Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Hong Kong: escalada e ameaças da China
    Em dia de feriado da "Assunção",a maioria dos diários franceses não se encontram nas bancas, com excepção do vespertino Le Monde, cujas páginas internacionais são dominadas, nomeadamente pela crise desencadeada pelas manifestações em Hong Kong e a violência política da extrema-direita alemã.
    3 min
  • Revista de Imprensa - Escalada da violência em Hong Kong
    Os mundos secretos do financeiro Jeffrey Epstein, a escalada da violência nas manifestações em Hong Kong, Donald Trump decide adiar a aplicação de novas tarifas alfandegârias alguns produtos chineses, a queda brutal do valor peso, moeda argentina, a Alemanha ameaçada pela recessão, o 15 de Agosto sem a catedral Notre Dame os 50 anos do festival Woodstock, três dias de música, paz, espiritualidade e liberdade .Eis alguns dos focos de actualidade nas ediçõesde quarta-feira.
    9 min
  • Revista de Imprensa - Petróleo: mercado à beira duma nova crise?
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa estão dominadas pela actualidade internacional, desde o sector petrolífero passando por escândalos sexuais americanos até à imigração italiana. 
    Petróleo: mercado à beira duma nova crise, titula, LE MONDE. Entre tensões geopolíticas e guerra  comercial, o mercado do petróleo é submetido a pressões opostas susceptíveis de provocar uma uma crise grave. O risco de engrenagem guerreira entre o Irão e os Estados Unidos na região estratégica do estreito de Ormuz pode orientar para  a alta dos preços do petroléo.
    Contudo, tem havido uma baixa dos preços do petróleo por causa dos riscos da guerra comercial ente Donald Trump e a China sobre a procura mundial. Outro factor de baixa é a produção de petróleo de xisto que continua a crescer nos Estados Unidos que se tornou  no primeiro produtor mundial em 2918, nota LE MONDE.
    Ainda sobre os Estados Unidos, o mesmo verpertino dá relevo ao escândalo Epstein, um condensado das neuroses americanas. As circunstâncias do suicídio na prisão do homem de negócios novaiorquino acusado de crimes sexuais contra menores provocam um escândalo nacional.
    Por seu lado lado, LIBÉRATION, titula, escândalo Epstein, América face aos seus demónios . Encontrado morto na sua cela, o homem de negócios, acusado de exploração sexual de menores não será julgado. Uma morte e  e um escândalo que mergulham os Estados Unidos na incredulidade. 
    Acusado de tráfico sexual de dezenas de raparigas menores, Jeffrey Epstein declarou em julho estar inocente mas foi para a cadeia. O Ministro da Justiça, William Barr, emitiu um comunicado afirmando estar revoltado com a morte de Epstein e anunciou a abertura de um inquérito interno para além do inquérito do FBI.
    O ex-Presidente Bill Clinton, que viajou várias vezes no avião privado de Epstein, chegou a declarar quando o homem de negócios reconheceu os seus crimes  sexuais e violência perversa, perante um tribunal de Flórida que nao sabia nada desses terríveis crimes e menos ainda daqueles que é acusado em Nova Iorque.
    LIBÉRATION, divulga igualmente uma fotografia de fevereiro de 2000 onde figuram o actual presidente Trump e Epstein abraçando duas mulheres adultas, Melania Knauss e Ghislaine Maxwell. O jornal acrescenta que o ministro do Trabalho de Trump, Alexander Acosta foi obrigado a demitir-se, porque terá sido magnânimo com Epstein, num processo em 2008, quando era procurador em Miami.
    Ainda no internacional, L'HUMANITÉ, titula, Matteo Salvini lança a sua marcha sobre Roma. A extrema direita quer conquistar sozinhas os poderes absolutos. Mas pode cair na armadilha do seu aliado M5 estrelas que poderia ir contra o Ministro do Interior. O chefe da Liga quer transformar qualquer tipo de eleições num referendo sobre a sua pessoa. 
    Salvini que está em campanha este fim-de-semana antes de apresentar uma moção de desconfiança contra o governo de que faz parte para provocar eleições antecipadas, porque lidera todas as sondagens, nota L'HUMANITÉ.
    Itália em plena dúvida, replica, LA CROIX. O estilhaçamento da coligação governamental em Roma deverá conduzir a novas eleições este ano, no momento em que os italianos atravessam um periodo de sinistrose.
    Mas numerosos jovens desorientados apoiam Salvini, um oportunista extremista e sabe puxar pela corda nationalista denunciando a incoerência da coligação formado com o Movimento 5 estrelas adoptando a estratégia de derrubar o próprio governo e obter eleições antecipadas, nota La CROIX no seu editorial, denunciando o risco Salvini.
    Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, menores estrangeiros, eleitos locais lançam grito de alarme. São eleitos locais apoiantes da causa mas desamparados, que querem acolher esses menores mas não dispõem de financiamnetos para dar vazão ao fluxo crescente de jovens menores. São 40 mil os menores isolados estrangeiros actualmente em França, nota LE FIGARO.
    Enfim, sobre o continente africano, LE MONDE, dá relevo, à África do sul, onde elefantes estão ameaçados pela turberculose. Desde a detecção do bacilo de Koch num paquiderme no parte Kruger em 2017, as autoridades estão em estado de alerta. O parque Kruger conta com 20 mil paquidermes. 
    Há 2 anos, o pânico tomou conta das autoridades quando um dos paquidermes foi encontro morto no seguimento de problemas respiratórios. Após análises dos brônquios foi identificado o bacilo de Koch, bactéria responsável da doença nos seres humanos mas que se ignorava ser transmíssivel a animais, nota, LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Brasil:terras indígenas ameaçadas e cobiçadas
    A nova política do presidente Jair Bolsonaro visa reduzir a extensão das terras indígenas na Amazónia, a oposição russa prossegue a sua contestação contestação da, o fim da coligação Liga-Movimento Cinco Estrelas na Itália, a paz moçambicana tem cheiro de gás, Narendra Modi posta nosinvestimentos para lutar contra o terrorismo na polémica província do Caxemira, o início da temporada futebolística em França e a morte do cineasta francês Jean-Pierre Mocky, estão entre os destaques nas edições de sexta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Planeta Terra está a ser estarrecido pelo homem diz ONU
    As primeiras páginas da imprensa diária francesa apresenta-se diversificada tanto a nível nacional como a nível internacional. 
    LE MONDE titula a humanidade esgota a Terra. Peritos da ONU sobre a evolução do clima advertem sobre a exploração excessiva dos recursos do planeta, num relatório desta quinta-feira.
    O GIEC, considera qiue 72% das terras não glaciais estão sob as garras humanas e que o nosso consumo por habitante explode. A degradação dos solos e a desflorestação ameaçam a segurança alimentar, empobrecem a biodiversidade e amplificam as emissõs de gás de efeito de estufa, acrescenta LE MONDE. 
    Clima, começa no seu prato, titula LIBÉRATION. Esgotado por actividades humanas, o solo do planeta está muito degradado, explica o novo relatório do GIEC. A única solução é transformar de mamneira profunda a agricultura e a alimentação, sublinha LIBÉRATION.
    Vaga de turismo industrial, titula, LA CROIX. Em  todos os cantos de França, empresas recebem visitantes para apresentarem a sua especialidade. Os estaleiros navais abertos ao público há 10 anos conhecem um sucesso louco. No verão, entusiasmados e apaixonados por paquetes luxuosos, famílias inteiras vão à descoberta desses estaleiros excepcionais. 
    Também a Empresa de electricidade de França, tem o turismo industrial como valor para os empregados. Mas para a maioria das empresas a visita de turistas permite conhecer o que nelas se faz e vender directamente nas butiques das fábricas, nota, LA CROIX. 
    Menores estrangeiros, demissão culpada das autoridades, titula, L'HUMANITÉ. Em Orleães, 150 adolescentes estão ameaçados de despejo a 31 de agosto num autêntico desprezo dos direitos da criança. Esta situação força associações, sindicatos e partidos políticos de esquerda a ocupar o átrio de instituições locais como as de Loiret, a 100 quilómetrs a sul de Paris, que regularmente coloca adolescentes em situações de despêjo de lares sociais onde se encontram, nota L'HUMANITÉ. 
    Mudando de assunto, no internacional, LE FIGARO, titula, Estados Unidos e China: razões duma escalada. Enquanto as suas negociações não desembocam em nada de positivo, multiplicam-se os pontos de fricção entre os dois países, com cada um persuadido de estar em condições de dobrar a espinha do adversário.
    O braço de ferro comercial que opõe Wasghington e Pequim há vários meses entrou por um caminho preocupante. Agora chegou ao terreno da guerra de moedas após a desvalorização supresa do Yuan pela China, em represália à decisão do presidete americano, Trump de impor novas taxas a produtos chineses. O Tesouro americano replicou imediatamente acusando a China de manipular o yuan. A decisão da China de suspender as suas compras de produtos agrícols americanos agravou a crise.
    Se a escalada continuar poderia criar um efeito dominó e afectar outros sectores tal as duas economias estão imbricadas. A poucos meses das presidenciais americanas, Donald Trump entende colocar esta guerra comercial no coração da campanha para ser reeleito, nota LE FIGARO. 
