Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Brexit: Boris Johnson fecha Parlamento
    Entre os destaques nos jornais de quinta-feira, a suspesnsão do parlamento britânico por cinco semanas, o acordo entre o Partido Democrata e o Movimento Cinco Estrelas para a formação de um novo governo na Itália, franceses, as turbulentas relações entre o Brasil e a França, patrões ultraliberais americanos redefinem a razão social de uma empresa, a militarização do espaço,e a descoberta de um australopiteco na Etiópia.
    5 min
  • Revista de Imprensa - G7 de Biarritz: balanço mitigado
    Em destaque nos jornais de terça-feira , o rescaldo do G7 de Biarritz, o fim das férias políticas em França e os desafios que esperam por Emmanuel Macron, o Gana que visa um desenvolvimento sem ajuda internacional,o debate sobre a Amazónia,a França mediadora entre os Estados Unidos e o Irão, a crise italiana e a frente anti-Salvini.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Presidente Macron satisfeito com cimeira G7 de Biarritz em França
    O encerramento da cimeira G7 ocorreu hoje em Biarritz, no sudoeste da França, com o anfitrião, Presidente Macron, a desdobrar-se em múltiplas acções diplomáticas, nomeadamente, o futuro da Amazónia ou o nuclear iraniano. 
    No G7, Emmanuel Macron apostou na acção diplomática, titula, LE MONDE. A visita surpresa do ministro dos Negócios estrangeiros iraniano colocou a questão nuclear no coração do G7. Contribuiu para eleger o chefe de Estado francês mediador de um dos assuntos mais sensíveis do planeta. 
    Enfim foi retomado este fim-de-semana o diálogo com Donald Trump apesar de permancerem importantes desacordos, nota LE MONDE.
    G7, o show de Macron pode dar frutos?, pergunta, em título, LIBÉRATION.Visita surpresa do ministro iraniano dos negócios estrangeiros, apelo a uma Amazónia... O Presidente Macron esteve hiperactivo em todas as frentes em Biarritz.
    Sobre o Irão o presidente francês tenta colocar-se como mediador e contribuir para uma posição americana mais consensual em relação ao nuclear iraniano, mas LIBÉRATION, recorda o tuíte de Trump a dizer que sabe que "Emmanuel quer fazer as coisas bem feitas como toda a gente, mas ninguém fala em nome dos Estados Unidos, a não ser os Estados Unidos."
    No G7, Macron tenta investida diplomática sobre o Irão, replica, LE FIGARO. Golpe de teatro ontem à margem da cimeira de Biarritz, o ministro iraniano dos Negócios estrangeiros encontrou-se com o chefe de Estado francês para evocarem a questão nuclear iraniana.
    Mas no seu editorial, LE FIGARO afirma que, sem surpresas, esta cimeira G7 de Biarritz foi reflexo da crise da ordem internacional, acentuada pela chegada ao poder de Donald Trump e permanecem as divergências de fundo.
    Mudando de assunto mas ainda sobre o G7, LE FIGARO, afirma numa outra passagem que o grupo impos uma mobilização internacional a favor da Amazónia.
    Por seu lado, LA CROIX, titula, Amazónia urge protecção. A questão da Amazónia impos-se como um dos principais assuntos da cimeira, que considera a floresta assolada por incêndios com um bem comum a preservar.
    Incêndios na Amazónia, fogo de vista do G7, replica, L'HUMANITÉ.
    Face ao drama de Amazónia, a cimeira G7 adopta uma posição de boa consciência. Os incêndios que devastam um dos pulmões verdes do planeta abriram uma crise internacional, segundo Macron.
    Mas os dirigentes do G7 estão longe de estar à altura de dar uma cabal resposta à crise climática. Esta cimeira G7 de Biarritz é ilegítima e sem poderes e Amazónia está a arder assim como os ardores de muita gente, acrescenta L'HUMANITÉ.
    Ainda no internacional, LE MONDE, dá destaque a Hong Kong com a chefe da executiva a recusar qualquer compromisso apesar da escalada da violência.
    Carrie Lam, recebeu no sábado uma delegação de altos dirigentes pró-Pequim que tentaram influenciá-la a aceitar algumas reivindicações dos manifestantes como saída da crise. Mas foi em vão, pois, a chefe do governo de Hong Kong mantém a sua posição de força, nota LE MONDE.
