Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Unidade de Reino Unido perante Brexit
    As dificuldades de ser político em França, a versão da polícia sobre a morte o jovem Steve Maia Caniço é contestada, o acordo sobre a imigração que provoca a discórdia na Guatemala, os jiadistas dos acampamentos do Curdistão sírio, os incêndios na Sibéria, o Brexit e a unidade do Reino Unido, o jornalista Glenn Greenwald ameaçado pelo governo brasileiro desde que o sítio de informação the Intercepet começou a revelar as ilegalidades cometidas pelo então juiz e agora Ministro da Justiça Sergio Moro para prender o antigo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a baixa da taxa de juros pelo banco central americano, estão entre os destaques nas edições de quinta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França: morte de Steve Maia Caniço gera controvérsia
    A crise no Golfo e o braço de ferro entre os Estados Unidos e o Irão, os vinte aspirantes à candidatura democrata para a eleição presidencial americana de 2020, a anulação pelo Presidente Bolsonaro de um encontro com o chefe da diplomacia francesa para ir cortar o cabelo,a Etiopia minada pelos conflitos étnicos,a polémica em redor de Steve Maio Caniço jovem francês que morreu no rio Loire na região de Nantes, no dia 21 de Junho, estão entre os destaques nos jornais de hoje.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Boris Johnson e o Brexit sem acordo
    O novo Primeiro-ministro britânico Boris Johnson prepara-se para uma saída do Reino Unido da União Europeia sem acordo, os riscos de fragmentação do Reino Unido, a China perante as manifestações em Hong Kong, Donald Trump e a política anti-imigração como base para a sua reeleição, os vinte anos de reinado de Mohamed VI do Marrocos, a campanha contra a privatização dos aeroportos de Paris, são alguns dos focos de actualidade nos jornais de terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - China ameaça manifestações de Hong Kong e acusa Ocidente
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas tanto a nível nacional como internacional.
    LE MONDE titula Hong Kong: Pequim adverte os opositores. Paralelamente às manifestações deste fim-de-semana em Hong Kong, China apelou firmemente esta segunda-feira ao fim da contestação. Se o porta-voz do governo teve um discurso moderado, a imprensa oficial é mais guerreira e denuncia ingerências estrangeiras. Eddi Chu, deputado da oposição pró-democrática interroga-se sobre a atitude da China: "eu não acredito que Pequim saiba o que está a fazer".
    Considerando que as manifestações pacíficas já não bastam, uma franja da juventude é tentada pela radicalização e doravante faz frente à polícia. "O pior cenário seria a intervenção do exército chinês, o que seria o fim de um país dois sistemas", afirma um estudante de 23 anos, ao jornal LE MONDE.
    Ainda no internacional, o mesmo vespertino, destaca Brexit: a receita trumpiana de Boris Johnson. O primeiro-ministro britânico quer um plano de desregulação e de  relançamento económica, criando portos francos e autorizando organismos geneticamente modificados.
    Le MONDE dá relevo ainda ao Brasil onde a morte de um chefe wajãpi ilustra a violência contra os indígenas. Garimpeiros clandestinos são suspeitos de terem levado a cabo o ataque sangrento no coração da reserva protegida do Amapá.
    Mudando de assunto por cá em França, LE FIGARO titula férias grandes: as novas preferências dos franceses. França continua a ser o primeiro destino turístico do mundo e a primeira escolha dos franceses. O litoral atlântico ou mediterrânico lidera as preferências mesmo se o interior do país tem cada vez mais adeptos. Outra tendência é que devido à crise os filhos de 30 e 40 anos fazem férias com os pais que pagam o aluguer das habitações de verão, acrescenta LE FIGARO. 
    Exemplaridade, uma exigência colectiva, titula, LA CROIX. Após a demissão de François de Rugy, o jornal lança o debate chamando à atenção para a Suécia onde a cultura da exemplaridade conjugada com uma forte exigência de transparência está inscrita há muito tempo na ética pública.
    No caso da França, "para se evitar uma guerra de todos contra todos cada cidadão francês deve dar mais importância ao interesse geral do que ao seu próprio  interesse", afirma o historiador Olivier Christin, ao jornal LA CROIX.
    Enfim, desporto com LIBÉRATION a titular: Egan Bernal, o novo mundo. Primeiro colombiano a ganhar ontem a volta a França de bicicleta. Aos 22 anos, o colombiano Egan torna-se no vencedor mais jovem da volta a França desde 1909 e o primeiro a levar a camisola amarela a Colômbia, um país onde o ciclismo se confunde com a história. 