    Enfim em relação à África, LE MONDE, dárelevo a Moçambique e assinatura de um acordo frágil. É à terceira de vez. Ao assinar um acordo de paz a 6 de agosto, cm Ossufo Momade, chefe da Renamo, o presidente de Moçambique, Filipe Nyusi, prometeu tornar irreversível um longo processo que conduza os veteranos da guerra civil moçambicana a abandonar as armas uma última vez depois de ter sido retomada em 2013. 
    Mas persistem obstáculos  abreve trecho e o país que tenta restaurar a sua reputação junto dos doadores tem dificuldades com uma insurreição de radicais islâmicos no norte do país.
    Um analista diz mesmo que o acordo não passa eleitoralista e teatral. Aliá não há unanimidade sobre o acordo de paz tanto do lado do poder como do lado rebelde? Ossufo Momade, em particular, enfrenta uma revolta no seio da Renamo,  liderada pelo general Mariano Nhongo e dissidentes que formaram uma Junta militar e continuar o combate.
    O novo chefe da Renamo não consegue controlar a ala militar ou é uma táctica para conservar uma opção de regresso às armas se as promessas do poder não forem cumpridas? As duas hipóteses são consideradas válidas por uma parte dos observadores, nota LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Guerra comercial aberta entre Washington e Pequim
    A actualidade americana domina as primeiras páginas dos jornais franceses que mesmo assim se referem a temas agrícolas em França. 
    China-Estados Unidos, a escalada, titula, LA CROIX. Recorrendo à manipulação da sua moeda para retaliar às sanções comerciais americanas, Pequim alarga o campo do confronto económico e geopolítico. 
    Quais são as consequências possíveis da depreciação da moeda chinesa? Esta decisão faz entrar o conflito numa nova dimensão. Uma guerra económica aberta desenha-se no horizonte entre Washington e Pequim e em várias frentes. Ao recorrer a novas taxas Trump agiu de modo ofensivo. Mas a China respondeu igualmente de maneira agressiva, indica Stéphane Déo, economista-chefe do Banco Postal Asset Management, nota, LA CROIX.
    Trump, escolha do choque, replica, L'HUMANITÉ. A guerra comercial desencadeada pelo presidente americano contra a China poderá degenerar numa crise económica global.
    Ainda sobre os Estados Unidos, LIBÉRATION, titula Toni Morrison, beloved pela eternidade. Grande consciência afro-americana, a Prémia Nobel de libeteratura mùorreu ontem com a idade de 88 anos. Nascida numa família operária descendente de escravos, Toni Morrison quis criar uma escrita irrevocavelmente negra. A autora do livro "Beloved", inscreveu-se naquela vei literária de Faulkner e tinha comme temas principais a escravatura, a cor da pel e a maldição, acrescenta LIBÉRATION.
    Toni Morrison, livre e revoltada, replica LE MONDE, foi a primeira afro-americana a receber o prémio Nobel de literatura.
    Ainda no internacional, LE FIGARO, dá relevo à Síria: Ancara ameaça uma ofensiva contra os curdos. Erdogan adopta a arma da pressao nas negociações com Washington na zona de segurança na fronteira. Assim, ondem Erdogan, ameaçou lançar brevemente uma intervenção militar turca no norte sírio contra os YPG, uma milícia curda considerado como organização terrorista, acrescente LA FIGARO. 
    Mudando de assunto, por cá em França, o mesmo vespertino, faz o seu principal título com o desespero do mundo agrícola preocupa o governo. Vários sucursais no mundo agrícola de deputados da República em Marcha, partido no poder, foram atacados por por sindicatos de agricultores.
    Eles consideram que a adoptação pela maioria da lei que ratifica o CETA, o acordo de comércio livre entre a União europeia e o Canadá ameaça a saúde económica dos criadores de gado. Acresce-se a isso preocupação com a seca, redução do financiamento das câmaras agrícolas e a renegociação da política europeia comum de agricultura, acrescenta LE MONDE.
    Por seu lado, LE FIGARO, titula sobre transportes colectivos: a ira dos eleitos rurais. Presidentes de câmaras municipais denunciam o isolamento crescente dos seus municípios privados de comboios e autocarros regionais.
    A França rural vive à margem, sente-se relegada para segundo plano, abandonada, ignorada, afirma o jornal no seu editorial. A revolta dos coletes amarelos nasceu desta fractura. A resposta do poder ao mal estar rural deixou de queixo caído os abandonados ao deserto rural, nota o editorial do jornal LE FIGARO.
