Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Revista de Imprensa - Subida do nível dos oceanos coloca Terra em perigo
    Donald Trump fragilisado devido ao seu telefonema ao seu homólogo ucraniano Volodymir Zellenski, pedindo inquérito sobre o filho de Joe Biden, o seu provável adversário nas presidenciais de 2020, relatório do GIEC alertando para a subida dos oceanos de 1,10 metros até 2100, a saga em torno de Boris Johnson no Reino Unido, mas também as crises no Mali e na Líbia, são alguns dos destaques nos jornais franceses desta quinta-feira, 26 de Setembro 2019.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Brexit "the show must go on"
    No Reino Unido Boris Johnson foi humilhado pelo Supremo Tribunal que ordenou a reabertura do parlamento esta quarta-feira (25/09) o que o vai obrigar a negociar o Brexit sob pressão e até mesmo ser alvo de uma moção de censura, em Nova Iorque é a jovem ecologista sueca Greta Thunberg que dá que falar, enquanto o relatório do GIEC alerta para a urgência climáticas nos oceanos e na Argélia foi condenado a 15 anos de prisão o irmão mais novo do antigo Presidente Abdelaziz Bouteflika.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Cimeira do Clima da ONU, Bioética ou Pensões em França
    Os jornais franceses continuam a estar dominadas por questões de sociedade como o debate sobre a bioética em França ou a cimeira do clima em Nova Iorque.
    Clima: cimeira da ONU foi um fracasso, titula, LE MONDE. A cimeira terminou ontem em Nova Iorque sem grandes resultados com os principais Estados a recusar fazer mais esforços. A China e a Europa reiteraram simplesmente os compromissos tomados por ocasião do acordo de Paris.
    Outros grandes poluídores nem se dignaram estar presentes. Representante do principal emissor do planeta, o presidente americano, Donald Trump, fez uma aparição fugaz, sem intervir no debate. 
    Apenas 66 países essencialmente em desenvolvimento que pesam cerca de 6,8% das emissões de gás mundiais anunciaram novos compromissos. Mais de 500 milhões de dólares foram desbloqueados para preservar a floresta amazoniana, nota, LE MONDE.
    Clima, verde e próspero ao mesmo tempo, replica, LIBÉRATION. Economia verde é um mercado florescente, tendo empresários tido sucessos na reconciliação entre economia e ecologia. Quer nos transportes, quer na energia ou agricultura, estas iniciativas apostam na inovação e numa demanda crescente.
    Noutra passagem, LIBÉRATION, refere-se ao discurso de ontem de Greta Thunberg, na cimeira da ONU sobre a urgência climática. "Eu não deveria estar aqui mas na escola", lançou a activista sueca de 16 anos, por ocasião do seu discurso impregnado de raiva, denunciando, contos de fadas dos dirigentes imaturos do mundo.
    "Roubaram-me a minha infância", lançou ainda a adolescente sueca acompanhada de outros 15 jovens, apresentando paralelamente uma queixa contra 5 países, entre os quais a França por violação dos seus direitos da criança.
    Por seu lado, o secretário geral da ONU, António Guterres, declarou que a "urgência climática é uma corrida que estamos a perder, mas que ainda pode ser ganha", acrescentou LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, por cá, em França, LA CROIX, pergunta em título, pode-se crescer sem pai? O texto de lei de Bioética que estende a PMA, procriação medicamente assistida, a todas as mulheres começou hoje a ser analisado na Assembleia nacional.
    A mensagem que o texto envia a todas as crianças é que não é necessário ter um pai, destituído no psiquismo da criança, afirma o psinalista, Jean Pierre Winter.
    No seu editorial, da procriação à fabricação, LA CROIX, nota que as modificações contidas no texto podem parecer como pequenos passos. Mas aproximam-nos de maneira segura dos limiares muito mais preocupantes como a gestação por conta de outrém ou uma maior a selecção dos embriões, razão pela qual não podemos aprovar esse texto de lei, acrescenta o jornal católico, LA CROIX. 