    Sobre a África, LE MONDE dá relevo ao Quénia que se torna produtor de petróleo. Os primeiros 200 mil barris de petróleo serão exportados em setembro para a China. Este bruto não tem a qualidade do petróleo do delta do Níger, considerado um dos melhores do mundo. Mesmo assim Quénia, cuja produção vai oscilar entre os 60 mil e 80 mil barris de petróleo por dia dia faz, doravante, parte dos países produtores do ouro negro.
    5 min
  • Revista de Imprensa - G7 perante aquecimento climático e desigualdades
    O G7 de Biarritz entre aquecimento climático e desigualdade social, a verborreia de Jair Bolsonaro e os incêndios na Amazónia que mobilizam a comunidade internacional, a caminhada do Reino Unido para um Brexit sem acordo, a visita de Mohammad Javad Zarif à Paris para encontrar um desfecho às sanções que afectam o Irão, estão entre os destaques nas edições de sexta feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Cimeira em França dos países do G7 sem grandes perspectivas
    Cimeira G7, Brexit ou as reformas que o presidente francês Macron tem de enfrentar depois das férias de verão, são alguns dos destaques da imprensa francesa.
    G7, Brexit, pensões: os objectivos de Macron, titula, LE MONDE. O chefe de Estado, desenvolveu ontem em pormenor a sua visão dos grandes desafios do mundo, a 3 dias da cimeira em Biarritz de 24 a 26 de agosto.
    Sobre o Brexit, Macron tem uma posição mais dura do que aquela de Angela Merkel com Boris Johnson, primeiro ministro britânico, que recebeu hoje no Eliseu. A tensão entre Teerão e Washington, a guerra comercial com a China e a urgência climática deverão dominar a cimeira de um G7 cada vez mais dividido.
    Uma contra-cimeira, apesar de um forte dispostivo de segurança, quer federar as lutas sociais e ecológicas. Uma manifestação está prevista para amanhã. Enfim, segundo LE MONDE, Macron quer consultar os franceses sobre a reforma das pensões e admitiu a existência de mutilações durante manifestações.
    A crise que vem aí, é o título, do jornal L'HUMANITÉ. Em vésperas da cimeira do G7, multiplicam-se sinais preocupantes sobre a boa saúde da economia mundial. É um grande balde de água fria lançada para cima da economia mundial.
    Há cada vez mais riscos de recessão na Europa e nos Estados Unidos e para agravar as coisas aumenta o número de países emergentes atingidos por uma crise gravíssima.
    Os BRIC's, o Brasil, Rússia, India, China e África do sul, até há pouco no coração da dinâmica mundial, estão fustigados pela pobreza e uma crescente desigualdade a todos os níveis. 
    Na origem desta cegueira, a obstinação diversa dos dirigentes do G7 insistindo em defender que a salvação passaria a todo o custo pela financiarização da economia mundial, sublinha L'HUMANITÉ, numa outra passagem.D
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, regresso político das esquerdas, o perturbador. Reforçado pelos bons resultados nas europeias, o líder ecologista, Yannick Jadot, pretende sacudir o teatro político, não dando muita atenção a alianças tradicionais com partidos de esquerda reunidos actualmente nas chamadas universidades de verão.
    Excitado pelo sucesso que teve nas eleições europeias, Jadot, que é namorado por outros partidos de esquerda, gostaria de transformar a ecologia colocando-a como pivô da vida política francesa.
    Se a sua estratégia centrista parece dar os seus frutos, ele terá, no entanto, de tranquilizar os seus parceiros preocupados com as suas ambiguidades, acrescenta, LIBÉRATION. 
    Mudando de assunto, LA CROIX, titula sobre os argelinos que continuam à espera. 6 meses após o começo do movimento de protesto, a população argelina não desiste da sua exigência duma mudança política profunda. O poder faz orelhas moucas às reinvidicações de transição política alapada ao poder a todo o custo. 
    Mas para a cineasta, Sofia Djama, o regime chegou ao fim, enquanto o advogado Salah Dabouz, defende que o movimento vai ter um segundo sopro logo depois das férias grandes. O sistema procura escravizar socialmente o povo, relança Slim Othmani, Presidente do círculo de acção e reflexão empresarial.
