Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Democratas americanos perante desigualdades
    Por ocasião da publicação do seu novo livro "Capital e Ideologia", o economista francês Thomas Piketty é o chefe de redacção da edição de quinta-feira do jornal Libération, no qual ele opina nomeadamente sobre a economia reaganiana em declínio e o acréscimo das desigualdades sociais, a vontade de Netanyahu em anexar mais uma parte da Cisjordânia, greve dos transportes públicos para protestar contra o projecto de reforma da aposentação em França, o fim do capítulo Salvini na Itália, estão entre os focos de actualidade nos jornais de quinta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Nova Comissão de Bruxelas aposta numa Europa forte
    Os membros da nova Comissão de Bruxelas que entra em função a partir de 1 de Novembro, a exoneração de John Bolton do cargo de Conselheiro Nacional para Segurança dos Estados Unidos, a promessa arriscada de uma anexação da Cisjordânia por Benyamin Netanyahu, a democracia brasileira em ruínas,os  excessos e palhaçadas de Jair Bolsonaro no Brasil, o fotógrafo e cineasta americano de origem suíça Robert Frank,figura da beat generation, estão entre os destaques nas edições de quarta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Justiça americana quer desmantelar Google e Facebook?
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões diversas que vão desde Google e a justiça americana, passando, pelo Brexit, até às Urgências nos hospitais de França.
    50 procuradores americanos acusam Google, titula, LE MONDE. Os procuradores de todos os Estados federados, com excepção, de Alabama e da Califórnia, anunciaram ontem a abertura de um inquérito contra Google. A ofensiva, levada a cabo pelo procurador de Texas, escuda-se na lei antitrust e visa o gigante da Internet, acusado de dominar numerosos mercados mundiais.
    Google controla 92% das buscas online e o seu sistema Android equipa 76% dos telemóveis captando ainda 31% da publicidade na Net. A empresa é acusada de utilizar o seu motor de busca para o seu próprio proveito e de ter assim conseguido mais de 30 mil milhões de dólares de benefícios, nota, LE MONDE.
    O mesmo vespertino destaca igualmenre Brexit, nova derrota para Boris Johnson. John Bercow, presidente da câmara dos Comuns, demitiu-se ontem na véspera da suspensão dos trabalhos do Parlamento. Boris Johnson, sofreu o seu sexto revés, acrescenta, LE MONDE. 
    Brexit: Boris Johnson persiste sozinho contra todos, titula, LE FIGARO. O primeiro ministro devia avançar ontem à noite com a sua ameaça de suspender o Parlamento de Westminster após uma nova rejeição do seu  pedido de eleições antecipadas.
    Mas Johnson confirmou ontem a sua decisão de pôr fim à estratégia de obstrução do Parlamento suspendendo os seus trabalhos até meados de outubro. As eleições continuam a ser a peça mestra da sua estratégia para retomar o controlo da situação tendo em conta que as sondagens lhe são favoráveis.
    No entanto, o bloqueio  institucional preocupa os meios económicos que não sabem que caminho tomar, acrescenta, LE FIGARO. 
    Mudando de assunto, por cá em França, LIBÉRATION, titula, Serviço de Urgências, check-up. Para sair de 6 meses de crise, o governo desbloqueou ontem 750 milhões de euros. Mas isto não é uma garantia para os grevistas pararem.
    Para o director geral da Agência regional da Saúde da Ilha de França, Aurélien Rousseau, a crise que sacode as Urgências é sistemática pelo que há que agir de maneira mais global sobre todos os serviços dos hospitais.
    "Nosso sistema da Saúde está esgotado", sublinha o director geral da Agência, em entrevista ao LIBÉRATION.
    Medidas de terapia de substituição da ministra, Buzyn, replica, em título, L'HUMANITÉ. 4 grevistas testemunham. Os anúncios do governo não passam de almoços grátis. "A ministra Agnès Buzyn continua a ignorar o nosso discurso", afirma a enfermeira grevista, Marion Santamaria.