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, pergunta em título: um novo ciclo? A  volta 2019 poderia ser o I acto de uma verdadeira renovação do ciclismo enquanto monumento nacional.
    Graças a Julian Alaphilippe, mas também Thibaut Pinot, as 3 semanas da corrida de bicicleta foram uma autêntica folia francesa. As normas foram contestadas e desfeita. É o começo da revolução do ciclismo?
    Em todo o caso, Alaphilippe, que ficou em 5° lugar desta edição 2019, ficará como o vencedor moral que teremos de honrar e que um dia os historiadores terão de incluir no grande livro dos Ilustres, acrescenta L'HUMANITÉ.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Tunísia: incertezas após morte de Essebsi
    A Tunísia depois da morte do presidente Essebsi,o fracasso de Pedro Sanchez na tentativa para constituir uma maioria governamental, os esgotamentos e os suicídios na função pública francesa, os Estados Unidos retomam as execuções de pena de morte e Boris Johnson e o Brexit, estão em destaque nos jornais de sexta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Altas temperaturas à escala do Planeta Terra
    As primeiras páginas da imprensa francesa apresentam-se diversificadas entre assuntos que vão desde o clima, passando pela poupança até ao ciclismo.
    A Terra vive o seu período mais quente dos últimos 2000 anos, titula, LE MONDE. Um estudo publicado ontem pela revista Nature retraça 2 mil anos de variações da temperatura à escala planetária. Segundo certos paleo-climatólogos o aquecimento actual é tanto inédito quanto a sua intensidade universal. Com excepção do Antártico, a subida das temperaturas atinge todo o planeta.
    Em França, 20 departamentos estão em estado máximo de alerta vermelha e várias cidades bateram os recordes da temperatura, com casos extremos dos Bordéus e Rennes e as consequências para as culturas e florestas são preocupantes, acrescenta LE MONDE. 
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, quem tira proveito do dinheiro gratuito. Em França e na Europa as taxas de juro historicamente baixas favorecem os empréstimos e penalisam a poupança. Os que ganham e os que perdem com taxas baixas. O que compra no sector imobiliário sorri, aquele que tem uma caderneta de poupanças faz careta, enquanto as empresas comprar e investem.
    A banca não tem bom aspecto, enquanto para o Estado é um balão de oxigénio. A poupança do francês vai para os seguros de vida, carteiras de desenvolvimento sustentável e solidário ou depósitos à vista, essencialmente conta corrente e activos financeiros, fundamentalmente, imobiliária, nota LA CROIX. 
    L'HUMANITÉ, titula sobre o escândalo do mercado de bifes. O Estado falhou à sua missão de controlo neste sector de carne bem passada muito concorrida pelos mais pobres. Em França 5.5 milhões de pessoas beneficiam de ajuda alimentar e segundo um relatório de um parlamentar comunista as associações caritativas têm estado a alertar sobre esta situação há vários anos.
    Mudando de assunto de assunto, no internacional, LE MONDE destaca Reino Unidos, Boris Johnson  fixa 99 dias dias para cumprir Brexit. O novo primeiro ministro britânico prometeu negociar o acordo com a União europeia ou sair sem compromisso até 31 de outubro. Disse ainda que o trabalha para o povo que é o seu patrão, aproveitando para remodelar profundamente o seu governo afastando os ministros que não acreditam no Brexit.
    O mesmo vespertino, destaca ainda Estados Unidos e o ex-procurador especial Mueller que foi ouvido ontem no Congresso, onde se mostrou parco em palavras. Os democratas tentaram levar Mueller para o campo da destituição de Trump mas o ex-procurador não mordeu o anzol, nota LE MONDE.
    E no Porto Rico, o governador Ricardo Rossello, desacreditado foi forçado a demitir-se. Após 13 dias de manifestações contínuas nas ruas da capital de Porto Rico, San Juan, o governador, lançou a toalha para o chão. Na origem desta demissão uma onda de insultos, homofobia e sexismo contra mulheres, homossexuais e gays. O cantor Ricky Martin, homossexual, tornou-se porta-voz do movimento de protesto ao lado do rapper Bad Bunny e do duo do sucesso musical Despacito, Daddy Yankee e Luis Fonsi.
    Enfim, LIBÉRATION titula sobre o show da volta à França de bicicleta. Os franceses Julian Alaphilippe e Thibaut Pinot continuam na corrida para a vitória no domingo com a chegada aos Campos Elíseus.
