Revista de Imprensa

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Revista de Imprensa episodes

  • Itália: governo inquieta União Europeia
    Um ano depois da sua eleição como Presidente da República Francesa, Emmanuel Macron tem dificuldades em fazer vingar a sua estratégia diplomática no seio da União Europeia. O novo governo italiano formado pelo Movimento Estrelas e pela extremista Liga,ex-Liga do Norte, preocupa Bruxelas. A pedofília no seio da Igreja chilena é ,segundo o Papa Francisco, uma responsabilidade colectiva dos seus bispos. Estes são alguns dos focos nos diários franceses, nesta segunda-feira de Pentecostes.
    5 min
  • "Migrantes : cultura sem fronteiras"
    No comunista l'Humanité "migrantes : a cultura sem fronteiras". Tema desenvolvido no editorial de Laurent Mouloud "é um director do centro dramático que alberga exilados no seu teatro. Chama-se David Bobée e é encenador e director do centro dramático de Rouen. Agentes culturais que tomam a palavra durante festivais.
    "Itália : uma nova aliança que preocupa a Europa" é a manchete do vespertino Le Monde. O movimento 5 estrelas apresentou hoje o programa comum de governo com la Ligue que vai ser apresentada segunda-feira pelo Presidente italiano.
    "A igreja ataca o excesso da finança" titula o católico La Croix. O Vaticano publicou ontem um documento cujos excertos são hoje publicados neste jornal
    "Caracas, o escrutínio está pronto.. a ingerência" titula o comunista l'Humanité. Mais de 20 milhões de venezuelanos elegem, domingo, o futuro Presidente marcado pela crise económica, este escrutínio, boicotado por uma fracção da oposição de direita, é também pretexto para um reforço da intervenção norte-americana. Caso a eleição presidencial decorra domingo na Venezuela, a solução poderá acontecer fora do país, nomeadamente, nos Estados-Unidos.
    6 min
  • Lula da Silva justifica candidatura
    Esta quinta-feira, destaque na imprensa francesa para a derrota do Marselha frente ao Atlético de Madrid, para a cimeira europeia de Sofia, Bulgária e para Lula da Silva que explicou ao vespertino Le Monde, os motivos que o levam a apresentar-se na corrida presidencial de Outubro.
    Confira aqui.
    4 min
  • Marselha e Atlético de Madrid jogam final da Liga Europa
    As primeiras páginas dos jornais apresentam-se diversificadas, entre assuntos de política internacional, como a violência no médio oriente, e de futebol europeu, com a final da Liga Europa esta noite.
    LIBÉRATION, titula, Marselha, sou eu, encimando uma foto de Macron e Mélenchon, vestidos com a camisola da equipa de futebol francesa, finalista da Liga Europa com o espanhol Atlético de Madrid. Interesses comuns? Macron e Mélenchon apoiarão esta noite a equipa de Marselha,contra o Atlético de Madrid.
    Macron, de rapaz adepto da equipa de Marselha, a adulto em campanha para as presidenciais na cidade que deu nome ao clube de futebol local, explicou que apoiava aquela equipa porque sonhou, chorou e vibrou com ela.
    Do seu lado, Mélenchon, que sempre viu de esguelha o futebol, converteu-se, nas últimas eleições legislativas, tendo sido eleito, pelo círculo de Marselha, onde ficou apaixonado pelos delírios do povo nos estádios de futebol.
    Para o filosófo Gilles Vervisch, os políticos aproveitam-se da bola para conquistarem o fervor popular e fazer raiar a nação, em entrevista ao LIBÉRATION.
    Como a França maltrata os seus velhos, titula, LE MONDE. O comité consultivo nacional de ética, publicou hoje o seu relatório, afirmando que existe em França uma rejeição colectiva do envelhecimento, traduzida por maus-tratos latentes e não assumidos.
    A concentração de pessoas de terceira idade em casas para idosos é uma institucionalização forçada e mesmo uma forma de guetoização. A política em relação a pessoas vulneráveis é inadequada e demonstra falta de respeito, sublinha o relatório do comite consultivo nacional de ética, segundo, LE MONDE.
    Na política internacional, o grande destaque vai para a violência em Israel. O mundo deve julgar os crimes de guerra de Netanyahou, titula, L'HUMANITÉ. Após o massacre de mais de 50 civis palestinianos, ontem, em Gaza, a Palestina decidiu recorrer ao Tribunal Penal Internacional.