    "Somos mais fortes juntos para relançar o movimento", sublinha o enfermeiro grevista Yann Tanneau". "Este movimento deve permitir ultrapassar os corporativismos". "6 meses depois do começo da greve a ministra continua a ignorar agressões verbais e físicas contra pessoal de serviço nos hospitais", afirma, a enfermeira auxiliar, Candice Lafarge, nota L'HUMANITÉ
    Plano pobreza, os primeiros frutos, titula, LA CROIX. Jardins infantis, cantinas, emprego, um ano depois do anúncio do plano pobreza pelo presidente Macron, registam-se avanços nesses sectores.
    Enfim, sobre a África, LE MONDE, destaca Tunísia, crise de identidade de Ennahda. Com o aproximar das eleições, o partido  atravessa uma mutação doutrinal.
    Partido tunisino saído da matriz islamita, pretende transformar-se numa formação conservadora sem referência religiosa, em vésperas daa primeira volta das eleições prsidenciais de 15 de setembro, acrescenta LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Fracasso de negociações de paz entre Washington e talibãs
    O jornalismo dependente dos grandes grupos económicos, o jogo de decepções entre os talibãs afegaõs e Donald Trump, diálogo russo-ucraniano em Paris, Papa Francisco denuncia em Madagáscar a globalização das desigualdades e da corrupção, o chefe indígena brasileiro Raoni afirma estar cansado de ouvir promessas, a maioria governamental francesa e as suas divisões, a crise dos serviços médicos de urgência em França, estão entre os destaques nas edições de segunda-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Parlamento britânico bloqueia estratégia de Boris Johnson sobre Brexit
    As primeiras páginas dos jornais franceses continuam a estar dominadas por questões sociais em França e pela crise política no Reino Unido.
    Brexit: estratégia comprometida de Boris Johnson, titula, LE MONDE. O primeiro ministro britânico voltou a ser derrotado ontem na Câmara dos Comuns de Westminster. Os parlamentares adoptaram maioritariamente a lei que o obriga a pedir um adiamento do Brexit a Bruxelas para evitar uma saída sem negociação no dia 31 de outubro.
    A Câmara dos Lordes deve também pronunciar-se rapidamente sobre o mesmo texto, antes da suspensão da sessão do Parlamento, na próxima semana. Johnson perdeu a sua maioria e entre os 21 deputados rebeldes expulsos do partido, figura o neto de Churchill, nota, LE MONDE.
    Brexit: Boris Johnson, encurralado no Parlamento, replica, LE FIGARO. Determinado a fazer sair o seu país da União Europeia, a 31 de outubro, mesmo sem acordo de divórcio, o primeiro ministro britânico sofreu uma nova derrota ontem à noite, na Câmara dos Comuns. O Parlamento impos-lhe reclamar à União europeia um novo adiamento do Brexit até 31 de janeiro de 2020 a fim de evitar um Brexit sem acordo.
    Mas Bruxelas já alertou para o risco que há de facto de haver uma saída sem acordo do Reino Unido. Os europeus continuam imperturbavelmente os seus preparativos com vista a um Brexit sem acordo para 31 de outubro. E dizem-no, pois, à medida que aumenta a probabilidade de um "no deal", está fora de questão fazer crer aos britânicos que a União europeia possa flectir a sua posição e fazer um volte face. Isto quer dizer que o braço de ferro continua dos dois lados, nota, LE FIGARO.
    Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, pensões de reforma: Macron temporaliza. Após 18 meses de concertação, Édouard Philippe, lança hoje uma segunda ronda de consulta recebendo os parceiros sociais, com o objectivo de fixar o calendário e o método a ser adoptado. 
    Estes encontros são o prelúdio a uma grande concertação cidadã desejada por Macron a fim de obter a uma adesão mais larga possivel desta reforma sensível, nota, LE FIGARO.
    Pensões, começa o mais duro, replica, em título, LA CROIX. Apenas um terço dos franceses confia na capacidade do governo ter um bom desempenho nesta reforma. Pensões, os apontados são todos privilegiados e todos perdem?
