Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Franceses menos confiantes nas instituições
    Com em pano de fundo a crise dos "coletes amarelos" os franceses têm menos confiança nas suas instituições, na RDC a tensão caracteriza a vitória de Félix Thsisekedi na eleição presidencial, na Venezuela a oposição continua a afirmar que a tomada de posse de Nicolas Maduro é ilegítima, na Andaluzia espanhola, anteriormente socialista ,a extrema-direita e a direita unem-se para governar no plano regional, na África do Sul o salário mínimo é desigual.Estes são alguns dos focos de actualidade nos jornais de sexta-feira.
    5 min
  • Polémica em torno do debate nacional sobre crise em França
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por temas da actualidade nacional, que vão desde impostos passando pela saúde até educação.
    Reforma do imposto sobre a fortuna e da contribuição social geral faz baixar donativos, titula, LE MONDE. 2018 foi um ano negro para as associações, porque dos 2 mil e 900 milhões de euros geralmente arrecadados, os donativos baixaram 200 milhões de euros. Os mais ricos ajudavam as ONG's para verem os seus impostos reduzidos; a supressão do imposto sobre a fortuna resultou numa quebra das ajudas de cerca de 150 milhões de euros.
    A investigação na medicina é a mais afectada com uma baix sem precedentes de 16% dos donativos. A Liga contra o cancro lançou um apelo urgente aos franceses. O congelamento das pensões, o aumento da contribuição social e do preço de energia tiveram um forte impacto nas pensões de reforma, enquanto 60% dos doadores têm mais de 60 anos; e para complicar as coisas, a supressão em outubro de 2017 de 200 mil empregos subvencionados acabou por destabilizar as associações caritativas, nota, LE MONDE.
    Grande debate: as incógnitas duma concertação inédita, titula, por sua vez, LE FIGARO. No momento em que o governo se reúne em seminário para fixar o quadro da consulta, Chantal Jouanno, renunciou pilotar o debate, sobre os grandes problemas da sociedade francesa, após uma polémica em torno do seu ordenado de 14.700 euros por mês.
    Ela declarou numa entrevista à France Inter serem perfeitamente legítimas as interrogações levantadas em torno do seu salário, pelo que preferia não assumir a missão de liderar o debate nacional que lhe foi confiada pelo primeiro ministro. Mas, paradoxo, sobre o salário, porque Chantal Jouanno, não se demitiu da presidência da Comissão nacional do debate nacional, nota, LE FIGARO.
    Por seu lado, L'HUMANITÉ, titula, amordaças aos professores. O artigo 1° do projecto do diploma sobre a escola de confiança, ameaça o direito de expressão dos professores. A redacção ambígua do artigo da futura lei abre a possiblidade de amordaçar qualquer contestação de um professor. Face a reacções de indignação da profissão, o ministro da Educação nacional, promete reescrever o seu texti, mas sem que convença os sindicatos.
    "Pode-se ler o texto como se qualquer comentário de um professor feito nas redes sociais possa vir a ser sancionado", reagiu, Francette Popineau, porta-voz da Snuipp-FSU, primeiro sindicato da escola primária, acrescenta, L'HUMANITÉ.
    Psiquiatria à míngua, titula, LIBÉRATION. Cortes nos efectivos, maus tratos, isolamento de doentes... se a situação é diferente de um hospital para outro, a psiquiatria pública vai mal. Apesar de um aumento de 50 milhões de duros nas verbas disponibilizadas ao sector psiquiátrico pelo ministério da Saúde, a situação nos hospitais é explosiva. É que junta-se à falta de meios o protagonismo das neurociências.
    A doença mental sofre de um descalabro teórico. A aliança entre a psicanálise e a psiquiatria que dominou como modelo teórico nos últimos 60 anos está moribunda. Hoje, dominam a biologia, os medicamentos e as neurociências, acrescenta, LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, no internacional, LA CROIX, titula sobre Theresa May, a Dama de nervos de aço. Mulher de princípios, é ambiciosa e obstinada e pronta para a batalha decisiva sobre o Brexit, de 15 de janeiro. O seu mau carácter e o seu lado desconcertante, pois, nunca ninguém sabe o que pensa sobre determinado assunto, Theresa May, desequilibra e deixa loucos todos aqueles que tentam compreender a sua personalidade.