    Enfim, o bispo de Orã, Monsenhor Jean-Paul Vesco, tem uma posição mais moderada, afirmando que está profundamente optimista quanto ao futuro da Argélia, acrescenta, LA CROIX.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Começa contra cimeira à cimeira G7 do fim-de-semana em França
    Os preparativos da cimeira dos países do grupo G7 e a crise política na Itália dominam as primeiras páginas dos jornais franceses. 
    Um G7 ao desbarato, titula LA CROIX. França é anfitriã da cimeira dos chefes de Estado de 24 até 26 de agosto  em Biarritz, num contexto de divisões particularmente fortes entre os 7 países membros. Reuniões rituais de chefes de Estado, as cimeiras acontecem anualmente no quadro de uma encenação da cooperação entre os grandes países desenvolvidos.
    Mas devido a tensões com o presidente americano, Donald Trump, não haverá comunicado final mas apenas uma curta declaração geral. Por outro lado, os militantes anti-globalização organizam uma contra cimeira  a partir de hoje em Handaia, onde são esperadas 10 mil pessoas. 
    No seu editorial, um clube útil mas frágil, LA CROIX. Há 40 anos que reflecte sobre questões pertinentes económicas e equilíbrios geopolíticos do momento. Mas hoje ele exibe as suas divisões e fragilidades, perturbado por tensões políticas exacerbadas entre a maioria dos seus membros.
    Há que desejar que os europeus se mostrarão unidos em Biarritz para a perenidade deste espaço de diálogo transcontinental, acrescenta o editorial do jornal LA CROIX. 
    G7 Biarritz, outro mundo é possível, replica, LIBÉRATION. O dispositivo utrasecuritário na costa basca e a perspectiva de ver ali chefes de Estado controversos não desanimam a determinação e o ambiente festivo  do anti-globalização, cuja contra cimeira começa hoje. 
    Marginalizada, a cimeira anual das grandes potências quase nunca tem tem algo de concreto. Mas o presidente Macron deseja renovar o formato. Em vão. O Eliseu  continua a sonhar com um G7 cuja ambição colectiva pode analisar os grandes problemas mundiais , impulsionar e propor soluções concretas, nota, LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, LE MONDE, titula Itália: os partidos tentam construir uma frente anti-Salvini para uma saída da crise.  O primeiro ministro, Giuseppe Conte, atacou duramente o vice-primeiro ministro antes de apresentara a sua demissão. Salvini, igualmente, ministro do Interior, tinha anunciado a sua vontade de pôr fim à aliança governamental com o Movimento 5 estrelas.
    Um governo pró-europeu, apoiado pelo movimento 5 estrelas, partido democrata,  centro esquerda, e a Forza Italia, da direita, é uma das hipóteses estudadas. Matteo Salvini deseja por seu lado novas eleições quando o seu partido da extrema direita, Liga, anda à volta dos 38% dos votos nas sondagens, nota LE MONDE.
    Na política interna francesa, LE FIGARO, titula, Macron, decidido a avançar com as reformas. Pensões, impostos, bioética, ecologia, o chefe de Estado entende mostrar que não renunciou à sua estratégia de mudar profundamente a França.
    Em relação à África, LA CROIX, destca o Sudão que vira uma página da sua histótoria. A assinatura do acordo de transição pelos chefes militares e reponsaveis da contestação  no domingo abriu a via para uma resolução da crise política após 8 meses de manifestações.
    Após 30 anos de ditadura, os sudaneses voltam a ganhar esperanças de mudanças e dias melhores. Mas este novo governo saído da revolução sudanesa tem muitos desafios à sua frente. Neste imenso país, outros grupos poderão ser tentados a querer ter um papel importante no processo político, só que até agora ficaram de fora, nota LA CROIX.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Brexit das penúrias e lágrimas
    Em destaque, nos jornais de terça-feira, o rescaldo do encontro Macron-Putin em Brégançon, a batalha de Idlib na Síria,o itinerário sexual de Jeffrey Epstein, a escalada das rendas em Paris motivadas pelo aluger da plataforma Airbnb, o Brexit sem acordo e os riscos de penúria no Reino Unido, a imigração e a Europa que se despovoa.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Macron reata contacto com Putin
    O encontro entre Emmanuel Macron e Vladimir Putin no forte de Brégançon antes da cimeira do G7,o governo afegão e os talibãs, a libertação de Paris há 75 anos, a assinatura de um acordo entre os militares e os civis no Sudão, o italiano Matteo Salvini criticado pela sua postura em relação aos migrantes, estaão entre os focos de actualidade nas edições de segunda-feira.
