINATTI, L. A. E. Confins meridionais: famílias de elite e sociedade agrária na Fronteira Sul do Brasil (1825-1865). Tese de Doutorado. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2007
FARINATTI, L. A. E.; VARGAS, J. M. Elites regionais, guerra e compadrio: a família Ribeiro de Almeida e suas redes de relações (Rio Grande do Sul, c. 1816-c. 1844). Topoi, Rio de Janeiro, v. 15, n. 29, p. 389-413, 2014. (Ambos muito interessantes para entender o papel do elemento oligárquico e o peso da questão fronteiriça)
La Guerra de la Triple Alianza. Volumen I. Causas e inicios del mayor conflicto de América del Sur – Thomas L. Whigham (Para quem quiser se aprofundar nas raízes históricas e geopolítica da Guerra do Paraguai)
Maldita Guerra – Francisco Doratioto (Obra obrigatória para o entendimento da Guerra do Paraguai)
O expansionismo brasileiro e a formação dos Estados na Bacia do Prata: Argentina, Uruguai e Paraguai (da colonização à Guerra da Tríplice Aliança) – Muniz Bandeira (Imprescindível para uma visão ampla)
O Horizonte da Província: a República Rio-grandense e os caudilhos do Rio da Prata – Cesar Augusto Barcelos Guazzelli (Obra importante para entender o mosaico de atores e interesses na região)
O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil – Miriam Dolhnikoff (Contrasta a visão do José Murilo de Carvalho. Uma das interpretações mais instigantes sobre a temática da formação do Brasil)
O parlamento brasileiro e as relações exteriores (1826-1889) – Amado Cervo (Clássico obrigatório. Ótimo para entender as tendências e doutrinas em política externa no parlamento brasileiro)
O Rio da Prata e a consolidação do Estado Imperial – Gabriela Nunes Ferreira (Um dos mais importantes trabalhos sobre a relação do Brasil com a região platina)
Raízes sócio-econômicas da Guerra dos Farrapos: um capítulo da história do Brasil do século XIX – Leitman (Clássico sobre a guerra civil rio-grandense)
Expediente
Arte da vitrine: Augusto Carvalho; Edição: Talk’nCast; Roteiro e apresentação: C. A. Gravado no estúdio de rádio da Universidade Católica de Santos
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Quantos nomes de povos indígenas você conhece? Sabem onde vivem? E a sua história? Os historiadores C. A. e Beraba no 35º episódio do Fronteiras no Tempo fazem uma reflexão sobre o lugar e o papel dos diversos povos indígenas na História do Brasil.
No Episódio:
Entenda quais foram as abordagens históricas predominantes em relação aos povos indígenas nos últimos séculos, descubra qual nossa relação com a história desses povos, entenda por que as comemorações do dia do índio não fazem justiça à relevante participação destes povos na nossa formação sociocultural, emocione-se ao saber dos constantes massacres de diversas etnias e surpreenda-se com as estratégias de sobrevivência e resistência destes povos ao longo do tempo.
Arte da Capa
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Mencionado no Episódio
A escrita e a autoria fortalecendo a identidade Por Daniel Munduruku, da etnia Munduruku.
SciCast #254: A História da Língua Portuguesa 2
Spin de Notícias #22: 9 Lunan 2017 (17/10/2017) O ensino crítico de História, o patrimônio histórico no soft power e o protagonismo indígena
[site] Povos índigenas no Brasil
Fronteiras no Tempo #19 – Tráfico Negreiro
Fronteiras no Tempo #24: Fim da Ditadura Civil-Militar
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Produção Geral e Hosts: C. A e Beraba, Recordar é Viver: Willian Spengler. Vitrine: Augusto Carvalho, Edição: Talk’nCast
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Livros e Artigos
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. A atuação dos indígenas na História do Brasil: revisões historiográficas. Revista Brasileira de História, v. 37, n. 75, p. 17-38, 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882017000200017&script=sci_abstract&tlng=pt
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios aldeados: histórias e identidades em construção. Tempo, v. 6, n. 12, p. 51-71, 2001. Disponível em: http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg12-3.pdf
ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: FGV, 2010.
CLASTRES, Pierre. A sociedade contra o Estado: pesquisas de antropologia política. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1978.