    Ela partiu hoje para o debate sobre o seu tratado negociado duramente com a União europeia, no parlamento convencida que a 15 de janeiro terá o Reino Unido que quer que seja a maior meritocracia do mundo, nota, LA CROIX.
    Enfim, sobre a África, LIBÉRATION, destaca Madagáscar: Andry Rajoelina, do golpe militar à vitória eleitoral. O Tribunal constitucional confirmou ontem a vitória do ex-presidente nas eleições presidencias. Pelo contrário, os juízes constitucionais, rejeitaram o recurso do adversário, Marc Ravalomanana, que denunciou fraudes eleitorais, da segunda volta das presidenciais de dezembro, acrescenta, LIBÉRATION.
    3 min
  • França,coletes amarelos e lei anti-vandalismo
    Em destaque nas edições de terça-feira, a vontade do governo francês em fazer votar uma lei anti-vandalismo para enfrentar as violências contra os bens públicos e privados que ocorrem durante as manifestações, o patrão da Renault Carlos Ghosn reivindica a sua inocência perante a justiça japonesa, o grupo Estado Islâmico que continua a representar uma ameaça terrorista,o fracasso da tentativa de golpe de Estado no Gabão.
    0 min
  • Emmanuel Macron,coletes amarelos e o debate nacional
    A saga dos coletes amarelos em França, Alexnadre Benalla ex-assessor da presidência francesa é uma figura de redes, a peodiflia no seio da Igreja francesa hesitações e fífias marcam os primeiros passos do governo de Jair Bolsonaro no Brasil, Viktor Orbam da Hungria confrontado com o descontentamento social. Eis alguns dos destaques nas edições de segunda-feira.
    5 min
  • França: aumenta impopularidade de Macron e ministros
    As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas tanto a nível nacional como internacional.
    Bugs e escândalos, ano negro de Facebook, titula, LE MONDE. Mark Zuckerberg tinha prometido resolver em 2018 os problemas técnicos do seu império, mas o ano terminou em pesadelo. Piratas informáticos roubaram dado de 29 milhões de utilizadores, e transtornos técnicos provocaram a publicação indevida de 6,8 milhões de fotos privadas. A empresa Cambridge Analytica aspirou dados de 87 milhões de internautas em 2015, durante as primárias americanas?
    Parcerias com gigantes digitais como Netflix e Apple permitiram a transferência de dados pessoais sem consentimento dos seus utilizadores. Foram também levadas a cabo operações de propaganda no Facebook cotra os rohingas na Birmânica, acrescenta, LE MONDE.
    Inteligência artificial, estádio supremo da alienação no trabalho?, pergunta, em título, L'HUMANITÉ. O exemplo emblemático da empresa IBM. Homens escravizados pela inteligência artificial. Com o seu software Watson, IBM pretende ajudar os trabalhadores. Mas do outro lado da cadeia de montagen, operários e técnicos sentem-se humilhados e dirigidos por máquinas. Privados do seu livre arbítrio, receiam perder os seus empregos.
    A máquina que substitui o homem e pode dar um parecer técnico deixou de ser ficção científica. Resta saber quem controlará a máquina. A tecnologia agrava as desigualdades e nos Estados Unidos, economistas analisam as primeiras consequências da invasão da inteligência artificial no mundo do trabalho, factor de externalização e pauperização dos trabalhadores, nota, L'HUMANITÉ.
    Por seu lado, LIBÉRATION, titula, conquista espacial a face oculta chinesa. Ao suceder poisar do lado oculto da Lua, uma proeza inédita, Pequim reafirma as suas ambições na corrida espacial desafiando os Estados Unidos e a Rússia.
    Para o astrofísico do Centro nacional de estudos espaciais, Francis Rocard, em entrevista ao LIBÉRATION, é uma nova janela aberta de observação do universo, uma proeza que permite melhor compreender o nosso sistema solar.