    Trump e Netanyahou, perigosa associação de pirómanos, continua o jornal comunista. Enquanto Washington justifica o massacre de segunda-feira, em Gaza, pelo direito de defesa de Israel, outras vozes um pouco por todo o mundo condenam a agressão sangrenta de manifestantes palestinianos pacíficos. A França e a União europeia devem quebrar este silêncio ensurdecedor, nota L'HUMANITÉ.
    Médio oriente, a paz é ainda possivel?, pergunta em título, LA CROIX. Após a transferência da embaixada dos Estados Unidos de Telavive, para Jerusalém, a administração americana evoca de novo um hipotético plano de paz. O documento faz uma série de propostas sobre fronteiras, segurança, refugiados e estatuto de Jerusalém.
    Os palestinianos ganhariam um Estado com soberania limitada e sem continuidade territorial, formado por várias parcelas de território dispersas umas das outras e a futura capital palestiniana seria Abu Dis, na periferia de Jerusalém, nota LA CROIX
    Por seu lado LE FIGARO, destaca o disparar de preços do petróleo, depois da saída do acordo nuclear iraniano dos Estados Unidos. O preço do barril de petróleo, aproxima-se dos 80 dólares num mercado petrolífero em ebulição, nota LE FIGARO.
    Em relação à África, LE MONDE, dá relevo ao Burundi, Perre Nkurunziza quer manter-se no poder mais 14 anos. Os eleitores devem pronunciar-se amanhã num referendo sobre a reforma da constituição, para manter o presidente burundês no poder. O secretário-geral do partido no poder, afirma mesmo, que todo aquele que votar NÃO será um traidor a soldo de colonizadores brancos.
    Burundi, referendo do medo, replica LA CROIX, citando um burundês, a dizer que as autoridades recorreram a estratégias violentas de intimidação e de repressão para garantirem uma vitória do SIM, à permanência no poder do presidente.
    5 min
  • "Embaixada em Jerusalém deixa Gaza em brasa"
    O jornal Le Monde escreve: Celebração em Jerusalém, banho de sangue em Gaza. O Libération alerta para o perigo de uma terceira intifada, lembrando que Donald Trump e Benjamin Netanyahu são destas vez os provocadores e o Le Figaro titula Embaixada em Jerusalém deixa Gaza em brasa. Outros temas em destaque são os movimentos de greve em França.
    5 min
  • Ameaça jihadista “de França à Indonésia”
    O jornal Le Monde escreve que a ameaça do autodenominado Estado Islâmico “é constante de França à Indonésia”. O Libération alerta para o terrorismo “low-cost” e Le Figaro titula que o atentado de Paris, no sábado, relança o debate sobre os chamados “ficheiros S”, ou seja, as pessoas que são vigiadas por radicalização terrorista. Outro tema em destaque é a transferência da embaixada norte-americana de Telavive para Jerusalém.
    5 min
  • Bombardeamentos de Israel contra posições iranianas na Síria
    O conflito israelo-iraniano domina as primeiras páginas dos jornais franceses, com excepção do conservador LE FIGARO, que prefere titular sobre a estratégia do partido do presidente Macron, para o controlo da câmara municipal de Paris.
    Irão-Israel: os riscos de um confronto. Após a retirada americana do acordo sobre o nuclear iraniano, Israel bombardeou massivamente as posições de Teerão na Síria. O Estado hebreu reagia ao lançamento de roquetes sobre o monte Golã.
    Estamos perante uma escalada perigosa entre o Irão e Israel, mas, Israel, ao bombardear váios locais militares na Síria, utilizando aviões F- 15 e F-16 que dispararam 70 mísseis, está a mostrar ao mundo que não repetirá o erro cometido com o Hizbolah, que pôde implantar-se e desenvolver todo um arsenal no Líbano, nota LE MONDE.
    Irão-Israel, até onde?, replica, LIBÉRATION. Mísseis lançados contra o estado hebreu de um lado, ataques contra posições iranianas na Síria doutro, a brusca escalada militar na noite de quarta para quinta-feira alarma a comunidade internacional. 
    Confortado pela decisão de Trump de se retirar do acordo sobre o nuclear, o estado hebreu, que atacava há semanas posições iranianas, quer mostrar a sua força, nota LIBÉRATION.