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, uma única garantia, baixa das pensões. Assim, a confederação sindical comunista, CGT, apelou hoje à greve, com outros sindicatos, contra o projecto de reforma que vai fragilizar as pensões.
    Esta primeira mobilização interprofissional contra a reforma das pensões, denuncia um governo que atiça a sua teia de divisão e de repressão  e que manda passear organizações sindicaias em discussões intermináveis ao mesmo tempo que vai adiando a reforma com medo que haja uma catilização da raiva social, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    LE FIGARO, titula, Paris: Anne Hidalgo, tira proveito das divisões dos seus rivais. A presidente da câmara municipal de Paris lidera a sondagem Ipsos, no qudro das próximas eleições municipais.
    Ela beneficia da luta fratricida entre os dois candidatos macronistas, Benjamim Griveaux e Cédric Villani. Hidalgo, vai à frente, com 24% das intenções de voto, Griveaux com 19% e Villani com 14%/.
    A lista do Republicanos, da direita conservadora, encabeçada por Rachida Dati, surge com 13%, seguida do ecologista, david Belliard com 11%.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Irão e Clima dominam trabalhos na ONU em Nova Iorque
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre assuntos da actualidade nacional e internacional. 
    As incoerências de Trump frente ao Irão, titula, LE MONDE. A questão iraniana vai dominar os trabalhos da assembleia geral da ONU que começam hoje em Nova Iorque. A estratégia levada a cabo por Washington não é lisível desde a denúncia unilateral de acordo sobre o nuclear iraniano em 2015.
    Donald Trump pensa que pode aplicar sanções brutais contra o Irão e paralelamente mostrar-se aberto à ideia de negociação mais favorável.
    Macron, que vai encontrar-se com os presidentes americano e iraniano, quer aproveitar-se desta conferência da ONU para apaziguar as tensões. Para o presidente francês, que espera prolongar a dinâmica do G7 de Biarritz, alguma coisa pode acontecer, em Nova Iorque, nota, LE MONDE. 
    Agora ou nunca, titula, LIBÉRATION, para se referir ao clima. A cimeira especial da ONU sobre o clima começou hoje em Nova Iorque nas ausências muito notadas de Trump e de Bolsonaro. Face aos esforços a serem cumpridos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou os países a parar com os discursos bonitos e passar ao acto adoptando compromissos concretos.
    Quatro anos após a euforia política e mediática provocada pelo acordo de Paris sobre o clima faz um balanço dos esforços efectuados ou não pelos Estados signatários.
    A França, no capítulo dos objectivos comprometeu-se a reduzir 20% de emissões de gás do efeito de estufa até 2020 e menos 40% até 2030 em relação a 1990 e uma neutralidade de carbono até 2050.
    Os Estados Unidos têm como objectivo reduzir 26% a 28% de emissões de gás de efeito de estufa até 2025 em comparação com 2005, enquanto a China, já atingiu o pico de emissões de gás de efeito de estufa, ocupando o triste recorde de país mais poluidor do mundo.
    Dos 183 Estados que ratificaram o acordo de Paris, os bons alunos são as ilhas Marshall, Costa Rica, India, Filipinas, Butão, Marrocos, Gâmbia ou Etiópia, nota, LIBÉRATION.
    Agir pelo Planeta, replica, LA CROIX. No momento em que começa a cimeira da ONU, sobre o clima, o jornal designa 3 prioridades para esperar conter o aquecimento global sob a barreira dos 2° centígrados. São elas, consumir menos de energia, modificar nossos hábitos alimentares e circulação de modo diferente sabendo que o sector do transportes é responsável por 15% das emissões mundial do dióxido carbono, nota, LA CROIX.
    Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, Bioética: as armadilhas da proposta de lei PMA. A guerra da procriação medicamente assistida para todas terá lugar?