    Enfim em relação à África, LE MONDE, destaca Argélia, mandado de captura contra o chefe do estado maior do exército. Opositor ao general Salah, o novo homem forte do país, o general Khaled Nezzar é acusado de conluio contra o Estado, acrescenta, LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - China/Estados Unidos: a guerra das moedas
    A guerra comercial entre a China e os Estados Unidos entre agora na sua fase monetária, Pequim lança advertência aos contestários de Hong Kong, o fim do estatuto especial do Caxemira indiano e os riscos de uma escalada, os Estados Unidos frente ao terrorismo de extrema-direita interno, as divergências comerciais entre Seul e Tóquio, e o enterro do tratado sobre as armas nucleares intermédias, são destaques nas edições de terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Purgas na Rússia e democratas querendo destronar Trump
    A actualidade internacional domina as primeiras páginas dos jornais franceses desde primárias dos democratas nos Estados Unidos, passando pelos GAFA até perseguições políticas na Rússia.
    Rússia em tempo de purgas políticas, titula, LE MONDE. Ministros, governadores, chefes da administração, as prisões de altos responsáveis multiplicam-se através do país há várias semanas. Os inquéritos criminais por casos de corrupção veiculados na imprensa oficial coincidem com a guerra dos clãs no Krelim.
    "É uma luta demasiado selectivo para ser sincero", considera um observador. Estas purgas visam sobretudo instilar o medo no coração das elites no poder. Enquanto aumenta a repressão da oposição, o quarto mandato de Vladimir Putin, nota LE MONDE. 
    GAFA: há que desmantelar os gigantes do digital?, pergunta em título, LE FIGARO. O poderio das empresas de Internet preocupa os republicanos e os democratas americanos. O cerco aperta-se em torno desses gigantes.
    A questão do peso de Facebook, Appel, Google e Amazon está no coração do começo da campanha para as presidenciais de 2020. E sobretudo vários inquéritos foram abertos nos Estados Unidos sobre os GAFA, inclusivamente, pelo próprio ministério da Justiça, nota, LE FIGARO.
    Por seu lado, LA CROIX, titula, migrantes, pressões sobre o México. Os mexicanos são forçados pelos Estados Unidos a endurecer os controlos nas fronteiras. O México pratica caça aos imigrantes no seu território impedindo-os de avançar para o norte.
    Só no mês de junho as autoridades mexicanas prenderam cerca de 24 mil pessoas indocumentadas. "Estamos perante uma política anti-migratória cada vez mais violenta", afirma um mexicano do centro dos direitos humanos.
    A estratégia do presidente americano, Donald Trump para forçar o seu vizinho do sul a reduzir os fluxos de imigrantes para os Estados Unidos pôs de joelhos o governo mexicano que para evitar uma nova ameaça da instauração duma taxa de 5% sobre os produtos importados do México executa instalando com carácter de urgência 6.500 forças da segurança de fronteira no sul do país, acrescenta LA CROIX. 
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, sobre renovação da esquerda americana. As ideias de Bernie Sanders e de jovens eleitas que lideram a oposição a Trump impõem-se nas primárias dos democratas. No seu editorial, intitulado em nome de Trump, o jornal comunista pergunta que fazer de Trump?
    Zombando ou destabilizados pelo grosseiro personagem que se tornou presidente da primeira potência mundial a lição tem de ser aprendida. Que sejamos simpáticos ou não com ele, Trump só ouve a sua própria voz, acrescenta o editorial do L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, LIBÉRATION, titula  sobre tráfico de orgãos, os rins do desespero. Acena-se-lhes com alguns milhares de dólares e tem-se numerosos clandestinos activos no Egipto para financiar a viagem para a Europa sejam elas vítimas da sua própria carne de redes que exploram a penúria de orgãos. 
    Sudaneses, eritreus ou etíopes sonhando com a Europa, são assediados na ilegalidade total no Cairo a venderem órgãos dos seus corpos por alguns milhares de euros. Tudo para acabar numa saúde precárias na ausência de cuidados médicos e ilusões perdidas.
    Segundo a OMS, o Egipto seria um dos países mais afectados para transplantações ilegais, depois da China, Filipinas e India, acrescenta, LIBÉRATION.
    Enfim, LE MONDE, destaca ainda sobre o continente africano, a Argélia, onde o sector automóvel está fragilizado. "Só nos resta dois modelos", diz desiludido um vendedor de carros a um cliente. 
    Num stand de Hyundai em Argel a actividade é quase nula. Um autocolante duma viatura propala "madi bladi" ou seja, fabricado no país. Mas o maior salão de exposição de carros de África, perdue o seu Presidente Mahieddine detido no quadro de uma investigação sobre corrupção. 
    Três outros patrões do automóvel foram igualmente detidos pela justiça argelina. Durante o quarto mandato de Abdelaziz Bouteflika, o sector automóvel tornou-se no projecto industrial na moda. A indústria automóvel podia ser um valor acrescentado à economia argelina muito dependente dos hidrocarbonetos, acrescenta LE MONDE.
    3 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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