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O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre do ano. É um resultado ainda forte, mas que não reverte a trajetória de desaceleração gradual da economia brasileira causada pelos juros elevados.
Com a Selic ainda perto do maior patamar da história, o crédito está sob aperto. No sentido contrário, algumas medidas de estímulo do governo buscam garantir uma demanda mais forte das famílias e empresas.
Qual força vai prevalecer sobre o PIB – o aperto dos juros mais altos ou o impulso do governo ao consumo e investimentos?
Entenda também:
No minuto 10:18, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, atualiza o que tem movimentado os mercados globais.
Os estoques globais de petróleo estão emitindo um sinal de alerta. Com a guerra no Irã prestes a completar três meses, especialistas se preocupam com a possibilidade de preços ainda mais elevados e, no pior dos casos, de desabastecimento.
Apesar da expectativa por um acordo e das notícias recentes de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz – região entre o Irã e Omã por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás –, a rota continua praticamente fechada, pressionando a oferta de energia mundo afora.
Quais podem ser os próximos efeitos da guerra no Oriente Médio? Para além da alta dos preços, existe risco de faltar petróleo?
No minuto 06:28, a economista Claudia Rodrigues explica o que alguns países têm feito para tentar remediar a crise, seja liberando suas reservas estratégicas de petróleo ou reduzindo o consumo de energia.
Entenda também:
No Reino Unido, inflação e desemprego são riscos para o governo;
Preços ao produtor no Brasil mostram reflexos da guerra no Oriente Médio.
As exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior.
A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário.
O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta.
O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo?
No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta.
Entenda também:
Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed;
No Brasil, inflação também sobe;
Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026.
Os Estados Unidos criaram em média 48 mil vagas de emprego por mês no último trimestre. É menos do que a média dos últimos anos.
O que parece ser um sinal de desaceleração do mercado de trabalho pode ser, na verdade, uma mudança na dinâmica do emprego americano.
O menor fluxo de imigrantes no país e o envelhecimento da população nativa causaram uma redução na força de trabalho. Os efeitos já são vistos na menor geração de empregos e na dificuldade das empresas americanas de encontrar trabalhadores.
Como a transformação do mercado de trabalho americano pode afetar as decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA)?
No minuto 07:19, a economista Claudia Moreno também explica o que podemos esperar para o comportamento do dólar no Brasil.
Entenda, ainda:
Petróleo cai, mas guerra no Irã segue sem solução;
Caminho mais incerto para a Selic.
O Banco Central decidiu continuar o ciclo de cortes de juros no Brasil e reduziu a taxa Selic para 14,5% na semana passada.
O corte, de apenas 0,25 ponto percentual, era amplamente esperado pelo mercado – em um cenário em que a guerra no Oriente Médio eleva os riscos para a inflação e exige mais cautela da política monetária.
Não por acaso, em outras economias, os bancos centrais decidiram esperar: Estados Unidos, zona do euro e Reino Unido mantiveram os juros inalterados diante das incertezas.
Quais razões estão por trás da decisão do Brasil de seguir cortando juros nesse ambiente? E até onde a Selic pode cair?
Entenda também:
Acordo entre União Europeia e Mercosul entra em vigor;
Nos EUA, Fed pode não ter espaço para cortar juros;
Europa avalia alta de juros por causa da guerra.
No minuto 13:11, contamos ainda com a participação da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, para analisar o que tem mexido com os mercados globais.
Considerado o maestro da economia global pela sua capacidade de influenciar os rumos do maior mercado financeiro do mundo, o banco central americano poderá ter um novo presidente em breve.
O indicado ao cargo, Kevin Warsh, esteve no Senado americano na última semana para responder a perguntas sobre seu possível mandato.
Ouvir o que diz o novo “chefe da orquestra” ajuda a entender para onde a política monetária da maior economia do mundo pode caminhar, em especial quando há apelos da Casa Branca por juros mais baixos nos EUA.
Afinal, o que esperar do novo presidente do Fed?
No minuto 06:31, Felipe Mecchi, analista na equipe econômica do C6 Bank, também avalia a importância de se ter um banco central independente.
Entenda, ainda, no episódio:
Inflação acelera mais uma vez no Reino Unido;
Com guerra, empresas enfrentam custos elevados.
O dólar voltou a cair e fechou abaixo de R$ 5 na semana passada.
À primeira vista, parece contraditório. Em geral, guerras como a que está acontecendo no Oriente Médio aumentam a aversão ao risco – ou seja, deixam os investidores mais cautelosos – e tendem a fortalecer o dólar, visto como um ativo mais seguro.
Ainda assim, foi nesse ambiente conturbado que a moeda americana atingiu o menor nível frente ao real em mais de dois anos.
O que explica a queda recente do dólar no Brasil? E até onde ela pode ir?
No minuto 06:09, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, analisa o que tem tornado o Brasil mais atrativo para investimentos estrangeiros.
Entenda, ainda, no episódio:
Dados de atividade mostram que a economia brasileira segue em expansão;
Na China, PIB cresce 5% no primeiro trimestre, impulsionado por exportações.
Os efeitos da guerra no Oriente Médio já começam a aparecer na inflação do Brasil.
O governo brasileiro tem anunciado uma série de medidas para tentar evitar que a alta nos preços do petróleo e de outros insumos chegue ao consumidor, mas, em março, esse impacto foi sentido – principalmente nos combustíveis.
No fim das contas, em que medida o conflito deve pesar sobre a inflação brasileira?
No minuto 07:00, Claudia Moreno, economista do C6 Bank, também analisa como a guerra pode limitar o ciclo de cortes da taxa Selic.
Entenda, ainda, no episódio:
Nos EUA, inflação elevada reforça as chances de juros parados em 2026.
Depois de semanas de conflito, não é novidade que a guerra no Oriente Médio terá impactos relevantes sobre a inflação e os juros globais.
Na semana passada, o petróleo tipo Brent (referência internacional) voltou a encostar nos US$ 120 por barril e fechou março com a maior alta mensal em três décadas – um reflexo da restrição de oferta causada pela guerra.
Mas, se por um lado o efeito sobre preços e juros já parece inevitável, o impacto sobre o crescimento econômico dos países é mais incerto.
Será que a guerra vai esfriar o PIB global?
No minuto 06:22, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, também analisa como os mercados globais têm reagido às notícias do conflito no Irã.
Entenda, ainda, no episódio:
Inflação volta a preocupar na Europa;
Nos EUA, dados de emprego vêm acima do esperado.
Depois de uma queda expressiva no último ano, o dólar voltou a ganhar fôlego em março, tanto no Brasil quanto no resto do mundo.
O DXY – índice que compara a moeda americana a uma cesta de divisas de países desenvolvidos – subiu mais de 2% nos últimos 30 dias, após recuar quase 10% ao longo de 2025.
Esse movimento de alta coincide com o início da guerra no Irã, que trouxe novos riscos para a inflação nos Estados Unidos e deve influenciar o rumo dos juros por lá.
O que esperar do dólar daqui para frente?
No minuto 06:02, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica porque a alta do dólar vem sendo sentida de forma diferente em cada país. No Brasil, por exemplo, a depreciação do real tem sido limitada.
Entenda também:
A economia global sente os efeitos da guerra;
Prévia da inflação no Brasil vem pior que o esperado;
Acordo UE-Mercosul perto de sair do papel.
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