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Na semana passada, foi notável a valorização da moeda brasileira. A força do real fez o dólar cair mais de 4% e fechar a sexta-feira em R$ 4,99.
Desta vez, o movimento refletiu mudanças nas perspectivas do mercado em relação à própria economia brasileira, e não o cenário externo, como muitas vezes acontece quando falamos de câmbio.
Mas será que essa queda do dólar vai se sustentar?
No minuto 05:25, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, também explica por que, apesar da queda recente, o dólar continua tão distante dos valores de alguns anos atrás. Será que um dia a moeda americana pode voltar a ficar barata como naquela época?
Entenda, ainda:
IPCA: preços de alimentos e energia puxam inflação para cima em setembro.
Ao tomar posse em janeiro, o próximo presidente do Brasil encontrará uma economia que merece atenção.
São muitos os desafios a serem superados: juros elevados, inflação que não caminha para o nível desejado, endividamento crescente do governo, produtividade estagnada e um mundo menos favorável.
Por onde começar? Como lidar com os problemas da economia do país após as eleições?
Entenda também:
O que dizem os últimos dados de inflação e emprego nos EUA;
Na Europa, preços sobem mais que o esperado.
No minuto 09:51, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, traz um panorama do que tem movimentado os mercados globais e dicas sobre onde investir neste cenário.
Na semana passada, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, líderes das duas maiores economias do planeta, se encontraram – e um dos principais assuntos da conversa foi a Inteligência Artificial (IA).
A presença da IA no diálogo entre as maiores economias do mundo dá a dimensão de sua importância. Ela já faz parte do nosso cotidiano, das decisões de investidores, dos planos das empresas e até da disputa global por poder.
Os primeiros efeitos da tecnologia já começaram a aparecer na economia. Como a IA está mexendo com a inflação e o crescimento econômico dos países? E o que podemos esperar daqui para frente?
No minuto 08:37, Claudia Rodrigues, da equipe econômica do C6 Bank, também comenta as nossas expectativas quanto ao impacto da IA no mercado de trabalho.
Ouça, ainda, no episódio:
As pistas do Banco Central sobre um próximo corte (ou não) de juros no Brasil.
O Banco Central do Brasil reduziu a Selic pela quinta vez seguida na semana passada. Com o novo corte de 0,25 ponto percentual, a taxa básica de juros passou de 14% para 13,75%.
Entre os fatores que ajudaram a justificar a decisão, o BC destacou a melhora da inflação brasileira observada nos últimos meses. A continuidade da queda dos juros, no entanto, está sob análise.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve decidiu subir os juros pela primeira vez em mais de três anos. Já o Banco da Inglaterra deixou a porta aberta para uma alta das taxas no Reino Unido na próxima reunião.
No minuto 08:00, a economista Claudia Moreno analisa o que tem permitido o Brasil cortar a Selic em um momento em que os EUA e outros grandes bancos centrais estão apertando o controle sobre a inflação.
O Federal Reserve (Fed, o banco central americano) se reúne nesta semana para decidir os próximos passos dos juros nos Estados Unidos, com a inflação elevada e persistente no centro das atenções.
Os principais índices de preços no país continuam mais de um ponto percentual acima da meta da autoridade, que é de 2%. Ou seja, ainda há um esforço relevante a ser feito para alcançar o “alvo”.
Por que esse cenário preocupa? É hora de o Fed subir os juros e colocar um freio na inflação americana?
No minuto 07:38, Felipe Mecchi, da equipe econômica do C6 Bank, analisa o que os membros do Fed têm dito em entrevistas e discursos recentes e que podem ajudar a prever a decisão do comitê nesta quarta-feira.
Ouça ainda no episódio:
Alta de juros já chegou na Europa;
Petróleo volta a superar os US$ 100;
Inflação brasileira tem maior queda em quatro anos.
Não há motivos, por ora, para acender o alerta sobre o crescimento da economia brasileira. O PIB segue num ritmo próximo de 2% ao ano, como mostram os números do segundo trimestre divulgados pelo IBGE.
Por outro lado, há de se reconhecer que existe, sim, uma desaceleração em curso, em especial quando o assunto é o consumo das famílias.