    4 min
  • Revista de Imprensa - Aquecimento, China agressiva em Hong Kong ou transição no Sudão
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas tanto a nível nacional como a nível internacional.
    LE MONDE, titula, julho de 2019, o mês mais quente de todos os tempos. A agência meteorológica americana, confirmou ontem que este mês de julho tinha batido dos os recordes de calor desde o início do processo de registo. O mês de julho registou um ultrapassou os 0,95° centígrados que é a média dos meses de julho do século XX, situando-se agora nos 1,2° C acima daquela da era pré-industrial. 
    É o vigésimo terceiro mês de julho de seguida ser mais quente que a média, consequência da pesada tendência ao aquecimento global devido à actividade humana. Para alertar sobre a emergência climática, mecenas investem em ONG's a favor de acções radicais, nota LE MONDE.
    Por seu lado, LEFIGARO, titula,  Hong Kong: aumenta a preocupação nos Estados Unidos e na Europa. Washington apela à retenção e Paris convida ao reatamento do diálogo, enquanto a China aumenta ostensivamente suas tropas às portas do território autónomo. Prelúdio duma intervenção militar ou nova tentativa de intimidação? Após 10 semanas de um confronto cada vez mais tenso entre os manifestantes e a polícia de Hong Kong, um importante contingente militar chinês foi visto na quarta-feira em Shenzhen, a poucos kms do território autónomo. 
    "Pequim não ficará de braços cruzados se a situação se tornar incontrolável  e tem meios suficientemente poderosos para rapidamente reprimir os distúrbios", garantiu ontem o embaixador da China em Londres, acrescenta LE FIGARO.   
    Ainda no internacional, LE MONDE dá relevo à geopolítica de Caxemira, território de todos os perigos. Nova Deli festejou em Caxemira o aniversário da sua independência, quando a região continua no centro das tensões entre a India e o Paquistão sob o olhar atento da China. 
    Por cá em França, LIBÉRATION, titula, comerciais elegantes, a lei dos sapatos de salto alto. Tornadas coisas, assediadas, agredidas, agentes comerciais que as acolhem testemunham sobre as suas condições de trabalho. Uma conta Twitter #PasTaPotiche, que numa tradução livre poderia ser não sou o teu vaso de flores, não sou a tua coisa de exibição, denuncia o sexismo na profissão.
    "Tive a impressão de ser desumanizada, transformada em boneca do cliente", conta uma dessas meninas que a gente vê exibidas em publicidades de uma boa marca de automóvel. "É como se estivéssemos lá para sermos embaladas com o carro à venda", afirma a socióloga Gabrielle Schûtz, que denuncia comportamentos indecentes de clientes homens e o carácter temporário do trabalho dessas belezas femininas, caso, não haja as vendas fiquem abaixo da meta estipulada.
    L'HUMANITÉ, por sua vez, titula, sobre as cidades esgotadas pelos grandes paquetes de turismo de cruzeiro. Habitantes e territórios são desprezados pelos turistas de cruzeiro e clientes da hotelaria AIRBNB. Em Marselha e região do sul da França, esse mercado de paquetes de luxo é só poluição, especulação imobiliária e balnearização de certos bairros. O transporte marítimo é responsável de cerca de 30% dos óxidos de azoto e de 10% de um tipo de partículas físico-químicas nocivas, acrescenta L'HUMANITÉ.
    Enfim, sobre o continente africano,LE FIGARO refere-se aos 75 anos do desembarque na Provença: o Presidente Macron rende homenagem a soldados vindos de África. Macron, convidou os presidentes de câmaras municipais a mudar nomes de ruas e praças para dar visibilidade a nomes de africanos celebrando assim a melória de soldados vindos do continente africano desembarcando em terras de Provença em agosto de 1944. A França tem nela uma parte de África, sublinhou, Macron. 
    Para LE MONDE, as atenções vão para o Sudão onde houve uma frágil vitória histórica dos democratas. Civis e militares ultimam a assinatura duma declaração constitucional para organizar a transição pós-ditadura. A declaração de 20 páginas a ser assinada no dia 17 de agosto substituirá a Constituição e organizará as instituições para uma transição de 39 meses, acrescenta, LE MONDE.
    5 min

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