    Para LE FIGARO, a França redescobre a magia da volta. No seu editorial, o jornal afirma ser a vta a última epopeia francesa. Todos os anos pelo Verão e durante 3 semanas são cerca duma centena de ciclistas que se lançam nas estradas à conquista da França. São heróis anónimos que não ficarão registados na História, mas aplaudidos nas bermas das estradas por milhares de franceses.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Debate sobre lei de bioética em França e Boris Johnson no Reino Unido
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por dois assuntos, bioética e Boris Johnson, novo primeiro-ministro do Reino Unido.
    PMA: o que contém a proposta de lei bioética. A principal medida do texto discutido hoje no conselho de ministros é o alargamento do acesso ao procriação medicamente assistido às mulheres solteiras e lésbicas. Para as mulheres homossexuais que recorram ao PMA, o governo decidiu que o modo de concepção figurará na certidão de nascimento. Em contrapartida o governo, não suspende a proíbição sobre a inseminação com células sexuais de um dos cônjuges mortos, acrescenta LE MONDE.
    Bioética: a lei que vai provocar uma revolução na filiação, replica, LE FIGARO. O texto preocupa  porque suprime a infertilidade como critério que dá acesso à procriação medicamente assistida. O desaparecimento deste limite médico marca uma ruptura. "Teme-se que haja uma deriva para o eugenismo", alerta um jurista, porque "certos cônjuges férteis poderão ser tentados a ter o seu PMA para evitar qualquer anomalia ou risco genético", acrescenta LE FIGARO.
    PMA: embrião, filiação, o tempo das decisões, titula, LA CROIX.  A extensão do PMA e a legalização da conservação de ovócitos farão aumentar o número das pessoas interessadas e não estaremos em condições de dar vazão aos pedidos alerta profissionais da assistência médica.
    No seu editorial, LA CROIX escreve que o debate vai estar agora na arena política, alertando, para o aspecto de que um debate sereno e exitoso não é aquele em que  um campo ganha tudo e outro nada. A complexidade da vida é muito mais que uma defesa de posições fechadas a qualquer objecção, nota o editorialista do jornal católico.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, As garras de Rugy. 8 dias após a sua demissão, o antigo ministro da Transição ecológica, afirma ter sido ilibado pelos inquéritos da Assembleia nacional e do governo. O ex-ministro Rugy denuncia ainda um jornalismo de demolição e de ataques nauseabundos.
    No entanto, Mediapart persiste reafirmando a veracidade do que noticiou sobre a organização de sumptuosos jantares pelo ex-ministro, família e amigos. O inquérito parlamentar concluiu não haver irregularidades no comportamento de Rugy, mas escreve que 3 jantares familiares com amigos são manifestamente excessivos pelo que o ex-ministro poderá devolver o dinheiro aos cofres do estado, acrescenta, LIBÉRATION.   
    Mudando de assunto, L'HUMANITÉ, titula, com Johnson, a City deixou de temer o Brexit. A primeira praça financeira europeia entende tirar proveito da chegada do novo primeiro ministro britânico. Instalados em Londres, onde Boris Johnson, se prepara para ser hoje primeiro ministro, os gigantes da banca e dos seguros accionarem todas as suas capacidades de influência para suprimir as regras em proveito da alta finança.
    Boris Johnson na liderança do Reino Unido, replica, LE MONDE. A chegada de Boris Johnson ao poder no Reino Unido é tudo menos surpresa. Mas não deixa de suscitar receios entre os europeus tanto mais que o novo primeiro ministro britânico está decidido a a levar avante a saída do seu país da União europeia, a qualquer preço até 31 de outubro, avisou Johson, logo a seguir a sua eleição à frente do partido conservador.
    Johnson, incarna tudo o que os alemães detestam: o diletantismo, a imprevisibilidade e não respeito da palavra dada, afirma Mark Leonard director do concelho europeu para as relações estrangeiras, em entrevista ao jornal LE MONDE. 
    Em relação à África, LA CROIX, dá relevo à República centro-africana,  6 meses após o acordo de paz nada mudou. Assinado a 6 de fevereiro no Sudão o acordo de paz entre 14 grupos armados e o governo centro-africano está em ponto morto. São relatados 50 a 70 violações do acordo por semana pelos grupos que o assinaram o que é uma catástrofe para os civis, acrescenta, LA CROIX.
    4 min
  • Revista de Imprensa - França: vaga de calor e seca
    Em destaque nos jornais de terça-feira, estão a seca em França, , as dificuldades do socialista espanhol Pedro Sánchez para formar um governo e evitar novas eleições,o alegado financiamento ilegal da campanha eleitoral de Cyril Ramaphosa na África do Sul, a eleição de Bojo (Boris Johnson ) pelos conservadores britânicos a liderança o seu partido e Portugal perante os incêndios.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Nova escalada da tensão no Golfo
    A escalada da tensão entre o Irão e os aliados de Washington na região do Golfo, as legislarivas na Ucrânia,a fragilididade da coligação La Liga e M5S, a vaga de calor em França que começa provocar períodos de seca, as manifestações em Hong Kong e a ameaça jiadista no norte do Bénin ,estão entre os destaques nas edições de segunda-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Nova Presidente da Comissão europeia quer Europa forte e solidária
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre assuntos de política interna e internacional.