    Interrogados sobre pistas as seguir são 41% dos franceses a dizer que não é necessário fazer esta reforma das pensões, 36% defendem um aumento da duração das cotizações e apenas 7% dos franceses defendem uma baixa nas pensões dos futuros aposentados.
    Sobre a arbritragem do sistema, 66% dos franceses consideram que é necessária uma harmonização  dos diferentes regimes de pensões com o objectivo de ter um único sistema em nome da igualdade entre os que descontam para a sua pensão de aposentadoria, acrescenta, LA CROIX.
    Redução das pensões, o duplo organismo, Agirc-Arco, que se ocupa da questão, dá o tom, replica, L'HUMANITÉ. A reforma do novo ministro sem pasta Delevoye agora chamado para o governo inspira-se do sistema de pontos complementares que degradou o nível das pensões. Na prática, por cada 100 euros que o francês desconta recebe 5 euros e 50 cêntimos no quadro da sua pensão, nota L'HUMANITÉ.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, o Ovni Villani. A batalha de Paris será fratricida para o partido presidencial, EMm Marcha. O matemático oficializou ontem a sua candidatura à câmara municipal de Paris, apesar da investidura macronista de Benjamim Griveaux pelo partido. Ele lança-se num duelo frontal com o candidato investido pelo partido de Macron.
    Aposta louca, afirma LIBÉRATION no seu editorial, mas o matemático que é ambicioso e pragmático lança sozinho, com alguns apoios, à conquista da câmara municipal de Paris, provocando o seu mentor Macron que apoiou nas eleições presidenciais, acrescenta, LIBÉRATION.
    Em relação à África, LA CROIX, dá relevo a um Moçambique dramático, ilustração de "Laudato si", referência à segunda encíclica do Papa Francisco, que trata da defesa da casa comum ou de justiça e questões ecológica, que assenta que nem uma luva àquele país que viveu recentemente fenómenos climáticos violentos.
    É neste contexto dramático que o Papa Francisco está hoje apenas em Maputo, mas certamente que pensará nos sinistrados da Beira, a 1200 km da capital, atingido em 90% pelo ciclone Idai. Depois, o Papa, continuará o seu périplo em África no Madagácar e nas Maurícias, acrescenta, LA CROIX.
    4 min
  • Revista de Imprensa - PM britânico Johnson na tormenta no Parlamento ameaça com eleições
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões nacionais e internacionais, como a crise britânica ou as reformas de Macron.
    Brexit: humilhado no Parlamento, Johnson é forçado a apostar em eleições antecipadas, titula, LE MONDE. Os deputados britânicos adoptaram largamente ontem uma moção que trava a tentativa do primeiro ministro de os curto circuitar.
    Apesar das ameaças de Boris Johnson, 21 conservadores rebeldes votaram a moção e foram automaticamente excluídos do partido e perderam sua investidura partidária. Houve outro deputado que fez mesmo cisão privando os conservadores de maioria no Parlamento. 
    O Parlamento debate ainda hoje uma lei que visa proíbir um Brexit sem acordo com Bruxelas. Boris Johnson, anunciou já querer dissolver o Parlamento e convocar eleições legislativas antecipadas, acrescenta, LE MONDE. 
    Por seu lado, LE FIGARO, destaca como segundo título, Brexit, a oposição contra Boris Johnson quer ir até às últimas. Os deputados britânicos hostis a uma saída da União europeia sem acordo tentaram ontem à noite complicar a estratégia do primeiro ministro e forçá-lo assim a pedir um adiamento do Brexit a Bruxelas.
    Mudando de assunto, por cá, LE FIGARO, titula, duelo Villani-Griveaux, maioria fracturada em Paris. Apesar do seu fracasso nas primárias do partido presidencial Em Marcha, o matemático e depûtado de Essone, Villani, prevê anunciar a sua candidatura à câmara municipal de de Paris.
