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Revista de Imprensa episodes

  • União Europeia: Imigração e dissenções
    Depois da crise do Aquarius, barco de migrantes não autorizado a atracar na Itália, a União Europeia está confrontada com a escalada da tensão entre membros. No plano interno da Alemanha,a chanceler Angela Merkel é desafiada pelo radicalismo dos seus parceiros da direita, no que toca igualmente à questão migratória.A citada problemática domina as colunas e os comentários nas edições desta terça-feira.
    5 min
  • Questão dos migrantes novamente em destaque
    Uma vez mais, a questão dos migrantes ocupava as manchetes da imprensa francesa. Esta saudava o facto de 629 migrantes terem chegado a bom porto, em Valência, e terem suscitado um verdadeiro debate sobre  a imigração no seio da União Europeia.
    Outro tema muito desenvolvido pelos jornais franceses era o exame de fim de estudos segundários, o "Bac", que levanta  o questionamento quanto à igualdade de oportunidades dos jovens, segundo a sua classe social, e também quanto ao verdadeiro valor do Diploma.
    5 min
  • Tensão na Europa perante migrantes
    Entre os destaques,o eixo anti-migrantes europeu, Emmanuel Macron perante as reticências crescentes que provoca a sua política, a nova selecção francesa de futebol,vinte anos depois da geração vitoriosa de Zinedine Zidane e as democracias ocidentais em crise frente a uma nova ordem mundial que desponta.Este são alguns dos focos nas edições desta sexta-feira.
    5 min
  • Macron reforma a França sem ouvir o próprio partido
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões sociais, migrantes europeus ou o arranque do mundial de futebol na Rússia. 
    Social: Macron recusa mudar uma vírgula sequer na sua estratégia, titula, LE MONDE. O chefe-se de Estado opos-se ontem a todos aqueles que, na sua maioria, reclamam "um reequilíbrio social" da política levada a cabo.
    Macron disse querer construir um novo Estado providência da dignidade e da emancipação, mas sem despesas suplementares e declarou num video  nas redes sociais que " o dinheiro louco" esbanjado na assistência social não impede que os "pobres continuem pobres", acrescenta LE MONDE.
    Macron, espezinha a solidariedade, replica, L'HUMANITÉ. Macron, quer mais precariedade para os pobres. No seu discurso de ontem perante a Mutualidade francesa, o chefe de estado atacou os "estatutos" e propos em nome da "mobilidade" uma protecção mínima, num mercado de trapaceiros, nota L'HUMANITÉ.
    Saúde, emprego, pensões... o big bang social de Macron, titula, LE FIGARO. O presidente recordou no seu discurso de ontem que não queria "continuar a gastar mais dinheiro" para a protecção social. A ala esquerda da sua maioria reclamou uma viragem social, mas Macron, fechou as portas aos pedidos, nota LE FIGARO.
    A nível internacional, LA CROIX, titula, Migrantes, a Europa em plena confusão. Aumenta a disputa entre Paris e Roma e na Alemanha, Merkel é fragilizada no seio do seu governo.
    Denunciando o cinismo e irresponsabilidade do governo italiano, o Presidente Macron, o primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, reagiu furiosamente, dizendo, que a Itália não recebia lições hipócritas da França. 
    Por seu lado, o seu ministro do Interior, Salvini, ameaçou que se não houver um pedido oficial desculpas, o primeiro-ministro Conté fará um boa coisa em não deslocar-se amanhã a França, onde é esperado para um encontro com Macron, nota LA CROIX. 
    Em relação à África, LE MONDE, refere-se à Etiópia que se aproxima dos seus inimigos históricos, como a Eritreia, Quénia, Djibouti ou o Sudão. Mas também nas páginas do mesmo vespertino, a sentença que iliba Bemba, no seu julgamento, símbolo dos fracassos do Tribunal penal internaiconal.
    Enfim, uma nota desportiva, com LIBÉRATION, a titular, Mundial de futebol da Rússia. Griezmann e a equipa da França podem regressar à ribalta do futebol mundial, que começa hoje em Moscovo, janela aberta para a nova potência russa.
    3 min
  • Migrantes, Imigrantes e Refugiados dividem União europeia
    A crise dos migrantes na Europa e reacções à cimeira de Singapura entre os presidente Donald Trump e Kim Jong-un, dominam as primeiras páginas dos jornais franceses.
    "Aquarius": tensões em França e na Europa, titula, LE MONDE. O destino do barco Aquarius rejeitado pela Itália, com 629 migrantes a bordo, criou uma onda de choque na União e na política francesa. Na Assembleia nacional a passividade de Macron e do governo é denunciada pela oposição mas também por deputados da maioria.
    Do seu lado o chefe de estado criticou "uma forma de cinismo" da Itália , com Roma a rejeitar "lições hipócritas" de Paris e a convocar o embaixador da França, na capital italiana.
    Por seu lado, Josep Borell, ministro espanhol dos negócios estrangeiros, cujo país vai receber os refugiados, apela a União europeia a deixar de praticar a política de avestruz. Na Alemanha, a chanceler, Merkel e o seu ministro do Interior, não estão de acordo sobre a política migratória do país, nota LE MONDE.