    Com o texto a dar entrada na Assembleia, o governo faz tudo para evitar novos debates fugosos sobre esta medida essencial da lei de bioética. Até porque a Academia nacional de Medicina considera num parecer tornado público que a concepção deliberada privada de pai é um risco para o seu desenvolvimento psicológico e sua felicidade.
    É um texto de todos os perigos, mas foi bem preparado, disse a semana passada, o Presidente Macron, aos parlamentares da sua maioria, num encontro antes do documento chegar à assembleia, nota LE FIGARO. 
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, pergunta, sobre o escândalo do grupo farmacêutico Mediator, quantos culpados? O escândalo do Mediator é um crime industrial e não um pequeno erro nem um acidente, afirma a especialista de pneumonologia, Irène Frachon, que pilotou a luta em defesa das vítimas.
    O seu livro Mediator, quantos mortos, traz fotos de 180 rostos a preto e branco, uns com cicatrizes e outros retratando operações cirúrgicas, todos vítima de moléculas de medicamentos fabricadas pelo grupo farmacêutico e prejudiciais para a saúde das pessoas.
    O julgamento do grupo Mediator começou hoje num tribunal de Paris, sublinha, L'HUMANITÉ.
    Em relação à África, LE MONDE destaca um manifesto de 470 marroquinas e marroquinos contra a repressão sexual, intitulado, Nós estamos na ilegalidade.
    São mais de 470 mulheres e homens, cidadãos marroquinos que assinam um abaixo-assinado redigido pela romancista Leila Slimani e a realizadora, Sonia Terrab. Elas e eles reclamam a anulação de leis reprimindo as liberdades sexuais e afirmam a sua solidariedade com as vítimas desta legislação. Testemunha disso é a prisão da jornalista Hajar Raissouni por aborto e relações sexuais extra-conjugal, nota, LE MONDE.
    6 min
  • Revista de Imprensa - ONU pede medidas concretas contra aquecimento global
    A mobilização da ONU a favor da luta contra o aquecimento climático, o plano verde da coligação alemã no poder, Daech continua a  existir,a tensão entre os eurodeputados e Ursula von der Leyen e o Brexit de Boris Johnson diante do Tribunal Supremo britânico que julga a legalidade da suspensão do Parlamento, estão entre os focos de actualidade nas edições de sexta-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Macron cria crispação na sua maioria sobre imigração em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de política social e de sociedade em França, como trabalho e aposentadoria, justiça ou imigração.
    Imigraçao: Macron semeia discórdia na sua maioria, titula, LE FIGARO. Ao centrar o seu discurso na segurança e imigração, o chefe de Estado, introduziu uma certa crispação no seio duma parte dos parlamentares do seu partido República em Marcha, reunidos, hoje, em S. Denis, na presença do primeiro ministro, Édouard Philippe. 
    Para LE FIGARO é uma ocasião do chefe da maioria, reafirmar a sua vontade em trabalhar em colaboração estreita com os parlamentares, enquanto os Republicanos, reunidos igualmente hoje na sua jornada parlamentar, tentam uma estratégia para não deixarem Macron ter protagonismo nestas temáticas que geralmente pertencem à esfera da direita e da extrema direita.
    Trabalhar mais sim mas... titula, LA CROIX. A vontade do governo recuar a idade efectiva da aposentadoria choca com resistências dos patrões que torcem o nariz quando pedidos a recrutar séniores. São os paradoxos dos franceses.
    Se os mais velhos nunca trabalharam tanto na sua vida activa, sentem-se, porém, estigmatizados e são os primeiros afectados pelo desemprego de longa duração. Para aqueles que acumularão emprego e pensões de reforma os seus rendimentos da sua actividade laboral representam em média 30% daquilo que recebem num ano, acrescenta, LA CROIX.
    França Insubmissa, o julgamento de opositores, titula, L'HUMANITÉ. Referência ao julgamento de Jean-Luc Mélenchon, deputado da França Insubmissa e ex-candidato às eleições presidencia, que começou hoje acusado por rebelião e provocação.