    Pela primeira vez o partido maioritário vê sua estratégia eleitoral contrariada por ambições pessoais. Uma dissidência que poderia complicar a situação política do partido maioritário na capital a 6 meses do escrutínio. Os militantes estão em pé de guerra nas redes sociais entre apoiantes dos dois campos, com cada um a acusar o outro de provocar a dissidência, nota, LE FIGARO. 
    De regresso das férias grandes, Macron procura amigos, titula, LIBÉRATION. Educação, ecologia, saúde, reforma de pensões, face a estes assuntos escaldantes, o chefe de Estado, quer mostrar-se mais sereno e próximo das pessoas, mas resta saber como. 
    O executivo tenta evitar uma revolta com a nova temporada política pós-ferias. Assim Macron joga a carta da compreensão e do diálogo, recruta Delevoye, um velho político experiente que participará na conselho de ministros mas sem o título, uma espécie de ministro sem pasta com a missão de gerir o dossiê explosivo das pensões e previdência. Apreciado à esquerda e à direita, Delevoye, mantém o seu posto de Alto Comissário.
    Outra nomeação, Jean Baptiste Djebari, de 37 anos, vai para o ministério dos Transportes. Piloto de avião está habituado a assuntos ligados aos transportes e à reforma dos caminhos de ferro junto da Assembleia nacional, nota, LIBÉRATION.
    Um lucro de 700 milhões para os fundos vorazes, titula, L'HUMANITÉ. A sociedade comercial Conforama e seus credores concluiram um acordo que permite aos últimos arrecadar os activos do grupo.
    Para este jornal a coberto de uma recuperação está em curso uma autêntica operação de rapina de 700 milhões de euros com os credores do Conforama a quererem assumir todo o poder com riscos de novas vagas de despedimentos.
    Desilusões dos bombeiros, titula, LA CROIX; Em greve desde junho, os bombeiros sapadores decidiram prolongar a greve, reclamam mais meios e mostram-se cansados com a evolução da suas missões. Formados para combater o fogo, transformam-se em agentes sociais prestando serviços de ambulância de feridos e doentes, notta, LA CROIX.
    Enfim, sobre a África, LE MONDE, destaca a paz no centro da viagem do Papa à África. Moçambique, Madagáscar e Maurícias, a partir de hoje até 10 de setembro.
    O Papa Francisco, está hoje em Moçambique, com a mensagem da paz e reconciliação, palavras, particularmente da actualidade em Moçambique, abordadas já amanhã com as autoridades moçambicanas. Um novo acordo de paz de 6 de agosto assinado entre o presidente Filipe Nyusi e o líder da Renamo, Ossufo Momade.
    Eleições gerais estão marcadas para 15 de outubro que vão pôr à prova a durabiliade deste acordo. Assim o Papa vai encorajar os responsáveis políticos moçambicanos a continuar na via da desmobilização dos instrumentos de morte, que são as armas e já iniciada pelos homens da Renamo.
    A Igreja católica está tanto mais atenta à situação em Moçambique tendo em conta que o primeiro acordo de paz foi assinado em  Roma em 1992 na sede do Santo Egídio, nota LE MONDE.
    5 min
  • Revista de Imprensa - França e o feminicídio
    Boris Johnson e a sua guerra contra os partidários de um Brexit com acordo, o debate sobre o feminicídio em França, a situação de crise em Hong Kong e o controlo ascendente de Pequim, as Bahamas devastadas pelo furacão Dorian,a reconstrução dos socialistas franceses, o mercato do futebol europeu caracterizado por menos dinheiro e mais qualidade.Eis os focos de actualidade nos jornais de terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Hong Kong:escalada da violência e pressão de Pequim
    Escalada da violência em Hong Kong, ameaças de Boris Johnson aos deputados conservadores britânicos que não favorecem o Brexit sem acordo, muçulmanos ostracizados na Índia de Narendra Modi, a progressão da extrema-direita na Alemanha, o início do ano lectivo em França, e os dilemas da direita francesa estão entre os destaques nas edições de segunda-feira.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Novo ano lectivo e reformas no ensino em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões sociais com a abertura do novo ano lectivo ou o nuclear francês. 