    Também, LA CROIX, titula no mesmo sentido: Israel-Irão, o barril de pólvora. Tendo em conta o nível elevado de destruição de instalações iranianas, o risco de escalada não parece ser imeditado. Mais: o Irão perderia mais do que ganharia lançando-se num confronto directo com Israel, nota, LA CROIX.
    Nova ordem guerreira, replica, em título, L'HUMANITÉ. Declaração de guerra económica ao mundo inteiro, a decisão de Trump contra o Irão já teve consequências militares. O primeiro-ministro israelita deu ordens ao seu exército para disparar dezenas de mísseis contra objectivos iranianos na Síria, procurando assim explorar ao máximo as tensões na região, sublinha, L'HUMANITÉ.
    Mudando de assunto, por cá em França, LE FIGARO, titula, câmara de Paris: grandes manobras começaram. Os macronistas como os Republicanos querem tirar proveito das múltiplas desgraças de Anne Hidalgo, à frente da câmara municipal da capital desde 2014, para gtentar conquistá-la em 2020.
    O macronista, Benjamin Griveaux, porta-voz do govenro, á está em campanha mesmo que discretamente, mas nos útimos dias está a ser concorrido por Gaspar Gantzer, antigo conselheiro de François Hollande. No campo da direita, há também uma guerra entre os defensores dalinha dura do presidente dos Republicanos, Wauquiez, e aqueles que defendem uma aliança com Macron.
    O certo, é que LE FIGARO, nota no seu editorial, depois do fiasco Hidalgo, a batalha anuncia-se desenfreada e sem piedade. 
    En fim em relação à África, LE MONDE destaca, Tanzânia, como o turismo escorraçou os masai.A região de Serengeti, norte tanzaniano, é mundialmente conhecida pela riqueza da sua fausa selvagem, que atrai todos os anos milhares de rutistas e caçadores.
    É a mesma terra dos célebres masai ou massais nómadas vivendo entre o Quénia e a Tanzânia. Só que eles estão a ser expulsos dessa terra, e só em agosto de 2017, 180 das suas palhotas foram destruídas e milhares deles deslocados, nota LE MONTE.
    5 min
  • "Irão : crise aberta entre Trump e Europa"
    "Irão : crise aberta entre Trump e Europa" ao rasgar o acordo nuclear com o Irão, o Presidente norte-americano virou costas aos aliados europeus, expostos a sanções."O mundo ficou mais inseguro desde terça-feira" descreve o conservador Le Figaro.
    O esquerdista Liberation descreve "Cabul sangrenta ontem com uma série de atentados simultâneos que tiraram a vida a pelo menos sete pessoas e feriram dezoito". Por volta do meio dia um kamikaze fez-se explodir perto de um posto policial, pouco depois outros assaltantes trocaram tiros com as forças afegãs. O primeiro ataque foi reivindicado pelo auto-proclamado estado Islâmico e o segundo pelos talibãs.
    E por fim, a acabar a desvista de imprensa; o terceiro dia do festival de cinema de Cannes que decorre desde terça-feira. "Cannes começou em lume brando e tons de telenovela com, por alguns considerado, o pior filme de Asghar Farhadi até à data: Todos lo Saben”.
    5 min
  • “Trump pulveriza acordo sobre o nuclear iraniano”
    A retirada dos Estados Unidos do acordo sobre o nuclear iraniano é o destaque dos jornais franceses. O Le Monde titula “Trump e o Irão: Uma ruptura com uma mão cheia de perigos”, o Libération escreve que “Trump pulveriza o acordo sobre o nuclear iraniano”, o Le Figaro alerta que “a escolha de Trump põe em causa a estabilidade do Médio Oriente” e o La Croix avisa que “a decisão acarreta graves tensões”.
    5 min
  • França: Festival de Cannes e geopolítica do Cinema
    Com apenas dois jornais nas bancas neste dia 8 de Maio,data do fim da Segunda Guerra mundial e feriado ,o início do Festival de Cinema de Cannes,o anúncio por Donald Trump de uma possível retirada dos Estados Unidos do acordo nuclear com o Irão, a presença de forças especiais francesas na Síria, e o o recuo do partido de Saad Hariri no Líbano em proveito do Hezbollalh,estão entre os destaques nesta terça-feira.
    5 min

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De segunda a sexta-feira, os principais temas da actualidade francesa, internacional e africana tratados na imprensa diária francesa.

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