    Os dirigentes da França Insubmissa denunciam uma manobra política. O líder Jean-Luc Mélenchon e 5 outros insubmissos a ser julgados vão tentar durante as audiências transformar este processo numa tribuna de denúncia da instrumentalização da justiça, nota L'HUMANITÉ.
    Processo Mélenchon, em letras vermelhas, fazendo recordar os célebres Processos de Moscovo, mandem entrar o acusador, titula, LIBÉRATION. Um ano depois da rusga da polícia à sede do seu partido, o líder da França Insubmissa comparece perante o Tribunal de Bobigny por actos de intimidação contra autoridade judicial, rebelião e provocação. Mélenchon denuncia um julgamento político.
    O ex-candidato às eleições presidenciais, esfrega as mãos de contentamento, porque não estará sozinho no banco dos réus. Com ele, outros camaradas de partido, a imprensa e os holofotes da televisão estarão presentes e muitos dos seus apoiantes e gente anónima.
    Convencido que o governo procura a sua queda, Jean-Luc Mélenchon, grande tribuno, está ansioso por transformar o processo numa peça dramática. Começou treinos de aquecimento ontem na Universidade Sorbonne, falando à ex-Presidente do Brasil, Dilma Roussef, para os jornalistas ouvirem.
    "Vive-se um momento muito especial em França, "o Senhorzinho é muito violento (referência implícita a Macron) como o vosso Bolsonaro". Estes dias vem denunciando igualmente técnicas de lutas do poder para reduzir em cinzas os opositores, sublinhando que o seu julgamento não passa de um processo político para nos destruir", acrescenta, LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, no internacional, LE MONDE, titula, crescimento mundial: diagnóstico choque da OCDE. A Organização de cooperação e de desenvolvimento económicos reduziu em baixa as previsões de crescimento. O crescimento mundial não deve chegar aos 2,9% em 2019 e 3% em 2020, o seu pior resultado desde 2008.
    Os países ricos e os emergentes, deverão igualmente ser afectados. E o Produto interno bruto em França crescerá apenas 1,2% em 2020. Tensões proteccionistas, guerras comerciais americanas, Brexit e o preço de petróleo agravam as incertezas e a redução das taxas do Banco federal americano é muito contestado internamente, acrescenta, LE MONDE.
    O mesmo vespertino destaca ainda Israel, Benny Gantz quer pôr fim ao reinado de Bibi. O Partido Azul e Branco do antigo chefe do estado maior do exército, Lieberman está à frente nas legislativas quase em igualdade com o Likud do actual primeiro ministro, Netanyahu.
    No momento em que começam conversações para a formação do governo, Netanyahu, convidou o general Benny Gantz, a formarem um governo de união nacional, mas o líder do partido Azul e Branco, está mais interessado em ter uma vida política israelita virada para o centro. 
    Enfim, sobre a África, LE MONDE, escreve que na Tunísia está de regresso o gostinho da revolução. A democracia eleitoral normaliza-se e os tunisinos votaram num quadro pacífico, transparente e despedido de coerção.
    Mas há vários tunisinos que duvidam deste excesso de optimismo e não estão completamente convencidos pela leitura positiva do diapasão democrático.
    Porque, dizem eles, que o processo de obsolescência que atingiu o "establishment" tunisino pós-2011 foi duma rapidez preocupante. E uma razão para esta reticência é que a insurreição eleitoral que houve não ponha em risco instituições frágeis, inacabadas e nascidas de um consenso reversível, nota LE MONDE.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Israel e as legislativas, imigraçao em França,Tunísia e presidencial
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas entre assuntos que vão da imigração, passando pelo clima até às eleições israelitas. 
    Eleições em Israel: Netanyahou perde a sua aposta, titula, LE MONDE. Esta manhã não havia um vencedor claro das eleições legislativas de ontem em Israel, colocando o país numa situação incerta. O Likud de Benjamim Netanyahou e o seu rival, o Movimento Azul e Branco, de Benny Gantz, estavam taco-a-taco. Segundo a comunicação social israelita, nenhum dos dois conseguiria os 61 lugares necessários à obtenção duma maioria no Knesset, que é o parlamento.