CUNHA, Manuela Carneiro da. História dos índios no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: FAPESP, 1992.
CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: história, direitos e cidadania. São Paulo: Claro Enigma, 2012.
DEAN, Warren. A ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. 1. ed. São Paulo: Cia. das Letras, 2004. 484 p
Dossiê Protagonismo Indígena. Revista Brasileira de História, v.3, n.75, mai/ago, 2017. http://site.anpuh.org/index.php/2015-01-20-00-01-55/revistas-anpuh/rbh
FAUSTO, Carlos. Os índios antes do Brasil. Rio de Janeiro: Zahar, 2010.
FLORESTAN FERNANDES. A Função Social da Guerra na Sociedade Tupinambá. Edição Mimeografada. São Paulo, 1951.
MELATTI, Julio Cezar. Índios do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2014.
MONTEIRO, John Manuel. Negros da terra: índios e bandeirantes nas origens de São Paulo. São Paulo: Companhia das Letras, 1994.
STADEN, Hans. Duas viagens ao Brasil. São Paulo: Martin Claret, 2000.
Filmes e Documentários
Hans Staden – https://www.youtube.com/watch?v=xBztbsC8WU8
DOCUMENTÁRIO ÍNDIOS NO BRASIL CAPITULO 1 https://www.youtube.com/watch?v=ScaUURAJkC0&t=142s
Comissão da Verdade: Ao menos 8,3 mil índios foram mortos na ditadura militar
Trilha sonora do Episódio
01. Anna Ly – LÍNGUA DE ÍNDIO
02. Legião Urbana – Índios
03. Lenine – Tubi Tupy
04. Marlui Miranda – Araruna
05. David Assayag – Índio do Brasil
06. Yawanawa – Raminô(Canto Mulheres Índigenas)
07. We’e’ena Miguel & Robson Miguel – Maracanadé (A grande festa)
08. Djavan – Cara de Índio
09. Nhaneramoi’i Karai Poty – The Orchard Music, ONErpm (em nome de MCD); ONErpm Publishing (Brazil)
10. Gwyrá Mi – The Orchard Music, ONErpm (em nome de MCD); ONErpm Publishing (Brazil)
11. Mãduvi’ju’i – The Orchard Music, ONErpm (em nome de MCD); ONErpm Publishing (Brazil)
12. Canto dos Índios Yawanawá na Eco Aldeia Flecha da Mata – Canoa Quebrada
13. Lenine – Sob o mesmo céu
14. Gabriel o Pensador – Cachimbo da paz
15. O Rappa – O Homem Amarelo
16. Lobão – O Sofisma (Quem quer votar)
Madrinhas e Padrinhos
Alexandre Strapação Guedes Vianna, Alexsandro de Souza Junior, Anderson O Garcia, Andréa Silva, Andressa Marcelino Cardoso, Artur Cornejo, Barbara Marques, Caio César Damasceno da Silva, Caio Sérgio Damasceno da Silva, Carlos Alberto Jr., Danilo Alves Cassonato, Eani Marculino de Moura, Eduardo Saavedra Losada Lopes, Ettore Riter, Fabio Henrique S. de Medeiros, Felipe Augusto Roza, Iara Grisi, Jonatas Pinto Lima, José Carlos dos Santos, Lucas Akel, Manuel Macias, Marcos Sorrilha, Mayara Araujo dos Reis, Paulo Henrique De Nunzio, Rachel Magro, Rafael Alves de Oliveira, Rafael Igino Serafim, Rafael Machado Saldanha, Raphael Almeida, Raul Landim Borges, Renata Sanches, Rodrigo Vieira Pimentel, Rômulo Chagas, Sr. Pinto, Tiago Gonçalves, Victor Silva de Paula, Wagner de Andrade Alves, Willian Scaquett, Willian Spengler e Yuri Morales e ao padrinho anônimo
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Os historiadores C. A. e Beraba, junto com o Estagiário Rodolfo e Willian Spengler, exploram temas sobre o passado humano. A intenção é aproximar o público que gosta de História com a maneira como o conhecimento histórico é pensado e construído. Isso tudo de forma leve e descontraída.
Atualmente, contamos com três atrações:

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