Exigir maior transparência na vida pública pode prevenir comportamentos irregulares de pessoas ou entidades a quem os cidadãos atribuem a sua confiança. Onde se estabelecem os limites entre a transparência e o voyeurismo? A informação apurada na regulação da transparência deve ser automaticamente do domínio público? Há efeitos negativos numa transparência extrema? São convidados: Susana Coroado, politóloga e investigadora (Dublin City University / ICS-UL), ex-presidente da Transparência Internacional Portugal (2020–2022), especialista em corrupção e boa governação. António Delicado, jurista, vogal do Conselho de Administração do MENAC (Mecanismo Nacional Anticorrupção) e vice-presidente do GRECO (Conselho da Europa).