    LE MONDE, titula, Brexit: revés surpresa para Boris Johnson. O Parlamento britânico votou ontem uma emenda que proíbe qualquer saída da União europeia sem um voto favorável dos deputados. Antes mesmo da sua nomeação como primeiro ministro é um cartão amarelo para Johnson, que quer afastar os parlamentares das negociações.
    Na prática o novo cenário fecha as portas a Johnson que queria uma saída da União europeia sem acordo a todo o custo a 31 de outubro. Philip Hammond, actual ministro conservador das finanças, declara que se vai opor a um não acordo e relança a ideia de um novo referendo. A nova presidente da Comissão europeia explica querer tudo fazer para ir na direcção de um Brexit ordenado.
    Isto quando Ursula von der Leyen afirma que a Europa deve ter consciência da sua força, avançando as suas prioridades para o meio ambiente, migrantes, orçamento e afirmando a sua vontade de consenso para além de enviar sinais de apaziguamento aos países europeus do leste e à Itália, acrescenta, LE MONDE.
    Na Europa, temos de parar de lançar slogans, replica, em título, LE FIGARO, citando a nova Presidente da Comissão europeia. Em entrevista a vários jornais europeus, nomeadamente, LE FIGARO, Ursula von der Leyen, diz ser contra retirar a Estrasburgo a sede do Parlamento europeu, no momento em que há um debate na Alemanha defendendo esta posição. A Presidente da Comissão europeia, quer igualmente um orçamento da zona euro que aposte na competitividade e convergência úteis num mercado monetário único, acrescenta, LE FIGARO.
    Por seu lado, L’HUMANITÉ, titula, Solidariedade em marcha atrás. O relatório Delevoye, Alto comissário preconiza uma validação da individualização dos direitos ou seja uma regressão a favor da unificação dos regimes de pensões de reforma.
    Até agora há um sistema complicado de mais de 42 regimes diferentes com pensões calculadas com base nos 25 melhores anos de com a idade de partido para a reforma a oscilar entre os 52 anos, 62 e 67 anos consoante as profissões e uma taxa oscilante de 41,5 anos e 43 anos de serviço com pensões parciais e completas.
    Em média o que se quer é que as pessoas partam antecipadamente para a reforma aos 62 anos sabendo que há ofícios como os trabalhos do esgoto que partem aos 52 e os camionistas 57 anos, nota, L’HUMANITÉ.
    Pensões o que vai mudar, replica LA CROIX. O que se quer é transformar o sistema actual de anuidades num sistema de pontos no horizonte 2025 com o sistema universal de pontos a pôr termo aos 42 regimes diferentes e manter a partida para a reforma aos 62 anos com um subsídio mímino de  85%  do ordenado mínimo que é um pouco mais de 1000 euros, mas em média os trabalhadores partem para a reforma com a idade de 60,5 anos em França.
    Na Alemanha a média é de 63 anos, Itália 62 e Portugal 69,6 para os homens e 65,6 para as mulheres, acrescenta LA CROIX.
    Mudando de assunto, em relação à África o destaque vai para a final do CAN com LIBÉRATION, a titular, futebol e política, Argélia continua na corrida. Após meses de mobilização num país onde desporto e protestos estão imbricados, o povo argelino levanta-se em peso para apoiar a sua selecção de futebol que defronta esta noite no Cairo a congénere do Senegal na final do CAN.
    Para os argelinos é um jogo a decorrer num clima de incerteza política com o poder e a oposição a tentarem tirar proveito duma putativa vitória da equipa nacional. É um futebol argelino entre o nacionalismo e a rebelião. Ligado aos independentistas antes de ser recuperado pelo regime, futebol é também uma paixão do povo e das reivindicações populares na Argélia, nota LIBÉRATION.
    Enfim, LE MONDE, destaca uma nota artística com o renascer da medina de Tunes. Após ter sido abandonada logo a seguir à independência por um poder adepto de modernismo a cidade velha estar a viver um renascimento. Reapropriações de residenciais familiares ou aberturas de casas de pasto ou hotéis de charme, vive-se uma nova dinâmica na parte velha da capital Tunes, na Tunísia.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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