     
    Deixar tudo para se tornar professor, titula, LIBÉRATION. Se o mal estar na educação é real, há cada vez mais professores no ensino à procura de um sentido à vida depois duma primeira experiência profissional noutra área, Professor, uma segunda vida, o gosto de ser útil e exercer uma profissão com sentido, muitos que trocam um trabalho no sector privado para o ensino público.
    Candice, 42 anos, antiga engenheira química, afirma nunca ter equacionada ideia de leccionar. Julien Mathieu, 33 anos, ex-gestor de comunidade nas redes sociais, afirma que na nova profissão de professor nunca trabalhou tanto e com tanto prazer, acrescenta, LIBÉRATION.
    Escola: face aos sindicatos, o ministro da educação, Blanquer, continua a defender a sua estratégia. Com os professores a começar hoje o novo ano lectivo, há cada vez mais um clima de descontentamento. Alguns deles ainda não aceitarram as reformas que entram em vigor este ano.
    Novos programas, novo liceu, novo plano de luta contra a violência, os profesores que retomam as aulas depois das grandes férias vão viver um ano marcado pela implementação de reformas importantes lançadas pelo ministro Blanquer desde a sua chegada ao ministério da Educação, acrescenta, LE FIGARO.
    Revolta social, o grande medo dos patrões, titula, L'HUMANITÉ. O Patronato procura receitas para se precaver das consequências do aumento das desigualdades. Reunidos em Paris, os patrões do Medef, debateram questões sobre a luta contra as desigualdades que passa por uma regulação do capitalismo que não querem mudar.
    Segundo analistas da prospectiva as desigualdades são o maior risco de violência nos anos vindouros, nota, L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, LE MONDE, titula, paragem na investigação nuclear em França. O projecto de reactor de neutrões rápidos, Astrid está e em vias de ser abandonado em França. Este protótipo  no qual trabalhava o comssariado de energia atómica, queria utilizar urânio empobrecido e plutónio como combustíveis.
    Este reactor de quarta geração poderia assim permitir reduzir a quantidade de lixo nuclear de longa duração.
    O grupo de 25 pessoas que coordenava o programa que contou com investimentos de 738 milhões de euros terminou a sua missão. Esta decisão vem ensombrar o futuro do sector já fragilizado por dificuldades dos reactores de terceira geração, nota, LE MONDE.
    No internacional, LA CROIX, titula, Europa arrasta com os pés no salvamento dos migrantes. Países europeus bloqueiam o salvamento de embarcações em perigo no Mediterrâneo. Mas sobre este aspecto, o Director de operações da associação jesuítica dos refugiados, que ajuda 680 mil refugiados considera que os países europeus não têm outra escolha a não ser receber os migrantes.
    O director, Régis de Saint Paulet, nota que sobre os migrantes o Papa Francisco tem um discurso da verdade que é o de os países acolherem os migrantes, acrescenta LA CROIX
    Em relação à África, LE MONDE, destaca, Mali, onde crianças soldados que sobreviveram à guerra tentam ser recuperadas psicologicamente.
    Em Bamaco, a capital, um centro acolhe vítimas que tinham sido recrutadas à força por grupos armados. Nas paredes desenhos dessas crianças retratam kalachnikovs, sangue, braços cortados e carros militars. Uma criança conta que viu violações e mortos e que homens armados de rosto tapado fechavam-nas numa prisão e que depois eram forçadas ao treino com armas, inclusivamente muitas raparigas, nota, LE MONDE.
    Por seu lado, LIBÉRATION, dá relevo ao Sahel, onde populações perderam os seus meios de resiliência. Para a investigadora Vivekananda, a mudança climática aumentou consideravlemente a vulnerabilidade de comunidades sahelianas, forçadas a abandonar os seus locais de residência por causa dos ataques recorrentes do grupo terrorista islâmico Boko Haram.
    Enfim, uma nota futebolística, com L'ÉQUIPE, a enganar-se no emblema do clube português Benfica colocando o emblema do dragões do Porto.
    6 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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