    O naufrágio da Europa fortaleza, replica, L'HUMANITÉ. O gesto da Espanha não basta para apagar a atitude inepta  de dirigentes da União europeia sobre o acolhimento de migrantes e fazer frente ao xenófobo Salvini. 
    O golpe desferido contra o barco do SOS Mediterrâneo e os 629 exilados africanos a bordo pelo ministro do Interior italiano da extrema direita revela a deriva dos Estados membros da União europeia. Eleitos locais e cidadãos solidários exigem uma mudança de rumo, sublinha, L'HUMANITÉ.
    Europa à deriva, pertence ao LIBÉRATION, que no seu editorial, intitulado, cinismo, lança uma farpa ao presidente francês.
    Macron, não encontrou argumento melhor do que denunciar a irresponsabilidade e o cinismo da Itália neste caso, mas rejeitando a proposta de acolhimento do Aquarius feita pelo presidente do conselho executivo da Córsega. Atingimos claramente os limites do discurso de Macron, que não diz coisa com coisa, nota o editorial do LIBÉRATION.
    Mudando de assunto o mesmo LIBÉRATION, recorre a um trocadilho francês, misturando vago e louco, para titular, cimeira Kim-Trump, uma história de loucos. Se do encontro entre os dois imprevisíveis líderes saiu um documento sem qualquer compromisso, não deixa de ser inédito e com uma carga forte simbólica. O documento assinado é caracterizado de decepcionante por um grande número de peritos. O texto é vago nomeadamente sobre a desnuclearização do regime de Pyongyang, sublinha LIBÉRATION.
    Uma cimeira, e depois?, pergunta LA CROIX. O documento assinado em Singapura é muito geral quando evoca a desnuclearização sem avançar um calendário.
    E no seu editorial, intitulado paciência, LACROIX, nota que para juntar os dois dirigentes com interesses antagonistas extremados, teve-se de recorrer a um terceiro homem, Moon Jae-in, o presidente sul-coreano como intermediário. A reconciliação vai precisar de tais artesãos de paz, discretos, pacientes e visionários, sublinha LA CROIX. 
    Depois da cimeira, é tempo de perguntas, replica, em título, LE FIGARO. Se o encontro de Singapura entre Kim Jong-un e Donald Trump, é histórico, o balanço concreto resume-se a um documento recheado de termos gerais e simbólicos. 
    No seu editorial, LE FIGARO, observa que a longa ladaínha de promessas não respeitadas pela Coreia do Norte incita à prudência. E sem aprová-lo, pode-se compreender Kim.
    A Coreia do Norte sem a bomba, é a Birmânia dos generais, quer dizer não é grande coisa na cena mundial. E, com Kadhafi, o coreano viu o destino reservado a ditadores não nuclearizados. Com o acordo iraniano enviado ao caixote do lixo, percebeu bem como a América procede com compromissos quando não é ameaçada por mísseis, acrescenta, LE FIGARO, no seu editorial.
    5 min
  • Kim JongUn e Donald Trump:um passo para paz
    A maioria dos jornais franceses comentam e qualificam a cimeira Kim JongUn-Donbald Trump de "histórica". Com em pano de fundo a greve dos ferroviários iniciada no mês de Abril,a Assembleia Nacional francesa vai aprovar a reforma da SNCF (Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro). As interrogações sobre como equilibrar a política económica e social de Emmanuel Macron.Depois da recusa da Itália, a Espanha prepara-se para acolher os migrantes do navio Aquarius.Estes são algus dos focos nas edições desta terça-feira.
    5 min
  • Trump e Jong-Un:cimeira histórica
    A cimeira entre o norte-coreano KIm Jong-un e o norte-americano Donald Trump em Singapura,o rescaldo do G6 contra 1 no Canadá,a Itália de Matteo Salvini decidiu não acolher mais barcos de imigrantes,a batalha do óleo de palma entre total e o sindicato agrícola FNSEA em França,o PAM toca o alerta sobre a progressão da fome no mundo.Eis alguns dos focos,nas edições desta segunda-feira.
    5 min
  • Guerra aberta no seio do G7 reunido no Canadá
    As primeiras páginas dos jornais franceses estão dominadas por questões de política interna e internacional, como o debate sobre fake news no parlamento francês e a cimeira do G7 no Canadá.
    LIBÉRATION, titula, o fardo Trump, para se referir à cimeira de hoje e amanhã do G7 em Quebec, com o presidente americano espezinhando o multilaterismo e multiplicando provocações. Com Trump, passa-se o G7 passa para um G6 forçado. Quer dizer um círculo restrito cada vez menos representativo, segundo o especialista de relações internacionais, Frédéric Mérand. 
    Após 16 meses de unilateralismo e isolacionismo americano e o lançamento de uma guerra comercial a semana passada, o clima vai ser muito tenso na cimeira das 7 maiores potências do mundo.