Diante de um PIB que avança a um ritmo mais lento, cabe analisar: qual a chance de a economia perder temperatura a ponto de esfriar de vez? O risco de uma recessão no curto prazo é real?
No minuto 07:13, a economista Claudia Moreno explica como a trajetória da dívida pública brasileira também pode aumentar os riscos para o crescimento do PIB.
Ouça ainda no episódio:
Emprego forte aumenta chances de alta de juros nos EUA;
Europa também se aproxima de um aperto nas taxas.
A notícia de que o Tesouro dos Estados Unidos irá ampliar a recompra de títulos públicos americanos (Treasuries) de longo prazo movimentou as conversas do mercado financeiro nas últimas semanas.
A decisão foi interpretada como um sinal de incômodo das autoridades americanas com o nível dos juros de longo prazo nos EUA, que atingiram máximas em quase 20 anos.
Mas esse movimento está longe de ser exclusivo dos EUA: os juros longos também têm subido em vários outros países, como Japão, Alemanha e Reino Unido.
Por que o mercado tem exigido retornos maiores para financiar os governos? Estamos caminhando para um futuro de juros mais altos?
No minuto 11:16, entenda também a visão da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, sobre o que tem movimentado os mercados globais.
Ouça ainda no episódio:
Discurso de chefe do BC americano reforça chance de alta de juros;
EUA endurecem sanções econômicas contra o Irã;
O movimento dos mercados globais, com J.P. Morgan Asset Management;
Inflação brasileira tem terceiro mês de alívio.
Os juros altos são um dos grandes problemas enfrentados por famílias e empresas – e isso não é uma novidade. Mas a Selic elevada também tem sido uma dor de cabeça para a dívida pública.
Até uma década atrás, boa parte da dívida brasileira era atrelada a uma taxa prefixada, definida no momento da emissão. Agora, quase metade do valor financiado tem como fator de correção a evolução da taxa Selic.
Assim, quando os juros sobem, o custo da dívida do governo acompanha – como está acontecendo agora. Por que o perfil da dívida pública mudou? E o que isso significa para a economia como um todo?
No minuto 06:57, a economista Claudia Rodrigues também explica como outros países administram suas dívidas – e como o Brasil se compara a eles.
Entenda, ainda:
O incômodo do Tesouro americano com os juros longos;
Novos riscos na guerra do Oriente Médio fazem petróleo subir.
Os números mais recentes de atividade econômica divulgados pelas pesquisas setoriais do IBGE podem suscitar dúvidas sobre o ritmo da economia brasileira.
À primeira vista, pode parecer que o Brasil esfriou. Uma análise mais detalhada dos números sugere que, sim, o crescimento está diminuindo aos poucos, mas a economia não está em uma situação ruim.
É como uma panela que esteve em fogo alto por muito tempo e, agora, está apenas mantendo a temperatura quente.
O que isso significa para famílias e empresas? E o que esperar para o PIB daqui em diante?
No minuto 06:18, a economista Claudia Moreno analisa o que o novo ritmo de crescimento da economia representa para o desemprego e o mercado de trabalho.
Entenda, ainda:
Os juros brasileiros caíram novamente. Na última quarta-feira (5), o Banco Central decidiu cortar a taxa Selic pela quarta vez no ano, para 14%, conforme era esperado.
As atenções do mercado estavam mais voltadas ao comunicado que acompanhou a decisão, em busca de pistas sobre os próximos passos do Comitê de Política Monetária (Copom).
Afinal, ainda há espaço para continuar reduzindo a Selic ou é hora de uma pausa? Qual caminho permitirá ao BC trazer a inflação de volta à meta?
No minuto 06:04, a economista Claudia Moreno também explica, por que, apesar dos últimos cortes de juros, a Selic continua muito elevada, trazendo custos importantes para a economia e para a própria sociedade brasileira.
Entenda, ainda:
Criação de vagas diminui nos EUA, mas Fed deve elevar os juros;
Um possível acordo para ajudar a remediar a crise no Oriente Médio;
Por que Japão e EUA estão tentando frear a desvalorização do iene.
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