    Mudando de assunto, LA CROIX, pergunta em título, se a alta de salários é tabú? Diversas razões explicam porque é que os coletes amarelos não esperam grande coisa das empresas no aumento do seu poder de compra. Nas rotundas os coletes amerelos evocam dificuldades de fim de mês e denunciam impostos e taxas.
    Aumentos salariais são relegados para segundo plano e são mesmo excluídos pelos governo. Os cofres estão vazios, os que têm um emprego estão contentes por não estarem no desemprego, eis algumas das tendências que não contribuem em nada para embelezar as folhas de vencimento dos empregados, nota, LA CROIX. 
    Eliseu: Macron forçado a reorganizar a sua equipa, titula, LE FIGARO. No momento em que a nosa sondagem Odoxa afirma que a insatisfação da opinião em relação ao governo não baix, a saída de vários conselheiros obriga o chefe de Estado a remodelar o seu gabinte. O homem que escreve os seus discursos, Sylvain Fort, director de comunicação, anunciou a sua saída. O conselheiro político Stéphane Séjourné deverá dirigir a campanha eleitoral europeia e outras saídas estão previstas o que vai obrigar o Presidente a renovar profundamente toda a ua equipa.
    Mas, acrescenta, LE FIGARO, se o Presidente da República está a contar com os seus ministros para o protegerem politicamente ele está redondamente enganado porque a esmagadora maioria deles sofre duma grande impopularidade, exceptuando Jean-Yves Le Drian, ministro dos Negócios estrangeiros. Os outros ministros são desconhecidos ou a opinião pública não gostam deles, nota, LE FIGARO, citando a sondagem Odoxa.
    Enfim, é o mesmo jornal, que sobre a África, destaca RDC, com Kinshasa, a bater o pé antes do veredicto das urnas. Enquanto circulam boatos loucos na capital congolesa, os releigiosos apelam à publicação dos resultados no respeito da verdade.
    Nas ruas de Kinshasa, as conversas giram em torno duma hipótese da vitórias das presidenciais do candidato da oposição, Martin Fayulu, enquanto há suspeições de fraude e nas sedes de camapanha dos partidos, o discurso é que cada uma das formações política afirma que ganhou as legislwativas, acrescrescenta, LE FIGARO.
    5 min
  • Donald Trump e o mundo em 2019
    A política externa dos Estados Unidos em 2019, a comunhão de pensamento entre o norte-americanoTrump e o sul-americano Bolsonaro, as dificuldades do mandato de Emmanuel Macron e o movimento dos coletes amarelos em França, o Brasil cujo novo presidente afirma ter libertado o país do "socialismo", os problemas judiciais de Bibi Netanyahu, expectativa em Kinshasa antes do anúncio dos resultados da eleição presidencial congolesa, são alguns destaques nas edições desta quinta-feira.
    5 min
  • Bolsonaro quer fim de socialismo no Brasil
    Entre os destaques nas edições desta segunda-feira temos a tomada de posse, como Presidente do Brasil,de Jair Bolsonaro, a maioria democrata na câmara dos representantes americana frente a Donald Trump, Emmanuel Macron perante a crise a crise dos coletes amarelos em França, divergências no seio da oposição israelita a três meses das legislativas, bem como os imigrantes que sonham com o Reino Unido.
    5 min
  • Que futuro para cristãos de Oriente?
    Neste dia 24 de Dezembro em que os cristãos preparam para celebrar o Natal, destaque é dado aos crentes não mulçumanos nos países árabes e nomeadamente da Síria.O Hamas é alvo da cooperação entre Israel e a Autoridade da Palestina em matéria de segurança. Na Nicarágua,Daniel Ortega é acusado de crimes contra humanidade.Nem todos os patrões franceses responderam positivamente ao apelo do Presidente Macron no respeitante ao bonus de Natal.
    4 min
  • Trump abandona países amigos ao retirar-se da Síria?