    Trump, repetiu nos útimos dias, apoiados por conselheiros como Larry Kudlow, chefe do conselho nacional económico da Casa Branca, que os Estados Unidos, preferem negociações bilaterais.
    Do lado crítico, Daniel Drezner, professor de Política Internacional, da Universidade americana Tufts "a hostilidade da actual administração americana em relação ao regime multilateral assenta tanto no populismo económico como no populismo político", sublinha, LIBÉRATION.
    Todos contra um?, pergunta o editorial do LA CROIX, afirmando que a crise que atravessa G7 não é uma peripécia sem importância. Falar de G6+1 ou de um G6 contra 1 é o sintoma de uma série degradação nas relações internacionais.
    Desde a eleição de Trump, os Estados Unidos, dissociam-se cada vez mais de todas as instâncias multilaterais e corre-se o risco de a determinada altura vermos um Washington sem interesse nenhum de discutir com os seus parceiros, nota o editorial do LACROIX.
    Mas o o principal título do mesmo jornal é Europa, atenção ao choque! O avanço do populismo no continente europeu alimenta-se do eurocepticismo. A um ano das eleições europeias. A Europa como a conhecemos já está morta, afirma o politólogo francês, Patrick Moreau. 
    A quase totalidade dos partidos franceses critica a União europeia. Uns por quererem pisar no acelerador do bólide lançado na auto-estrada em que se encontra, outros porque querem fazer marcha-atrás ou porque pura e simplesmente sair da União europeia, nota LA CROIX.
    As direita europeias sob pressão dos extremos, replica LE MONDE. Sob a pressão da extrema direita, os conservadores são forçados a associar-se a forças populistas para não desaparecerem.
    O Partido Popular europeu, reunido em Munique, renunciou excluir o húngaro, Orban. A Dinamarca e a Áustria, onde a direita governa com a extrema-direita, propõem à União criar centros de retenção para os migrantes nos Balcãs, nota LE MONDE.
    Mudando de assunto, LE MONDE , faz o seu principal título com  Macron, que parte em guerra contra as normas. A cada novo projecto de lei, o presidente e o governo desejam criar um choque de simplificação administrativa. Reduzir constrangimentos em matéria ambiental ou recusa de novas normas no sector da alimentação ilustram bem esta vontade.
    O executivo lançou-se igualmente numa caça a um grande número de circulações e decretos publicados pela administração pública. A oposição denuncia uma loucura desreguladora, cujo impacto se desconhece, acrescenta LE MONDE.
    Planos de despedimentos escondidos, titula, L'HUMANITÉ. Um exemplo é a cadeia de produtos alimentares, Carrefour, onde 2.400 postos de trabalho vão ser suprimidos, através de reformas anticipadas.
    Por outro lado, com o desaparecimento da ex-cadeia alimentar DIA, são 1700 pessoas que ficam no desemprego, enquanto a confederação sindical comunista CGT, afirma que é posta entre parêntesis a oferta de 152 estabelecimentos comerciais para recuperar mais de 1000 dessas pessoas. Os sindicatos nunca foram informados da existência de tal oferta, nota, L'HUMANITÉ. 
    LE FIGARO, titula, por seu lado, Escudo protector contra a lei sobre os fake news, analisada pelos deputados e que está a criar polémica. Vozes se levantam para denunciar a luta contra a propagação de notícias falsas que pode pôr em perigo a liberdade de expressão. 
    Em relação à África, LE MONDE, faz uma reportagem com vítimas de Ébola. Em Itipo, uma aldeia da floresta do norte da RDC, o repórter do vespertino reconstitui a maneira como o vírus se propagou após a morte de um enfermeiro infectado. Há uma dúzia de mortos na localidade mas multiplicam-se os casos de pessoas atingindas com o vírus, nota, LE MONDE.
    6 min
  • Justin Trudeau acolhe G7 marcado por tensão com Estados Unidos
    Em destaque nos jornais desta quinta-feira temos a questão dos ex-jiadistas franceses que vão ser libertados após um tempo passado na prisão para efeitos de reeducação,a tensão entre a Europa e Donald Trump antes da cimeira do G7 em Charlevoix, no Canadá, o novo governo espanhol liderado pelo socialista Pedro Sanchez que dá a prioridade aos ministros femininos, a lei francesa sobre as " fake news" , bem como a mobilização contra o Ebola na RDC.
    4 min
  • Imigração e Bioética em destaque na imprensa francesa
    As manchetes da imprensa francesa, nesta quarta-feira, eram variadas, mas dois temas mereciam maior destaque : A posição da França quanto à migração e pedidos de asilo, e a difícil problemática da PMA ( procriação com assistência médica).
    A libertação de 450 prisioneiros radicalizados, em França, em 2019 ; a visita do Primeiro - ministro israelita, Benyamin Netanuyahou, à Europa, para procurar apoio na sua cruzada contra o Irão ; A contaminação, desde 1972, das  populações dos territórios franceses de Guadeloupe e da Martinica, com Chlorodécone ( um pesticida ultra-tóxico, utilisado nas plantações de  banana), eram outros temas desenvolvidos na páginas dos quotidianos franceses.
    4 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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