    Para o primeiro ministro cessante que não conseguiu uma margem de manobra folgada e envolvido em escândalo de corrupção o resultado em si é um fracasso. O partido de Avigdor Lieberman, com 9 lugares, poderia servir de fiel da balança em eventuais conversações, sublinha, LE MONDE.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, Quando o clima dita a lei. Ao considerar legítima a acção de dois militantes ecologistas que retiraram da parede duma câmara municipal a fotografia do Presidente da república um juiz suscita polémica. A decisão é espectacular e totalmente inédita.
    Ontem à noite um juiz de Lyon inocentou dois homens que tinham retirado dois quadros com a foto do Presidente Macron duma câmara municipal, considerando que o delito, roubo numa reunião, tinha sustentação como um motivo legítimo, já que agiram contra o aquecimento global, facto constante e que afecta gravemente o futuro da humanidade.
    Para o professor de direito penal, Olivier Cahn, retirar um quadro não é um comportamento brutal e nesse contexto a ausência de violência permite ao juiz reconhecer a legitimidade da acção.
    Pelo contrário, o constitucionalista, Olivier Duhamel, lamenta uma decisão que pode dar razão a aqueles que acusam juizes de terem motivações políticas, sublinhando que o juiz está lá para dizer o direito, acrescenta, LIBÉRATION. 
    Mudando de assunto, L'HUMANITÉ, titula, imigração, Macron brinca com o fogo. Perante parlamentares da sua maioria o chefe de Estado recuperou a retórica da União Nacional de Marine Le Pen. Macron apelou a sua maioria e o seu governo à firmeza sobre o desvio do direito de asilo para evitar ser um partido burguês que ignora a opinião das classes populares seduzidas pela extrema direita.
    Mas há que recordar as condições do nascimento da República em Marcha de Macron, símbolo do sucesso burguês e de braços dados com os meios de negócios. Por outro lado, há que considerar que as camadas populares não estão reféns eleitorais duma extrema direita. E é este espantalho que o Presidente Macron tenta agitar para melhor se posicionar num duelo presidencial com Marine LE Pen, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    Direito de asilo, a França demasiada acolhedorada?, pergunta em título, LA CROIX. Macron, adoptou um tom severo sobre a imigração, insistindo nos pedidos de asilo que aumentaram. Macron reafirmou que acreditava no direito de asilo mas que "os fluxos de entrada nunca estiveram tão baixos na Europa enquanto os pedidos asilo em França nunca estiveram tão altos", acrescenta, LA CROIX.
    Imigração, Macron quer acabar com a tese de recusa da verdade, titula, LE FIGARO. A 6 meses das eleições municipais, a segurança e a imigração tornam-se temas centrais da segunda metade do seu mandato presidencial. E a 15 dias de um debate sobre a imigração o chefe de Estado impoe um novo ritmo à sua maioria e ao governo, nota, LE FIGARO.
    Enfim, em relação à África, LE FIGARO, escreve sobre a Argélia que de paralisada tenta abrir-se. Dezenas de grandes patrões postos na prisão ou manifestantes hostis à eleição presidencial de 12 de dezembro são temas de conversa do dia-a-dia. A incerteza política pesa duramente na economia argelina. Como reclamavam os meios de negócios, as autoridades decidiram abrir as portas a capitais estrangeiros, nota, LE FIGARO.
    Por seu lado, LA CROIX, destaca as últimas eleições na Tunísia. Todos os tunisinos têm razões para estarem orgulhosos destas eleições de 15 de setembro, com Kais Saied a ganhar a primeira volta das presidenciais, com 18,4% e em segundo lugar Nabil Karoui com 15,6%. São estes dois candidatos da sociedade civil que vão disputar a segunda volta.