    As primeiras páginas dos jornais franceses diversificadas quer em matéria de política interna quer em matéria de política internacional. 
    Desautorizado por Trump;o minisdtro da defesa americano demite-se, titula, LE MONDE. O general James Mattis secretário da defesa, demitiu-se ontem por estar em desacordo com a retirada americana da Síria. O Pentágono prepara por sua vez a retirada de metade dos seus soldados do Afeganistão, quando decorrem negociações com os talibans. 
    Estas decisões terão importantes consequências, sabendo que a retirada da Síria é um sério revés para Israel, que apostava no apoio americano, nota, LE MONDE.
    Síria: a retirada americana abre a via para a Turquia, relança em título, LE FIGARO. A decisão de Donald Trump de retirar as suas tropas do norte da Síria deixa campo livre  a Erdogan para uma nova ofensiva contra os curdos. É o realpolitik, escreve LE FIGARO, no seu editorial.
    Nesse oriente de alianças voláteis costuma-se dizer que no fim são sempre os curdos que perdem oriental, o que parece de novo verificar-se. Trump, acredita aposta mais em Erdogan do que nos seus aliados curdos, observa, o editorial do FIGARO.
    Por sua vez, LIBÉRATION, titula, Trump e a Síria, o homem que abandona os amigos. Considerando terminada a guerra contra o Estado islâmico, o presidente americano entender retirar as suas tropas abandonando à sua sorte os seus aliados curdos e abandonando a região ao caos. Depois dos Estados Unidos é o dilúvio .
    A confirmação  de retirada das forças americanas presentes na Síria, o caminho fica aberto para a Turquia, Rússia e Irão e corre o risco de complicar a luta contra o estado islâmico que ainda não está vencido de todo, nota, LIBÉRATION.
    Mudando de assunto, por cá em França, L'HUMANITÉ, titula, sobre os precários da habitação que são milhares sinistrados do sistema Gaudin. 6 semanas após o drama da rua de Aubagne, o presidente da câmara municipal de Marselha convocouuma assembleia nacional que decorre hoje sob alta tensão.
    1500 é o número de pessoas evacuadas desde 5 de novembro de prédios vetustos on insalubres no centro da cidade nos bairros do norte. Famílias inteiras estão perdidas e nunca estão ao corrente de nada. A imensa maioria dos casos não teve uma solução até agora, observa, L''HUMANITÉ.
    Enfim, em relação ao continente africano, LA CROIX, titula, voto em suspenso na RDC. Eleição presidencial, que devia ocorrer no domingo foi adiada por uma semana. São aliás adiadas todas as eleições, presidenciais, legislativas e provinciais, adiadas 7 dias. Vários congoleses desejam a partida do presidente Joseph Cabila, mas não esperam grande coisa do escrutínio.
    A Igreja católica, que esteve muito implicada nos últimos dois anos para que estas eleições fossem realizadas adotou agora uma posição de reserva. Do seu lado, a população não está muito implicada no processo eleitoral. EM 3 anos, é a terceira vez que a Comissão nacional eleitoral, adia as eleições permitindo a Cabila ficar no poder quando o seu mandato para o qual foi eleito em 2011 terminou desde 19 de dezembro de 2016, acrescenta, LA CROIX.
    Por seu lado, LE MONDE, dá relevo ao Marrocos apanhado pelo risco terrorista depois da morte de turistas. O assassínio de dois escandinavos em Alto Atlas afecta o um país que não tinha sofrido ataques desde 2011.
    5 min
  • França: executivo confrontado com mundo real
    O executivo de Emmanuel Macron frente ao mundo real, o sindicato CGT e os movimentos sociais em França,o aumento do custo da habitação e os que dormem na rua em França a militarização do espaço pelos Estados Unidos, nova crise política na Bélgica, Donald Trump decide retirar os militares americanos da Síria, Estados Unidos ameaçam novas sanções contra a firma europeia Airbus,o Tribunal de Tóquio não prolonga a custódia do patrão da Renault Carlos Ghosn. Estes são alguns dos destaques nas edições de quinta-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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