    Mas, Nabil Karaoui, concorreu na primeira volta, estando na cadeia. Há rumores de que ele possa ser libertado nos próximos dias, mas o Supremo Tribunal rejeitou a sua liberdade.
    Outras versões que circulam na Tunísia é que ele pode concorrer à fnal mesmo estando na prisão ou então que a sua candidatura seja invalidada, segundo o constitucionalista Yadh Ben Achour, e neste caso, seria declarado vencedor e Presidente, o seu adversário Kais Saied, vencedor da primeira volta, acrescenta LA CROIX.
    6 min
  • Revista de Imprensa - Médio Oriente: o rastilho e a pólvora
    A escalada da tensão no Médio-Oriente após os ataques contra a podução petrolífera saudita, a controversa campanha de Benyamin Netanyahu para a reeleição em Israel, Emmanuel Macron e a viragem no respeitante à imigração, Dilma Rousseff ex-presidente do Brasil afirma que se Lula for libertado mudará a correlação das forças políticas no seu país, os europeus saturados com o Brexit de Boris Johnson.Eis alguns dos focos de actualidade nas edições desta terça-feira.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Tunísia: primeira volta de eleição presidencial consagra dois independentes
    Em destaque nas edições desta segunda-feira, estão o ataque com drones às instalações petrolíferas da Arábia Saudita, o rescaldo da primeira volta da eleição presidencial na Tunísia, a líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen já começou a pensar na presidencial de 2022,Benyamin Netanyahu com uma campanha de promessas e provocações, os franceses não se sentem felizes com o seu modelo democrático.
    5 min
  • Revista de Imprensa - Reforma das pensões e greve nos transportes públicos em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões sociais com a reforma das pensões ou a greve nos transportes públicos em França.
    Pensões de reforma: a batalha dos regimes especiais, titula, LE MONDE. O primeiro ministro afirmou ontem querer dispor de todo o tempo necessário para a instalação do sistema universal de pensões e previdência.
    Ele anunciou mais escuta, mais diálogo com os parceiros sociais e uma consulta cidadã até ao fim do ano. A maioria dos sindicatos mostra-se céptica e as profissões que beneficiam de um regime especial de pensões começam a mobilizar-se, acrescenta, LE MONDE.
    Aposentadoria: Édouard Philippe na linha da frente, replica, em título, LE FIGARO. O primeiro ministro detalhou ontem os objectivos, o método e o calendário retidos para realizar a reforma mais sensível deste mandato de 5 anos, que deverá ser votada no verão de 2020, nota, LE FIGARO.
    Pensões, governo corre o risco que ficar com o dedo trancado na porta, titula, LIBÉRATION. 10 linhas de metro encerradas e o que resta vai devagarinho por causa duma greve dura esta sexta-feira na companhia periurbana, RATP, que está contra essa reforma das pensões, nota LIBÉRATION.
    Mudar de clima, titula, L'HUMANITÉ. Meio ambiente, social, esquerda, solidariedade, cultura e concertos, constituem temas da Festa do jornal. Alunos dos liceus e coletes amarelos mobilizam-se para o concerto de 20 de setembro. Não há trabalho num planeta morto, afirma uma sindicalista. São 3 dias da festa de L'HUMANITÉ, onde a questão do aquecimento global vai ser passada a pente fino.
    Mudando de assunto, no Israel, o eleitorado árabe está a ter dificulades para se mobilizar contra Netanyahou. Os partidos árabes apresentam uma lista única  no quadro das eleições legislativas de 17 de setembro. Os árabes denunciam um sistema de apartheid em Israel.
    Enfim, em relação à África, LA CROIX, titula, Tunísia, democracia à prova dos 9. A incerteza paira sobre a primeira volta da eleição presidencial tunisina no dia 15 de setembro.
    Num escrutínio  muito incerto, 7 milhões de tunisinos, vão votar na primeira volta para escolher os 2 finalistas entre 26 candidatos presidenciais. É uma democratização bem real mas frágil na Tunísia, sublinha, LA CROIX.
    3 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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